PS e partidos + transparentes, responsáveis e não submisso a lóbis
-------  « Camaradas,
   Partilhamos convosco uma carta aberta enviada ao Secretário-geral e Secretariado Nacional do PS,
com a proposta de três medidas essenciais para reforçar a veracidade, rigor e credibilidade das eleições internas do PS
   Tratam-se de medidas administrativas que portanto, não requerem quaisquer alterações de estatutos, mas que se implementadas, melhorarão substancialmente a qualidade da democracia interna do partido.
   O conteúdo da carta está em http://bit.ly/eleicoesinternasnops  
   Convidamos todos os camaradas a lerem esta carta, e se concordem com as medidas propostas, a expressar o seu apoio às mesmas, no formulário no final da carta.    Obrigado.     Saudações socialistas,  ...
Nota:  A carta está aberta ao apoio todos os militantes Socialistas.   Acreditamos que traduz algumas das mudanças que a Esquerda Socialista quer para o PS
«
  Três medidas essenciais para reforçar a veracidade, rigor e credibilidade das eleições internas do PS
  Caro Secretário Geral do Partido Socialista,
    A história e os valores do Partido Socialista, bem como a importância do partido no nosso sistema democrático, obrigam a que sejamos um partido irrepreensível nos métodos de eleição dos seus representantes.
    A recente revisão de Estatutos que se traduzem numa maior democracia interna e credibilidade dos seus actos eleitorais é um passo na direcção certa.
Mas esse passo tem de ser complementado com medidas de controlo que assegurem que as eleições internas são verdadeiras, escrutinadas e portanto representativas da vontade dos militantes do PS.
    Nesse sentido, apelamos a que a Direcção do PS implemente as seguintes três medidas:
   1. Instituir já para as próximas eleições federativas como regra obrigatória para votar, a apresentação do Bilhete de Identidade/ Cartão de Cidadão (para além obviamente do cartão de militante),     que comprove que quem vai votar, é efectivamente o militante que se apresenta para votar, excluindo todas as outras possibilidades menos rigorosas (e portanto facilitadores da fraude), dessa forma alinhando a prática interna do PS com as práticas das eleições de âmbito nacional.
   2. Publicitar no website do PS, o número de militantes inscritos nos cadernos eleitorais, por secção, concelhia e federação (e nacional).
Sempre que existirem eleições deve, complementarmente, ser publicado o universo eleitoral, ou seja, os números de militantes com quotas pagas, por secção, concelhia e federação, prática usada nas eleições de âmbito nacional.
   3. Como referido no ponto 1, sabemos que há muitos milhares de falsos militantes inscritos, algo permitido por estatutos permissivos que agora foram corrigidos.    Nesse sentido, deve o partido planear para num espaço de um ano, iniciar um processo de refiliação de todos os militantes, obrigando à apresentação de documentos de identificação iguais aos que se exigem aos novos militantes.
     Não é aceitável que o partido aceite ter na sua base, falsos militantes que sabemos que são usados para deturparem a verdade eleitoral.
     No final desse processo de refiliação, devem ser tornados públicos o número de militantes por secção, concelhia e federação de forma a todos conheçam a base de militantes do PS,     devendo o partido passar a publicitar anualmente esses dados com a respectiva informação de variação face ao ano anterior, um elemento fundamental para perceber variações anómalas que possam ser fiscalizadas pelo partido.
     A crise em que o país e a Europa caiu foi também causada por uma crise na democracia, a começar pela dos partidos que não a souberam cuidar e aperfeiçoar.
     Essa crise tem também de ser tratada, e o PS tem uma oportunidade única de ser um partido líder na transparência e rigor dos seus actos eleitorais internos, um elemento fundamental para o PS e a nossa Democracia recuperarem a confiança dos portugueses.
