De .Destruição Admin.Púb. e o Estado. a 21 de Junho de 2012 às 12:25
Como se DESTRÓI (vem destruindo) a Administração Pública (desde um serviço até ao conjunto do Estado, seja entidade central regional autárquica e entidades periféricas, institutos, fundações, empresas e associações públicas, ou participadas com dinheiros públicos, beneficiárias de isenções fiscais e de subsídios/ dinheiros públicos, facilidade e priorização de acesso , 'PIN's, ...) ?:

1- Em vez de fazer concursos isentos (sem ser «à fotografia» de...), Nomear boys partidários e amigos ou parentes parta cargos de direcção e chefia - paraquedistas , inexperientes, incompetentes e obedientes cegos a quem os lá coloca, e que saltitam entre 'jobs/tachos' sem serem avaliados e penalizados pelas asneiras que fazem.

2- Não organizar, não documentar e não simplificar procedimentos e processos, nem fazer a passagem do conhecimento/KnowHow para substitutos e geraçao seguinte de técnicos ....

3- Desorganizar os serviços com ''reformas'' e ''modernas'' teorias de gestão, avaliação, promoção, carreiras, ...

4- Afastar (assédio, prateleira, reforma antecipada, mudança de serviço, ...) técnicos experientes e substitui-los por boys/amigos/parentes ou por estagiários e tarefeiros ...

3- Deixar de fazer internamente e adjudicar ao exterior (outsourcing) cada vez mais funções e serviços ... ('projectos', campanhas, consultorias, aplicações, execuções, acompanhamento-controlo, vigilância, eventos, catering, ...) ... perdendo-se o knowHow e a capacidade de controlo e avaliação da qualidade e preço dos serviços externalizados ... cada vez mais caros, com derrapagens sucessivas no preço e exigindo cada vez mais aplicações ou serviços complementares - o que se 'poupou' em custos de pessoal é multiplicado (exponencialmente) em custos de aquisição de serviços externos, de qualidade, interesse e necessidade 'duvidosa' ... e para contornar estas ''entravantes legalices da rigidez dos serviços públicos'' ... são criados cada vez mais institutos, fundações, associações e empresas públicas ou que vivem à custa do orçamento público.

4- e vêm mais ''reformas'', novos dirigentes e chefias (''de confiança''), novos organismos (gabinetes, comissões, grupos de trab., conselhos, reguladores,... e mais lugares/tachos de direcção e administração prós ...), mais aquisições de serviços ... e os orçamentos disparam ... e pela ''urgência e justificada necessidade'' (política-clientelista de dar a ganhar mais uns bons dinheiros aos associados, amigos e parentes que têm 'empresas' ... que vivem à custa do orçamento público, com uns favores e comissões 'trocados' com os dirigentes e tutelas políticas), justifica-se tudo e mais alguma coisa, pequenas e grandes ilegalidades, crimes, ... para além da falta de ética, continuação de assédios, ameaças, tráfico de influências e informação privilegiada, concursos à medida, adjudicações directas, ... utilização abusiva de recursos do Estado, ... (para benefício privado de alguns...)...

5- E então dá-se poder legal a várias entidades (sejam Dir.-Gerais, autoridades, reguladores, municipios, empresas concessionárias/monopolistas, fornecedoras de bens essenciais,... bancos, seguradoras) para cobrar mais impostos, mais taxas, comissões, multas, coimas, ...(e aumentando-as em 2, 3 ou 10 vezes mais que o IPC ou a taxa dos aumentos anuais definidos pelo Governo/CCS para os salários dos trabalhadores) ... carregando e sobrecarregando os utentes, consumidores, contribuintes ... (sempre os mesmos, aqueles que não podem fugir...).

6- Até que a fuga para a frente e o esconder dos problemas e dívidas se torna impossível... e chega a crise e o tempo dos cortes... e quem são os primeiros a pagar a factura são os desprotegidos, os ''sem agenda e cunhas e ''... os de sempre... os trabalhadores por conta de outrem, a classe média que amealhou alguma coisa mas não o suficiente que lhe permita abrir empresas/contas em 'offhores'/paraísos fiscais para fugir aos impostos
...

Até que os mansos e desistentes deste país se revoltem ou emigrem... porque, por mais que tentem ''passar sem se molharem'' ou tentem arranjar esquemas de fuga ou de subida/obtenção de um tacho ou tachito junto de algum familiar ou protector,... isto não dá para continuar... pois faltam tetas e leite para tantos pretendentes a mamões


De .Nepotismo Negrão na inJustiça. a 21 de Junho de 2012 às 15:04
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Min. da Justiça - Gab. da ministra - Despacho nº 1210/2012

1- Nos termos do disposto no nº 3 do artigo 2º do DL nº262/88 de 23 Julho, nomeio o licenciado Ricardo José Galo Negrão dos Santos, para realizar estudos, trabalhos e prestar conselho técnico ao meu Gabinete no âmbito da área da informática e das novas tecnologias, pelo período de um ano, renovável automática e tacitamente por iguais períodos, podendo a presente nomeação ser revogada a todo o tempo.
2- Ao nomeado é atribuída a remuneração mensal correspondente a € 3892,82, acrescida dos subsídios de férias e de Natal de igual montante, subsídio de refeição, bem como das despesas de representação fixadas para os adjuntos dos gabinetes dos membros do Governo.
o presente despacho produz efeitos a 1 de janeiro de 2012.
19 de janeiro de 2012. - A Ministra da justiça, Paula Maria von Hafe Teixeira da Cruz. 205646465 »


Caríssimos, É fácil de entender !

Trata-se do filho do Dr. Fernando Negrão, deputado do PSD e ex-director da Policia Judiciária !
Todos nós, quaisquer que sejam as n/cores partidárias, devemos divulgar e ponderar sobre o que se passa no n/país !
Assim está bem!

Sempre é verdade que há Portugueses de 1ª e de 2ª e que aos segundos apenas resta apanhar no pelo e pagar a crise !!!


É ESTA A ''DEMOCRACIA'' QUE TEMOS da Desigualdade de tratamento (este recebe subsídios 13º e 14º) e de acesso (a emprego / tacho) , é o NEPOTISMO (cruzado entre parentes de governantes) .


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