4 comentários:
De Anti defensores da monarquia Pt a 5 de Dezembro de 2013 às 17:53
O risível senhor Duarte Pio e os seus defensores

(5/12/2013, Carlos Esperança)

Surpreende-me que alguém, com formação democrática, defenda direitos vitalícios e hereditários que julgava reservados às moléstias, como a sífilis ou a esquizofrenia. Não aceito que se retire a qualquer cidadão o direito de ocupar o mais alto cargo do País, e repudio quem o atinja sem escrutínio popular, ou nele se perpetue, e se atribua o direito de o transmitir. Todos os homens nascem livres e iguais.

Sei que há cidadãos e vassalos. Há quem renuncie aos direitos de cidadania e à própria liberdade. Não é com esses que se constrói o futuro ou se conquista a liberdade. Os que renunciam aos seus direitos podem fazê-lo, não podem é confiscar os direitos alheios e opor-se ao princípio republicano de que os cargos públicos não são vitalícios nem transmissíveis.

Dado que a monarquia portuguesa esteve sempre ligada à Igreja católica e que esta era a religião oficial do país, há quem, por opção pia ou astenia democrática, insista na defesa de um anacronismo que exigiria descobrir um primeiro rei para ser o último.

Perante o folclore em volta de um figurante das revistas mundanas, aqui ficam algumas considerações para reflexão.

Os súbditos conhecem-no por Duarte Pio João Miguel Gabriel Rafael de Bragança. Parece um catálogo de nomes e, afinal, é um rol com que o titular enfeita as penas da descendência miguelista. Legalmente, é apenas Duarte Pio de Bragança, tendo deixado cair o João e três arcanjos com que se ornavam os príncipes da Casa de Bragança.

O Sr. Duarte é descendente de família pouco recomendável, de que a própria monarquia se libertou, por higiene política, quando D. Miguel I foi derrotado, exilado e banido do País, assim como os seus descendentes, entre os quais o especialista em milagres e autor de um opúsculo sobre S. Nuno Álvares cuja santidade foi obtida no ramo oftalmológico com a cura do olho esquerdo de D. Guilhermina de Jesus, queimado com salpicos de óleo fervente de fritar peixe.

Quando o Sr. Duarte Pio nasceu, ainda sob a lei do banimento, foi logo batizado, tendo como padrinho da cerimónia católica, o Papa Pio XII, por procuração, pois o Papa de Hitler, como ficou conhecido, era mais dedicado ao nazismo e às Concordatas do que à família de seu pai, Sr. Duarte Nuno, banida de Portugal.

Duarte Nuno Fernando Maria Miguel Gabriel Rafael Francisco Xavier Raimundo António de Bragança era o nome do pai, imigrante que veio para Portugal em 1953, três anos após a Assembleia Nacional ter revogado a lei do banimento, por ordem do ditador e intervenção dos monárquicos fascistas. Foi-lhe atribuída uma residência, cedida pela Fundação da Casa de Bragança, com autorização do déspota de serviço, monárquico por convicção e ditador por decisão própria.

Tamanho nome recruta vassalos para o regime que expirou, para a família extinta e para um candidato a rei, que existe pela fé de dezenas de candidatos a súbditos. Com nomes tão extensos, bastaria referir duas gerações de primos e tios para, em vez do opúsculo, ter o Sr. Duarte matéria para um tratado, ainda que lhe faltasse o método e o objeto para o transformar em ciência.
O Sr. Duarte, mulher e filhos são, conforme o sexo, cavaleiros ou damas da «Soberana Ordem Militar de S. João de Jerusalém, de Rodes e Malta», locais onde os desconhecem e ninguém os reclama.

Se os portugueses ensandecessem ainda voltariam a ter, pela graça de Deus e desgraça nossa, um Rei de Portugal e dos Algarves d'Aquém e d'Além Mar em África, Senhor da Guiné e do Comércio, da Conquista e da Navegação da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia, Senhor Fidelíssimo, etc..

