Wikipedia pára pela liberdade, contributos grátis e de acesso livre
(-por Ricardo Paz Barroso, 18 Jan 2012)
wikipedia
 Jornalistas gregos param dois dias e enciclopédia online contesta legislação do senado americano

Wikipédia contra s.o.p.a.

    Também hoje há uma greve, a da Wikipédia, o site enciclopédico de contributos grátis e de acesso livre, que tem sido contestado por eventuais faltas de veracidade na informação prestada, mas que se tornou uma ferramenta de consulta indispensável para centenas de milhões de pessoas.

    A partir das 5 horas de hoje e durante 24 horas, a Wikipédia, na sua versão inglesa, vai estar parada em protesto contra a legislação que o senado norte-americano se prepara para aprovar contra a pirataria. Segundo o “Diário de Notícias”, também o responsável pela edição portuguesa desta gigantesca enciclopédia online pondera aderir ao protesto.   Em causa está a Stop Online Piracy Act (SOPA), o que em português dá qualquer coisa como Lei de Combate à Pirataria Online, redigida pelo republicano Lamar Smith, do Texas.

    A SOPA pretende o fecho de sites que divulguem conteúdos que não respeitem a propriedade intelectual (e o pagamento de direitos de autor), não só obras como música, filmes e livros, como também trabalhos de amadores. É altamente contestada, não só pela Wikipédia, mas também por gigantes como Facebook, Twitter, Google, Yahoo!, LinkedIn, Mozilla, Wikimedia, Zynga, Amazon, eBay.  Mas conta com o apoio poderoso de Motion Picture Association of America, Recording Industry Association of America, Sony Pictures Entertainment, Time Warner, entre outras.



Publicado por Xa2 às 13:37 de 18.01.12 | link do post | comentar |

4 comentários:
De Piratas são os mentores da lei a 19 de Janeiro de 2012 às 11:22
Esta mer*a deste PS é um covil de ladrões: Era assim com Sócrates e com Seguro, seguramente que continua na mesma. Espero bem que o esta mer*a de povo, em futuras eleições tenha algum rasgo de dignidade e continue a penalizar o PS até a sua total extinção, porque ao longo da sua história mais não tem do que conspurcar os princípios por que se dizia orientar a sua conduta. Com esta medida, aparentemente pouco significativa financeiramente, ( mas é grão a grão que a galinha enche o papo) mais não faz do que perpetuar "tachos" principescamente remunerados a alguns, como tem sido apanágio da SPA, veja-se o que se passou com o seu ex-presidente, recentemente falecido e com a filha deste. Uma vergonha.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 18 de Janeiro de 2012 às 15:42
Na atual conjuntura sócio-económica falar de taxar direitos de autor a quem usa MP3, IPhones e outras novas tecnologias de reprodução digital, não tem classificação na minha modesta opinião.
E quero aqui referir que sou sócio da SPA à mais de 30 anos!
E julgo que os Direitos de Autor e direitos conexos são uma coisa séria. E mais que devia ser levada a sério.
Mas não. Não é isso que na minha opinião tem acontecido. É mais uma sociedadade com bons princípios mas não passa disso mesmo. E uma meira de encher os bolsos a uns quantos de determinadas áreas autoriais e em plena discriminação perante outras áreas... È mais um modelo de instituição que serve pequenos grandes lobbies com quantias diversas para calar a boca e o pensamento a outros tantos. É mais uma instituição à moda do nosso tempo, só que não é nem partido político, nem fundação, nem maçonaria... mas funciona nos mesmos moldes: em benefícios de uns quantos em desprezo por muitos mais. São sinais dos tempos terríveis de falta de ética e de valores que atravessamos~.
Mas voltando ao ínicio do post: falar de txar quem usa as novas tecnologias... é como diria o nosso douto e premiado Eduardo: Pentelhos!
O PS que faça é a sua refundação, tão anunciada quanto desejada. E se não conseguir auto regennerar-se proponho que faça harakiri, ou lá como se diz desse suícidio japónico. E já agora espero que a moda pegue...


De .entre piratas e ladroagem legal. a 18 de Janeiro de 2012 às 14:53
Lei da cópia privada. Discos rígidos, telemóveis e MP3 podem ser taxados
(-por Márcia Oliveira, Ionline17 Jan 2012)

Os equipamentos que reproduzem música e vídeo, como por exemplo, leitores de MP3, telemóveis, discos rígidos e pens USB podem começar a ser taxados. A proposta parte do grupo parlamentar do PS que considera ser necessário compensar os autores de produtos culturais e que vê nesta taxa uma forma de combater a pirataria de filmes ou músicas.

