3 comentários:
De PS - http://cadsf.blogspot.pt/ a 19 de Junho de 2012 às 14:49

O MEDO está de volta. Até quando vamos permitir?

Estou demasiado triste, envergonhado e revoltado. Aqui e ali, vão-me chegando relatos de gente que não pode dar a cara nem dizer pela sua voz o que quer e pensa. Instalou-se o MEDO.

38 anos depois de Abril, a coação não se faz através de uma policia politica, mas antes pelo sustento de quem precisa de trabalhar. Como diria o Salgueiro Maia: "O Estado a que isto chegou!!!".

38 anos depois de Abril, a mordaça está de volta, para vergonha e culpa nossa. Se o arrependimento matasse, já por cá não estaria. Mas isso também seria a alegria de alguns, e eu quero andar por cá para os incomodar ainda por muito tempo.

Carlos Alberto, 13.06.2012
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12 .06.2012
CARTA ABERTA AOS CAMARADAS SOCIALISTAS DO DISTRITO DO PORTO, E NÃO SÓ:

Caros camaradas e acima de tudo amigos, remeto-lhes esta missiva na condição de Militante de Base com o N.º 76015 PS Secção de MATOSINHOS.

Quero desde já esclarecer que emito esta missiva em nome próprio e como MILITANTE de BASE. Portanto sem integrar nenhuma Lista (Nunca tive nem tenho ou dependo de Cargos Políticos), por isso estou à vontade para emitir a minha opinião, pretendo apenas denunciar e dar voz a quem por diversas razões não quer ou não a pode manifestar publicamente.

A mesma contem 2 objetivos (Esclarecer e responder a alguns BARÕES do PS nos quais não me revejo. Em 2.º Denunciar pressões exercidas por alguns elementos que envergonham a família Socialista).

1º. Em resposta a algumas das ditas figuras Socialistas (com cargos de relevo a nível Federativo e até Nacional), que numa tentativa (mais usada em regimes fascistas) atacam os seus próprios camaradas chamando-lhes "FRACIONISTAS".
No fundo o que querem, como o disse em anteriores intervenções e reafirmo "É PERPETUAREM-SE NO PODER".
No fundo já definiram as suas posições (ainda nem se realizaram as eleições para a Federação e já estão a distribuir entre si os lugares para as Autárquicas), tentando condicionar desta forma futuras escolhas e tentando desde já condicionar o voto de cada um de nós.
(...)
Pelo que acima reafirmei, e defendendo um PS de Livres Escolhas e sem "DELITO DE OPINIÃO", apelo a todos os verdadeiros Socialistas de todos os quadrantes (Porque acredito que nas duas Listas existem gente Boa e Honesta que o uníco delito que cometeu é estar do lado errado, só que ainda não se consciencializaram).
Apelo ao Voto no dia 16 de Junho na Lista A Por Um PS de Vitórias".
Como forma de dar resposta, a quem se quer servir do PS como trampolim para objetivos e ambições meramente pessoais.
E não como deveria de ser para defender os interesses desta Nobre e Invicta Região e suas Gentes.

Militante de Base N.º 76015; João Miguel
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De Cadfs a 19 de Junho de 2012 às 14:53

Começou a guerra suja da intoxicação. Será um sintoma de desespero de quem vê o terreno a fugir.
Aqui fica reposta a verdade.
O desespero deve ser tanto, que vale tudo, nem que para isso se tenha que diminuir a candidatura do Manuel Pizarro.

COMUNICADO DE MANUEL DOS SANTOS
2012-06-12

Sobre a notícia intitulada “Carneiro não quer Pizarro como candidato ao Porto”, publicada na edição de hoje do jornal “Público”, o mandatário da candidatura “Por um PS de Vitórias”, Manuel dos Santos esclarece:

1 – É falso que, nalgum momento de uma conversa totalmente informal acerca de várias possibilidades de candidaturas às autarquias locais – sendo que, o motivo do encontro com jornalistas estava relacionado com a necessidade de articulação política entre os diversos presidentes distritais da região Norte – me tenha mostrado desfavorável à possibilidade de uma candidatura de Manuel Pizarro à Câmara do Porto;

2 – Reitero o que afirmei e que faz parte dos compromissos da candidatura:

A – A vontade de realizar duas convenções autárquicas – uma para a Área Metropolitana do Porto e outra para o Vale do Sousa e do Baixo Tâmega –, donde sairão as orientações estratégicas para toda as candidaturas;

B – A vontade de realizar eleições primárias nas concelhias onde não existam candidatos consensualizados;

C – O reconhecimento público, reiterado, por José Luís Carneiro, de que Manuel Pizarro reúne qualidades cívicas e políticas para poder ser candidato do Partido Socialista à Câmara do Porto;

D – Em respeito pelos militantes do Porto e pela sua vontade livre, entendemos, também, não existirem candidaturas “naturais”, pois tal significaria abdicar das regras democráticas fundamentais num Partido que é ele próprio estruturante e estruturador da democracia portuguesa.

http://www.joseluiscarneiro.pt/index.php?oid=541&op=all

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=2481700
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14.06.2012

"Cosa Nostra"
Ontem depois do debate, fiquei a saber que para um dos candidatos, os militantes são um assessório.

Para ele, os candidatos às câmaras, são naturais.
São uma escolha divina, sobre a qual os comuns dos mortais não se pode pronunciar.

Algo assim como uma "cosa nostra".


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