Isto é Guerra !!: económico-financeira contra a Democracia e os Trabalhadores

Querem dominar a Europa uma vez mais (agora com outras armas: o Euro, os políticos do Conselho e da Comissão Europeia, a banca, ... e a austeridade ultra-liberal).

 
 Vejam este vídeo e oiçam/leiam com muita atenção este conferencista e cientista alemão, o dr. Rath e o seu apelo. Todos temos de tomar muito a sério as suas palavras, porque o problema não é apenas nacional nem europeu, como sabemos. É mundial, global !!  Trata-se de uma "guerra" que as populações estão a travar com o poder económico-financeiro e, se a perderem, acabarão por ser escravizadas!, serão párias sem direitos Humanos e de Cidadania, Liberdade, Trabalho, ... sub-vivendo em Estados fantoches ditatoriais !!

 

Apela-se aos cidadãos para não serem indiferentes, para que se unam e lutem contra os carteis  globais e acima da Lei  que já dominam e querem escravizar o Cidadão, o Estado, a Europa e o Mundo (sendo este poder global apoiado por marionetas 'nacionais' e sectoriais, como a  'imperatriz' Merkel e outros governantes, deputados, administradores, TVs, jornais, comentadores, ... comprados/ corruptos).   São os carteis da alta finança, das farmacêuticas, do petróleo, do automóvel, dos mídia, ... que querem controlar todos os recursos desde a água e a terra até ao nosso corpo e razão.


À rua, Cidadãos !  Formai vossos batalhões !!



Publicado por Xa2 às 23:50 de 13.11.12 | link do post | comentar |

9 comentários:
De .Não a produtos Alemães !! a 15 de Novembro de 2012 às 16:57
Vamos boicotar bens e produtos alemães !
Compre bens e serviços portugueses ou, em segunda escolha, de outros países que não da Alemanha ou da China, ...


De Nuno de Noronha a 15 de Novembro de 2012 às 15:23
Como a Alemanha tira proveito da crise
A história vem na imprensa alemã e mostra como a Volkswagen, uma das gigantes do setor automóvel, está a ganhar com a crise financeira. A personagem principal é um italiano, mas também há um português pelo meio que optou por renovar a frota de Clios por Polos. E no final é a Alemanha quem ganha.
Giuseppe Surce, um vendedor de tabaco de Florença, queria comprar um carro novo que não consumisse muito combustível, nem fosse caro, e por isso optou por procurar um carro de gama baixa. Tinha em vista um Fiat 500, mas acabou por comprar um Volkswagen Up.

O que pesou na balança da escolha? A taxa de juros a seis por cento que a Fiat lhe propôs era alta demais para a liquidação orçamental do vendedor de tabaco. A Volkswagen (VW) propôs-lhe o modelo "Up", com mais extras, como um dispositivo de navegação GPS com um preço similar. A diferença estava na taxa de juro: zero por cento.
“Eu analisei as propostas de financiamento e depois escolhi o UP”, diz Surce, citado pela edição alemã do Wall Street Journal. “O Fiat 500 custava mais e é menos valioso no mercado”, justificou.

