3 comentários:
De . +20 a 50% !!! nos Transportes púb.!!! a 6 de Fevereiro de 2012 às 08:53
Governo reformista



A prova de que este governo é reformista pode verificar-se hoje nos postos de venda dos títulos dos transportes.

O Passe Social passou a ser o Passe Sexual.

Se não acreditam vão até um desses pontos de venda e oiçam para onde os utentes mandam este Governo e os actos sexuais que lhe recomendam a auto-fazer.

(Já para não falar da forma como se referem às progenitoras do poder).

(-LNT, [0.081/2012] ABarbearia)


De Antes da EMEL ... a 1 de Fevereiro de 2012 às 12:32

Antes da EMEL, já existiam Parquímetros em Lisboa.

E como funcionava então o negócio que era justificado pela cidade lisboeta como uma necessidade de forma a poder regular o estacionamento, limitando-o no tempo através dum pagamento condicionado a um horário, o que seria vantajoso para quem necessitava de pontualmente se deslocar quer ao comércio local quer a serviços por tempo limitado e, não havendo parquímetros dificilmente encontrava lugar... Pois quem estacionava era para quase sempre para o dia inteiro!

Então como foi de início implementado este negócio?

De forma simplista era assim:

- Uma empresa colocava os parquímetros na cidade nos locais designados pela autarquia;

- Essa empresa fazia as obras necessárias para a implementação das máquinas, colocava-as nos locais designados pela CML, dava a assistência técnica e manutanção aos aparelhos e ainda fazia a recolha do dinheiro recebido;

- Esses pequenos «cofres» que estavam dentro dos parquímetros eram levados a uma entidade bancária e só ela possuía os códigos e ferramentas que os abriam;

- Então o dinheiro apurado pelo estacionamento era creditado em três contas: na da empresa dona dos aparelhos e prestadora de todos os serviços anteriormente descritos, na conta da CML e na da PSP, cabendo a cada uma delas as percentagens previamente acordadas.

Resumindo: Não havia compra de parquímetros pelas autarquias, não havia também despesas de manutenção nem de instalação, etc. Era só lucros divididos pelas três entidades. E porquê a PSP? Para que esta fizesse a fiscalização e autuasse quem não metia a moedinha…

Ora esta maneira de implementar o negócio do estacionamento regulado funcionava bem e aparentemente todos ganhavam com o método encontrado. Estou a falar do final dos anos 80.

Então porquê alterar a metodologia? E passar a ser as Câmaras a comprar os aparelhos, a fazer as obras de instalação e a criar uma empresa municipal para fiscalizar e autuar os incumpridores?

Criou despesas à autarquia: É preciso comprar os aparelhos + é preciso fazer as obras na via pública, e foi criar uma EMEL sempre deficitária… Porquê? Sim, porquê?

Porque se passou de uma solução de receitas certas (e sem despesas) para uma solução que para além de obrigar a despesas (compras e obras) e ainda a ter uma entidade fiscalizadora que só dá prejuízos?

É preciso eu explicar melhor ou basta ser bom entendedor?


MARCADORES: autarquias, coerencias e enganos, emel, negocios e negociatas, parquímetros, poder local, trânsito
(- por [FV] )


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 1 de Fevereiro de 2012 às 09:01
Todos nós ouvimos e vimos ontem na TV o sr. Primeiro Ministro a "justificar" que os funcionários do Banco de Portugal não podem sofrer o corte dos subsídios de Férias e de Natal, porque os mesmos se regem pela legislação europeia do Banco Central Europeu, e não se lhes pode impor a lei nacional nesta matéria.
Afinal, o sr. primeiro Ministro é mesmo estúpido, ou... está a fazer de todos nós muito estúpidos?
Com efeito, o que sucede nas organizações internacionais europeias é que não há 13º nem 14º mês de vencimentos! Assim sendo, os funcionários do Banco de Portugal, não só não devem receber os subsídios de Férias e de Natal em 2012 e 2013, como devem devolver os que receberam indevidamente nos anos anteriores!!! Ou será que os ditos funcionários são "funcionários portugueses" para receber e são "funcionários europeus" quando se trata de pagar?
E, infelizmente, não houve ninguém da nossa "maravilhosa" Comunicação Social que tivesse feito esta simples e ingénua pergunta ao sr. Primeiro Ministro!...
Leiam, reflictam e divulguem. E, se por acaso, algum dos destinatários tiver o endereço e-mail do sr. Governador do Banco de Portugal, deve considerar o dever cívico de lhe enviar este mail, pois alegadamente esse senhor está a necessitar de fazer uma acção de Formação nestas matérias...

Chega de adaptar as Leis e os procedimentos ao que convém aos amigos e aos "boys".

(transcrição de um email recebido)


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