5 comentários:
De .Auditoria Cidadã. a 18 de Maio de 2012 às 11:45
1. Iniciativa Auditoria Cidadã pede anulação da «adjudicação da Auditoria às PPP» na Procuradoria-Geral da República

A Iniciativa por uma Auditoria Cidadã à Dívida Pública entregou, no dia 3 de Maio, na Procuradoria-Geral da República, uma exposição, relativa à Auditoria às Parcerias Público-Privadas do Estado Português adjudicada à empresa Ernst & Young, em que solicitou ao Sr. Procurador-Geral da República que, como representante máximo do Ministério Público, utilizasse das suas prerrogativas constitucionais e providenciasse as diligências para averiguar este processo de adjudicação pública e solicitar o anulamento do resultado deste concurso.

Ler mais em: http://auditoriacidada.info/article/iniciativa-auditoria-cidadã-pede-anulação-da-adjudicação-da-auditoria-às-ppp-na-procuradoria

2. CATASTROIKA (legendas em português)

O novo documentário da equipa responsável por Dividocracia chama-se Castastroika e faz um relato avassalador sobre o impacte da privatização massiva de bens públicos e sobre toda a ideologia neoliberal que está por detrás. Catastroika denuncia exemplos concretos na Rússia, Chile, Inglaterra, França, Estados Unidos e, obviamente, na Grécia, em sectores como os transportes, a água ou a energia. Produzido através de contribuições do público, conta com o testemunho de nomes como Slavoj Žižek, Naomi Klein, Luis Sepúlveda, Ken Loach, Dean Baker e Aditya Chakrabortyy.

Ler mais em: http://auditoriacidada.info/article/catastroika-legendas-em-português

3. Reunião de Apoiantes e Subscritores da IAC da Região de Lisboa

Realiza-se sábado, dia 19 de Maio, com início às 14h30, na sede da Associação 25 de Abril (Rua da Misericórdia, 95, Lisboa), uma reunião de apoiantes e subscritores da região de Lisboa da IAC — Iniciativa para uma Auditoria à Dívida Pública.

4. Debate em Coimbra: "A Dívida Deve Ser Paga a todo o Custo?"

No próximo dia 31 de Maio, encontramo-nos no Café St. Cruz, em Coimbra, para um debate com o José Dias da Silva (Comissão Diocesana de Justiça e Paz), o Manuel Rocha (Músico), a Olinda Lousã (sindicalista do STEC e membro da Comissão de Auditoria Cidadã à Dívida Pública) e o Rui Duarte (Deputado do PS), em torno da questão «A Dívida Deve Ser Paga a todo o Custo?»

Ler mais em : http://auditoriacidada.info/article/d%C3%ADvida-deve-ser-paga-todo-o-custo

A comissão Executiva da IAC

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De .IAC: adjudicação viciada. a 18 de Maio de 2012 às 11:57
1) A 20.12.2011, através do procedimento nº 6124/2011, a DGTesouro e Finanças lançou um concurso público para os Serviços de auditoria contabilística/consultoria às PPP do Estado Português. Este concurso destinava-se à
“aquisição da prestação de serviços de auditoria e consultoria às Parcerias Público Privadas do Estado Português (Administração Central),

consubstanciada na identificação e avaliação dos principais e eventuais passivos e quantificação das responsabilidades financeiras por parte das Parcerias Público Privadas, bem como quaisquer outros montantes relacionados, que possam vir a ser pagos pelo Estado Português, relativos a responsabilidades contingentes, com quantificação dos respectivos montantes”. Tinha como valor referenciado 250.000 euros.

2) Participaram neste concurso a Universidade Católica, a PricewaterhouseCoopers em conjunto com a Sérvulo & Associados, a Ernst & Young, a PKF Portugal e a BDO Portugal.

3) No dia 19.03.2012 o Estado anunciou o vencedor deste concurso: a Ernst & Young S.A. por um valor inicialmente estimado de 250.000 euros. No dia 30 de Março o resultado do concurso foi publicado no Jornal Oficial da União Europeia.

