Votos de melhor ano

Indignados - um Símbolo Histórico para o Século XXI

O Movimento dos "Indignados" mereceu a capa da prestigiada revista "Time" na sua edição da "Pessoa do Ano 2011", a cuja imagem foi associado o texto que justifica o destaque: "Da Primavera Árabe a Atenas, do Ocupa Wall Street a Moscovo"! Deste modo consagra-se o fenómeno social criado pelos Indignados como uma inequívoca marca da História neste final da 1ª década do século XXI... Felizmente!... pelo poder democrático que as nossas manifestações cívicas representam, de forma universal como convém à Humanidade (- e independentemente do que a História tiver que escrever nos anos que se vão seguir)... 
      (-por A.P.Fitas )
---------- 
 
. Congelamento de progressões e actualizações, corte nos salários, corte nas pensões, corte dos subsídios de Natal e Férias, corte no valor das horas extraordinárias;
. aumento do custo de vida, aumento de taxas moderadoras na saúde, aumento de propinas, aumento de impostos (IVA, IMI, ...), menos deduções nos impostos, menos apoios sociais;
. aumento de horas de trabalho e irregularidade de horários,  aumento do assédio e 'mobbying' no trabalho, menos dias de férias, menos feriados, menos dias de indemnização por despedimento, menos subsídio de desemprego;
. desregulamentação do trabalho, aumento do desemprego (agora +30.000 na AP), aumento da emigração (também entre diplomados), aumento da pobreza, aumento da fome (mesmo entre crianças e estudantes), aumento da criminalidade (para além da corrupção, dolo/má gestão e 'desvio' de bens públicos, ...), aumento da disparidade de rendimentos (e compressão da 'classe média'), aumento da insegurança e da injustiça, ...
 
Com promessas e 'prendas' destas ... é ''Tempo de Protestar'' e mudar ... a sério.


Publicado por Xa2 às 07:39 de 22.12.11 | link do post | comentar |

5 comentários:
De Desejos e Balanço e Desejos p.2012 a 6 de Janeiro de 2012 às 09:36
Desejos para 2012
(-por AG , CausaNossa, 4.01.2012)
No Conselho Superior da Antena Um, ontem de manhã, expressei os meus desejos para 2012 com
governação que nos faça sair da crise. Com pouca esperança que ela venha deste Governo.

Comecei por pedir ao meu partido, o PS, que peça a fiscalização sucessiva da Orçamento de Estado, pela iniquidade e inconstitucionalidade do confisco dos subsídios de férias e de Natal aos funcionários públicos.

Pedi que Assembleia da República, Presidente da República e Governo apelem à responsabilidade social dos portugueses mais ricos, designadamente empresários, para que não continuem a levar o dinheiro que ganham em Portugal para fora do país
(e só no último dia de 2011 foram transferidos 4.6 mil milhões de euros, muito mais do que os chineses pagam pela parcela da EDP que compraram, como hoje sublinha um jornal)
e tomem medidas para desencorajar comportamentos, porventura legais mas imorais, como a do patrão da Jerónimo Martins, que transferiu a sede para a Holanda para evitar pagar cá mais impostos,
a pretexto que vai investir no estrangeiro (se os portugueses preferem investir no estrangeiro, como atrairemos os estrangeiros a investir em Portugal?).

Antes que os portugueses se revoltem e decretem campanhas de boicote aos produtos deste azedo Pingo Doce, adverti.

Medidas que incluem que Portugal exija na UE a HARMONIZAÇÃO FISCAL, sem a qual a CONCORRÊNCIA entre Estados Membros está VICIADA.

Desejei ainda que Portugal peça a rRENEGOCIAÇÂO do acordo com a ‘troika’, visando a descida dos JUROS, a extensão do prazo de reembolso do empréstimo e a obtenção de recursos para INVESTIR no crescimento da economia e na criação do EMPREGO.
-----------
Balanço negativo deste governo em 2011
...
Aqui fica o balanço de 2011 que fiz para o Conselho Superior da ANTENA UM .
Considerei este o governo dos cinco D`s -
desemprego, desigualdade, destruição, demissão e descrença.
Sublinhei não ter preparação nem estratégia de recuperação para o país, e
fiz notar que a única exportação que promove é a de trabalhadores portugueses.
------------

O novo Tratado (2)
(-por Vital Moreira , )

O projecto de novo Tratado europeu procura dar força jurídica às decisões do Conselho Europeu de 9 de Dezembro.
É evidente o considerável reforço da disciplina orçamental, bem além do disposto nos actuais Tratados e nos protocolos anexos.
Todavia, sendo muito exigente em matéria de disciplina orçamental,
o projecto de novo Tratado fica bem aquém de uma verdadeira "união orçamental",
abstendo-se de qualquer referência à garantia mútua das emissões de dívida pública (eurobonds),
e tampouco à necessária harmonização fiscal que evite a competição fiscal na zona euro
e crie um "level playing field" para as empresas europeias.

