Querem + ?! ... Rua !!

 

       ...? !  CAOS ?? !!

               Roubar aos pobres para dar aos ricos  (por S.Lavos)   ...  E ainda faltam as medidas para tapar o buraco de 2012... 

     Este quadro preparado pelo Jornal de Negócios mostra que o roubo ainda vai ser maior do que aquilo que se pensava, podendo o Governo vir a arrecadar até dois salários e meio anuais, e isto ainda antes de sabermos ao certo como vai ser feita a prometida simplificação fiscal e antes de conhecermos as tabelas de retenção na fonte para 2013.   Como é que alguém no seu perfeito juízo pode achar que esta medida vai criar emprego? Estamos a lidar com criminosos que se julgam inimputáveis e precisamos de fazer qualquer coisa urgentemente.     (- tags: crime organizado  )

  

"Hoje, pouco depois das 19h, foi anunciada pelo governo a maior transferência de riqueza, de que há memória, dos 99% que vivem do seu trabalho para os 1% que vivem de rendimentos de capital.    São cerca de 2 mil milhões de euros que em 2013, e em todos os anos subsequentes, serão tirados aos trabalhadores por conta de outrém (que passam a descontar mais 7% do seu salário para a Segurança Social) e dados aos proprietários dos meios de produção (cujas empresas passam a pagar menos 5.5% do salário de cada trabalhador para a Segurança Social).     Sem quaisquer condições associadas. 

     Podiam, por exemplo, exigir que tal apenas ocorresse se uma dada empresa mantivesse o mesmo número de postos de trabalho no final do ano em causa. Isto se a intenção do governo fosse realmente tentar diminuir a progressão do desemprego, como tentou argumentar (pensando que os portugueses são idiotas chapados). Mas não.    ...    (- P.Viana no Vias de Facto)

 

Congresso Democrático das Alternativas

Responder! Dizer já basta!  ... Estes dois acontecimentos são neste momento pontos focais. Tenho estado a seguir a dinâmica dos apoios a ambas as iniciativas na internet. É impressionante o ritmo a que crescem as adesões. Reforcemo-lo, dando sinal da intenção de ir à manifestação e subscrevendo o apelo do congresso.  (-JMC Caldas)


Publicado por Xa2 às 07:45 de 10.09.12 | link do post | comentar |

21 comentários:
De .Alternativas e União contra troikos.. a 14 de Setembro de 2012 às 16:13

CONGRESSOS, ALTERNATIVAS E A TROIKA !

Tudo menos a passividade ! A oposição ás políticas injustas deste Governo tem que ser total.
No entanto o que se passa no espaço das esquerdas não entusiasma. Análises sobre a situação não faltam. Analistas de qualidade também não.
Congressos a lembrarem os da «antiga oposição» não fazem mal a ninguém... mas é mais do mesmo! Debates inflamados ou mais teóricos, enfim, os mesmos protagonistas que irão ter mais televisão se esta achar mediático.
Até as reservas dos partidos de esquerda ás iniciativas de cidadãos são sempre do mesmo teor.
Ninguém quer que o seu palco seja ocupado por outros e há os que aproveitam estes palcos para se lançarem ou relançarem políticamente !

Perante a situação presente do nosso País, sob o controlo de instituições financeiras,
a esquerda política e social terá que fazer um grande esforço para criar uma alternativa de governação sustentada socialmente.
Já não tem muito tempo perante o vendaval que este governo está a gerar podendo mudar para sempre o modelo de sociedade no nosso país.

Nessa alternativa os partidos de esquerda serão os motores fundamentais ou não haverá alternativa dentro do atual regime.
Essa alternativa pode ser gerada a partir da mobilização para eleger um Presidente da República e através de um compromisso político tendo por base um programa de governação para 4 anos.

Efetivamente a situação e a falta de esperança é tão grande que a direita se sente relativamente á vontade enquanto a esquerda se mantiver nesta situação de divisão e até de antagonismo.

No entanto, a construção de um compromisso amplo á volta de um novo estado social, reequilibrio nas relações do trabalho, defesa da educação pública e do SNS, poderiam relançar a esperança da maioria dos cidadãos portugueses.

Um compriomisso sério com promessas passíveis de concretizar !
Sabemos que nãos seria fácil dada a situação financeira do país.
Um compriomisso com os trabalhadores e suas organizações, na medida em que não seria possível satisfazer todas as justas reivindicações na primeira legislatura.

Sabemos que a oposição da direita e dos grandes empresários a um tal governo seria dura, em particular na comunicação social.
Sabemos que teria que existir um grande apoio de rua, do povo organizado e uma forte luta ideológica.

Mas seria assim possível travar esta vertigem em que nos encontramos, no final da qual mal nos lembraremos de Abril !

Se o PS e o PCP recusarem tal caminho também ficarão mal na História portuguesa
pois sem eles não será possível uma República solidária, coesa e democrática em Portugal.

(-por A.Brandão Guedes, BemEstarNoTrabalho, 10/9/2012 )


De .INDIGNAÇÂO imediata dos Portugueses. a 12 de Setembro de 2012 às 18:07
Público, 12/12/2012
Carvalho da Silva, ex-secretário-geral da CGTP, apelou hoje aos portugueses para que manifestem a sua “indignação imediata” face às medidas de austeridade e perante um Governo que “actua sem transparência e sem vergonha”.