4) A adjudicação deste trabalho a esta empresa VIOLA princípios fundamentais da contratação pública, designadamente os da boa-fé, SERIEDADE, neutralidade e proibição do CONFLITO de INTERESSES consagrados na Constituição da República Portuguesa, nas Directivas Comunitárias e no Código dos Contratos Públicos.

5) A Ernst & Young S.A., assim como a sua empresa-mãe e accionista Ernst & Young Audit, realiza ou realizou revisão legal de contas para as empresas:

•AdP – Águas de Portugal, SGPS, S.A.
•Águas de Trás os Montes e Alto Douro, S.A.
•Águas do Noroeste, S.A.
•Águas do Zêzere, S.A.
•Águas do Algarve, S.A. (e várias das empresas pertencentes a este grupo)
•José Mello Saúde SGPS, S.A.
•Somague SGPS, S.A.
•ENDESA, S.A. (Endesa Capital Finance, L.L.C.; Endesa B.C)
•IBERDROLA (Iberdrola Participações SGPS, S.A.; Iberdrola Portugal Electricidade e Gás, S.A.)

6) Estas empresas são participantes directas em consórcios para concessões e parcerias público-privadas (das 120 existentes, o Governo nunca definiu quais as 36 parcerias público-privadas e as 20 concessões a auditar).
Estão envolvidas, entre outras, nos consórcios da Lusoponte (Somague), Auto-Estradas do Atlântico (Somague), Auto-Estradas Túnel do Marão (Somague), Hospital de Braga (José Mello Saúde) e Hospital de Vila Franca (José Mello Saúde), Barragens de Gouvães, Alto Tâmega, Daivões (IBERDROLA),Girabolhos (ENDESA), Águas de Trás os Montes e Alto Douro, Águas do Algarve, Águas do Noroeste, Águas do Zêzere
e pelo menos mais 12 concessões na área das águas e ambiente/resíduos pertencentes ao grupo Águas de Portugal (Águas do Centro Alentejano, Águas do Douro e Paiva, Águas do Oeste, Águas de Santo André, Águas do Mondego, Águas do Norte Alentejano, Sanest, Simarsul, Simlis, Simria, Simtejo, Simdouro).

7) A mesma consultora realiza ainda auditorias e consultoria para empresas do Grupo Espírito Santo como BES – Companhia de Seguros, S.A., BES-Vida – Companhia de Seguros S.A., Gesfimo – Espírito Santo, Irmãos, Sociedade Gestora de Fundos Investimento Imobiliário, S.A..

Este grupo encontra-se associado a muitas outras parcerias publico-privadas que poderão estar sob auditoria, nomeadamente nas rodoviárias, barragens e de saúde.

8) Sendo que a empresa vencedora deste concurso público, a Ernst & Young S.A., trabalhou ou trabalha para as empresas que irá agora auditar, e constituindo tal facto um evidente e grosseiro conflito de interesses que poderá chocar com o objectivo proposto para o lançamento do concurso,

9) E sendo que as circunstâncias em que a consultora Ernst & Young S.A. desenvolverá a sua actividade de auditoria de contas colidem directamente com o Código de Ética da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas;

A Iniciativa Auditoria Cidadã à Dívida Pública solicitou ao Sr. Procurador-Geral da República que, como representante máximo do Ministério Público, utilizasse das suas prerrogativas constitucionais e providenciasse as diligências para averiguar este processo de adjudicação pública e solicitar o anulamento do resultado deste concurso.
Um Procur ...


De .ParceriasPP: opaca, parcial, conllito.. a 18 de Maio de 2012 às 12:04
Iniciativa Auditoria Cidadã pede anulação da adjudicação da Auditoria às PPP na Procuradoria-Geral da República
Maio 4, 2012 -por João Camargo

A Iniciativa por uma Auditoria Cidadã à Dívida Pública entregou ontem na Procuradoria-Geral da República a seguinte exposição, relativa à Auditoria às Parcerias Público-Privadas do Estado Português adjudicada à empresa Ernst & Young:
...

