Sorria, está a ser Roubado !! ACORDAI ...

         A     acordar        (-por Daniel Oliveira )                     Alternativas      

 
 
 
 
 
 
 
 
 

          Um cretino é um cretino é um cretino   (-por Sérgio Lavos)

O Governo parece não ter aprendido a lição que o povo tem dado nas ruas.   Continua a culpar os portugueses pobres e da classe média pelo falhanço das suas próprias políticas.   Já fomos chamados de tudo:    piegas, inconsequentes, gastadores.   Numa entrevista recente, o primeiro-ministro veio queixar-se, incrivelmente, do aumento da poupança privada e da consequente quebra no consumo e nas receitas fiscais.  

  Agora, o ministro das polícias insiste:    somos mandriões, e por isso Portugal não consegue chegar às metas do défice, suster o crescimento da dívida pública, estancar a destruição de emprego, etc., etc.    Isto vindo de alguém cujo currículo fala por si:  uma vida profissional à sombra do partido a que pertence, mais um produto da JSD, como Relvas e Passos Coelho.

      limite para a nossa paciência, e este bando de ladrões e incompetentes parece ainda não ter percebido que o ultrapassou.   É a nossa responsabilidade, a nossa obrigação, continuar a dar a resposta na rua. Esta gente tem de ser rapidamente apeada do poleiro que ocupa.     

               Alternativas ?     (-por Sérgio Lavos)

   Não serão certamente as alternativas que agradam ao grande capital nem aos partidos que o defendem, mas arrecadar-se-iam 6 mil milhões de euros, sem penalizar nem as classes mais desfavorecidas nem a classe média.  E os conselhos do Tribunal Constitucional seriam seguidos, ao taxar-se o capital em vez do trabalho.   Ficam aqui as propostas da CGTP, que sabemos que nunca irão sequer ser consideradas pelo Governo, que detém o poder apenas para defender os interesses estabelecidos e aprofundar as desigualdades sociais e a exploração capitalista:

   - Um novo imposto sobre as transações financeiras.

   - Introdução de mais um escalão de IRC para as empresas com grande volume de negócios.

   - Sobretaxa de 10% sobre os dividendos distribuídos aos grandes accionistas de empresas.

   - Medidas de combate à fraude e à evasão fiscais.

Há sempre alternativa. Simplesmente, as que existem não servem as linhas ideológicas que motivam este Governo.

          Congresso Democrático das Alternativas - 5 Out.2012, Aula Magna Univ. Lisboa.- Participe.

                                                                             Resgatar Portugal para um Futuro Decente



Publicado por Xa2 às 13:05 de 24.09.12 | link do post | comentar |

6 comentários:
De .. ACORDAi .. a 24 de Setembro de 2012 às 16:20
.. ACORDAI ..

Acordai
acordai
homens que dormis
a embalar a dor
dos silêncios vis
vinde no clamor
das almas viris
arrancar a flor
que dorme na raíz


Acordai
acordai
raios e tufões
que dormis no ar
e nas multidões
vinde incendiar
de astros e canções
as pedras do mar
o mundo e os corações


Acordai
acendei
de almas e de sóis
este mar sem cais
nem luz de faróis
e acordai depois
das lutas finais
os nossos heróis
que dormem nos covais
Acordai !

(-de Fernando Lopes Graça)


De ..de Jorge de Sena, por Mário Viegas. a 24 de Setembro de 2012 às 16:24
NÃO, NÃO, NÃO SUBSCREVO...

