De Jornalismo vergonhoso, de cão de guarda. a 18 de Janeiro de 2012 às 09:33
-----Anónimo disse...

É perturbador assistir a um "jornalista" que perante argumentos claros e inequívocos revela um autismo absoluto
insistindo em provar que os trabalhadores têm direitos a mais e as associações sindicais, mais propriamente a CGTP, só fazem mal ao país,
isto é uma autêntica vergonha.

-----Zé disse...
Chamar jornalista ao Crespo é mais ou menos o mesmo que chamar jornalista ao hipopótamo do jardim zoológico

------José M. Sousa disse...
O Mário Crespo quer nivelar tudo por baixo.
Ter direito a subsídio de Férias? Isso é um luxo!
Temos que ser todos precários.
Para o Mário Crespo, um operário fabril vende o seu trabalho em iguais condições que ele, Mário Crespo o faz.
Deixem de ver esse imbecil...

-----Lowlander disse...
Muito muito bom.
Razao pela qual, estou disposto a apostar (aposta que gostaria muito de perder), que nao voltara a ser convidado.

------- L. Rodrigues disse...

Um "prós e contras" em que o moderador é um dos lados.

------Anónimo disse...
Crespo got pwned!

É triste ver um idiota (in)útil como o Crespo a chutar para canto sempre que fica sem argumentos.

Bola pá frente que o Arménio nunca mais vai ser convidado a falar na SIC N.

-----meirelesportuense disse...

Eu assisti a esta entrevista e foi um massacre do jornalista Lambe-Botas oficioso do Governo.

-----Anónimo disse...
É revoltante ver como este "jornalista" conduz a entrevista.
Interrompe sistematicamente o entrevistado com observações imbecis ao nível de um taxista (desculpem-me os taxistas).
Para mim a gota de água dá-se quando o Mário Crespo demonstra o seu incomodo com a expressão EXPLORADOS utilizada por Arménio Carlos.
Com um grande clareza e objectividade o entrevistado responde-lhe.
Mas parece que Mário Crespo não entendeu ou não quis porque um pouco depois volta a ter o mesmo infeliz comentário.

----- D., H disse...
Por acaso ví a entrevista.
O Mário Crespo a fazer o papel de advogado do patronato, a tentar insinuar que sindicalismo é coisa do século passado, “modernidade oblige”…
Achei-o crispado sempre que o dirigente sindicalista da CGTP falava em exploração, como se estivesse a ouvir uma coisa de outro mundo. Não há dinheiro – dizia Crespo.

Arménio Carlos esteve bem, sobretudo num momento em que o governo pretende estigmatizar a CGTP.
Afinal, quem não cumpre qualquer pacto, ou mesmo quem tem atropelado a lei, é este governo.
É preciso haver confiança? Pois é.

-----meirelesportuense disse...

É realmente verdade; o Crespo sempre se mostrou muito incomodado pela expressão "exploração" como se não houvesse exploração em Portugal,
pois se são as próprias Empresas que denominam as suas actividades como sendo actividades exploratórias.
As palavras são o que são.


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