Ora, se havia um momento privilegiado para avançar decididamente para uma união orçamental era justamente este,
através de um tratado baseado na adesão voluntária e como meio de compensar as novas e duras obrigações de disciplina orçamental.


De Um melhor ano para quem? a 26 de Dezembro de 2011 às 10:50
1º Exemplo
 Presidente dos EUA recebe por ano $400.000,00 (291.290,417 Euros);
 O Presidente da TAP recebeu, em 2009, 624.422,21 Euros;
 O Vice-Presidente dos EUA recebe por ano $ 208.000,00 (151.471,017 Euros);
 Um Vogal do Conselho de Administração da TAP recebeu 483.568,00 Euros;
 O Presidente da TAP ganha por mês 55,7 anos de salário médio de cada português.

2º Exemplo
 A Chanceler Angela Merkel recebe cerca de 220.000,00 Euros por ano;
 O Presidente da Caixa Geral de Depósitos recebeu 560.012,80 Euros;
 O Vice-Presidente da Caixa Geral de Depósitos recebeu 558.891,00 Euros;
 O Presidente da Caixa Geral de Depósitos ganha por mês 50 anos de salário médio de cada português.

3º Exemplo
 O Primeiro-Ministro José Sócrates recebe cerca de 100.000,00 Euros por ano;
 O Presidente do Conselho de Administração da Parpública SGPS recebeu 249.896,78 Euros;
 O Presidente do Conselho de Administração da Parpública SGPS ganha por mês 22,3 anos de salário médio de cada português.

4º Exemplo
 O Presidente da República recebe cerca de 140.000,00 Euros por ano;
 O Presidente do Conselho de Administração da Águas de Portugal recebeu 205.814,00 Euros;
 O Presidente do Conselho de Administração da Águas de Portugal ganha por mês 18,4 anos de salário médio de cada português;

5º Exemplo
 O Presidente Sarkozy recebe cerca de 250.000,00 Euros por ano;
 O Presidente de Administração dos CTT - Correios de Portugal, S.A. recebeu 336.662,59 Euros;
 O Presidente de Administração dos CTT – Correios de Portugal, S.A. ganha por mês 30 anos de salário médio de cada português.

6º Exemplo
 O Primeiro-Ministro David Cameron recebe cerca de 250.000,00 Euros por ano;
 O Presidente do Conselho de Administração da RTP recebeu 254.314,00 Euros;

7º Exemplo
 O Presidente da Assembleia da República recebe cerca de 120.000,00 Euros por ano;
 O Presidente de Administração da ANA Aeroportos de Portugal SA. recebeu 189.273,92 Euros;
 O Vice-Presidente de Administração da ANA Aeroportos de Portugal SA. recebeu 213.967,23 Euros;

O que mais me preocupa não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos ou dos sem ética. O que mais me preocupa é o silêncio dos bons.

Martin Luther King


De ..Portugal: ''Democracia falhada'' a 22 de Dezembro de 2011 às 11:35
Uma Democracia Com Falhas não é uma Democracia!

A prestigiada revista "The Economist" considerou hoje, pela primeira vez, que Portugal vive uma "democracia com falhas" (ler AQUI)...
a notícia não surpreende a não ser os políticos que vivem da auto-ilusão com a imagem que eles próprios criam e vendem!...
é, contudo, muito interessante e importante que a comunidade internacional perceba que as consequências de
uma economia improdutiva, hipotecada e resgatada à dependência do exterior
não é útil sequer como aliada no plano da política internacional!...
e assim, no seio da indiferença subserviente e aquietados pelo medo do desemprego,
iremos, de alienação em alienação, perder todas as competências, toda a iniciativa, todo o mérito e toda a liberdade...
porque... com fome, não se pensa!... mas, com medo e sem esperança, também não!