Não, não, não subscrevo, não assino
que a pouco e pouco tudo volte ao de antes,
como se golpes, contra-golpes, intentonas
(ou inventonas - armadilhas postas
da esquerda prá direita ou desta para aquela)
não fossem mais que preparar caminho
a parlamentos e governos que
irão secretamente pôr ramos de cravos
e não de rosas fatimosas mas de cravos
na tumba do profeta em Santa Comba,
enquanto pra salvar-se a inconomia
os empresários (ai que lindo termo,
com tudo o que de teatro nele soa)
irão voltar testas de ferro do
capitalismo que se usou de Portugal
para mão-de-obra barata dentro ou fora.
Tiveram todos culpa no chegar-se a isto:
infantilmente doentes de esquerdismo
e como sempre lendo nas cartilhas
que escritas fedem doutras realidades,
incompetentes competiram em
forçar revoluções, tomar poderes e tudo
numa ânsia de cadeiras, microfones,
a terra do vizinho, a casa dos ausentes,
e em moer do povo a paciência e os olhos
num exibir-se de redondas mesas
em televisas barbas de faláeia imensa.
E todos eram povo e em nome del' falavam,
ou escreviam intragáveis prosas
em que o calão barato e as ideias caras
se misturavam sem clareza alguma
(no fim das contas estilo Estado Novo
apenas traduzido num calão de insulto
ao gosto e à inteligência dos ouvintes-povo).
Prendeu-se gente a todos os pretextos,
conforme o vento, a raiva ou a denúncia,
ou simplesmente (ó manes de outro tempo)
o abocanhar patriótico dos tachos.
Paralisou-se a vida do pais no engano
de que os trabalhadores não devem trabalhar
senão em agitar-se em demandar salários
a que tinham direito mas sem que
houvesse produção com que pagá-los.
Até que um dia, à beira de uma guerra
civil (palavra cómica pois que
do lume os militares seriam quem tirava
para os civis a castanhinha assada),
tudo sumiu num aborto caricato
em que quase sem sangue ou risco de infecção
parteiras clandestinas apararam
no balde da cozinha um feto inexistente:
traindo-se uns aos outros ninguém tinha
(ó machos da porrada e do cacete)
realmente posto o membro na barriga
da pátria em perna aberta e lá deixado
semente que pegasse (o tempo todo
haviam-se exibido eufóricos de nus,
às Áfricas e às Europas de Oeste e Leste).
A isto se chegou. Foi criminoso?
Nem sequer isso, ou mais do que isso um guião
do filme que as direitas desejavam,
em que como num jogo de xadrez a esquerda
iria dando passo a passo as peças todas.
É tarde e não adianta que se diga ainda
(como antes já se disse) que o povo resistiu
a ser iluminado, esclarecido, e feito
a enfiar contente a roupa já talhada.
Se muita gente reagiu violenta
(com as direitas assoprando as brasas)
é porque as lutas intestinas (termo
extremamente adequado ao caso)
dos esquerdismos competindo o permitiram.
Também não vale a pena que se lave
a roupa suja em público: já houve
suficiente lavar que todavia
(curioso ponto) nunca mostrou inteira
quanta camisa à Salazar ou cueca de Caetano
usada foi por tanto entusiasta,
devotamente adepto de continuar ao sol
(há conversões honestas, sim, ai quantos santos
não foram antes grandes pecadores).
E que fazer agora? Choro e lágrimas?
Meter avestruzmente a cabeça na areia?
Pactuar na supremíssima conversa
de conciliar a casa lusitana,
com todos aos beijinhos e aos abraços?
Ir ao jantar de gala em que o Caetano,
o Spínola, o Vasco, o OteIo e os outros,
hão-de tocar seus copos de champanhe?
Ir já fazendo a mala para exílios?
Ou preparar uma bagagem mínima
para voltar a ser-se clandestino usando
a técnica do mártir (tão trágica porque
permite a demissão de agir-se à luz do mundo,
e de intervir directamente em tudo)?
Mas como é clandestina tanta gente
que toda a gente sabe quem já seja?
Só há uma saída: a confissão
(honesta ou calculada) de que erraram todos,
e o esforço de mostrar ao povo (que
mais assustaram que educaram sempre)
quão tudo perde se vos perde a vós.
Revolução havia que fazer.
Conquistas há que não pode deixar-se
que se dissolvam no ar tecnocrata
do oportunismo à espreita de eleições.
Pode bem ser que a esquerda ainda as ganhe,
ou pode ser que as perca. Em qualquer caso,
que ao povo seja dito de uma vez
como nas suas mãos o seu destino está
e não no das sereias bem cantantes


De .'Formigas' tb Cantam ... a 24 de Setembro de 2012 às 16:33

NÃO, NÃO, NÃO SUBSCREVO...
( - de de Jorge de Sena )
...

