4 comentários:
De CORRUPTOCRACIA ou marionetas da ''democr a 13 de Março de 2012 às 14:08
Corrupção legalizada - algumas denúncias de um corruptor profissional

[esclarecedor video, em inglês, de um importante lobbista que ''tem na mão'' uma centena de deputados da C.Repres. dos EUA, ... que aprovam ou alteram as leis a mando do lobbista... que é pago para tal pelos grandes bancos e empresas...]

Assim se perverte a Democracia.
Talvez esta crise tenha a virtude de acordar o eleitorado. Há indicadores animadores nesse sentido.

( em 8.11.2011, Esquerda-republicana)

Note-se que em Portugal as diferenças são apenas aparentes ou de processos mas o objecto e resultado é o mesmo.


De .Rendas EDP, Ladroagens, PPP e monopoli. a 14 de Março de 2012 às 12:20
A oposição fundida do PS
(-por Ferreira Fernandes, DN, 14.3.2012)

O secretário de Estado da Energia era-o todo.
Não só secretário do Estado, isto é, nosso empregado, pago para defender os nossos interesses, mas também de Energia, enérgico e focado, iluminando-nos sobre o seu sector.
Desde cedo, ele, Henrique Gomes, que vinha da REN, empresa que distribuía a eletricidade a juzante (a nós, consumidores), fez saber que a coisa andava mal distribuída a montante (nos produtores).
Grosso modo, a sua tese era que pagávamos demasiado à EDP.
Ora, afrontar hoje a EDP é como, nos anos 40 e 50, um governo de país da América Central tentar renegociar o monopólio bananeiro da United Fruit - dava golpe militar.
Não exageremos, por cá deu só demissão de Henrique Gomes.
Se querem que vos diga, do lado do Governo até encontro argumentos (não boas razões, mas argumentos).
Era preciso vender caro a EDP, e conseguiu-se, tendo-se sossegado a compradora Three Gorges (que apesar de chinesa e de república popular tinha apetite capitalista de três gargantas):
não, não haveria mudança nos contratos leoninos da EDP.
Logo, bye-bye, ó Gomes, que não percebes de política com postes de alta tensão.
O Governo, percebe, pois.

Agora o PS é que me parece apagadinho de todo:
"Demissão é descoordenação do ministro da Economia", disse o PS.
Isto é, temos ocasião de discutir política sobre assunto que até um frigorífico entende (acende-se-lhe uma luzinha quando o abrimos), e o PS faz chicana contra o Álvaro, e só.

----- Luis
O que ressalta desta estória vergonhosa é que para saciar uma clientela insaciável de casta temos que:
1 - Arriscamo-nos a perder a quarta tranche da "ajuda" pelo governo não aplicar o acordado com a Troika.
2 - Retiramos competividade às exportações pois os custos de produção aumentam.
3 - Tornámos mais miseráveis os portugueses que gastam na energia aquilo que não podem gastar na saúde e na educação dos filhos·
4- Fica provado à evidência que estes gajos que nos governam não passam de meros capatazes do Mexia, Espirito Santo, Ferreira do Amaral, Mira Amaral, Jorge Coe e outros traidores para fazer o trabalho sujo que estes pagam para ser feito.

-------Vendilhões do Templo

Análise jornalística certa e apropriada, sem a mínima dúvida; mas tb. muito macia, soft. Portugal tem vindo, desde há quase quatro décadas, a ser destruido e este governo (se assim se pode chamar - na verdade Portugal não tem nenhum governo português) encarrega-se, alegremente, de vender ao estrangeiro o que resta da joalharia da família. Têm uma atenuante : 3 bancarrotas em 37 anos, apesar de...; têm várias agravantes : cobardia, insensibilidade para a defesa dos interesses nacionais, incompetência...É evidente que empresas como Edp, Galp, CTT, Tap, CP, Ren e outras, devem pertencer a 100% ao Estado, mas geridas com mão de ferro, sem mordomias e bandalheiras, etc.etc.etc.O estado actual é simplesmente uma absurda canalhice, no mínimo.

