7 comentários:
De . A DÍVIDA NÃO É NOSSA !!. a 27 de Setembro de 2012 às 10:19

NEM TSU, NEM TROIKAS, NEM GOVERNOS !

(- 26.09.2012 por Raquel Varela , http://5dias.net )

NEM TSU, NEM TROIKAS, NEM GOVERNOS !
. 29 de Setembro, Terreiro do Paço, 15:00

Nem remendos, nem côdeas. Queremos que as quedas de Governos passem a significar mudanças de rumo.
Sonhamos com uma alternativa popular capaz de travar o saque a que a dívida sujeita os trabalhadores, que troque a oligarquia pelas pessoas.

No dia 15 de Setembro demonstrámos ter a força não só para fazer cair a TSU mas para fazer cair a Troika e os seus governos.
Mas não nos deixamos enganar.
Vão procurar recuperar as verbas perdidas com a derrota da TSU com o agravamento de outros impostos.
Sabemos – e os porta-vozes do regime não se cansam de anunciar – que a austeridade vai continuar, baptizada com outro nome.

Não esquecemos o corte dos subsídios de Natal e férias a pensionistas e reformados, a diminuição do período de duração e montante das prestações de desemprego, a redução drástica das verbas disponíveis para a Educação e Cultura,
o aumento das taxas moderadoras na saúde, o aumento do IVA, da electricidade, a alteração da legislação laboral facilitando os despedimentos e a precarização dos contratos.

Não esquecemos o exército de desempregados.

Os Trabalhadores Pagam Todos os Gastos do Estado

Suspensão imediata da dívida pública !

Apenas 16 % da Despesa é gasta com as denominadas funções sociais do Estado (segurança e acção social, saúde, educação, cultura e habitação).
As despesas com serviços gerais de administração pública ascendem a cerca de 9% do OE;
e os transportes, comunicações, defesa e diversos totalizam cerca de 8%.
Estes “encargos” ascendem a 33% da despesa.

Para onde vão então os restantes 67% de Despesas do Estado?
A resposta é simples e também está inscrita no Orçamento de Estado: Vão para o pagamento da Dívida Pública.

Em 2011, os impostos pagos pelos trabalhadores corresponderam a cerca de 25% do PIB; o capital contribuiu com cerca de 9%.

Feitas as contas, conclui-se que o montante dos impostos e contribuições pagos pelos trabalhadores é mais do que suficiente para cobrir as despesas sociais e que os trabalhadores não devem nada!

Há que continuar a luta nas ruas, com a força das mobilizações populares, orgânicas e inorgânicas, sindicais e sociais,
com os 12 de Marços, 15 de Outubros e 15 de Setembros que forem necessários mais as greves gerais que forem precisas até a austeridade ser completamente derrotada.

Colectivo Revista Rubra, 29 de Setembro de 2012
www.revistarubra.org
O Colectivo Revista Rubra é um colectivo anticapitalista.
Somos trabalhadores, precários, desempregados, estudantes… Lutamos pela suspensão do pagamento da dívida «pública», pelo pleno emprego, pela socialização dos meios de produção.

Se nos queres conhecer manda um e-mail para revistarubra@gmail.com


De .Mandado de Captura p. troikistas. a 27 de Setembro de 2012 às 12:28
Interpol:
Mandado internacional de captura para
mandaretes troikistas criminosos

Troika cobarde
(OJumento, 27/9/2012)
...
...Começa a ser tempo de dizer, de provar, de denunciar internacionalmente e de acusar formalmente nas instâncias internacionais as lideranças das instituições que fazem parte da troika e os palermas que estão em Portugal armados em cabos da tropa de incompetência, negligência e má fé. Esta gente deve ser acusada de estar deliberadamente a brincar com uma economia e com um povo, provocando graves prejuízos económicos, e condenando muitos portugueses à miséria, à emigração, à doença e à morte, esta gente são criminosos de delito comum. Mas são criminosos bem pagos, cobram juros de usuários e ainda recebem milhões em comissões para lhes pagar as despesas de ocupação.


De .Investir e bem vs não fazer/Desempregar a 27 de Setembro de 2012 às 09:33

Keynes e o desemprego

(-por por Sérgio Lavos, Arrastão)


«Keynes calculou o custo do seu programa de emprego face a afirmações dos conservadores de que o dinheiro seria desperdiçado.
Ele argumentou que, pelo contrário, era por não se fazer nada que os recursos da nação estavam a ser desperdiçados.
O subsídio de desemprego já estava a custar aos contribuintes 50 milhões de libras anualmente, sem contar com as ajudas aos pobres. Nos oito anos anteriores, os desempregados tinham recebido um total de 500 milhões de libras para não fazerem nada.
Era um espantoso desperdício de recursos.
Um montante tão vasto teria dado para construir um milhão de casas novas ou para fazer a manutenção de um terço das estradas da Grã-Bretanha, ou para dar um carro a uma em cada três famílias, ou ainda para criar um fundo de investimento tão grande que permitiria proporcionar entradas gratuitas para todos até ao fim dos tempos.

"Mas isto não é o desperdício todo, nem de perto nem de longe", escreveu ele.
"Há o desperdício muito maior da perda sofrida pelos desempregados, perda essa representada pela diferença entre o subsídio de desemprego e o salário normal, assim como pela perda de força de ânimo.
Há a perda de lucro dos empregadores e de impostos devidos ao Ministério das Finanças.
Há a perda inestimável de retardar por uma década o progresso económico do país."»

Em Keynes/Hayek - O Confronto que Definiu a Economia Moderna, de Nicholas Wapshott, editado pela Dom Quixote. Um livro interessante para se perceber os paralelismos entre a época actual e o período entre guerras na Europa. A História não se repete, é verdade. Mas por vezes o passado é assustadoramente premonitório.