... Em qualquer caso,
que ao povo seja dito de uma vez
como nas suas mãos o seu destino está
e não no das sereias bem cantantes
(desde a mais alta antiguidade é conhecido
que essas senhoras são reaccionárias,
com profissão de atrair ao naufrágio
o navegante intrépido). Que a esquerda
nem grite, que está rouca, nem invente
as serenatas para que não tem jeito.
Mas firme avance, e reate os laços rotos
entre ela mesma e o povo (que não é
aqueles milhares de fiéis que se transportam
de camioneta de um lugar pró outro).
Democracia é isso: uma arte do diálogo
mesmo entre surdos. Socialismo à força
em que a democracia se realiza.
Há muito socialismo: a gente sabe,
e quem mais goste de uns que dos outros.
É tarde já para tratar do caso: agora
importa uma só coisa - defender
uma revolução que ainda não houve,
como as conquistas que chegou a haver
(mas ajustando-as francamente à lei
de uma equidade justa, rechaçando
o quanto de loucuras se incitaram
em nome de um poder que ninguém tinha).
E vamos ao que importa: refazer
um Portugal possível em que o povo
realmente mande sem que o só manejem,
e sem que a escravidão volte à socapa
entre a delícia de pagar uma hipoteca
da casa nunca nossa e o prazer
de ter um frigorifico e automóveis dois.
Ah, povo, povo, quanto te enganaram
sonhando os sonhos que desaprenderas!
E quanto te assustaram uns e outros,
com esses sonhos e com o medo deles!
E vós, políticos de ouro de lei ou borra,
guardai no bolso imagens de outras Franças,
ou de Germânias, Rússias, Cubas, outras Chinas,
ou de Estados Unidos que não crêem
que latinada hispânica mereça
mais que caudilhos com contas na Suíça.
Tomai nas vossas mãos o Portugal que tendes
tão dividido entre si mesmo. Adiante.
Com tacto e com fineza. E com esperança.
E com um perdão que há que pedir ao povo.
E vós, ó militares, para o quartel
(sem que, no entanto, vos deixeis purgar
ao ponto de não serdes o que deveis ser:
garantes de uma ordem democrática
em que a direita não consiga nunca
ditar uma ordem sem democracia).
E tu, canção-mensagem, vai e diz
o que disseste a quem quiser ouvir-te.
E se os puristas da poesia te acusarem
de seres discursiva e não galante
em graças de invenção e de linguagem,
manda-os àquela parte. Não é tempo
para tratar de poéticas agora.

(Fev. 1976)
------------------------

(via OJumento , 24/9/2012) e lembrar tb. :
-----------------------------------------------------

TROVA DO VENTO QUE PASSA
(de Adriano Correia de Oliveira )


De 'Mansos' estão a ACORDAR... a 24 de Setembro de 2012 às 15:58
Concentração em Belém
Vigília: “Cavaco, escuta: o povo está em luta”

Milhares de pessoas estão concentradas em Belém numa vigília que pede a demissão do Governo. Gritam palavras de ordem contra a troika, o Executivo e o Presidente da República.
[Maria Lopes, Pedro Crisóstomo, Catarina Fernandes Martins, Vanessa Batista, Punlico.pt, 21-09-2012]

Concentrados no jardim em frente ao Palácio de Belém, separados por barreiras e forças policias, dizem:
“Aqui Portugal, ali o capital”.
“Cavaco, escuta: o povo está em luta”
é outra das palavras de ordem que se ouve em Belém, onde a concentração vai continuar enquanto estiver a decorrer o Conselho de Estado, que teve início pelas 17h15.
Para o ministro das Finanças, que Cavaco Silva chamou para estar presente na reunião do Conselho de Estado, há uma mensagem dura:
“Vítor Gaspar, és muito lento a falar e quando abres essa boca dás orgulho a Salazar”.

