De . Economerdista/s !!. vendidos à Finança a 20 de Junho de 2012 às 09:58

O economista Miguel Cadilhe sugeriu hoje a criação de um novo imposto este ano em cerca de 4,0 por cento da riqueza do país e pago por todos os portugueses de uma só vez.

O ex-ministro das Finanças,Miguel Cadilhe, que se dirigia ao Governo e ao parlamento num seminário sobre um ano de programa de assistência financeira a Portugal a decorrer no senado da Assembleia da República, sugeriu hoje a criação de um novo imposto de 4,0 por cento sobre a riqueza líquida em ‘one shot’ [de uma só vez]», classificando-o como um «tributo de solidariedade» dos portugueses.

Como não gosto de ser mal educado e o que me apetecia era mandar este gajo à merda escolhi este boneco para não ter de o dizer por escrito.
É que daquela cabecinha só sai mesmo bosta e da mais mal cheirosa.
Certamente que para ele contribuir com 4% de tudo aquilo que ganha não lhe causaria grandes problemas, não o faria perder a casa nem fazer a sua família passar fome, mas para quem já vive com a corda no pescoço seria apertar ainda mais o nó.

Que se lixe a boa educação, afinal sempre o vou mandar à merda.
Vá à merda Sr. Cadilhe


De .Circo tuga e Luto de Trabalh. e Pension a 20 de Junho de 2012 às 10:15
Luto

Seria uma interessante posição se amanhã, dia 20 de Junho, em que, pela primeira vez na História da democracia, a maior parte dos trabalhadores da Administração Pública e dos Reformados não irão receber o subsídio de férias,
todos os abrangidos se apresentassem de branco ou de preto em sinal de LUTO pelo ROUBO destinado a tapar os roubos que outros fizeram e continuam a fazer.

LNT, [0.303/2012]
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De arco e balão


Deu um jeito de morte manter a trupe alheada enquanto os troikos andaram por cá.

Nada de se falar muito dos Aléns que o Governo decretou à sombra de um memorando
que diz ser da responsabilidade do Governo anterior
mas que subscreveu com o governo anterior já em gestão e com um comissário (Catroga) que ditou muito do que lá está.

Nada de se falar muito dos Aquéns que constam do memorando mas que foram devidamente remetidos para o fundo de uma gaveta por não interessarem aos Aéns que se pretendem.

Nesse tempo em que os funcionários dos “mercados” andaram por cá, Relvas era o Anhuca piegas deste circo chamado Portugal,
e conseguia concentrar em si todas as atenções sabendo bem que mais vale ser mal falado do que esquecido e sabendo também que logo de seguida se poderia de novo esconder para continuar a ir sempre mais além.

Quais espiões, qual quê !
Os funcionários já marcharam e o povo tem agora mais que fazer.
Entre as geniais fintas de Cristiano e o primeiro subsídio de férias que nos foi retirado bem pode Relvas descansar.

Afinal, na terra dos empobrecidos, no passa nada!
LNT
[0.302/2012]


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