Estes títulos e a varíola foram erradicados e da sereníssima Casa de Bragança resta uma fundação.


--- Ponte Europa / Sorumbático
posted by Carlos Esperança


De Sharia, minorias, Estado laico, Leis a 25 de Julho de 2013 às 15:50
Sharia, minorias religiosas, Estado Laic a 25 de Julho de 2013 às 15:38
Short and sweet! = Conciso e preciso!
UM PROBLEMA DEVERAS DELICADO . . .
Putin, sem papas na língua.

VERSÃO EM PORTUGUÊS: Conciso e Preciso!

No dia 4 de Fevereiro de 2013, Vladimir Putin, o Presidente Russo,falando à DUMA (Parlamento Russo) fez o seguinte discurso sobreas situações de tensão que se dão com as minorias (especialmente os islamicos, radicais) na Russia:
"Na Rússia vivem Russos. Qualquer minoria, seja ela donde for,que queira viver, trabalhar e comer na Rússia, deverá falar Russo e deverá respeitar as leis Russas.
Se preferirem a Lei Sharia,então avisamo-los para irem para os países onde essa seja a lei estatal.
A Rússia não tem necessidade de minorias.
As minorias é que necessitam da Rússia, e nós não lhes concederemos privilégios especiais, nem tencionamos mudar as nossas leis para ir ao encontro dos seus desejos, não importando quão alto gritarem "discriminação".

Será melhor que aprendamoscom os suicídios da América, Inglaterra, Holanda e França, se quisermossobreviver como nação.
Os costumes e tradições Russas não são compatíveiscom a falta de cultura ou os modos primitivos da maior parte das minorias.
Quando este honorável corpo legislativo pensar em criar novas leis, deverá terem mente em primeiro lugar os interesses nacionais, atendendo que as minoriasnão são Russas.

Os políticos na DUMA prestaram a Putin uma estrondosa ovação, de pé,durante 5 minutos. Não guarde este assunto só para si. Repasse-o como eu o fiz..



De .Semi-escravos até quando ?. a 1 de Fevereiro de 2012 às 09:33
Os cidadãos são hoje como os servos da gleba de outrora

Quem fala assim é PAULO MORAIS (Prof universitário) no CM. Quem fala assim não é gago! Pensa bem e diz o que pensa, o que não deixa, nos tempos que correm, de exigir coragem. Parabéns.
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Os cidadãos são hoje como os servos da gleba de
outrora, mas agora sob a forma de contribuintes usurpados.
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"Há OLIGARQUIAS/ grupos económicos portugueses que mantêm intactos os seus PRIVILÉGIOS desde os tempos da MONARQUIA.
Ao longo de séculos, conseguiram domesticar todos os regimes.
Até hoje, CATIVAM uma parte significativa do orçamento de ESTADO, à custa do qual se habituaram a ENRIQUECER.
Beneficiam de RENDAS das PARCERIAS público-privadas da saúde, como acontece com o grupo Mello ou Espírito Santo.
Recebem MILHÕES pelo pagamento de JUROS da divida pública.
Obtêm CONCESSÕES em MONOPÓLIO /duopólio/ oligopólio, como acontece com a Brisa, detentora, por autorização governamental, das autoestradas de Porto a Lisboa.
"Os FAVORES que recebem do estado têm revestido as mais diversas formas. No tempo do FASCISMO, obtinham licenças num regime de condicionamento industrial, em que só os AMIGOS do REGIME podiam criar empresas.
O seu DOMÍNIO sobre a economia e a política vem dos tempos da monarquia, onde pontificava o conde do Cartaxo antepassado da familia Mello. Já os Espírito Santo descendem do poderoso conde de Rendufe.
"Assim, estes grupos conseguiram trazer até ao século XXI, incólume, a lógica feudal, a tradição de atribuição de PREBENDAS aos poderosos.
Com uma diferença. Enquanto no tempo do feudalismo o rei atribuía privilégios que consistiam na doação de BENEFÍCIOS económicos (terras) a par de PODER político (títulos). Hoje apenas se concedem FAVORES económicos.
Assim, estes grupos mantêm o poder sem os incómodos do estado democrático. Sabem que mais importante do que ter o poder na mão é TER A MÃO NO PODER.
Até porque sempre influenciaram a política. Conseguiram-no no tempo de Salazar, através do fascinio que Ricardo Espírito Santo exercia sobre o ditador.
Em democracia, CONTRATAM POLÍTICOS de todas as tendências. Eanistas como Henrique Granadeiro, socialistas como Manuel Pinho ou social-democratas como Catroga.
Neste JOGO de DEMOCRACIA VICIADA os cidadãos são hoje como os SERVOS da gleba de outrora, mas agora sob a forma de contribuintes usurpados. E REFÉNS do sistema vigente, que muitos chamam de NEOLIBERALISMO, mas que não é novo nem é liberal.
É apenas a manutenção do velho feudalismo/ senhorialismo."