O início da acção de protesto estava marcado para as 18h, mas as pessoas começaram a concentrar-se logo ao início da tarde.
Por volta das 16h30, várias dezenas de manifestantes já estavam presentes e o protesto foi engrossando.
Assobios, apitos, gritos, bombos e alguns petardos lançados entre a massa ouviram-se dentro do palácio.

Myriam Zaluar, uma das organizadoras da vigília, apontava minutos antes das 19h para a presença de dez mil pessoas. A PSP não avança com números.

Para a deputada do Bloco de Esquerda Ana Drago, que se juntou à multidão, esta é – depois da manifestação de sábado – mais uma “prova de que há aqui uma vontade democrática que não apoia nenhuma medida [anunciada pelo Governo], nem a continuação desta austeridade”.

Um dos objectivos dos organizadores é a demissão do Governo.
Myriam Zaluar insiste que é preciso rasgar o Memorando de Entendimento assinado com a troika e volta a pedir que o Executivo se demita.

Da multidão, um grito que ganhou força no último sábado:
“Está na hora, está na hora de o Governo se ir embora”.
João Camargo, outro dos organizadores, considera que
“tem de ser o povo a decidir”.
“Não podemos esperar que sejam eles lá dentro”, diz.

Teresa Delgado, de 53 anos, esteve na rua no último sábado.
Hoje, juntou-se ao protesto em Belém pelas mesmas razões.
Está desempregada há dois anos, já não tem direito a receber subsídio de desemprego.
Quer uma mudança. Mas avisa:
“Se houver um governo de salvação nacional, mudam as moscas, mantém-se a trampa”.

Rute Cerqueira, estudante de Enfermagem, veio trajada com outros colegas para fazer ouvir a voz dos estudantes.
Marca uma posição:
dizer que não querem ser obrigados a emigrar.
E acrescenta uma nota:
“Se a minha mãe governasse a nossa casa como este Governo governa o país, eu tinha morrido à fome”.

Esta concentração pretende também
“demonstrar que 15 de Setembro não foi uma mera catarse colectiva, mas um desejo extraordinário de mudança de rumo”,
descrevem os promotores na página oficial da manifestação.

Na quinta-feira, a Plataforma 15 de Outubro apelou a que os cidadãos se manifestassem ruidosamente durante a reunião do Conselho de Estado.


De . NÃO são Todos iguais ! ...Há culpados. a 27 de Setembro de 2012 às 10:09

«A culpa é de todos, a culpa não é de ninguém, não é verdade?»

(-26 de Setembro de 2012 por António Paço, 5Dias.net)

Num comentário a um post aqui no 5Dias, diz um tal José:

«Este poço sem fundo onde o nosso estado e nós, contribuintes, estamos agora é da inteira responsabilidade de todo e qualquer partido político que teve representado no parlamento nestas quase 4 décadas. Como foi dito na manifestação, bloco de esquerda, cds… É tudo a mesma coisa. Gatunos, todos eles.»

Devagar aí com o andor, ò José.
De onde saiu você para dizer que todos os partidos são iguais, tanto faz BE como CDS?
Quem tem governado o país desde o I Governo Constitucional (1976-78), não sei se o José já era nascido, foram três partidos: PSD, PS e CDS (por esta ordem de tempo de permanência no Governo).

São eles que devem ser responsabilizados pelas políticas que têm sido seguidas e pelo estado a que conduziram o País, porque são eles os responsáveis.
O BE e o PCP podem, naturalmente, ser criticados, mas não por isso.