“Este Governo está a actuar absolutamente distanciado dos problemas dos portugueses, não tem nenhuma proposta de saída e actua sem transparência, sem verdade e sem vergonha. E é preciso dar resposta urgente”, afirmou.
Carvalho da Silva falava em conferência de imprensa promovida pela organização do Congresso Democrático das Alternativas, que se realizará no dia 5 de Outubro, em Lisboa, e que reuniu cerca de dois mil subscritores até ao momento.

Num contexto de agravamento da situação económica e social do país, em que “a troika está claramente a fazer do país uma cobaia” que conduz ao “empobrecimento aceleradíssimo e chocante”, acentuou, “é necessário uma reacção fortíssima dos portugueses, manifestando indignação imediata”.

O ex-secretário-geral da CGTP contestou que as medidas anunciadas ontem pelo ministro das Finanças, Vítor Gaspar, garantam a criação de 47 mil empregos e afirmou que “isso é uma falácia absoluta”.

“Onde é que o homem tem instrumentos para chegar a este número?”, questionou, afirmando que “mais um ano” da mesma política “é prolongar a agonia”.

Para além da expressão da indignação dos portugueses, defendeu Carvalho da Silva,
“é preciso que aqueles que não se submetem a estas políticas encontrem pontos de convergência”.

Nesse sentido, o objectivo do Congresso Democrático das Alternativas, afirmou, é definir “denominadores comuns” entre as diversas forças e sensibilidades políticas para “identificar conteúdos e respostas concretas”, sem “escamotear a forma de lidar com os credores e com a dívida”.

“Não é um percurso fácil, é um percurso que obriga à acção e à solidariedade internacional. Não podemos continuar isolados” nas formas de luta contra as actuais políticas, que são impostas “pelo governo externo”, considerou.

Até à realização do Congresso Democrático das Alternativas, que irá decorrer no dia 5 de Outubro sob o lema “Resgatar Portugal para um Futuro Decente”, na Aula Magna, Lisboa, vão realizar-se encontros de subscritores por todo o país e debates temáticos.

“Os desafios da denúncia do memorando”, em Lisboa, “Uma economia sustentável que dignifique o trabalho”, em Coimbra, “O lugar de Portugal na Europa e no Mundo”, no Porto, e “Uma sociedade mais justa e inclusiva”, em Braga, são os debates já confirmados pela organização.





De União Geral anti-metralhas luso/troicos. a 11 de Setembro de 2012 às 17:29
Torres Couto defende greve geral apesar de a UGT ter "traído"

À TSF, Torres Couto disse que agora, mais do que nunca, CGTP e UGT deviam unir-se e parar o país, embora seja algo difícil de acontecer depois de a UGT ter subscrito o acordo de concertação social, que a CGTP recusou assinar.
«A CGTP marcou uma jornada de luta para o dia 1 de outubro, mas eu penso que o momento é para fazer uma greve geral a sério em Portugal».
Ainda assim, o antigo líder da UGT reconhece que «também não é fácil para a própria CGTP voltar a assinar com a UGT a apresentação de um manifesto conjunto a fim de convocar os trabalhadores para essa greve geral, quando a UGT o fez em novembro e traiu em fevereiro». [Link]

( # por Raimundo Narciso , PuxaPalavra, 11/9/2012)


De .Inaceitável, perigoso. a 11 de Setembro de 2012 às 18:16
Mais um perigoso esquerdista a demarcar-se

«É inaceitável sujeitar o país ao experimentalismo social
- isto é fazer experiências com a economia social, com a economia nacional, a mando da ‘troika’
- o que se traduz num profundo desrespeito pelos portugueses.

É também para mim preocupante o impacto destas decisões em termos sociais, pois está além dos limites aceitáveis,
contribuindo para quebrar o consenso social que tem havido sobre as medidas de austeridade»

Alexandre Relvas (Aqui, minuto 1:41)
«Alexandre Relvas é militante do Partido Social Democrata e integrou o XII Governo Constitucional como Secretário de Estado do Turismo, entre 1991 e 1995. Foi também vogal da Comissão Política Nacional do PSD, entre 1998 e 1999, participante na fundação do think-tank Compromisso Portugal, em 2004, director de campanha da candidatura de Aníbal Cavaco Silva a Presidente da República, em 2006, e presidente do Conselho de Administração do Instituto Francisco Sá Carneiro, entre 2007 e 2010.»
.
(-por Joana Lopes )


De Eugénio Lisboa: Carta ao sr.PM de P. a 12 de Setembro de 2012 às 09:41
CARTA AO PRIMEIRO-MINISTRO DE PORTUGAL

Exmo. Senhor Primeiro Ministro

Hesitei muito em dirigir-lhe estas palavras, que mais não dão do que uma pálida ideia da onda de indignação que varre o país, de norte a sul, e de leste a oeste. Além do mais, não é meu costume nem vocação escrever coisas de cariz político, mais me inclinando para o pelouro cultural. Mas há momentos em que, mesmo que não vamos nós ao encontro da política, vem ela, irresistivelmente, ao nosso encontro. E, então, não há que fugir-lhe.