Etiquetas: O capital financeiro, Passos Coelho, Paulo Morais, servos da gleba
( # Raimundo Narciso, PuxaPalavra 31.1.2012)


De Relembrar e não distrair... a 30 de Janeiro de 2012 às 09:33

dia. 31 de Janeiro
(revolta republicana, no Porto, em 1891- precursora da instauração da República em Portugal)
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A Câmara Municipal de Miranda do Corvo, o Centro de Estudos Republicanos Amadeu Carvalho Homem, o Movimento Republicano 5 de Outubro convidam-na(o) para o jantar
comemorativo dos 121 anos da revolta republicana de 31 de Janeiro,
que terá lugar no restaurante da Chanfana, na Quinta da Paiva em Miranda do Corvo, no dia 31 de Janeiro de 2012, pelas 19:30 horas.
As inscrições (15 euros) podem ser feitas para:
José Dias, josemsdias48@gmail.com, ou 919 726 959
LNT, [0.067/2012] A Barbearia

-----Maria disse...
Amigo Barbeiro
-Será que alguém sabe, o que foi o 31 de Janeiro?

Até aqui, ainda alguns curiosos, sabiam o que era o 5 de Outubro, por ser feriado. Agora será esquecido.

Veja o que aconteceu com as sufragistas. No meu blogue, está a história de Carolina Beatriz Ângelo.

Veja quantos sabiam quem foi.
O Hospital a que deram o seu nome, apesar de ele estar escrito em letra bem grande, dentro em pouco, será o Hospital de Loures.

O desconhecimento da história da Republica cada vez é maior.
Abraço . Maria

----- C.C. disse...
Mas então não deveria ser no Porto?
Eu até já opinei que se António Costa vai continuar a hastear a bandeira, no Porto devíamos fazer feriado no 31 de Janeiro.
Sinto uma tristeza por este Porto que agora temos!...

---- Luis Novaes Tito disse...
Possivelmente poderia ser no Porto, mas é em Miranda do Corvo que esta comemoração se vai fazer.

Faço eco porque fui convidado e, como diz a Maria, continua a ser útil que alguém faça eco dos factos da nossa História que muitos não conhecem já e outros fazem por esquecer.
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67 ( HOLOCAUSTO e Auschwitz )
[imagem ampliada de parte de um braço, com o número: 125422 ]

Haverá sempre negacionistas para a realidade histórica mais evidente, como haverá sempre revisionistas para justificar fantasias ou fundamentar sectarismos.

De uma coisa há certeza. Marcas como a que está representada neste post são
tatuagens da animalidade extrema que alguns humanos são capazes de infligir noutros seres semelhantes.

Basta que os semelhantes se distraiam o suficiente e que os animais dominem o poder.
Basta julgar que só acontece aos outros.

Hoje é um bom dia para lembrar a História e para olhar em volta, não nos esteja a escapar alguma coisa.
LNT, [0.066/2012]


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