Um Procurador do Gabinete do Procurador-Geral da República assegurou aos representantes da IAC da brevidade da resposta às solicitações.
A IAC endossará esta exposição e documentação aos líderes dos grupos parlamentares na Assembleia da República, assim como à Comissão Parlamentar de Inquérito às Parcerias Público-Privadas dos Sectores Rodoviário e Terroviário.

Uma auditoria levada a cabo pela consultora Ernst & Young às PPPs e concessões SERVIRÀ apenas para COBRIR com um novo MANTO de OPACIDADE o processo já absolutamente opaco que é a contratação pública de PPPs.

Aceitar os resultados de tal auditoria significaria pôr em causa o interesse público não só actual, mas para anos futuros e para as futuras gerações, pois os contratos auditados estender-se-ão várias décadas.

IRONICAmente, a adjudicação da auditoria às PPPs parece ser ela mesma uma PPP:
opaca, parcial, marcadamente desequilibrada entre as partes participantes, com o privado a ser beneficiado e com conflitos de interesse latentes.

Em anexo os seguintes documentos:
1) Anúncio de procedimento nº. 6124/2011, DR 2ª Série nº242, 20/12/2011

2) Anúncio de Adjudicação de Contrato – Suplemento do Jornal Oficial da União Europeia 30/03/2012

3) Relatório de Transparência 2010 Ernst & Young Portugal

4) Relatório de Transparência 2011 Ernst & Young Portugal

5) Relatório e Contas 2010 José Mello Saúde (2009 5A, 2008 5B)

6) Relatório Anual 2010 Somague SGPS

7) Nota de prensa: Endesa nombra a Ernst & Young nuevo auditor (www.ey.com)

8) Consolidated Financial Statements 2010 Iberdrola

9) Relatório e Contas 2010 Águas do Centro Alentejano

10) Relatório e Contas 2010 Águas Douro e Paiva

11) Relatório e Contas 2010 Águas do Oeste

12) Relatório e Contas 2010 Águas de Santo André

13) Relatório e Contas 2010 Águas do Mondego

14) Relatório e Contas 2010 Águas do Norte Alentejano

15) Relatório e Contas 2009 Sanest

16) Relatório e Contas 2010 Simarsul

17) Relatório e Contas 2010 Simlis

18) Relatório e Contas 2011 Simria

19) Relatório e Contas 2010 Simtejo

20) Relatório e Contas 2010 Simdouro

21) Código de Ética da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas


De Catastroika e Dividocracia a 17 de Maio de 2012 às 18:02
Excelente vídeo
(e complementar do da «Dividocracia»),
deveria ser visto por todos os cidadãos e alunos de todas as escolas secundárias e superiores ...
deveria passar nas TVs, cinemas, associações, estádios, ...

É um vídeo longo mas RECOMENDO, vale bem a pena para conhecer como funciona a burla do neoliberalismo e a ladroagem das multinacionais, dos bancos, da troica, do FMI, ... e dos seus fortíssimos lóbis e escondida corrupção/suborno de governantes e altos dirigentes nacionais e do BCE e Bruxelas/UE.

Alguns extractos:
- ... fundo 'Treuhand' estatal alemão para privatização dos bens da ex-RDA, tomou conta de terras, edifícios, empresas, infra-estruturas, recursos públicos ... e privatizou-os apressadamente (até aos domingos), incluindo empresas lucrativas e competitivas a nível europeu (mas que, desgraçadamente para elas e seus trabalhadores, eram rivais das monopolistas da RFA), que foram vendidas ao desbarato para serem revendidas, ou integradas em grupos 'capitalistas', ou simplesmente abatidas ...
Este fundo público alemão acumula uma dívida de 250 mil milhões de €, (valor superior ao da dívida grega) mas que, convenientemente, não é incluído no orçamento da RFA.