A história explica de forma clara o que se está a passar de forma generalizada no mercado automóvel europeu. Enquanto as vendas dos fabricantes Fiat, Opel ou Peugeot-Citröen afundam significativamente, a VW aproveita para expandir a sua quota de mercado. A sua arma é simples e economicamente legítima: empréstimos com juros reduzidos.
Números
Com as campanhas acesas de financiamento a baixo custo, a Volkswagen já aumentou entre 20 a 25 por cento a sua quota de mercado na Europa Ocidental desde a eclosão da crise da dívida, em finais de 2009. A justificação é simples: os custos de financiamento da Volkswagen no mercado de títulos é um terço mais baixo do que o que os concorrentes como a Fiat ou Renault pagam pela emissão de obrigações.
O problema da desigualdade do sistema financeiro está, precisamente, naquilo que tem sido discutido e proposto por Hollande e também defendido por Angela Merkel: taxas de juro semelhantes dentro da zona Euro e com isto a unificação do sistema bancário para resgatar o atual sistema financeiro.
Para os países do sul, a realidade atual torna ainda mais difícil a manutenção ou o regresso à competitividade no mercado conjunto com os países do Norte.
Questão estrangeira
A Alemanha tem sido mais procurada por investidores estrangeiros que ambicionam mercados mais estáveis, onde as taxas de juros são mais baixas e os negócios mais promissores. Ainda há duas semanas, um estudo do Banco Central Europeu mostrou que o desejo dos bancos em comprar títulos da dívida de países em crise ainda não mudou a fragmentação do sistema financeiro europeu. As empresas de Espanha, Itália e Portugal continuam a ter de pagar taxas de juro muito altas pelos seus empréstimos.
Mesmo a VW, que detém marcas como a Porsche, Skoda e Audi, não está imune à crise. Com efeitos menos perversos, a marca viu as suas vendas estabilizadas até outubro, apesar de na zona euro terem caído 6 por cento. Mas os empréstimos mais baratos propostos pela marca alemã afastam os compradores dos outros concorrentes do setor automóvel, que têm caído a dois dígitos no resto da europa. Ainda recentemente, a Ford anunciou o encerramento de três unidades de produção na Bélgica e Reino Unido. O mesmo se passou com a Renault e com a Opel que anunciaram o encerramento das unidades em Vilvorde e Anvers, ambas na Bélgica.
Empréstimos
Na Feira Automóvel de Paris, escreve a versão alemã do Wall Street Journal, foi possível ver as diferentes entre o preço de um Clio e de um Polo. Enquanto o Polo estava a ser vendido com um financiamento de 1,9%, a Renault e a Fiat praticavam juros para carros da mesma classe que variavam entre os 5,9 e os 6,7%. Alguma propostas de financiamento da Peugeot chegavam mesmo a atingir os 11,6 de juros.
"Se os nossos benefícios financeiros são um benefício para nós? Sim, isso é uma vantagem que nós usamos", admitiu o diretor de vendas da VW, Christian Klingler, citado pelo mesmo jornal.
Mas a força da VW não se vê apenas junto dos clientes privados. Mesmo no mercado das empresas de aluguer de carros, que nalguns países representa 50 a 60 por cento do total das vendas, as frotas automóveis são cada vez mais "alemãs".


De . políticos/ Economerdistas avençados... a 15 de Novembro de 2012 às 16:40
O POVO VIVEU ACIMA DAS SUAS POSSIBILIDADES ?!!? !! ?

Não me fecundem... porque f-d-do ando eu!

Zé do Tijolo resolveu fazer uma vivenda . Com as poupanças de uma vida
de trabalho e uns dinheiritos que recebeu da herança dos seus sogros
satisfez o sonho compartilhado com a mulher.

Pagou 23 % de IVA sobre os materiais , pagou as certidões das Finanças
e da Conservatória , pagou o Imposto de Transacções , pagou o imposto
de selo , pagou a Escritura e respectivo registo, pagou a ligação da
água e da electricidade , pagou à Câmara as licenças, etc. etc. etc.

Apesar de ter perdido tanto tempo para pagar todos estes impostos ao
Estado e de ter de pagar ainda durante toda a vida uma renda chamada
IMI ,ficou de sorriso rasgado ao olhar para a sua bela casinha. O seu
esforço , os muitos sacríficios e privações tinham valido a pena :
tinha um teto a que podia chamar seu...

Qual não é o seu espanto quando houve um comentador de economia na TV,
sujeito engravatado e bem falante, dizer o seguinte :

- o país está nesta grave crise porque os portugueses gastaram demais
, construíram demasiadas moradias, por isso os sacrifícios impostos
pela Troika , blá, blá, blá...

Zé do Tijolo sentiu-se um Zé do Calhau ! Sempre tinha pensado que
tinha feito a sua casinha com o seu próprio dinheiro e nem um tostão
tinha pedido ao Estado ! Era tão idiota , tão imbecil que chegara
mesmo a pensar , dada a enorme panóplia de impostos que tinha
liquidado ao Estado, que esse mesmo Estado devia estar agradecido pela
sua contribuição.