(por Ana Paula Fitas em 21.12.2011)comentários:
---- NYX(des)VELADA disse...
Olá Ana,

Triste notícia - mas não deixa de ser uma realidade com algum tempo. Há cerca de um ano Manuel Alegre dizia
"não aceitar que políticos portugueses manifestem disposição para governarem em simultâneo com uma intervenção do FMI em Portugal". Ontem, a sua "boa ousadia" permitiu-lhe
afirmar o que ninguém quer assumir:
«O que este Governo está a fazer é algo nunca visto, que nem mesmo nos tempos do salazarismo,
nem mesmo nesse tempo um governante alguma vez disse que os portugueses deviam sair do país»/
«Este Governo não está à altura da sua responsabilidade histórica.
Dá a impressão que quer dissolver o povo e que quer dissolver o país».

Eu subscrevo...
Um grande abraço!
---- Rogério Pereira disse...
Cara Ana Paula Fitas, ocorre-me partilhar o que escrevo no meu perfil, onde escrevi assim:

"Antes fui Viriato. Resolvi mudar. Vou aparecer dentro desta outra personagem. Agora é inspirada no "pai da democracia".
Clistenes é seu nome. Assumo a sua imagem. Hesitei entre ele e Solon, por este ter produzido lei que além de perdoar dívidas e as hipotecas que pesavam sobre os pequenos agricultores, aboliu a escravatura por motivos de dívida.
Optei, apesar disso, por Clistenes, a quem se deve a lei que instituiu que o poder deve pertencer a um colectivo e que quem ameaça a Democracia deve ser condenado ao ostracismo.
Ele e eu, abominamos a tirania e os tiranetes..."



De .Embaratecer/escravizar o trabalho. a 22 de Dezembro de 2011 às 15:15
Legisl.Laboral
Acordo social está condenado. Em causa, as mexidas que embaratecem o trabalho.
(-Público,Economia,22.12.2011, J.R.Almeida)

Os trabalhadores vão dar às empresas mais 23 dias de trabalho por ano, caso se aprovem as medidas propostas pelo Governo, a apreciar hoje em reunião do Conselho Permanente da Concertação Social.

A reunião está marcada para as 15h e pretende-se um "compromisso para o crescimento, competitividade e emprego". Mas apenas o lado patronal parece satisfeito. A CGTP mostra o seu descontentamento com o agravamento dos dias de trabalho e também a UGT não volta atrás, garantindo que não dará acordo a um plano que aumenta o horário de trabalho em meia hora diária.

No documento enviado ontem pelo Governo, prevê-se o fim dos três dias de férias adicionais consagrados no Código do Trabalho para premiar a assiduidade. Se a esses dias se juntarem os 16 dias que resultam da meia hora adicional ao horário normal de trabalho (criada para compensar a desistência da "desvalorização fiscal" através da descida da taxa social única) e o fim de quatro feriados nacionais, só aí estarão 23 dias úteis por ano. A esses dias não remunerados, soma-se o corte para metade do preço do trabalho suplementar e com a eliminação de 25% adicionais após a primeira hora extraordinária.

O documento distribuído pelo Governo tem ainda, no entender da CGTP, outras novidades. Passa a haver uma concepção mais vaga para o despedimento individual, ao dar ao empregador a possibilidade de "fixação de um critério relevante face aos objectivos subjacentes" à extinção do posto de trabalho. E o empregador deixa de estar obrigado a encontrar um "posto compatível".

Depois, o Governo vai ao encontro de uma velha reivindicação patronal ao reduzir o período de sobrevigência das convenções colectivas após denúncia por uma das partes, com vista à sua caducidade. Para criar um "incentivo à negociação colectiva e à valorização dos instrumentos de regulamentação colectiva", vai ser reduzido o período de 18 meses em que as convenções se mantêm em vigor. E com o mesmo objectivo, o Governo pretende que a mobilidade geográfica e funcional, horários de trabalho e mesmo a retribuição sejam negociados ao nível da empresa, tanto por comissões de trabalhadores, como por "comissões sindicais" ao nível de empresa. Ou seja, algo que desvaloriza o papel dos sindicatos e da negociação colectiva.

Estas medidas não constam do memorando com a troika. Os próprios responsáveis patronais mostraram-se espantados nas reuniões bilaterais com os sindicatos. Muitas das medidas - como a meia hora adicional - não estavam nas suas prioridades, mas aceitam-nas porque foram oferecidas.

"Vivemos uma espiral regressiva, com políticas monstruosas em termos económicos e sociais", afirma Arménio Carlos, da comissão executiva da CGTP. Do lado da UGT, João Proença garante que pouco vai participar na reunião. "Só haverá acordo com a UGT se a meia hora adicional não estiver sobre a mesa", afirma.

O regresso da TSU

Mas o plano vai ao encontro dos objectivos do memorando. Como refere o relatório da Comissão Europeia ontem divulgado, "as medidas laborais previstas (...) são de maneira a conseguir uma redução substancial dos custos laborais do trabalho suplementar".

