De Luis Monteiro a 14 de Setembro de 2012 às 02:36
Para um comentário tão pobre em definições do que é ou não é ser militar apenas deixo duas pequenas reflexões :

Portugal faz fronteira terrestre apenas com Espanha mas, o mar está aberto a qualquer pais ou a qualquer invasor que venha sem reivindicar pátrias ou símbolos Nunca se deve desprezar quem tem como missão defender o povo, nem de forma alguma serem acusados de pouca utilização ou mesmo grau de ameaça reduzido porque não é isso que tem de se colocar em cima da "mesa", o que se coloca é a missão que cada pessoa/organismo tem com principio geral e neste caso em concreto (Forças Armadas/Forças de Segurança) transportam uma valiosa missão que nunca nem em qualquer circunstâncias de pode colocar em causa.


De Izanagi a 14 de Setembro de 2012 às 10:05
A este comentário rico em definições do que é ser militar pergunto: nestes 38 anos de democracia (?) pergunto quantas vezes foram os militares chamados a defender o povo? Temos umas forças armadas, como se ainda vivêssemos no período feudal, com guerras mês sim mês não. Mas há diferenças: nem há guerras e manter um exército com a estrutura do atual sai muito caro a alguns cidadãos (digo alguns porque nem todos contribuem com impostos)
Mas entendo que o país precisa de defesa, sobretudo a defesa da sua zona marítima e do seu espaço aéreo. Ironia do destino, a marinha comprou submarinos para os quais não tem capacidade financeira para que sejam utilizados, para além de algumas negociatas ilegais, que de tempos a tempos vamos tendo conhecimento. Também não fiscaliza a zona norte porque os navios não estão operacionais, notícia recente na comunicação social. Panorama idêntico se passa na força aérea, onde o negócio da compra de aviões não difere do da compra dos submarinos. Também no exército o quadro é idêntico e não é só com as “chaimites”.
As forças armadas são um alfobre de corrupção. Mas para além dos casos aqui enumerados e dão uma imagem dos valores das forças armadas, temos, e nunca é demais realçar, uma pirâmide de recursos humanos invertida e um número de militares proporcionalmente À média europeia, elevado. E isto tem custos, que saem, repito, do trabalho de alguns (não todos) portugueses. A pergunta que aqueles que tudo isto pagam deve ser: até quando?


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