5 comentários:
De cosmética para Saquear classe média a 26 de Setembro de 2012 às 09:06
...
Ora, o que prepara o governo é arranjar uma outra cosmética para tudo ficar na mesma.
Uma nova forma de despejar o bolso de quem trabalha por conta de outrém ou já trabalhou para pagar juros da dívida, satisfazer os credores do país.

A propósito, sabe que segundo o Orçamento de Estado de 2012, o montante de juros que o Estado português tem de pagar é de 8823,5 milhões de euros?
.Equivalente a mais de 52% da massa salarial da Função Pública?

Este governo ainda não aprendeu que no final de 2013 a economia do país estará na mesma ou pior.
Não é retirando verbas do circuito económico que a economia muda.
É exactamente o contrário que deve ser feito.
Desenvolvimento não é com este governo.

Agravamento do IRS substitui abandono da TSU - Economia - DN


# posted by Joao Abel de Freitas , PuxaPalavra


De .Pareceres e adjudic.dir., €€€€€ aos ... a 26 de Setembro de 2012 às 09:24
E isto ninguém investiga?

«A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) acusou esta terça-feira o Ministério da Educação de gastar 61 mil euros, por ajuste directo, num parecer jurídico para justificar por que não paga compensações por caducidade de contrato aos docentes.

Em comunicado, a Fenprof divulgou a folha de rosto do parecer que a tutela solicitou em Março à empresa Sérvulo & Associados e pelo qual pagou 61 mil euros, por ajuste directo, e que o ministro Nuno Crato afirmou desconhecer numa reunião mantida com aquela organização sindical, na sexta-feira passada.

O ministro terá mesmo dito à delegação da Fenprof que, se a organização conhecesse tal parecer, devia mostrá-lo ao Ministério, argumentando que a tutela tem os seus próprios serviços jurídicos e não precisa de recorrer a pareceres externos.

A Fenprof acrescenta um ofício, assinado por Nuno Crato, enviado também em Abril ao provedor de Justiça, em que o ministro afirma que, face à recomendação do provedor no sentido de serem pagas as compensações por caducidade de contratos aos professores, pediu "um parecer jurídico a uma conceituada sociedade de advogados sobre o regime aplicável à cessação, por caducidade, de contratos a termo em funções públicas".» [CM]

Parecer do Jumento:

Neste caso o dinheiro conseguido com austeridade brutal foi bem gasto !!!


De .Correligionários SACAM, trabalh.s PAGAM a 26 de Setembro de 2012 às 09:39
Brincar às Fundações

«O Governo anunciou esta terça-feira a extinção de quatro (!!!) fundações, recomendando também a extinção de 13 entidades do mesmo género ligadas a instituições de ensino superior público e 21 outras cuja "competência decisória se encontra cometida" às autarquias locais.

De acordo com o Diário da República, a Fundação Casa de Guimarães, Fundação Museu do Douro, Côa Parque e a Fundação para a Protecção e Gestão das Salinas do Samouco serão extintas.» [CM]

Parecer:

Pensava que iam acabar com fundações a sério,
com as fundações dos grandes escritórios de advogados
ou com o Tea Party do Soares dos Santos,
mas não, andam a acabar com fundações que muito provavelmente não custam um tostão ou que até poderiam ser úteis.
Isto não é austeridade, é uma palhaçada, é gozar com o povo e com o país.

Mas tem uma vantagem, ficamos a saber que os rapazes da troika ou são idiotas
ou estão feitos com a reformatação do país
enquanto este se afunda nas consequências de uma política irresponsável, incompetente e duvidosa.

Despacho do Director-Geral do Palheiro:
«Derrube-se este governo antes que ele derrube o país.»
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Note-se que há centenas !! de FUNDAÇÕES (públicas, privadas, religiosas e em 'parceria/participação'- para além dos CLUBES 'desportivos, recreativos, culturais, .. e milhares de EMPRESAS/ ipss... ), a 'SUGAR' em dinheiros públicos, subsídios, isenções fiscais e outros benefícios ... que os trabalhadores, as famílias e empresas 'normais' não têm.


De De Cavaco e outros... a 25 de Setembro de 2012 às 19:01
Não só foi padrinho como também foi/é pai e mãe, conjuntamente com outros Sócretinos , deste nevoeiro feito de brumas muito confusas e mal definidas que nos enregelam até à medola.

Falta de ética? talvez, mas só da ética moral e natural não de ética convencional de certas irmandades a que se chega independentemente da classe social originaria e que catapultam a quem a elas chegue, ainda que à custa alheia, ao auge , aos píncaros , à gloria de uma classe exclusiva, uma classe porporamente celestial.

E foi assim porquê? pergunto eu.

Foi assim porque, no fundo, mais ou menos inconscientemente, todos sofremos do mesmo fado e todos deixamos passar o tempo que, oscilando entre o imobilismo e o absentismo, uns e outros nos deixamos enredar no horizonte impiedoso das estruturas de consumo e nas garras dos agiotas submersos numa taxa de desvalorização das nossas vidas.


De MoKa a 25 de Setembro de 2012 às 18:36
Devemos?
Ou devem?
É que eu só aceito dever aquilo que sou eu que gasto.
Os que outros gastam não sou eu que devo.
Quem gastou que pague.
E se gastou em meu nome e ou com o meu dinheiro e sbretudo se o gastou de forma danosa ou irregular, então o povo tem que os processar judicialmente.
Se eu que, que sou um cidadão comum, não sou impune nas minhas dívidas e excessos, porque é que quem é «importante» e tem funções relevantes na sociedade (e ganha para isso) há-de ser inimputável?
Alguém me explica?


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