Associadas aos "empréstimos/AJUDAS/'rescues" foram impostas pelos neoliberais "Chicago boys" do FMI/ Banco Mundial/ Tróika, com a conivência/proveito de "juntas militares ditatoriais" e/ou de "juntas de banqueiros e políticos corruptos" (na Argentina, Chile, Turquia, Rússia, RUnido, Grécia, município de Paris, etc) as PRIVATIZAÇÔES ...

Privatizações que permitiram o SAQUE desmedido de oligarquias e multinacionais, a par de uns bons 'tachos' criados para os 'amigos', falsos defensores do bem público.

Privatizações que falham estrondosamente o objectivo anunciado pelos políticos (poupança, melhor gestão, ...), e levam a mais Endividamento do Estado/erário público ... para pagar às empresas privatizadas e concessionárias de serviços, que antes eram públicos, CHORUDOS Subsídios e Rendas (de ocupação, serviço público, consultoria, exploração, 'segurança', 'desenvolvimento', ...) que rapidamente ultrapassam o valor recebido pela privatização !

Privatizações cuja 'excelente gestão' privada logo procura rentabilizar o negócio e para tal, de imediato corta nos pessoal, corta na formação, corta na manutenção, em R&D, corta na qualidade de serviço prestado ao público/clientes, ... e aumenta os preços dos seus bens ou serviços concessionados como (quase)monopólio, e volta a aumentar os preços, e taxas e comissões que vai juntando, ... até que a exorbitância e a pressão dos cidadãos obriga os poderes políticos a intervir...

Com a privatização de bens e serviços naturalmente monopólios ou quase - águas, comboios, rede eléctrica, etc -
(ou com empresas que praticam 'dumping' e 'cartel'/concertação de preços e sem a existência de regulação forte dos Estados/Justiça),
os contribuintes, consumidores e trabalhadores são as VÍTIMAS cada vez mais pisadas e exploradas e os serviços públicos concessionados a privados degradam-se mais ainda.
...
Mas vejam o vídeo.

Zé T.


De .Polvo das Negociatas. a 18 de Maio de 2012 às 11:09
Carlos Moedas, Adjunto do 1º Ministro

Há que alterar o provérbio da mulher de César para:
“Não interessa ser séria, só importa dizer que é!”
E nós, os macacos desgovernados, “lá vamos cantando e rindo, levados, levados sim...” mas de que maneira!

AI ESTÁ O "POLVO" EM TODO O SEU ESPLENDOR !!!

Os arautos da transparência, têm como adjunto do primeiro-ministro, o senhor Carlos Moedas, que se veio agora a saber ter 3 empresas ligadas às Finanças, aos Seguros e à Imagem e Comunicação,
tendo tido como sócios, Pais do Amaral, Alexandre Relvas e Filipe de Button
a quem comprou todas as quotas em Dezembro passado.
Como clientes tem a Ren, a EDP, o IAPMEI, a ANA, a Liberty Seguros entre outros.
Nada obsceno para quem é adjunto de PPC/ PM !!!

E não é que o bom do Moedas até comprou as participações dos ex-sócios para "oferecer" o bolo inteiro à mulher ???!!!!. (para tentar esconder as relações e negociatas mas sem largar/abdicar da mina/ polvo ?!)
Diz ele à Sábado.

Não esquecer ainda que o Carlos Moedas é um dos homens de confiança do Goldman Sachs, a cabeça do Polvo Financeiro Mundial, onde estava a trabalhar antes de vir para o Governo.
Também o António Borges é outro ex- dirigente do Goldman e que agora está a “orientar” as Privatizações da TAP, ANA, GALP, Águas de Portugal, etc.

Adoro estes liberais de trazer por casa, dependentes do Estado, quer para um emprego, quer para os seus negócios.


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