De europa= a 27 de Setembro de 2012 às 01:08
10 years ago the USA had Steve Jobs, Bob Hope and Johnny Cash ....
Now they have no Jobs, no Hope and no Cash.


De .UNIR e Manifestar : NOVO RUMO. a 26 de Setembro de 2012 às 12:28
Os subscritores do manifesto “Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!”, que convocaram as manifestações que levaram centenas de milhares de pessoas às ruas a 15 de Setembro,
pedem aos portugueses que
“esqueçam eventuais e pontuais divergências e se unam”.
No imediato, isto significa participar na manifestação da CGTP convocada para este sábado, em Lisboa.

A construção de uma “frente de resistência comum” é uma preocupação dos 29 activistas que assinaram o documento original e que, nesta segunda-feira, emitiram um comunicado conjunto a apelar a uma “participação maciça” no protesto do próximo sábado.

“É cada vez mais urgente traçar um novo rumo. Um rumo que tenha finalmente as pessoas como centro das atenções, e não bancos e mercados ou interesses financeiros e especulativos”, dizem.

“Juntos reclamaremos esse novo rumo, que inverta totalmente a sujeição do governo aos joguetes políticos de entidades não sufragadas,
que cinicamente nos impõem ‘ajudas’ com juros fatais
e sacrifícios que jamais ousariam sequer imaginar para si próprios”, lê-se no comunicado,
intitulado “Tantas horas de Conselho de Estado para nada”.

O colectivo de activistas acusa o Conselho de Estado – “em que não se garante, de maneira alguma, uma verdadeira representação do espectro político português” – e o Governo de “reinterpretar a seu gosto” os “inequívocos” protestos de dia 15, por todo o país, e o que se registou em frente ao Palácio de Belém, na sexta-feira.
Os subscritores entendem que a decisão de recuar na questão da Taxa Social Única é mera “manobra de bluff político”.

“Não interessa fazer comparações”

A contestação às medidas de austeridade são o ponto de ligação entre o manifesto “Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!” e a CGTP.
Ambas procuram um “rumo onde não cabem a troika nem os troikistas”.
Mas há uma questão:
o tamanho do protesto de dia 15 coloca algum tipo de pressão na manifestação da Intersindical?

Armando Faria, da comissão executiva da CGTP, garante que não.
“Não interessa fazer comparações. Todas as manifestações são importantes. Trata-se de um processo. As grandes manifestações também se fazem a partir das pequenas lutas”, diz o sindicalista ao PÚBLICO.
“A participação das pessoas é necessária em todas as fases de protesto.”

A CGTP espera “muita gente” concentrada no Terreiro do Paço, no sábado, para “uma das maiores manifestações dos últimos anos”.
Segundo Armando Faria, as perspectivas são “bastante boas”.
Há autocarros da Intersindical a sair de vários pontos do país para a concentração que está marcada para as 15h na principal praça da capital.

A centralização do protesto é um aspecto que separa esta manifestação das de 15 de Setembro, que tiveram pessoas a sair à rua em cerca de 40 cidades.
Esta semana começou a circular na rede uma convocatória para manifestações em todo o país neste sábado, em vez do protesto único em Lisboa, o que causou mal-estar.
No blogue colectivo 5 Dias, a imagem foi replicada por Raquel Varela e a acção da historiadora foi prontamente condenada por vários autores daquela página.
O jornalista Nuno Ramos de Almeida, um dos subscritores do manifesto “Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!”, foi um deles.

“Infelizmente, há gente que prefere que as forças anti-troika se digladiem.
Normalmente, esses grupos ultra-minoritários têm como projecto derrotar os sindicatos e as forças de esquerda existentes.
Os seus inimigos não são o grande capital, a troika e os partidos que assinaram o memorando,
os seus verdadeiros adversários são o PCP, o BE e a CGTP.
Eu não dou para este peditório.
Por isso em vez de dividir vou juntar-me aos trabalhadores que se manifestam na concentração convocada para dia 29”, escreveu Ramos de Almeida.


De De austeritário à Ditadura ultraLiberal. a 27 de Setembro de 2012 às 09:37

O estado austeritário

(-por Sérgio Lavos, Arrastão)

Em Espanha e na Grécia as botas cardadas do austeritarismo são calçadas pela polícia, sendo cada vez mais evidente que a receita apenas conseguirá ser aplicada recorrendo-se à violência de Estado e distorcendo-se os valores democráticos
- nenhum povo pode aguentar durante muito tempo um alto nível de desemprego e o empobrecimento generalizado sem se revoltar.

*A foto mostra o responsável de um bar da área onde aconteceu a manifestação de ontem impedindo que a polícia entrasse atrás de manifestantes.
Votante do PP, indignou-se com o total descontrolo dos agentes.


De .InJustiça, desemprego, crime... a 26 de Setembro de 2012 às 11:55

Recuo TSU e derrapagens OE, metas e...decência
(-por AG , CausaNossa)

No Conselho Superior da Antena 1 de ontem http://www.rtp.pt/play/p296/e93654/conselho-superior
comentei uma e outra.
E insurgi-me contra a perigosa INJUSTIÇA de termos mais de metade dos DESEMPREGADOS já sem receber subsídio de desemprego, logo empurrados a "ir ROUBAR para a estrada".

Enquanto são PROTEGIDOS de investigações judiciais e poupados nos impostos BANQUEIROS como Ricardo Salgado e Ricciardi, do BES, apesar de identificados como RESPONSÁVEIS pela transferência de capitais para paraísos fiscais envolvendo, pelo menos, o CRIME de evasão fiscal.


Comentar post