     Defender a veracidade, o rigor e a credibilidade das eleições internas é defender a Democracia, um dos valores máximos do Partido Socialista.
     Ficamos a aguardar vossa resposta, na convicção de que merecerá a melhor aceitação.     ... 
» 
( #4.  E publicitar também todos os resultados eleitorais internos e resumo das contas - receitas, despesas, saldos- anuais e de campanhas.)
--------
« ...  Da moção que suporta a minha candidatura e caso concordem com as propostas enunciadas, assinem a declaração de aceitação e enviem-na para AnaLuz.PSLisboa   Cordiais Saudações Socialistas, 24 Maio 2012
      POR  UM  PS  COM  VISÃO,  RUMO  E  LIDERANÇA
             Porque chegámos aqui ?
   Desde 1995 até 2011, com excepção do período entre 2002 e 2005, todos os Governos Constitucionais de Portugal foram da responsabilidade do Partido Socialista.
   A situação dramática que Portugal enfrenta actualmente tem causas externa, mas também tem enormes causas internas.
   A crise económica internacional somada às sucessivas más políticas dos governos que lideraram Portugal desde o último pedido de empréstimo ao FMI em 1983, fez com que o país esteja agora novamente na iminência da bancarrota.
   O modo como a democracia está implementada em Portugal faz com que ela seja um obstáculo ao desenvolvimento económico.
    O Estado é caracterizado por um enraizamento cada vez mais profundo de grupos de interesse e lóbis que defendem os seus interesses particulares contra o interesse geral.    Assim, em vez de se incentivar a criação de riqueza e a sua redistribuição pelos mais carenciados, promove-se a satisfação de clientelas com poder de influência.
    Por outro lado, para mostrarem obra, os anteriores governos aumentaram enormemente a despesa pública, sem limites ao endividamento, impondo um pesado ónus às gerações futuras através do mecanismo de parcerias público-privadas (PPP rentistas).
    Urge que o Partido Socialista assuma sem equívocos a sua grande responsabilidade pelos erros de governação que levaram à situação actual onde é a troika da "ajuda" externa que, em boa parte, está a governar Portugal.
    Só assim o Partido Socialista poderá voltar a pedir aos Portugueses confiança para a boa gestão da causa pública, em tudo o que se refere à estrutura, ao funcionamento e ao desempenho das instituições do Estado.
           Reforma do sistema eleitoral
   A democracia não se esgota nas urnas, tem de se consolidar na forma como o governo exerce o poder.
   A legalidade que advém do voto nem sempre legitima a acção de quem governa.
   Para a maioria dos portugueses, a reforma do sistema eleitoral é um problema secundário quando comparado com a deterioração dramática da sua situação económica que está a levar a uma grave crise política e social.
   No entanto, uma análise mais cuidada mostra que a desorientação e indecisões dos sucessivos governos medíocres amolgaram seriamente a democracia e conduziram à miséria e desolação da sociedade portuguesa.
   Urge reorganizar o modo de funcionamento da democracia em Portugal.
   A sociedade civil não se revê nos partidos nem nos políticos porque eles não nasceram da sociedade civil, nasceram de cima para baixo.
   Actualmente os principais partidos são partidos de cartel, ou seja, precisam do Estado para sobreviver e distribuir tachos.     ...  » 
( #5.  E que todos os candidatos internos preencham e publicitem no 'círculo' a que concorrem, um modelo simplificado de candidatura, com resumo de CV académico, profissional, cívico, partidário e de cargos políticos já exercidos, para além da moção/manifesto/ programa de compromissos ou objectivos específicos que pretende concretizar, se for eleito.)