Para ser inteiramente franco, escrevo-lhe, não tanto por acreditar que vá ter em V. Exa. qualquer efeito — todo o vosso comportamento, neste primeiro ano de governo, traindo, inescrupulosamente, todas as promessas feitas em campanha eleitoral, não convida à esperança numa reviravolta! — mas, antes, para ficar de bem com a minha consciência. Tenho 82 anos e pouco me restará de vida, o que significa que, a mim, já pouco mal poderá infligir V. Exa. e o algum que me inflija será sempre de curta duração. É aquilo a que costumo chamar “as vantagens do túmulo” ou, se preferir, a coragem que dá a proximidade do túmulo. Tanto o que me dê como o que me tire será sempre de curta duração. Não será, pois, de mim que falo, mesmo quando use, na frase, o “odioso eu”, a que aludia Pascal.

Mas tenho, como disse, 82 anos e, portanto, uma alongada e bem vivida experiência da velhice — a minha e da dos meus amigos e familiares. A velhice é um pouco — ou é muito – a experiência de uma contínua e ininterrupta perda de poderes. “Desistir é a derradeira tragédia”, disse um escritor pouco conhecido. Desistir é aquilo que vão fazendo, sem cessar, os que envelhecem. Desistir, palavra horrível. Estamos no verão, no momento em que escrevo isto, e acorrem-me as palavras tremendas de um grande poeta inglês do século XX (Eliot): “Um velho, num mês de secura”... A velhice, encarquilhando-se, no meio da desolação e da secura. É para isto que servem os poetas: para encontrarem, em poucas palavras, a medalha eficaz e definitiva para uma situação, uma visão, uma emoção ou uma ideia.

A velhice, Senhor Primeiro Ministro, é, com as dores que arrasta — as físicas, as emotivas e as morais — um período bem difícil de atravessar. Já alguém a definiu como o departamento dos doentes externos do Purgatório. E uma grande contista da Nova Zelândia, que dava pelo nome de Katherine Mansfield, com a afinada sensibilidade e sabedoria da vida, de que V. Exa. e o seu governo parecem ter défice, observou, num dos contos singulares do seu belíssimo livro intitulado The Garden Party:
“O velho Sr. Neave achava-se demasiado velho para a primavera.” Ser velho é também isto: acharmos que a primavera já não é para nós, que não temos direito a ela, que estamos a mais, dentro dela... Já foi nossa, já, de certo modo, nos definiu. Hoje, não. Hoje, sentimos que já não interessamos, que, até, incomodamos.
Todo o discurso político de V. Exas., os do governo, todas as vossas decisões apontam na mesma direcção: mandar-nos para o cimo da montanha, embrulhados em metade de uma velha manta, à espera de que o urso lendário (ou o frio) venha tomar conta de nós.
Cortam-nos tudo, o conforto, o direito de nos sentirmos, não digo amados (seria muito), mas, de algum modo, utilizáveis:
sempre temos umas pitadas de sabedoria caseira a propiciar aos mais estouvados e impulsivos da nova casta que nos assola. Mas não.
Pessoas, como eu, estiveram, até depois dos 65 anos, sem gastar um tostão ao Estado, com a sua saúde ou com a falta dela. Sempre, no entanto, descontando uma fatia pesada do seu salário, para uma ADSE, que talvez nos fosse útil, num período de necessidade, que se foi desejando longínquo.
Chegado, já sobre o tarde, o momento de alguma necessidade, tudo nos é retirado, sem uma atenção, pequena que fosse, ao contrato anteriormente firmado.
É quando mais necessitamos, para lutar contra a doença, contra a dor e contra o isolamento gradativamente crescente, que nos constituímos em alvo favorito do tiroteio fiscal:
subsídios (que não passavam de uma forma de disfarçar a incompetência salarial), comparticipações nos custos da saúde, actualizações salariais — tudo pela borda fora.
Incluindo, também, esse papel embaraçoso que é a Constituição, particularmente odiada por ...


De Carta aos DesGovernantes deste país. a 12 de Setembro de 2012 às 09:47
CARTA ...
...
Incluindo, também, esse papel embaraçoso que é a Constituição, particularmente odiada por estes novos fundibulários.
O que é preciso é salvar os ricos, os bancos, que andaram a brincar à Dona Branca com o nosso dinheiro e as empresas de tubarões, que enriquecem sem arriscar um cabelo,
em simbiose sinistra com um Estado que dá o que não é dele e paga o que diz não ter, para que eles enriqueçam mais, passando a fruir o que também não é deles, porque até é nosso.

Já alguém, aludindo à mesma falta de sensibilidade de que V. Exa. dá provas, em relação à velhice e aos seus poderes decrescentes e mal apoiados,
sugeriu, com humor ferino, que se atirassem os velhos e os reformados para asilos desguarnecidos, situados, de preferência, em andares altos de prédios muito altos: de um 14º andar, explicava, a desolação que se comtempla até passa por paisagem.
V. Exa. e os do seu governo exibem uma sensibilidade muito, mas mesmo muito, neste gosto. V. Exas. transformam a velhice num crime punível pela medida grande.

As políticas radicais de V. Exa, e do seu robôtico Ministro das Finanças — sim, porque a Troika informou que as políticas são vossas e não deles... — têm levado a isto:
a uma total anestesia das antenas sociais ou simplesmente humanas, que caracterizam aqueles grandes políticos e estadistas que a História não confina a míseras notas de pé de página.

