4 comentários:
De .País entregue a BANDIDOS e a carteis. a 2 de Novembro de 2012 às 09:47

Um país entregue a bandidos

(-por Sérgio Lavos, Arrastão)

A ser verdade o que Daniel Deusdado escreve aqui*
[ http://www.jn.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=2860309&opiniao=Daniel%20Deusdado ],
temos então o país a ser governado de facto pela tríade Miguel Relvas/António Borges/Dias Loureiro.

E sabemos que tudo o que se está a passar na sombra apenas será revelado daqui a alguns anos - ou nunca será.
Das privatizações às futuras concessões depois da refundação, tudo passará pelos dedos sujos desta gente.
Dos interesses angolanos às empresas da rede de amigos de Relvas, passando pelos confrades maçónicos
e pelos escritórios de advogados que estão a ganhar milhões com a emissão de pareceres e o acompanhamento dos negócios do Governo (pelo lado do Estado e pelo lado dos privados), nada escapará, e

no final teremos um Estado a ser alimentado por impostos altíssimos a servir apenas alguns
e a contribuir para o aprofundamento das desigualdades sociais e da pobreza.

Não, este Governo não morreu, este Governo está mais vivo do que nunca. Subestima-o quem acha o contrário.
Porque os bandidos não têm honra nem ética, e só saem do poder se forem apeados à força.
Enquanto isso não acontece, vão tratando da sua vida e da dos seus.
Com o alto patrocínio de sua excelência Cavaco Silva, o pai espiritual desta canalha.
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A fraude da TDT

(-por Sérgio Lavos, Arrastão)

Uma das maiores fraudes recentes e um excelente exemplo de como funcionam as coisas em Portugal foi denunciada por um investigador da Universidade do Minho.
O processo de implementação da TDT foi, na prática, a transformação de um serviço gratuito acessível a todos - os quatro canais em sinal aberto - num serviço a que apenas quem pagou teve acesso.
Quem ganhou mais?
A PT, que no final angariou mais 715 mil clientes para o serviço MEO, a maioria vivendo em regiões onde o sinal da TDT não chega.
Quem perdeu?
O país, claro, e sobretudo os mais pobres.
Basta comparar a TDT que temos com a que existe em Espanha e em Inglaterra - dezenas de canais são oferecidos gratuitamente nestes países.

Esta fraude mostra também como funciona o mercado "livre" em Portugal:
um regime que favorece a concentração monopolista e corporativa e no qual os reguladores são sequestrados por interesses mais ou menos obscuros favorecidos pelo Estado.

Foi assim na TDT, como é nos combustíveis, na energia, nas telecomunicações e na Internet.

No final, quem paga somos nós:
o preço dos combustíveis é dos mais elevados do mundo, antes e depois dos impostos,
os preços da electricidade também
e as telecomunicações e os serviços de Internet são dos mais caros e com pior qualidade da OCDE.
Estamos todos de parabéns.

(Claro que quem detém os quase-monopólios não gosta de ver os seus esquemas denunciados.
O investigador vai ser processado pela PT.)

tags: corrupção, crime organizado


De .o "Polvo Laranja" das negociatas crimin a 2 de Novembro de 2012 às 16:27
O POLVO LARANJA... e O CLAN DUARTE LIMA

Lá diz o povo, a verdade é como o azeite. Acaba sempre por vir à tona.

"O POLVO" E A "OPERAÇÃO FACE OCULTA" COM RABO DE FORA

1- A partir de 2008, aproveitando a crise nos Estados Unidos, que se estendeu rapidamente a toda a Europa, de imediato torna-se evidente que a operação "Face Oculta" foi redirecionada pela investigação e pelos Media para passar a visar principalmente Sócrates, ainda por cima a liderar um governo minoritário. Era preciso derrubar Sócrates e mudar de governo, porque havia gigantescos interesses em jogo e, em particular, o caso BPN prometia dar cabo do PSD.

2. Das fraudes do BPN ignora-se ainda hoje a maior parte.
Trata-se de uma torrente de lama inesgotável, que todos os nossos Media evitam tocar.

3. O agora falado caso IPO/Duarte Lima, de que Isaltino também foi uma peça fulcral, nem foi sequer abordado durante o Inquérito Parlamentar sobre o BPN , inquérito a que o PSD se opôs então com unhas e dentes, como é sabido.

A táctica então escolhida pelo polvo laranja, foi desencadear um inquérito parlamentar paralelo, para averiguar se Sócrates estava ou não a «asfixiar» a comunicação social ! Mais uma vez, uma produção de ruído para abafar o caso BPN e desviar as atenções.

4. Mas é interessante examinar como é que o negócio IPO/Lima foi por água abaixo.

5. Enquanto Lima filho, Raposo e Cia. criavam um fundo com dezenas de milhões, amigavelmente cedidos pelo BPN de Oliveira e Costa, Isaltino pressionava o governo para deslocar o IPO para uns terrenos de Barcarena, concelho de Oeiras. Isaltino comprometia-se a comprar os terrenos (aos Limas e Raposo, como sabemos hoje) com dinheiro da autarquia e a «cedê-los generosamente» ao Estado para lá construir o IPO.
Fazia muito jeito que fosse o município de Oeiras a comprar os terrenos e não o ministério da Saúde, porque assim o preço podia ser ajustado entre os amigos vendedores e compradores, quiçá com umas comissões a transferir para a Suíça.