Publicado por Xa2 às 19:32 de 29.05.12 | link do post | comentar |

3 comentários:
De .Obscuras forças partidárias ... a 18 de Junho de 2012 às 15:39
E-mail:
... aqui vai a primeira vitória sobre as obscuras forças que têm dominado a Federação da Guarda do PS.
Agradeço conhecimento aos camaradas e simpatizantes da nossa Corrente.
Abraço amigo e socialista AFF, 14.6.2012
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Fonseca Ferreira ganha recurso sobre a não aceitação da sua candidatura

Conselho Nacional de Jurisdição suspende ato eleitoral por irregularidades da Comissão Federativa de Jurisdição da Guarda

1. A Comissão Nacional de Jurisdição (CNJ) do Partido Socialista aceitou e deu provimento ao recurso do candidato à presidência da Federação António Fonseca Ferreira, tendo anulado a decisão da Comissão Federativa de Jurisdição (CFJ) sobre a não aceitação da sua candidatura pela Comissão Organizadora do Congresso (COC), e invalidado todos os atos praticados depois de 6 de Junho, suspendendo o ato eleitoral em curso.

2. Temos orgulho em pertencer a um partido democrático e plural no qual funcionam os mecanismos internos para repor a justiça e a legalidade, impedindo os atropelos à democracia e as irregularidades daqueles que se servem do PS para prosseguir os seus interesses pessoais e de grupo.

O Partido Socialista é um partido nuclear da democracia portuguesa e o seu reforço, nos tempos que vivemos, é fundamental para combater as desastrosas e injustas políticas da direita, do governo PSD/CDS, e construir alternativas para resolver os problemas económicos, sociais e orçamentais do país, das regiões e das pessoas.

3. Apresentamo-nos a estas eleições com um determinado propósito de aprofundamento da democracia, na vida pública e partidária, e um projeto claro de desenvolvimento para o distrito da Guarda.

O objetivo da nossa candidatura é acabar com práticas políticas obsoletas e devolver credibilidade, transparência e prestigio à Federação da Guarda, unindo e reforçando o PS e recuperando-o da humilhante derrota eleitoral sofrida nas últimas eleições legislativas.

4. Lamentamos que o Presidente e recandidato à Federação depois de ter escolhido unilateralmente a sua COC,
se exima ao debate de ideias e propostas para o reforço do PS e o desenvolvimento do distrito, e tente ganhar na secretaria o que não consegue no confronto eleitoral plural.

5. Os militantes e os simpatizantes socialistas, e os guardenses, merecem melhor.
Merecem um debate sério e construtivo para resolver os problemas do desemprego e da saúde, do despovoamento do interior, para combater o esquecimento pelo governo e pela administração central, para lutar contra a redução e extinção dos serviços públicos de proximidade – unidades de saúde, escolas, tribunais, entre outros.

6. Vamos prosseguir, com determinação e serenidade, a exigência de criação das condições de regularidade e legalidade para a realização de eleições imparciais, transparentes e democráticas
na Federação da Guarda, reforçando e mobilizando o PS, e dando o nosso contributo para devolver a esperança aos guardenses e para construirmos, juntos, um futuro melhor de bem-estar e progresso para as nossas terras.

A candidatura de Fonseca Ferreira
Força e União pelo Futuro da Guarda

Guarda, 14 de Junho 2012
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- o q. se passou/passa ao nível da Fed.Guarda não se passará noutras federações, concelhias ... e nacional ?!?!
(e não apenas no PS)


De PS - http://cadsf.blogspot.pt/ a 19 de Junho de 2012 às 14:49

O MEDO está de volta. Até quando vamos permitir?

Estou demasiado triste, envergonhado e revoltado. Aqui e ali, vão-me chegando relatos de gente que não pode dar a cara nem dizer pela sua voz o que quer e pensa. Instalou-se o MEDO.

38 anos depois de Abril, a coação não se faz através de uma policia politica, mas antes pelo sustento de quem precisa de trabalhar. Como diria o Salgueiro Maia: "O Estado a que isto chegou!!!".

38 anos depois de Abril, a mordaça está de volta, para vergonha e culpa nossa. Se o arrependimento matasse, já por cá não estaria. Mas isso também seria a alegria de alguns, e eu quero andar por cá para os incomodar ainda por muito tempo.

Carlos Alberto, 13.06.2012
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12 .06.2012
CARTA ABERTA AOS CAMARADAS SOCIALISTAS DO DISTRITO DO PORTO, E NÃO SÓ:

Caros camaradas e acima de tudo amigos, remeto-lhes esta missiva na condição de Militante de Base com o N.º 76015 PS Secção de MATOSINHOS.

