De .Catastróika : barbárie ou Lutar. a 9 de Julho de 2012 às 10:04
LIBERALISMO ECONÓMICO = PRIVATIZAÇÕES e, consequentemente, A ENTREGA DO PODER ECONÓMICO A UNS QUANTOS,
que depois NOS CONTROLAM A SEU BELO PRAZER.
VEJAM O CASO DOS COMBUSTÍVEIS, DA ELECTRICIDADE, GÁS, ETC.


QUE GANHA O POVO PORTUGUÊS COM AS PRIVATIZAÇÕES?
NADA, COMO SABEMOS !!!

COM ELES, PAGAMOS MAIS POR TUDO.
ESTAMOS A ENGORDAR UNS QUANTOS ACCIONISTAS À NOSSA CUSTA!!!

CUIDADO COM OS POLÍTICOS QUE FALAM CONTRA O ESTADO (TODOS NÓS),
QUE SÃO PELAS PRIVATIZAÇÕES A TORTO E A DIREITO E QUE, AINDA POR CIMA, SÓ QUEREM VENDER A CARNE, DEIXANDO OS OSSOS PARA O POVO!!!


ABRAM OS OLHOS, NÃO EMBARQUEM NESSA FALSA PROPAGANDA !!!

AGORA LEIAM O TEXTO E VEJAM O VÍDEO:
Assunto: Documentário Catastroika
http://www.youtube.com/watch?v=yU_mULmr23I&feature=player_embedded

O novo documentário da equipa responsável por Dividocracia chama-se Castastroika e faz um relato avassalador sobre o impacte da privatização massiva de bens públicos e sobre toda a ideologia neoliberal que está por detrás.

Catastroika denuncia exemplos concretos na Rússia, Chile, Inglaterra, França, Estados Unidos e, obviamente, na Grécia, em sectores como os transportes, a água ou a energia.

Produzido através de contribuições do público, conta com o testemunho de nomes como Slavoj Žižek, Naomi Klein, Luis Sepúlveda, Ken Loach, Dean Baker e Aditya Chakrabortyy.

De forma deliberada e com uma motivação ideológica clara,
os governos daqueles países estrangulam ou estrangularam serviços públicos fundamentais,
elegendo os funcionários públicos como bodes expiatórios,
para apresentarem, em seguida, a privatização como solução óbvia e inevitável.

Sacrifica-se a qualidade, a segurança e a sustentabilidade, provocando, invariavelmente, uma deterioração generalizada da qualidade de vida dos cidadãos.
As consequências mais devastadores registam-se nos países obrigados, por credores e instituições internacionais (como a Troika),
a proceder a privatizações massivas, como contrapartida dos planos de «resgate».

Catastroika evidencia, por exemplo, que o endividamento consiste numa estratégia para suspender a democracia
e implementar medidas que nunca nenhum regime democrático ousou sequer propor antes de serem testadas nas ditaduras do Chile e da Turquia.

O objectivo é a transferência para mãos privadas da riqueza gerada, ao longo dos tempos, pelos cidadãos.

Nada disto seria possível, num país democrático, sem a implementação de medidas de austeridade que deixem
a economia refém dos mecanismos da especulação e da chantagem
— o que implica, como se está a ver na Grécia,
o total aniquilamento das estruturas basilares da sociedade, nomeadamente as que garantem a sustentabilidade, a coesão social e níveis de vida condignos.

Se a Grécia é o melhor exemplo da relação entre a dividocracia e a catastroika, ela é também, nestes dias, a prova de que as pessoas não abdicaram da responsabilidade de exigir um futuro.

Cá e lá, é importante saber o que está em jogo — e Catastroika rompe com o discurso hegemónico omnipresente nos media convencionais,
tornando bem claro que o desafio que temos pela frente é optar entre a luta ou a barbárie.


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