6. Duarte Lima tinha sido vogal da comissão de ética (!) do IPO entre 2002 e 2005, estava bem dentro de todos os assuntos e tinha óptimas relações para propiciar o negócio. Além disso, construiu a imagem de homem que venceu o cancro, história lacrimosa com que apagava misérias anteriores. O filho e o companheiro do PSD Vítor Raposo eram os escolhidos para dar o nome, pois ao Lima pai não convinha que o seu nome figurasse como interessado no negócio.

7. Em Junho de 2007 Isaltino dizia ainda que as negociações para a compra dos terrenos em causa estavam "em fase de conclusão" (só não disse nunca foi a quem os ia comprar, claro). E pressionava o ministro da Saúde: "Se se der uma mudança de opinião do governo, o cancelamento do projecto não será da responsabilidade do município de Oeiras."

8. Como assim, "mudança de opinião do governo"?

9. Na verdade, Correia de Campos apenas dissera à Lusa que o governo encarava a transferência do IPO para fora da Praça de Espanha e que estava a procurar um terreno, em Lisboa ou fora da cidade, para esse efeito.
Nenhuma decisão tinha sido tomada, nem nunca o seria antes das eleições para a Câmara de Lisboa, que iam realizar-se pouco depois, em Julho de 2007.

10. No decorrer do ano de 2007, porém, a Câmara de Lisboa, cuja presidência foi conquistada por António Costa, anunciou que ia disponibilizar um terreno municipal para a construção do novo IPO no Parque da Bela Vista Sul, em Chelas, Lisboa. Foi assim que se lixou o projeto Lima-Isaltino: o ministro Correia de Campos não cedeu às pressões de Isaltino e a nova Câmara de Lisboa pretendia que o IPO se mantivesse em Lisboa. Com Santana à frente da autarquia e um ministro da Saúde do PSD teria tudo sido muito diferente. E os Limas e Raposos não teriam hoje as chatices que se sabe. E Duarte Lima até talvez já tivesse uma estátua no Parque dos Poetas do amigo Isaltino.

11. ...


De .. a 2 de Novembro de 2012 às 16:33

O POLVO LARANJA
...
...
11. Sabemos como, alguns meses depois deste desfecho, o ministro Correia de Campos foi atacado por Cavaco no discurso presidencial de Ano Novo, em 1 de Janeiro de 2008. Desgostado com as críticas malignas do vingativo Presidente, Correia de Campos pediu a sua demissão ainda nesse mês.

Não sabemos o que terá levado Cavaco a visar dessa maneira um ministro do governo Sócrates, por sinal um dos mais competentes.
Que Cavaco queria a pele de Correia de Campos, foi bem visível.
Ele foi a causa do fracasso do projecto do IPO/Oeiras e dos prejuízos causados ao clan do seu amigo Duarte Lima e ao polvo laranja (ª).
É bem possível que essa tenha sido a razão.

(ª) - é bom que se entenda que o polvo laranja tem o seu pai no Senhor Silva, hoje PR, o grande responsável pelo polvo e pela enormidade das desigualdades sociais existentes, que nos envergonham, que nunca falou sobre o BPN.
O lodo que envolve este senhor é bem maior !!!
Oxalá Portugal fosse uma França !!!

Este é apenas um dos muitos tentáculos deste monstruoso polvo que controla os sectores chave da alta finança, economia e, claro, a Comunicação social. Ele está lá!

Perceberam agora porque é que José Sócrates era um inimigo a abater e porque querem vender a privados a RTP e porque Cavaco, há ano e meio (ainda no governo de Sócrates) respondeu a um jornalista que os portugueses não suportavam mais austeridade
e com este governo, que não tem feito outra coisa a não ser aplicar austeridade sobre austeridade e está a minar os alicerces da democracia, que não respeita a Constituição, nada diz?

Também é certo que nenhum jornalista ainda o questionou sobre isso, mas seria muito oportuno que o mesmo jornalista ou outro, o fizesse.
Isto é uma democracia ou um governo de salazaristas travestidos de democratas?

MAS SE QUERES REVERTER ESTA SITUAÇÃO E VER A JUSTIÇA SENDO FEITA PELA FORÇA DOS CIDADÃOS, ENTÃO REPASSA PARA TODOS OS TEUS CONTACTOS SEM RECEIO DO QUE POSSAM VIR A PENSAR DE TI.

Ajuda-os a serem CIDADÃOS, despertando a sua consciência.

ISTO NÃO PODE CONTINUAR NAS GARRAS DO POLVO QUE TEM DE SER ESTRIPADO DE VEZ DA NOSSA SOCIEDADE!!!


De Agiotas e exploradores na UE. a 2 de Novembro de 2012 às 09:25
Há país explorador ou não?

Portugal e a Alemanha são países membros da UE, ditos de pleno direito. Com uma moeda comum, o euro.

Quem recolhe os benefícios desta situação?

Comparem-se as taxas de juro e logo as dúvidas desaparecem.

Na realidade, estes dois países membros não usufruem das mesmas condições no acesso ao crédito quando dele precisam.

Efectivamente um funciona como explorador e outro de explorado. É esta a realidade pura e dura.
Veja-se o exemplo do resgate.
Emprestam a Portugal 78 mil milhões de euros e de juros cobram uma maquia equivalente a cerca de metade. Insisto só de juros.

Etiquetas: Alemanha, comparação, Países membros, Portugal


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