Falei da velhice porque é o pelouro que, de momento, tenho mais à mão.
Mas o sofrimento devastador, que o fundamentalismo ideológico de V. Exa. está desencadear pelo país fora, afecta muito mais do que a fatia dos velhos e reformados.
Jovens sem emprego e sem futuro à vista, homens e mulheres de todas as idades e de todos os caminhos da vida — tudo é queimado no altar ideológico onde arde a chama de um dogma cego à fria realidade dos factos e dos resultados.

Dizia Joan Ruddock não acreditar que radicalismo e bom senso fossem incompatíveis. V. Exa. e o seu governo provam que o são: não há forma de conviverem pacificamente.
Nisto, estou muito de acordo com a sensatez do antigo ministro conservador inglês, Francis Pym, que teve a ousadia de avisar a Primeira Ministra Margaret Thatcher (uma expoente do extremismo neoliberal), nestes termos:
“Extremismo e conservantismo são termos contraditórios”. Pym pagou, é claro, a factura: se a memória me não engana, foi o primeiro membro do primeiro governo de Thatcher a ser despedido, sem apelo nem agravo. A “conservadora” Margaret Thatcher — como o “conservador” Passos Coelho — quis misturar água com azeite, isto é, conservantismo e extremismo. Claro que não dá.

Alguém observava que os americanos ficavam muito admirados quando se sabiam odiados.
É possível que, no governo e no partido a que V. Exa. preside, a maior parte dos seus constituintes não se aperceba bem (ou, apercebendo-se, não compreenda), de que lavra, no país, um grande incêndio de ressentimento e ódio.
Darei a V. Exa. — e com isto termino — uma pista para um bom entendimento do que se está a passar. Atribuíram-se ao Papa Gregório VII estas palavras:
“Eu amei a justiça e odiei a iniquidade: por isso, morro no exílio.”

Uma grande parte da população portuguesa, hoje, sente-se exilada no seu próprio país, pelo delito de pedir mais justiça e mais equidade.
Tanto uma como outra se fazem, cada dia, mais invisíveis. Há nisto, é claro, um perigo.

De V. Exa., atentamente,

Eugénio Lisboa
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O autor foi presidente da Comissão Nacional da UNESCO / conselheiro Cultural da Embaixada de Portugal em Londres entre 1978-1995 / professor catedrático especial de Estudos Portugueses na Universidade de Nottingham / professor catedrático visitante da Universidade de Aveiro / e coordenador do ensino da língua portuguesa na Suécia. É Doutor Honoris Causa pelas universidades de Nottingham e Aveiro. A Câmara de Cascais outorgou-lhe a medalha de Mérito Cultural.
Em Moçambique foi sucessivamente administrador e director das petrolíferas SONAPMOC, SONAREP e TOTAL.


De .Governantes Incompetentes e CULPADOS. a 12 de Setembro de 2012 às 18:22
HÁ ALGUNS INCOMPETENTES, MAS POUCOS INOCENTES
por Miguel Sousa Tavares -

Como caixa de ressonância daqueles que de quem é porta-voz (tendo há muito deixado de ter voz própria), o presidente da Comissão Europeia, o português Durão Barroso, veio alinhar-se com os conselhos da troika sobre Portugal: não há outro caminho que não o de seguir a “solução” da austeridade e acelerar as “reformas estruturais” — descer os custos salariais, liberalizar mais ainda os despedimentos e diminuir o alcance dosubsídio de desemprego. Que o trio formado pelo careca, o etíope e o alemão ignorem que em Portugal se está a oferecer 650 euros de ordenado a um engenheiro electrotécnico falando três línguas estrangeiras ou 580 euros a um dentista em horário completo, é mais ou menos compreensível para quem os portugueses são uma abstracção matemática. Mas que um português, colocado nos altos círculos europeus e instalado nos seus hábitos, também ache que um dos nossos problemas principais são os ordenados elevados, já não é admissível.Lembremo-nos disto quando ele por aí vier candidatar-se a Presidente da República. Durão Barroso é uma espécie de cata-vento da impotência e incompetência dos dirigentes europeus. Todas as semanas ele cheira o vento e vira-se para o lado de onde ele sopra: se os srs. Monti, Draghi, Van Rompuy se mostram vagamente preocupados com o crescimento e o emprego, lá, no alto do edifício europeu, o cata-vento aponta a direcção; se, porém, na semana seguinte, os mesmos senhores mais a srª Merkel repetem que não há vida sem austeridade, recessão e desemprego, o cata-vento vira 180 graus e passa a indicar a direcção oposta. Quando um dia se fizer a triste história destes anos de suicídio europeu, haveremos de perguntar como é que a Europa foi governada e destruída por um clube fechado de irresponsáveis, sem uma direcção, uma ideia, um projecto lógico. Como é que se começou por brincar ao directório castigador para com a Grécia para acabar a fazer implodir tudo em volta. Como é que se conseguiu levar a Lei de Murphy até ao absoluto, fazendo com que tudo o que podia correr mal tivesse corrido mal: o contágio do subprime americano na banca europeia, que era afirmadamente inviável e que estoirou com a Islândia e a Irlanda e colocou a Inglaterra de joelhos; a falência final da Grécia, submetida a um castigo tão exemplar e tão inteligente que só lhe restou a alternativa de negociar com as máfias russas e as Three Gorges chinesas; como é que a tão longamente prevista explosão da bolha imobiliária espanhola acabou por rebentar na cara dos que juravam que a Espanha aguentaria isso e muito mais; como é que as agências de notação, os mercados e a Goldman Sachs puderam livremente atacar a dívida soberana de todos os Estados europeus, excepto a Alemanha, numa estratégia concertada de cerco ao euro, que finalmente tornou toda a Europa insolvente. Ou como é que um pequeno país, como Portugal, experimentou uma receita jamais vista — a de tentar salvar as finanças públicas através da ruína da economia — e que, oh, espanto, produziu o resultado mais provável: arruinou uma coisa e outra. E como é que, no final de tudo isto, as periferias implodiram e só o centro — isto é, a Alemanha e seus satélites — se viu coberto de mercadorias que os seus parceiros europeus não tinham como comprar e atulhado em triliões de euros depositados pelos pobres e desesperados e que lhes puderam servir para comprar tudo, desde as ilhas gregas à água que os portugueses bebiam.Deixemos os grandes senhores da Europa entregues à sua irrecuperável estupidez e detenhamo-nos sobre o nosso pequeno e infeliz exemplo, que nos serve para perceber que nada aconteceu por acaso, mas sim porque umas vezes a incompetência foi demasiada e outras a inocência foi de menos. O que podemos nós pensar quando o ex-ministro Teixeira dos Santos ainda consegue jurar que havia um risco sistémico de contágio se não se nacionalizasse aquele covil de bandidos do BPN? Será que todo o restante sistema bancário também assentava na fraude, na evasão fiscal, nos negócios inconfessáveis para amigos, nos bancos-fantasmas em Cabo Verde para esconder dinheiro e toda a restante série de traficâncias que de há muito — de há muito! — se sabia existirem no BPN? E como, com que fundamento, com que ciência, ..


