De .Atrasada: Renegociação da Dívida... a 6 de Fevereiro de 2012 às 14:50
O inevitável afinal é inviável
por Sérgio Lavos, Arrastão

"O quê ?? Reestruturação da dívida ? Nunca !!
Isso é coisa de comunas, do BE e do Sócrates !
As dívidas são para se pagar, e não para se ir pagando..."

Confirma-se:
o que seria a boa solução há um ano, será agora a única solução possível, com todas as implicações que isso terá.
Um ano perdido a acelerar contra a parede, com milhões de euros a mais pagos em juros aos nossos credores, a economia de pantanas e os portugueses muito mais pobres.


De .. a 6 de Fevereiro de 2012 às 15:29

Novos Ditadores com excepções bancárias.

Passos Coelho no seu melhor

"Custe o que custar" disse Passos Coelho sobre o cumprimento do acordo com a Troíka.
Não gostei de tamanha insistência.

Depois de alguma volta à minha cabeça lembrei-me que esta era uma frase dita e repetida por gente célebre normalmente ditadores.

E não é que Passos Coelho limitou-se a repetir uma frase do ditador espanhol, o generalíssimo Franco como ficou conhecido na história quando no princípio da guerra civil de Espanha ainda estava no Norte de África afirmou que a guerra era para levar até ao fim, derrotar os republicanos.
E face a uma pergunta incómoda de um jornalista que lhe disse "vai ter que matar metade dos espanhóis" para isso.
Franco responde indirectamente, é para levar até ao fim "custe o que custar".

Passos Coelho está nessa, menos para a banca, que já prometeu negociar prazos com a Tróika para o cumprimento de certas cláusulas.
"Custe o que custar" sim menos para a banca.

(# posted by Joao Abel de Freitas, PuxaPalavra, 2012.2.5)


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