--------António
Este PS está reduzido ao núcleo duro de boys, os séniores, alguns totalmente inúteis, outros burros e alguns que só pensam neles próprios, é este o PS atual. Para complicar esta equação, têm um líder de brincadeira, um homem sem brilho, sem chama e sem grande QI. Este é o sistema partidário que temos, o dos "Caciques", e neste momento o PS eatá reduzido a uns caciques que se acoitam na AR por esta ou aquela razão...
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De .. a 14 de Março de 2012 às 16:22

----- As mesadas da EDP
(-por Daniel Oliveira, Arrastão, 14.3.2012)

Henrique Gomes queria taxar a produção de energia elétrica.
Queria limitar o poder do monopólio económico que nos garante uma das mais altas facturas energéticas da Europa e que determina, muito mais do que os salários, os nossos custos de produção.
Queria reduzir as rendas e os subsídios à EDP, sobretudo para financiamento das energias eólicas e renováveis - que vivem, em Portugal, quase exclusivamente dos dinheiros públicos.
Ou seja, o secretário de Estado queria resolver um dos mais graves problemas económicos portugueses: um monopólio que estrangula a economia e ainda saca tudo o que pode do Estado.

Só que a prioridade deste governo não é a economia. Nunca foi.
São as contas de Gaspar. É vender tudo para ter receitas rápidas.
É disso que Relvas gosta, é isso que Gaspar compreende, é isso que Passos quer.
Henrique Gomes estava a criar problemas no processo de privatização da EDP.
Os chineses chegaram à empresa e deixaram claro que o que estava acordado é que tudo ficaria na mesma.
A EDP continuaria a receber as suas mesadas e a ser levada ao colo pelo Estado enquanto esmifra a economia.
Henrique Gomes e Vítor Gaspar estavam a aplicar indicações contraditórias da Troika:
um queria criar condições de competitividade, outro acabar de privatizar todos os monopólios naturais.
Ganhou a solução fácil.

Mais uma vez, entre a economia e as finanças o governo escolheu as finanças.
Entre o longo e o curto prazo, escolheu o curto prazo.
Entre quem defende os interesses do Estado e dos privados, escolheu continuar a garantir um Rendimento Máximo Garantido a quem vive, há anos, à sobra do seu monopólio.
Se Passos Coelho fosse liberal, acabava com a subsidiodependência de uma das mais lucrativas empresas portuguesas e combatia os abusos monopolistas que asfixiam a indústria nacional.
Mas este não é um governo de liberais.

É um governo de avençados e contabilistas.
Uns e outros darão cabo do que sobra da nossa economia.
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O Estado corporativo
(-por Sérgio Lavos)

Mas será que há ainda alguém que acredite que a Lusoponte irá devolver os 4,4 milhões de euros pagos indevidamente pelo Estado - isto é, nós todos, portugueses?
Sobretudo depois do que aconteceu com a demissão do secretário de Estado que ousou opôr-se à EDP e à vontade de Gaspar e Coelho?
Parece que o novo acordo com a empresa do amigo Ferreira do Amaral até já terá sido redigido e tudo e, surpresa das surpresas, não inclui uma cláusula que obrigue à dedução da indemnização compensatória fajuta nos próximos pagamentos.
Sacrifícios repartidos por todos?
Não brinquemos com coisas sérias...

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Há quem continue a chafurdar no círculo de lama PSD/CDS
(por Sérgio Lavos)

Ex-colega de Passos Coelho na Águas de Portugal.

tags: crime organizado, crise


De Classe média vai pagar + ... até rebenta a 13 de Março de 2012 às 11:39
Não, a classe média não vai querer pagar a crise
(Helena Garrido, 08 Março 2012, JNegócios)

...
Será possível que não se perceba o terrível sinal que este caso dá sobre o que vão ser as renegociações dos contratos de parcerias público-privadas (PPP)? Sem a eliminação das rendibilidades excessivas que os contratos garantem a algumas concessões rodoviárias, os contribuintes portugueses vão continuar a ver parte dos seus impostos a entrarem nos bolsos de empresas que conseguiram contratos milionários com o Estado.