De .Tribunal popular, cadeia e confisco... a 12 de Setembro de 2012 às 18:26
HÁ ALGUNS INCOMPETENTES, MAS POUCOS INOCENTES
por Miguel Sousa Tavares - Expresso
...
...BPN? E como, com que fundamento, com que ciência, pode continuar a sustentar que a alternativa de encerrar, pura e simplesmente, aquele vão de escada “faria recuar a economia 4%”?
Ou que era previsível que a conta da nacionalização para os contribuintes não fosse além dos 700 milhões de euros?O que poderemos nós pensar quando descobrimos que à despesa declarada e à dívida ocultada pelo dr. Jardim ainda há a somar as facturas escondidas debaixo do tapete, emitidas pelos empreiteiros amigos da “autonomia” e a quem ele prometia conseguir pagar, assim que os ventos de Lisboa lhe soprassem mais favoravelmente?O que poderemos nós pensar quando, depois de tantos anos a exigir o fim das SCUT, descobrimos que, afinal, o fim das auto-estradas sem portagens ainda iria conseguir sair mais caro ao Estado? Como poderíamos adivinhar que havia uns contratos secretos, escondidos do Tribunal de Contas, em que o Estado garantia aos concessionários das PPP que ganhariam sempre X sem portagens e X+Y com portagens? Mas como poderíamos adivinhá-lo se nos dizem sempre que o Estado tem de recorrer aos serviços de escritórios privados de advocacia (sempre os mesmos), porque, entre os milhares de juristas dos quadros públicos, não há uma meia dúzia que consiga redigir um contrato em que o Estado não seja sempre comido por parvo?A troika quer reformas estruturais? Ora, imponha ao Governo que faça uma lei retroactiva — sim, retroactiva — que declare a nulidade e renegociação de todos os contratos celebrados pelo Estado com privados em que seja manifesto e reconhecido pelo Tribunal de Contas que só o Estado assumiu riscos, encaixou prejuízos sem correspondência com o negócio e fez figura de anjinho. A Constituição não deixa? Ok, estabeleça-se um imposto extraordinário de 99,9% sobre os lucros excessivos dos contratos de PPP ou outros celebrados com o Estado. Eu conheço vários.Quer outra reforma, não sei se estrutural ou conjuntural, mas, pelo menos, moral? Obrigue os bancos a aplicarem todo o dinheiro que vão buscar ao BCE a 1% de juros no financiamento da economia e das empresas viáveis e não em autocapitalização, para taparem os buracos dos negócios de favor e de influência que andaram a financiar aos grupos amigos.Mais uma? Escrevam uma lei que estabeleça que todas as empresas de construção civil, que estão paradas por falta de obras e a despedir às dezenas de milhares, se possam dedicar à recuperação e remodelação dopatrimónio urbano, público ou privado, pagando 0% de IRC nessas obras. Bruxelas não deixa? Deixa a Holanda ter um IRC que atrai para lá a sede das nossas empresas do PSI-20, mas não nos deixa baixar parte dos impostos às nossas empresas, numa situação de emergência? OK, Bruxelas que mande então fechar as empresas e despedir os trabalhadores. Cumpra-se a lei!Outra? Proíbam as privatizações feitas segundo o modelo em moda, que consiste em privatizar a parte das empresas que dá lucro e deixar as “imparidades” a cargo do Estado: quem quiser comprar leva tudo ou não leva nada. E, já agora, que a operação financeira seja obrigatoriamente conduzida pela Caixa Geral de Depósitos (não é para isso que temos um banco público, por enquanto?). O quê, a Caixa não tem vocação ou aptidão para isso? Não me digam! Então, os administradores são pagos como privados, fazem negócios com os grandes grupos privados, até compram acções dos bancos privados e não são capazes de fazer o que os privados fazem?E, quanto à engenharia jurídica, atenta a reiterada falta de vocação e de aptidão dos serviços contratados em outsourcing para defenderem os interesses do cliente Estado, a troika que nos mande uma equipa de juristas para ensinar como se faz.Tenho muitas mais ideias, algumas tão ingénuas como estas, mas nenhumas tão prejudiciais como aquelas com que nos têm governado.
A próxima vez que o careca, o etíope e o alemão cá vierem, estou disponível para tomar um cafezinho com eles no Ritz.
Pago eu, porque não tenho dinheiro para os juros que eles cobram se lhes ficar a dever.


