De outsourcing: Má despesa pública. a 29 de Junho de 2012 às 11:43
Funcionários públicos: despedimento vs. outsorcing

(http://madespesapublica.blogspot.pt/ 26.06.2012)

Como se sabe, um dos caminhos escolhidos por este governo para reduzir a despesa passa pelo despedimento de funcionários públicos. E segundo as metas acordadas com a troika, os despedimentos abrangerão cerca de 30 mil funcionários até 2014. Mas esta realidade parece passar ao lado das entidades que o próprio governo tutela.

Na semana passada, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I.P., abriu concurso para recrutar, em regime de outsorcing, serviços de secretariado durante 6 meses, São mais de 800 mil euros (1, 2, 3, 4, 5) para granjear fora aquilo que em "casa" abunda.


De via Empresa Trab. temporário: Má gestão a 29 de Junho de 2012 às 12:15

EMEL contrata por um ano em regime “temporário”

(- http://madespesapublica.blogspot.pt/ 14.6.2012)

É todo um paradigma da contratação por parte de uma entidade pública.

A EMEL (Empresa Pública Municipal de Estacionamento de Lisboa) abriu um concurso no valor de quase 200 mil euros para encontrar 16 motoristas em regime de “trabalho temporário”.

O contrato com a empresa de trabalho temporário que vencer o concurso é válido por um ano.
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A utilização de empresas de trabalho temporário tem sido uma ''mina'' para estas
(pagam mal aos trabalhadores, ficam com elevada margem, quase não têm custos com estes 'temporários' em carteira) ,
é um buracão nas despesas dos organismos públicos que pagam demasiado caro estes 'serviços' de 'outsourcing',
e os trabalhadores temporários são (mal) tratados como 'novos-escravos' sem direitos, assediados ameaçados e abusados por capatazes/chefias .


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