Ao lado das PPP temos o sector da electricidade.

Uma das bandeiras do PSD em campanha eleitoral, como nos primeiros tempos do Governo, foi a defesa da verdade, entendida como total transparência. Pois é isso que se começa a ver cada vez menos.

Os estudos realizados, a pedido da troika, para estimar as rendas excessivas no sector eléctrico deviam estar publicados nos sites do Governo. A bem da transparência e de uma informação que exponha quem está a ganhar quanto e como. Se o tivesse feito, não teria ontem ouvido o presidente da EDP a dizer que não há rendas excessivas. E que é preciso somar uma margem aos valores que foram estimados pela associação ligada à Universidade de Cambridge como sendo a remuneração adequada para os Custos de Manutenção do Equilíbrio Contratual (CMEC). As rendas que estão em causa são tais que levaram um economista como António Mexia a dizer o que sabe que não corresponde à realidade, pondo em causa a sua própria imagem como técnico. Aquilo a que se chama custo médio ponderado do capital (WACC) é calculado já com essa margem de risco que António Mexia reivindica.

O Governo deixou-se armadilhar. Se reduzir as margens excessivas da EDP, corre o risco de perder o dinheiro dos novos accionistas chineses e ameaça as próximas privatizações. Se alterar os contratos das concessões, corre o risco de arrastar para a falência grupos que já estão muito fragilizados. A escolha parece, lamentavelmente, determinada. Tudo ficará na mesma na electricidade e nas PPP. Pagaremos uma factura bastante elevada em impostos, em baixo crescimento económico e, no cenário de terror, em instabilidade social. Esperemos que o Governo nos surpreenda e que todos estes sinais estejam errados.

-----comentários ----
Sinais terríveis foram o avolumar da Dívida Pública de 92 para 160 mil milhões de Fevereiro de 2005 até 2010, e esta Senhora sempre falou de coisinhas secundárias...

...para não falar da "ajuda" da Tróica para pagarmos as dívidas, que VEIO AGRAVÁ-LAS EM 78 MIL MILHÕES MAIS OS JUROS, QUE SÃO 34,5 MIL MILHÔES!!!

Ou os ENCARGOS COM AS PPP E A PARQUE ESCOLAR, etc. etc.

Portugal só tem futuro FORA DA UE E FORA DO EURO, mas não com "reestruturações" da Dívida e sim declarando pura e simplesmente INCUMPRIMENTO:
a Dívida que temos atinge números cada vez mais elevados por causa da acumulação dos JUROS e não da despesa!!!
Portugal já não tem crédito, a não ser para "pequenos" montantes, e aceitar mais "ajudas" da Tróica, em que por 78 se pagam 34,5 de juros, é afundar cada vez mais o País!!!
Com moeda própria podemos tornar-nos competitivos fora e dentro da UE desv ...
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A classe média aguentará

Respondendo à Odete Pinto, este povo aguentará indefinidamente esta austeridade. extorsão aos seus direitos ,bens e auferimentos até o dia, qual ? em que, sem mais perder, de facto perder a cobardia de não reagir a este abuso exercido pelos governantes. É preciso levantar a COLUNA.
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A classe média não aguenta mais

O governo parece estar a testar a nossa capacidade de resiliência.
O pior é que, de tanto esticar a corda, ela um dia se parte.
Até quando aguentaremos estes vergonhosos e danosos confiscos?
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Passos de Ladrão

Nas Eleições, PPCoelho denunciava a imoralidade das PPP e a necessidade de renegociações.
No dia seguinte, é eleito, e começou a ter ataques de amnésia...
Hoje, "...ah e tal, não podemos fragilizar as coitadinhas, temos contrato com os chinocas... e tal..."
Passinhos de Ladrão, é o que é!
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