De Bancos e multinac: Parasitas do Estado. a 11 de Setembro de 2012 às 10:33

Os parasitas do Estado

(-por Sérgio Lavos, 10/9/2012, Arrastão)

O fim-de-semana correu muito bem aos nossos bancos.
Não bastavam os subsídios da troika para a recapitalização e a esmola do Governo com a descida da TSU,
ainda viram o Governo recuar na sua intenção na entrega da casa para pagamento integral da dívida das famílias em dificuldades para suportar o crédito à habitação.

Prova-se que a reunião que o Governo teve há duas semanas com os donos de Portugal / principais bancos foi bastante profícua, como soi dizer-se.

O spin tratou de dizer que o Vítor Gaspar pretendia pressionar a banca a conceder crédito à economia, mas agora sabe-se qual terá sido a ordem do dia.
Originalidades lusas:
corta-se dramaticamente nos apoios sociais mas subsidia-se o sistema financeiro.
Como diria o Mário Crespo: parece-me acertado.

tags: crime organizado, crise


De Metralhas tugas e troicos a 10 de Setembro de 2012 às 13:54

APONTAR ... FOGO !

Retiremos o mandato a quem não nos representa ou Cerquem-se os Deputados e PR, impedindo-os de sair e comer até que legislem a favor do Povo ...

Desesperados,
Não culpem vossas esposas e familiares , não batam nos filhos e parentes ... por não haver emprego nem pão...
os culpados são outros, esses é que devem ser os vossos ALVOS . ... apontem bem ...


De .. a 10 de Setembro de 2012 às 17:56

ALTERAÇÃO DA LEGISLAÇÃO QUE SE IMPÕE

A Assembleia da República tem de deixar de ser um local onde os deputados se valham do poder que exercem para tratarem de negócios dos quais poderão colher dividendos em proveito próprio e partidário no futuro, como está a acontece com alguns dos deputados, para ser, como deve, uma casa onde se discutam os problemas do país e se legisle em favor dos que os elegeram.

A soberania, ou seja, o poder de decidir dos destinos de uma nação está nas mãos da nação que somos nós

A informação desperta as consciências e mobiliza as vontades, façamos circular esta lista.

Pede-se a cada destinatário deste e-mail que o envie a um mínimo de vinte pessoas em sua lista de contatos, e por sua vez, peça a cada um deles que faça o mesmo.

Em três dias, a maioria das pessoas neste país lerá esta mensagem. Esta é uma idéia que realmente deve ser considerada e revista por todos os cidadãos.
-------------------------------------------------------------
Alteração da Constituição de Portugal para 2012 para poder atender o seguinte, que é da mais elementar justiça:

1. O deputado será pago apenas durante o seu mandato e não terá reforma proveniente do seu mandato.

2. O deputado vai contribuir para a Segurança Social de maneira igual aos restantes cidadãos. Todos os deputados (Passado, Presente e Futuro) passarão para o actual sistema de Segurança Social, imediatamente.

3. O deputado deve pagar seu plano de reforma, como todos os portugueses.

4. O deputado deixará de votar o seu próprio aumento salarial.

5. O deputado vai deixar o seu seguro de saúde atual e vai participar no mesmo sistema de saúde como todos os outros cidadãos portugueses.
O deputado irá participar nos benefícios do regime da S. Social exatamente como todos os outros cidadãos portugueses e da mesma maneira.

6. O deputado também deve estar sujeito às mesmas leis que o resto dos portugueses.
O fundo de pensões não pode ser usado para qualquer outra finalidade. Não haverá privilégios exclusivos.

7. Compete à Assembleia da Rpública, entre outros poderes, legislar sobre todas as matérias e conferir ao governo autorizações legislativas.
Por isso, a mesma deve deixar de ser um local onde alguns deputados se aproveitam do poder que lhe foi conferido pelo povo que os elegeu para tratarem de negócios pessoais e partidários, dos quais poderão mais tarde colher dividendos,
porque o que se tem passado com a nossa democracia envergonha-nos, assemelhando-se ao que se passa nas "Repúblicas das Bananas".

8 . Servir no Parlamento é uma honra, não uma carreira. Os deputados devem cumprir os seus mandatos (não mais de 2 mandatos), e, depois, procurar outro emprego.

O tempo para esta alteração à Constituição é AGORA. Forcemos os nossos políticos a fazerem uma revisão constitucional.

Assim é como se pode CORRIGIR ESTE ABUSO INSUPORTÁVEL DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.


De REVOLUÇÂO a 10 de Setembro de 2012 às 18:05

NECESSÁRIO LIMPEZA ...