E estima-se mesmo que, só os cortes nas indemnizações por despedimento, "de 30 para 10 dias por cada ano de trabalho", redundará numa poupança para as empresas de 3 por cento dos custos laborais.

Em parte, estas reformas foram adoptadas para compensar o afastamento pelo próprio Governo daquela que era a medida de ouro para estimular a competitividade: a desvalorização fiscal. E apesar dos seus efeitos sociais, a Comissão frisa que "dependendo do desenvolvimento da economia, a questão da desvalorização fiscal precisará de ser revisitada no contexto do OE de 2013". E se o relatório do FMI, conhecido anteontem, nada frisara sobre esta possibilidade, ontem o seu chefe de missão Poul Tompson foi categórico: "Esta era uma medida-chave do programa e a decisão de não a aplicar criou um buraco na agenda das reformas estruturais", afirmou. E o alargamento do horário de trabalho em meia hora diária "não chega" e que o próprio Governo "reconhece isso", visto que está a trabalhar em mais alternativas.


De Corrupção Tráfico d'influências Nepotism a 23 de Dezembro de 2011 às 11:00
Duarte Lima e a troika

Se tivesse de escolher o acontecimento do ano seria inevitável a escolha da submissão do país aos ditames da troika a troco de um empréstimo a juros dignos de proxenetas.
Para personalidade do ano não escolheria Passos Coelho pois alguém que sofre de anorexia intelectual, tira um curso da treta quase aos quarenta e só começa a trabalhar depois de velho é um péssimo exemplo para os nossos jovens,
a minha escolha iria para esse anjo do cavaquismo chamado Duarte Lima, que esteve tão perto do céu, andou pelo inferno lá pelas bandas do Brasil e acabou a penar numa vulgar prisão portuguesa.

O curioso destas escolhas é que aparentemente tão distantes e tão diferentes acabam por ser uma única escolha,
Duarte Lima representa a ascensão à riqueza que os técnicos da troika representam, é
um dos símbolos da corrupção que destruiu todo e qualquer estímulo à competitividade da nossa economia e que nos conduziu à ruína.
Quis o destino que fosse o PSD a executar as ordens da troika ao mesmo tempo que um dos seus maiores símbolos de riqueza, poder e sucesso dava entrada na cadeia.

Se a troika não tivesse pressa em arrecadar o mais depressa o seu dinheirinho e aproveitar a desgraça alheia para retirar qualquer protecção da economia portuguesa e vender a preço de saldo o que ainda resta património colectivo,
saberiam que não é o trabalho escravo que aumenta a competitividade da economia. O horário de trabalho é o mesmo há décadas e não foi por ter sido reduzido ou se trabalhar menos que as empresas deixaram de ser competitivas.

----- A economia portuguesa não é competitiva porque os nossos «empresários» não precisam de o ser para enriquecerem facilmente,
em vez de inovarem preferem espoliar a riqueza nacional e CORROMPER a classe política,
em vez de enriquecerem o país preferem SACAR-lhe toda a riqueza com a ajuda de políticos de vida fácil.

A descida da TSU ou o recurso a TRABALHO ESCRAVO vão ter tanto impacto como os milhões de ajudas comunitárias à formação profissional.

A troika sabe muito bem disso mas isso pouco lhes importa, da mesma forma que pouco importou à CEE a forma como os dinheiros das ajudas foram desviados pela CORRUPÇÃO.
Todo esse dinheiro fácil acaba nos bolsos dos países ricos depois de adquiridos os bens de LUXO com que os nossos TRAFICANTES se gostam de exibir, nisso são todos iguais, desde os Duartes Limas aos mafiosos de Nova Iorque, até ao Nem da Rocinha, todos eles gostam de exibir riqueza.

Veja-se o que se está a passar com a PRIVATIZAÇÃO do que resta da EDP, ouve-se discutir o interesse nacional?
Não, do que se fala é do lugar do Mexia, da necessidade dos alemães compensarem maus negócios e do TRÁFICO de INFLUÊNCIAS.
Alguém duvida de que o Mexia vai ficar e a EDP vai ser vendida a quem deu mais?
Não, da mesma forma que todos sabemos que nunca haverá qualquer investigação, da mesma forma que os casos BPN e submarinos serão ABAFADOS enquanto que o país se entretém com as mentiras judiciais do costume, os portugueses são ROUBADOS, gozados e ainda pagam o espectáculo da palhaçada judicial.

(-O Jumento, 22.12.2011)


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