Essa conversa de que são todos gatunos faz-me lembrar o «FMI», do Zé Mário Branco, onde a certa altura ele ironizava:
«Não há português nenhum que não se sinta culpado de qualquer coisa, não é filho?
Todos temos culpas no cartório, foi isso que te ensinaram, não é verdade?
‘Esta merda não anda porque a malta, pá, a malta não quer que esta merda ande, tenho dito.’
A culpa é de todos, a culpa não é de ninguém, não é verdade?
Quer dizer, há culpa de todos em geral e não há culpa de ninguém em particular!
Somos todos muita bons no fundo, né? Somos todos uma nação de pecadores e de vendidos, né?
Somos todos, ou anticomunistas ou antifascistas, estas coisas até já nem querem dizer nada, ismos para aqui, ismos para acolá, as palavras é só bolinhas de sabão, parole, parole, parole, e o Zé é que se lixa…»

Faz-me lembrar também outra coisa:
a conversa do apartidarismo, como o brandy Constantino, já vem de longe.
No tempo do Salazar, não podia haver partidos. Quer dizer: havia a União Nacional, mas essa não era um partido, claro… Era … a União Nacional.

A política era uma palavra feia. «A minha política é o trabalho», diziam aqueles que viveram toda a vida agachados, governados pelo medo.

Não sei se o José tem ido às manifestações. Se tem ido, é bem vindo.
Mas olhe que outros já o fazem há mais tempo. Há muito mais tempo que aqueles dois palhaços histéricos que apareceram na televisão durante a concentração em frente ao Palácio de Belém a tentar calar a deputada do BE, a chamar-lhe «gatuna» e a dizer-lhe «vai-te embora».
Se eu estivesse lá ao lado teria defendido, digamos, energicamente o direito da deputada do BE continuar a falar, percebe José?

Há quem tenha votado nesta gente do PSD e do CDS e que agora está arrependida e sai à rua a manifestar-se. Ainda bem.
Mas se andamos a gramar estes governos há tanto tempo é também graças a eles.
Por isso, quando se juntam às manifestações, vamos lá a mostrar mais respeitinho pelos que já lá estavam.
Se ainda se usassem chapéus, não fazia mal que fossem de chapeuzinho na mão, em sinal de respeito.

Como lhe digo, José, fico muito satisfeito de manifestar-me consigo contra os capatazes da troika.
Mas não lhe passe pela cabeça chamar-me «gatuno», certo?


De .(contra-)Resposta violenta ?. q. Alvos? a 27 de Setembro de 2012 às 10:43
O habitual não é “natural”
(26 de Setembro de 2012 por paulogranjo 5Dias)
...
...uma sensação de enorme espanto que me voltou a assaltar hoje, vendo as imagens chegadas de Madrid:

Como é possível que, numa situação de crise, incerteza e progressivo desespero e revolta das pessoas,
não passe pela cabeça de quem está no poder político ou no comando policial que actuações de uma tão grande, desnecessária e arrogante violência possam deixar de ser aceites, por quem as sofre, como a “natural” regra do jogo?

Como é possível que não vislumbrem que, neste quadro e na sequência de actuações como esta,
possa passar a haver, num destes dias, pessoas para quem faça mais sentido responder a tiro
a tentativas estatais de lhes abrirem a cabeça à cacetada, enquanto estão sentadas no chão, do que deixar fazê-lo ou tentar fugir?
------------

migspalexpl says:
26 de Setembro de 2012 at 8:57

nao é mt complicar perceber:
se disparas sobre um polícia e fores apanhado vais passar grande parte da tua vida na prisão, e com o adjectivo “assassino” colado nas costas.

entre esse risco e a relativa segurança de “ir sobrevivivendo”, (e protestando dentro do aceite pela sociedade e pelo poder), a escolha é óbvia.
é o instinto de sobrevivência.

claro que se o poder se torna demasiado opressivo, a via segura torna-se menos segura,
a balança equilibra-se e rebeliões mais violentas tornam-se mais atractivas.


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