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras
libações, tudo a custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, tem funcionários e administradores com 2? e 3? emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euros/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porque? E os aparelhos não são verificados porque? É como um táxi, se uns tem de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados*?

6. Reduçao drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas atividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.

10. Acabar com os motoristas particulares 20 horas/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, as escolas, ir ao mercado a compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (diretores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que tem canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influencias que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

19. Perseguir os milhoes desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), ...


De REVOLUÇÂO a 10 de Setembro de 2012 às 18:06

È NECESSÁRIO e URGENTE
...

23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas a custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".

24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e a custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo a tripa forra a custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efetivamente dela precisam;

25. Controlar rigorosamente toda a atividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".

26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efetivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis a pressa, feitas a medida.

27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

39. Pôr os Bancos a pagar impostos.

Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros o Estado.
Ao "povo", pede-se
o reencaminhamento deste e-mail, até percorrer todo o País.

POR TODOS NÓS, NOSSOS FILHOS E NETOS PORQUE PORTUGALPRECISA DE UMA OPERAÇÃO "MÃOS LIMPAS"


De .UNIÂO pelo que nos é comum e principal. a 11 de Setembro de 2012 às 13:02
(-Inez Jorge Rodrigues)

bom não esquecermos o objectivo da Manif:

manifestarmos/demonstrarmos o nosso descontentamento relativamente à situação de pré-colapso em que os nossos (des)governantes actuais e precedentes colocaram o nosso país
e cuja factura estamos nós, cidadãos, a pagar há já vários anos e sem fim à vista !!!!
Cada um vai, e voltará, com a sua cor de pele, credo, ideologia política, etc, etc.
Isso não irá mudar, nem é para mudar!
O objectivo é um e um só, e é comum !!!

Se não houver UNIÃO, a força tb não existirá!
E o que quer seja, fragmentado, não tem consistência para chegar a lado nenhum!!!!
Não dispersemos!!
A Manif. chama-se :
"Que se Lixe a Troika! Queremos as nossas Vidas"


De Izanagi a 11 de Setembro de 2012 às 11:08
Mais inteligente do que retirar-lhes o mandato é não elegê-los. Mas vemos situações me que militantes de determinado partido elegem deputados que não conhecem de lado nenhum, nem do partido e alguns, que até são militantes, mas são eleitos nunca têm tempo para falar e muito menos ouvir os seus companheiros de partido. Mas esses militantes continuam a votar assim, ás cegas, por fé, no lider espiritual, que é o secretário-geral do partido ao momento. E a culpa é dos deputados? Poupem-me.
è muito mais confrangedor a atitude dos eleitores dos que dos deputados.
Atitude masoquista dos eleitores só tem paralelo naqueles cidadãos que são detidos por ofensa a algum agente da autoridade e que quando chegam á esquadra resolvem começar a agredir todos os agentes, atitude que não tiveram quando apenas de defrontavam com um ou dois. Curiosamente, nas esquadras tornam-se masoquitas, porque naturalmente saem de lá fisicamente maltratados. Os eleitores têm um comportamento idêntico.


De Izanagi a 11 de Setembro de 2012 às 11:11
onde se lê: mas são eleitos, deve ler-se " mas quando são eleitos


De MoKa a 11 de Setembro de 2012 às 15:20
DE acordo.


De . UGT e PS são co-responsáveis . a 10 de Setembro de 2012 às 13:11
O "povo de esquerda" está contra Seguro (PS) e a UGT

O povo de esquerda não é o Bloco e o PCP.

É muito mais gente, mas mesmo muito mais. É também muita gente do PS e do PSD. São os movimentos sociais, sindicalistas e outros.
O Povo de Esquerda são todos aqueles que estão a levar com as medidas de austeridade em cima e cada vez vivem pior.

É esta grande "mancha" da sociedade portuguesa que NÃO PERDOA a António José Seguro e à UGT de João Proença as reacções a MEDO e nada claras à intervenção de Passos Coelho na sexta feira passada na Televisão sobre mais medidas de AUSTERIDADE sobre os mesmos e o favorecimento aos ditos empreendedores, alegando falsamente que isso vai criar riqueza e emprego.
Riqueza de facto é para os bolsos do patronato.

O que precisam ainda estes dois responsáveis máximos do PS e da UGT para marcarem uma posição clara face ao governo e ao discurso de Passos Coelho na sexta feira à noite?

Já passou tempo suficiente para que amadurecessem uma posição clara para anunciar ao País que aguarda ansioso por isso.

Seguro em nome do PS já deveria ter dito que votava contra o orçamento cujas linhas de suporte foram anunciadas pelo governo de Passos Coelho/Paulo Portas e a UGT deveria já ter DENUNCIADO o ACORDO que assinou.

Na realidade, sem esta posição clara não fazem mais do que apoiar o governo e desmobilizar a sociedade portuguesa, criando até um certo desânimo de que tudo está perdido..