Quero desde já esclarecer que emito esta missiva em nome próprio e como MILITANTE de BASE. Portanto sem integrar nenhuma Lista (Nunca tive nem tenho ou dependo de Cargos Políticos), por isso estou à vontade para emitir a minha opinião, pretendo apenas denunciar e dar voz a quem por diversas razões não quer ou não a pode manifestar publicamente.

A mesma contem 2 objetivos (Esclarecer e responder a alguns BARÕES do PS nos quais não me revejo. Em 2.º Denunciar pressões exercidas por alguns elementos que envergonham a família Socialista).

1º. Em resposta a algumas das ditas figuras Socialistas (com cargos de relevo a nível Federativo e até Nacional), que numa tentativa (mais usada em regimes fascistas) atacam os seus próprios camaradas chamando-lhes "FRACIONISTAS".
No fundo o que querem, como o disse em anteriores intervenções e reafirmo "É PERPETUAREM-SE NO PODER".
No fundo já definiram as suas posições (ainda nem se realizaram as eleições para a Federação e já estão a distribuir entre si os lugares para as Autárquicas), tentando condicionar desta forma futuras escolhas e tentando desde já condicionar o voto de cada um de nós.
(...)
Pelo que acima reafirmei, e defendendo um PS de Livres Escolhas e sem "DELITO DE OPINIÃO", apelo a todos os verdadeiros Socialistas de todos os quadrantes (Porque acredito que nas duas Listas existem gente Boa e Honesta que o uníco delito que cometeu é estar do lado errado, só que ainda não se consciencializaram).
Apelo ao Voto no dia 16 de Junho na Lista A Por Um PS de Vitórias".
Como forma de dar resposta, a quem se quer servir do PS como trampolim para objetivos e ambições meramente pessoais.
E não como deveria de ser para defender os interesses desta Nobre e Invicta Região e suas Gentes.

Militante de Base N.º 76015; João Miguel
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De Cadfs a 19 de Junho de 2012 às 14:53

Começou a guerra suja da intoxicação. Será um sintoma de desespero de quem vê o terreno a fugir.
Aqui fica reposta a verdade.
O desespero deve ser tanto, que vale tudo, nem que para isso se tenha que diminuir a candidatura do Manuel Pizarro.

COMUNICADO DE MANUEL DOS SANTOS
2012-06-12

Sobre a notícia intitulada “Carneiro não quer Pizarro como candidato ao Porto”, publicada na edição de hoje do jornal “Público”, o mandatário da candidatura “Por um PS de Vitórias”, Manuel dos Santos esclarece:

1 – É falso que, nalgum momento de uma conversa totalmente informal acerca de várias possibilidades de candidaturas às autarquias locais – sendo que, o motivo do encontro com jornalistas estava relacionado com a necessidade de articulação política entre os diversos presidentes distritais da região Norte – me tenha mostrado desfavorável à possibilidade de uma candidatura de Manuel Pizarro à Câmara do Porto;

2 – Reitero o que afirmei e que faz parte dos compromissos da candidatura:

A – A vontade de realizar duas convenções autárquicas – uma para a Área Metropolitana do Porto e outra para o Vale do Sousa e do Baixo Tâmega –, donde sairão as orientações estratégicas para toda as candidaturas;

B – A vontade de realizar eleições primárias nas concelhias onde não existam candidatos consensualizados;

C – O reconhecimento público, reiterado, por José Luís Carneiro, de que Manuel Pizarro reúne qualidades cívicas e políticas para poder ser candidato do Partido Socialista à Câmara do Porto;

D – Em respeito pelos militantes do Porto e pela sua vontade livre, entendemos, também, não existirem candidaturas “naturais”, pois tal significaria abdicar das regras democráticas fundamentais num Partido que é ele próprio estruturante e estruturador da democracia portuguesa.

http://www.joseluiscarneiro.pt/index.php?oid=541&op=all

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=2481700
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14.06.2012

"Cosa Nostra"
Ontem depois do debate, fiquei a saber que para um dos candidatos, os militantes são um assessório.

Para ele, os candidatos às câmaras, são naturais.
São uma escolha divina, sobre a qual os comuns dos mortais não se pode pronunciar.

Algo assim como uma "cosa nostra".


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