6 comentários:
De Gr. Opus e Loja d'amigos e confrades a 10 de Maio de 2012 às 15:59
. Inútil
(mas perigosas e caras são as "secretas" para uma República justa, livre e democrática; mas podem ser muito bem manipulada e úteis para as oligarquias e organizações discretas que sugam os cidadãos e recursos de um país !!)

(-por Sérgio Lavos, Ladrões de B., 10.5.2012)

O senhor dos aventais e ministro da propaganda, Miguel Relvas, certamente imbuído de uma extraordinária boa-fé, recebia clippings e propostas de nomes para as secretas de Silva Carvalho, o espião caído em desgraça.
Nada que surpreenda. Ninguém admite, ninguém fala, todos negam.
Sabendo que certamente a culpa uma vez mais irá morrer solteira, vamos todos falar durante algum tempo da ignomínia de alguém ter usado de forma abusiva dados absolutamente confidenciais do Estado para promoção profisional, esquecendo a essência da questão:
a evidência de promiscuidade entre um determinado poder subterrâneo - sim, a Maçonaria -, as grandes empresas e o Estado.
Tudo é uma Grande Loja para amigos, confrades e companheiros.
Três dos líderes parlamentares - PSD, PS e CDs - são maçons. Grande parte das bancadas também.
João Proença, que cedeu nas negociações da concertação social, também gosta de usar avental em determinadas ocasiões.

Depois de uma suposta reunião com Relvas, o grande obreiro do Governo. Sabe-se tudo de toda a gente sem se saber nada.
E tudo mudará, para ficar na mesma.
Donos de Portugal?
Não brinquem, a indignação é, e será sempre, inútil.

tags: maçonaria, serviços secretos, opus dei, partidos centrão, gr. empresários, gr.soc.advogados, 'jornalistas', ...
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Num país normal, qualquer chefe de uma 'secreta', acusado do mesmo que Silva Carvalho, seria imediatamente e preventivamente detido.
Aqui, temos esta bandalheira!...


De Secretas promíscuas govern.s empresas a 10 de Maio de 2012 às 16:13
Caso das secretas (Público)
Algum tempo depois das eleições legislativas de 2011, Jorge Silva Carvalho, então quadro da Ongoing, enviou, por correio electrónico, ao ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas,
um relatório detalhado com um plano para reformar os serviços de informação, propondo para directores do SIS (Serviço de Informações de Segurança) e do SIED (Serviço de Informações Estratégicas de Defesa) funcionários da sua confiança e apontando ainda os nomes daqueles que não deveriam assumir cargos dirigentes.

O conteúdo deste email surge num dos apensos do despacho de acusação do Ministério Público (MP), no qual Silva Carvalho, Nuno Vasconcellos, presidente da Ongoing, e João Luís, ex-agente do SIED, são acusados da prática de diversos crimes.

O documento confirma a notícia do PÚBLICO de 28 de Janeiro, que foi desmentida publicamente por Miguel Relvas e, no dia anterior, pelo gabinete do primeiro-ministro.
Na resposta enviada ao PÚBLICO, os assessores de Passos Coelho escreveram que o chefe do Governo, que tutela as secretas, só iria comentar “matérias de facto”, recusando “alimentar mais folhetins a este respeito”.


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