De .Cidadania vs Morte da Democracia. a 17 de Setembro de 2012 às 11:32
A CIDADANIA CUMPRIU-SE.
CIDADANIA DE CIDADÃOS E NÃO MANIFESTAÇÕES DOS COMUNISTAS, SR. MINISTRO.
TODOS AO PAÇO, MATAM A DEMOCRACIA!
[Andrade e Silva, 16-09-2012, MIC]

Milhares de cidadãos, sobretudo da, sociologicamente, chamada, classe média,
esteve presente em Lisboa e noutros pontos do país, a reclamarem contra as brutais politicas deste governo.


Vitor Bento,.. economista, declara que o que há, apesar da inteligência das medidas, é uma comunicação brutal, impreparada do Governo, contudo, o que, muitos entendem é que há, sim, uma BRUTAL desconsideração, desrespeito, pelo menos, por 6.666.666 portugueses (2terços) que sofrem as consequências destas sucessivas politicas erradas.

Pela insensibilidade, politica social e humana, e correspondente incompetência deste governo, nas politicas que são aplicadas, a título experimental, sob a batuta da Alemanha e FMI, os cidadãos, dizem - NÃO!
Muito cidadãos querem nova politica, novo governo, o que, torna imperativo a emergência do grupo de liderança, para conduzir o país, para o Futuro, e evitar o DESASTRE, com milhões de portugueses a caírem no precipício de um sofrimento incalculável.
Nos momentos de grave desespero ou surge VITÒRIA, ou SALVADORES POLÍTICOS com pendor DITATORIAL.
Discordar com o poder é muito fácil, concordar com construção de um novo poder diferente é bem mais difícil.
As manifestações imperativas, fortes e vigorosas da cidadania que se vão realizando não podem ser esquecidas, ou olhadas estupidamente como manipulações do PCP.

Todavia, a alteração da conjuntura, com um recuo do governo ou mesmo com a sua demissão, pouco resolvem, porque certo, certo, é que a crise deveria dar origem a uma nova estrutura de poder, através da REVOLUÇÃO POLÍTICA.
Sem A REVOLUÇÃO POLÍTICA, com algum recuozinho do Governo, atenua-se a situação conjuntural, mas quer com este governo, ou com um outro que resulte de uma triste alternância entre o PSD e o Partido Socialista, tudo, mais tarde, ou mais cedo, mas mais cedo que tarde, volta a uma situação miserável idêntica à actual.

Sem se entender que é preciso ALTERAR ESTE SISTEMA DE GOVERNAÇÃO EM PORTUGAL e na Europa, continuaremos com um lento movimento, mas persistente, por parte dos poderosos na construção do ESTADO PRIVADO, um sucedâneo do estado Medieval, agora, moldado pelos tempos modernos (sociedade de informação, inovação, drones e transacções financeiras altamente tóxicas).

Em Portugal sem a destruição da actual LEI ELEITORAL que torna todo o país prisioneiro de 5 ou 6 secretários-gerais, de cerca de 500 mil militantes, que, de facto governam o país, desde as autarquias ao governo, nunca teremos uma Assembleia da República Digna e Democrática,
pois que, os actuais deputados são considerados funcionários dos partidos, e têm de cumprir as ordens dos quase-ditadores ou dos órgãos ditatoriais dos partidos contra a sua consciência,
como o referiu um deputado do PSD, recordando ordens ditatoriais, da, então, presidente do partido, Ferreira Leite.
Para esta tarefa do Futuro, um Partido SOCIALISTA que fosse capaz de se reencontrar com a matriz social-democrática, consequente, poderia dar um grande impulso, contudo o que o actual PS fez, foi adiar, por algum tempo, a queda do “seu” líder, o secretário-geral, que anunciou, com pompa e circunstância, o voto contra o orçamento, e uma medida tonta:
é o termo mais apropriado, para libertar algum efeito mediático, como é essa coisa estranha de um imposto sobre as PARCERIAS, o que, as empresas fariam aos utentes pagarem – um borrão, semelhante aos borrões de Passos Coelho, dito de um modo mais activo e simpático.
O primeiro -ministro e o secretário geral do PSD na comunicação não verbal parecem que estão sempre a falarem no gozo, o que é, muito grave , por outro, Louçã, é de uma crispação fradesca insuportável, e, portanto, deste ponto de vista ficamos falados, e José Seguro sai-se melhor.

Seja como for, com MUITAS MANIFESTAÇÕES E SEJA QUAL FOR O DESTINO DESTE GOVERNO, OU OUTROS, o FUTURO, o DIA D+1, EXIGEM RESPOSTAS :
- Qual a estrutura de poder que garanta que a sede o poder reside no povo, e que todos os deputados, o governo, o Presidente da Republica e os tribunais ajam no respeito pela soberania do povo?
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