8 comentários:
De .Min./Comand/provoc/... vs gr.GREVE a 15 de Novembro de 2012 às 10:26

O que a violência não pode esconder

(-por Daniel Oliveira)
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Não, o comportamento de alguns desordeiros não pode, num Estado de Direito, permitir que a polícia se comporte, ela própria, como desordeira.
O crime de uns não permite um comportamento criminoso das forças policiais.

O ministro da Administração Interna garantiu que, ao contrário do que foi escrito em vários órgãos de informação, não havia agentes infiltrados na manifestação, a promover os desacatos para excitar os mais excitáveis e justificar esta intervenção.
Fico-me por aqui:
sei o que vi antes de me vir embora.
E os agentes infiltrados começam a ser cada vez mais fáceis de identificar.
Já uma vez o ministro desmentiu uma notícia semelhante que depois ficou provada.
Espero que outros tenham conseguido recolher imagens que mostrem alguns dos que, no meio da multidão, vão semeando a confusão.

No dia 15 de Setembro elogiei o comportamento das forças policiais. Quando querem evitar o confronto sabem bem como o fazer. Isolando os provocadores e garantindo o direito à manifestação da maioria pacifica.
Quando as ordens parecem ser diferentes é fácil contribuir para a violência. Foi o que aconteceu ontem.
Uns tantos idiotas de cara tapada e as ordens certas vindas de cima chegam para garantir que uma greve geral com mais adesão do que o esperado pelo governo morra nos telejornais.

Escrito tudo isto, volto ao que é importante:
a greve geral de ontem foi uma das maiores da nossa história.

E nem os que procuram nas manifestações a excitação que outros encontram nas claques de futebol conseguem esconder isso.
E nem a violência indiscriminada que o ministro da Administração Interna mandou espalhar por meia cidade de Lisboa o pode fazer ignorar.
Na televisões, foi a brutalidade de uns e de outros que ganhou.
Mas o dia de ontem foi bem mais do que isso:
foi uma prova de coragem.
Os portugueses estão de parabéns.


De Dividir, bater e amedrontar p. reinar. a 15 de Novembro de 2012 às 14:53
Há dinheiro para dar cacetada nas cigarras

«No debate na especialidade do Orçamento do Estado (OE) para 2013 da administração interna, a decorrer no parlamento, Miguel Macedo adiantou que a PSP vai receber no próximo ano 796.9 milhões de euros, mais 13,2 por cento do que em 2012, a GNR 937.9 milhões de euros, mais 9,9 por cento.

Por sua vez, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que este ano recebeu 85 milhões de euros, vai auferir 84.1 milhões em 2013.»
[DE]
Parecer do Jumento:

Parece que para este governo a grande prioridade é que nada falte às forças repressivas.


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