Daí que muita razão tenha o arquitecto Souto de Moura quando hoje numa entrevista ao DN, cuja leitura recomendo, onde a cultura é o pano de fundo, diga a certa altura:
"Eu não perdoo ao PCP e ao Bloco de Esquerda não terem conversado com a troika. Era a história deste país que estava em causa.
E, depois há um fundamentalismo neste PSD e ainda não percebi o lugar do CDS. Paulo Portas tem feito uma boa política económica na retaguarda mas,
ironicamente, apoia menos o primeiro-ministro do que António José Seguro".
Excelente.
# posted by Joao Abel de Freitas , PuxaPalavra, 9/9/2012


De Izanagi a 11 de Setembro de 2012 às 11:17
Que não perdoa a José Seguro... e perdoa Sócrates e á sua equipa? e perdoa a Guterres e á sua equipa?
E o que fizeram os deputados europeus para que esse parlamento tivesse mais força na condução dos destinos da europa? Também não vão ser perdoados? Ou vamos vê-los , num futuro próximo em cargos de gestão do país, porque a esses perdoa-se?


De MoKa a 11 de Setembro de 2012 às 15:28
O «perdoa-me» era quando a dona fátima lopes estava na sic e mesma essa já era...
Como diz um amigo meu as desculpas não se pedem. Evitam-se!
E mesmo ninguém deve perdoar a que faz o mal, de propósito.
Temos é que puní-los severamente. E impedi-los de voltarem a qualquer lugar de destaque na sociedade.
Ao contrário da sistema penal português que visa a reabilitação e o perdão, deveríamos condená-los para sempre e com indemnizações totais e eternas para com a sociedade que defraudaram e lesaram.


De .O Jumento. a 10 de Setembro de 2012 às 13:05
Jumento do dia: Cavaco Silva

Passos Coelho ofende as instituições da democracia, goza com os juízes do Tribunal Constitucional e leva a sua estratégia de ser mais troikista ainda mais longe.

E o que faz o suposto Presidente da República?
Fica calado, deve achar que tudo isto é um espectáculo a decorrer no Pavilhão Atlântico.
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Derrubar Passos Coelho e o seu governo de imbecis
está a deixar de ser uma questão política para passar a ser um problema de higene pública.

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Direita afronta a democracia

«A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) disse este domingo que as novas medidas de austeridade anunciadas pelo Governo são "uma afronta ao Tribunal Constitucional", considerando que penalizam "mais uma vez" os rendimentos do trabalho.» [CM]

Parecer:
Esta direita está a pedir um saneamento.

Despacho do DG do Palheiro: «Exija-se a demissão de Passos Coelho.»

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Quando o capitalismo legitima o comunismo

Se é legitimo senhores como Soares dos Santos e Belmiro de Azevedo terem acordado hoje com muitos milhões de euros de lucros adicionais sem nada terem feito para isso, só porque o país está refém de um governo sem valores éticos, que tira aos trabalhadores para dar aos patrões sem que alguém possa dizer não, então é legítimo o povo juntar-se e expropriar esta gente. A política de Passos Coelho é a melhor legitimação do comunismo.
--------

SACANICE

O que Passos Coelho anunciou para 2013 é a sacanice exigida pelos empresários que têm manifestado o apoio aos cortes dos subsídios dos funcionários públicos, o Estado saca os subsídios a estes cabendo aos privados o direito de sacar os subsídios ao sector privado. Seria interessante saber a opinião do minorca que lidera o BCP, o vice-presidente do CDS que trafica o alcoól da Superbock e outras personagens que acharam que o TC devia ter obedecido ao governo, vão continaur a ser contra o corte dos subsídios no sector privado ou agora que vai directamente para os seus bolsos já são mais aberto à ideia.

A medida anunciada por Passos Coelho é uma sacanice, financia a redução da TSU que vai dar fortunas a grupos como os bancos, a PT, a SONAE, a EDP ou o Pingo Doce à custa dos subsídios dos trabalhadores.

O que Passos Coelho fez foi dizer não ao Tribunal Constitucional mantendo o corte dos subsídios para além de 2012 e aproveitar-se do acórdão para forçar os trabalhadores a financiar uma descida da TSU que desde sempre defendeu. Isto é oportunismo.
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Janela de oportunidade para a nova administração da RTP

«A Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP) teve 23 horas para aprovar a nova administração da RTP: Alberto da Ponte é um gestor com larga experiência noutros sectores, Luiana Nunes é uma "boa" financeira, embora jovem e com curta experiência, e José Araújo é um indivíduo da casa que percebe do negócio.

Para o presidente da comissão, João Bilhim, os currículos dos três gestores da RTP avaliados denotam uma grande complementaridade e potencial, o que pode dar pontos ao futuro da equipa.

"O resultado deste grupo pode ser superior ao resultado em termos individuais, porque eles têm um homem da casa que percebe do negócio, uma boa financeira e ainda um indivíduo que não percebendo do negócio é uma mais-valia", defende o responsável.

Toda esta avaliação foi feita num prazo recorde. "Recebemos o pedido do Governo às 9h do dia 5 e terminámos a avaliação à uma da manhã do dia seguinte", explicou ao Expresso João Bilhim, presidente da Comissão. Um prazo reduzido, que segundo o próprio, se deveu à polémica à volta do caso e ao interesse de Portugal.

"Nós temos normalmente dez dias para dar um parecer, mas felizmente houve essa janela de oportunidade do nosso lado, dada a imprevisibilidade da situação", explicou João Bilhim.» [Expresso]

Parecer:

É lindo ver o João Bilhim usar as expressões do regime para caracterizar a sua alta eficácia e ainda vir para a comunicação social elogiar escolhas e auto elogiar-se.

Despacho do DG do Palheiro: «VOMITE-se.»


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