2 comentários:
De Izanagi a 28 de Junho de 2009 às 17:18
Curioso!!! Não há um que exerça numa empresa. Mais, não há um que se apresente como proprietário de uma empresa. E já nem se pede de uma empresa de sucesso (quando digo sucesso não me estou a referir a excelentes relações com o governo e aos negócios daí resultantes - quase sempre em prejuízo do contribuinte -), sucesso esse resultado do bom desempenho do líder da empresa.
Não!!! São sempre professores e curiosamente quase todos membros ou ex-membros de gabinetes de estudo, que trabalham em exclusividade ou quase para os governos. Estava a esquecer-me, quase todos, se não todos, independentes, entendem?

Que crédito merecem?


De Zé T. a 29 de Junho de 2009 às 11:24
Calma aí ...

1º sempre são mais dos que ''os 28'' afectos à posição PSD.
2º Há mais variedade de formação, de origens e de leque partidário (incluindo Louçã do BE).
3º é verdade que parecem ser principalmente académicos, mas neste documento de 'oposição' aos outros ''28'' parece certo.
4º as afirmações são bem diferentes (a dos ''28'' eram ''parar grandes obras para fazer estudos''...):
aqui, o cerne da questão é o trabalho/emprego, a coesão social, as pessoas, ... sendo as obras/ investimentos públicos vistas como necessárias para atingir esse fim.
5º não são especificadas estas ou aquelas obras/investimentos (grandes ou pequenas, aqui ou acolá).

Pessoalmente (e independentemente de algumas curiosidades...), concordo que o papel do Estado não pode ser de inactividade, de continuar a esperar para ver o que outros países fazem (deveríamos olhar para o que está afazer o governo de Obama...);
o Estado também deve ter um papel de interventor na economia e deve procurar a coesão e segurança ... da sociedade;
o Estado deve INVESTIR em obras que tenham interesse para o país e no futuro assegurem benefícios para a generalidade da sociedade, criando infraestruturas físicas, técnicas, cientificas ...
que lhe permitam dar passos seguros para outros investimentos (públicos e privados) que sejam mais reprodutíveis e tragam uma melhor qualidade de vida aos seus cidadãos (accionistas e contribuintes).

Investir não é guardar dinheiro;
investir não é gastar em estudos e mais estudos pagos a gabinetes privados;
investir não é gastar em bens consumíveis, em festas e luxos, em bens de curta duração ou sem retorno, ou em actividades burocráticas que só aumentam a entropia;
investir não é hipotecar o presente e o futuro das novas gerações;

Investir é aplicar bem os recursos existentes (próprios ou emprestados, ''apertando agora um pouco o cinto'') para criar meios que nos dêem, dentro de algum tempo, mais recursos e meios para termos melhores condições de vida.


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