A proposta e o projecto já desceram à Comissão de Educação, Ciência e Cultura sem votação e com o consenso de todos os partidos. Gabriela Canavilhas, ex-ministra da Cultura e autora do projecto em causa, entende que a lei actual não permite acompanhar a evolução tecnológica e que se limita a aplicar uma taxa fixa de 3% do preço a alguns formatos de discos e leitores de DVD e CD. A deputada socialista afirma que só há produtos culturais enquanto os autores desses mesmo conteúdos forem remunerados e pretende que o valor dos dispositivos informáticos de armazenamento revertam também para os autores.

A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) considera que o facto da proposta ter descido à comissão é “importante” e realça que esta posição “aponta para decisões justas e inadiáveis”. Por outro lado, a Associação Portuguesa Dedicada à Defesa do Software Live (ANSOL) é contra a alteração da actual lei em vigor e afirma que a taxa pretendida pelo PS é “injusta” e “inaceitável”.

A proposta socialista prevê que os discos rígidos com mais de 150 Gigabytes (GB) sofram um aumento de dois cêntimos por cada GB de capacidade de armazenamento. No caso dos discos com mais de 1 Terabyte (TB), a proposta prevê a aplicação de uma taxa adicional de cinco cêntimos. Sendo assim, o custo de compra de um disco rígido de 1TB (ou seja, de 1024 GB) passa a estar sujeito a uma taxa de 20,48 euros.

Já nos discos multimédia, a taxa proposta é de cinco cêntimos por GB. O que implica a aplicação de uma taxa de 103,2 euros num disco multimédia de 2TB. A proposta abrange ainda os telemóveis com memória, que podem vir a ter uma taxa de 50 cêntimos por cada GB de memória. Os cartões de memória e as pens USB poderão vir a ser taxados a seis cêntimos por cada GB. No caso das impressoras e fotocopiadoras multifunções, nos modelos com peso inferior a 17 quilos a taxa varia de 7,95 a dez euros, consoante se tratem de máquinas que funcionem a tinta ou a laser, respectivamente. Caso essas máquinas tenham um peso superior a 17 quilos, a taxa aplicada é consoante a velocidade de reprodução. Ou seja, 13 euros para máquinas capazes de fazer nove cópias por minuto a 227 euros para multifunções que superam as 70 cópias por minuto.

“Artistas somos todos” Para Rui Seabra, presidente da ANSOL, “o princípio da taxa já é de duvidosa moralidade, mas quando aplicado à capacidade de armazenamento das tecnologias da informação torna-se inaceitável e deve ser purgado como tal”, sublinha ao i. Para o responsável, “autores e artistas, hoje em dia, somos quase todos” e, como tal, questiona a título de exemplo: “Tenho um disco de 1TB onde armazeno fotos e vídeos do meu filho. É moralmente legítimo pagar 20 euros às entidades colectoras de direitos de autor?”

Por outro lado, João Nunes, membro da direcção da SPA, declara ao i que está de acordo com a proposta do PS. “Irá contribuir para a liberdade dos consumidores”, afirma. Para João Nunes, esta alteração é importante pois não pode ser tudo ilícito. “Assim todos podemos conviver diariamente de uma forma regulada com as novas tecnologias”, realça.


De .Copiar , melhorar, disseminar. a 18 de Janeiro de 2012 às 16:27
Copiar dados: uma nova RELIGIÃO com estatuto de igreja

A Igreja sueca Missionária do Kopimism - 'igreja'/religião de ''Copiar dados'' (ou piratas da partilha de ficheiros) é reconhecida na Suécia, e a crença de copiar e partilhar informação espalha-se pelo mundo, com seguidores da Rússia aos EUA e NZelândia, India e Japão - já tem 3000 seguidores em 10 países.
O fundador e 'chefe de missão' ou líder espiritual supremo da igreja tem 19 anos e é estudante de filosofia.
É a 1ª «igreja do pirate bay». e os seus 'pilares da fé' são:
- É eticamente correcto copiar ;
- É eticamente correcto disseminar informação;
- Remisturar é a forma mais sagrada de copiar porque é a cópia de diferentes fontes de informação;
- Copiar informação disponibilizada por outra pessoa é um acto de respeito e aceitação da fé kopimista.

(-www.readmetro.com ,18.01.2012)


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