4 comentários:
De Revolucionar a Política e os PARTIDOS a 19 de Janeiro de 2012 às 10:55

Mudar Políticos por meios REVOLUCIONÁRIOS


A política em Portugal (e...) está a ASSASSINAR a DEMOCRACIA, a cidadania, a Justiça, a Liberdade, ... e a civilização...

e os ainda não infectados pelo VÍRUS do PODER
(corrupção, nepotismo, tráfico de influências, abuso de poder, apropriação de bens públicos, má gestão e danosa, incompetência, assédio, ...)

não conseguem MUDAR/afastar os poderosos 'padrinhos e capos', seus comportamentos/ máquinas e regulamentos viciados ou manipuláveis...

e as oportunidades de se fazer uma transição 'pacífica' esfumam-se ...

Cada vez mais me convenço que, para a própria defesa da Democracia, a necessária Mudança terá de ser REVOLUCIONÀRIA...
tanto dentro de cada partido como no sistema partidário/eleitoral português e europeu ...

criando forças/correntes/grupos alternativos e muito afirmativos...
sózinhos ou em grupos 'moles'/ 'bem comportados' não se vai a lado nenhum. ...

e fica-se a ver a VIROSE infectar e destruir todos os VALORES Humanistas e Democráticos.


De Política Europeia e Economia a 19 de Janeiro de 2012 às 11:23

Ida a Berlim: montem-se no Monti, senhores!
(-por AG , CausaNossa, 19.01.2012)

Há alguém que assegure que o PM Passos Coelho e o seu Ministro das Finanças e da Europa, a caminho de mais uma sabatina da Dona Merkel em Berlim, daqui a umas horas, fazem algum trabalho de casa e pelo menos lêem as mais recentes entrevistas do PM italiano Mario Monti ao European Magazine e ao Financial Times?
Aprenderão muito. Sobretudo como usar argumentação alemã contra a tacanhez da actual liderança germânica, para defender o euro e os nossos interesses.
Não resisto e deixo aqui uma tradução (ao correr da pena) da justificação que Mario Monti oferece para defender a necessidade e vantagens dos Eurobonds (que Passos amestradamente .... passou) e para explicar que investimento publico é preciso para retomar o crescimento, sendo possível com défice orçamental zero. Ah, e de como dividir a eurozona implicaria dividir a Alemanha em duas!
Montem-se no Monti, senhores, para não continuarem a ser cavalgados por Berlim!

Da entrevista do PM Mario Monti ao European Magazine, 17.1.2012:
(...)
"Os Eurobonds são inteiramente diferentes da ideia de emitir obrigações para financiar investimentos. O actual plano é simplesmente um instrumento de gestão da dívida dos Estados membros. Não deve ser apresentado em termos de solidariedade ou união de transferências. Os Eurobonds cumprem vários objectivos-chave. A restruturação dos sacrifícios pedidos aos detentores privados - uma ideia que a Sra. Merkel propôs - seria alcançada através do mercado, não através de regulação governamental. Quem quer que tenha títulos do governo grego e queira livrar-se deles antes da maturidade poderia oferecê-los para venda a uma agencia de divida comum da UE, que pode adquirir esses títulos gregos com um desconto. Assim, o detentor privado incorrerá numa perda. Outra vantagem, na perspectiva alemã, é que o mercado de novo reconhecerá a importância das finanças publicas dos Estados e porá pressão para elas serem mantidas na ordem.
(...)
nos últimos 10 anos, os mercados falharam no entusiasmo com que emprestaram dinheiro aos Estados sem uma adequada análise de risco. Agora, depois da crise grega, o oscilar do pêndulo vai para o outro lado. Segundo o proposto sistema de Eurobonds o mercado teria um efeito disciplinador mais permanente porque a emissão dessas obrigações comuns seria limitada, de tal modo que seria uma menor percentagem para aqueles membros que tenham um deficit mais alto e uma racio divida/PIB mais elevada. Eles teriam de pedir dinheiro emprestado no mercado secundário e seriam penalizados em conformidade. Em terceiro lugar, isso retira pressão ao Banco Central Europeu. Não queremos ver o BCE aumentar a compra de títulos soberanos porque isso afecta a massa monetária dentro da Eurozona e arrisca tornar o BCE num " bad bank" com activos tóxicos.
(...)
Como reconciliamos uma politica pró crescimento com o imperativo de não a basear em défices excessivos? Sou fã de uma provisão que existia na Constituição alemã e que a Alemanha incialmente tentou introduzir nas negociações de Maaastricht mas que não foi então seguida. É a distinção entre o défice publico devido ao consumo governamental e o défice publico devido ao investimento governamental. Em a1996 na Comissao eu propus que esta devia ser a distinção. Penso que podemos certamente estabelecer um tecto para o endividamento publico gerado pelo consumo em zero, nem sequer os três por cento. Mas haveria um tecto mais elevado na divida publica que resulte de investimento publico, estritamente definido. Alguns investimentos podem ser feitos pelo sector privado para gerar crescimento, mas outros investimentos são melhor feitos pelo governo.
(...)
se fossemos a dividir a zona Eurozona em duas, o primeiro efeito seria dividir a Alemanha em duas!"

http://rpc.twingly.com/


De .. a 18 de Janeiro de 2012 às 15:37
A ESCUMALHA INTERNACIONAL das CENTRAIS DE INTERESSES e da ESPECULAÇÃO a conseguir com os seus extensíveis tentáculos mafiosos de índole esclavagista NEO/ULTRA-LIBERAL a conseguir os seus intentos junto de governos e centrais sindicais a nível mundial.

OS PARASITAS que têm familiares que a única "profissão" que têm exercido é de andarem de FESTAS EM FESTAS, é o POVO QUE TRABALHA que sustenta o parasitismo de uns quantos, que ganhando milhões e milhões anualmente de cuja origem muitos dos milhões se desconhece, tem levado a sua avante com a complacência dos governos!

A ESCUMALHA INTERNACIONAL ECONÓMICO-FINANCEIRA encontra-se no auge da sua actuação DESREGULAMENTARIZADORA!


De DesreguLamentação Laboral a 18 de Janeiro de 2012 às 15:35
Flexibilidade laboral "pode ser código para baixar salários" -- Stiglitz

As reformas estruturais "não vão resolver o problema" da zona euro no curto prazo e "flexibilidade laboral" pode ser "código para salários mais baixos", disse hoje o economista norte-americano, e prémio Nobel da Economia em 2001, Joseph Stiglitz.

"As reformas estruturais demoram tempo, e são medidas, na sua maioria, pelo lado da oferta. Ora, o problema na Europa e nos EUA é a escassez de procura agregada", afirmou Stiglitz durante o IV congresso da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED), que se concluiu hoje em Lisboa.

Stiglitz tem sido muito crítico das respostas europeia e norte-americana à crise financeira global.


Comentar post