Este importante catedrático de economia veio-lhe abrir os olhos.
Afinal o dinheiro que tinha penosamente poupado ao longo da vida não
era seu...nem o dinheiro da herançazita ...porque se fosse realmente
seu como poderia ser responsável pela crise do país ? Zé do Tijolo
sentiu uma enorme vergonha e remorso por ter feito o imóbil e ter
dado trabalho e dinheiro a ganhar a tantas artes, provocando , segundo
a tal sumidade catedrática , a bancarrota do seu país adorado.

O sorriso rasgado do Zé do Tijolo transformou-se num esgar : era
ladrão... tinha roubado a pátria lusa e vivido acima das suas
possibilidades...!?!?





O Manel Fangio vestiu-se com primor . Pegou no filho de 18 meses ao
colo e acompanhado da mulher dirigiu-se ao Stand no centro da cidade.
Ia ansioso e não via a hora de sentar o seu fiofó naquele sonhado
Renault Clio prateado . Deu um longo suspiro de satisfação. Não mais
teria que conduzir a velha e ruidosa motorizada , com a proa empinada
pelo peso dos nadegueiros roliços da companheira grávida , obrigando-o
a um equilibrismo de artista circense. O pior era o inverno , chuva e
gelo , quando tinha de levar e trazer o rebento do infantário .
Cortava-lhe o coração sujeitar o filho a tais condições e tremia de
medo só de imaginar um acidente, que andava sempre à espreita . Águas
passadas : agora tinha um popó que poderia chamar seu. Bem , não era
mesmo seu porque pedira emprestado ao banco uma parte do dinheiro e só
após 48 prestações mensais poderia ficar registado como sua
propriedade.

Manel Fangio , assinou ansioso os documentos : o ISV , o IVA , o IUC
, o seguro e o registo provisório...

Agora era rodar a chave , parar na estação se serviço e abastecer de
combustível . Ufa ! Achou caro : o funcionário argumentou que sobre o
preço do litro incidia um imposto para o Estado de 58 %, repartido
pelo ISP e IVA.

Bem...não havia nada a fazer : era pagar e "não bufar" porque se
bufasse estava sujeito a acelerar a evaporação do precioso líquido.
Apanhou a SCUT e escutou nos pórticos um piar . Não , não era o
chilrear de uma ave a repousar do vôo. Era a electrónica a zelar pelo
erário público...

Enfim, chegou a casa. Ligou a "caixa que mudou o mundo" e escuta o
perorar papagueado de um anafado comentador político , que dizia :

- o país está na bancarrota porque o povo viveu acima das suas
possibilidades reais , compraram-se muitas viaturas , agora é preciso
pagar a factura e aceitar a austeridade , blá , blá , blá...

Manel Fangio escorregou do sofá ...


De .políticos/ Economerdistas avençados... a 15 de Novembro de 2012 às 16:42
O POVO VIVEU ACIMA DAS SUAS POSSIBILIDADES ?!! ?!!
... ...
Manel Fangio escorregou do sofá . Tinha, de facto , pedido dinheiro ao
banco para pagar o automóvel , tinha pago do seu bolso todos os
impostos inerentes ao Estado , nunca lhe passou pela "cachimónia" ,nem
se lembrava, de ter pedido dinheiro ao dito Estado para comprar o
veículo !!! Como poderia ser responsável pela crise do país ?

Bem...este lustroso político , licenciado em economia ainda muito
jovem , com apenas 37 anos , possuidor de uma retórica invejável não
podia estar enganado...era um doutor...

O sorriso de satisfação do Manel Fangio murchou: era um
corrécio...tinha esbulhado a ditosa pátria muito amada , levando com o
seu escandaloso dislate rodoviário o país à ruptura financeira...

Os pecados implicam penitências. Manel Fangio e sua família ,
incluindo o rebento e o que estava para rebentar , teriam que pagar
durante décadas e com "língua de palmo" pelo crime da exuberância de
ter passado da motorizada para o Clio.





como sou burro...

como sou jumento...

como sou asno...

como sou solípede...

como sou cavalgadura...

como sou asinino..

como sou jegue...

como sou azémola...

como sou alimária...

como sou tudo isso e muito mais...

e com a jeriquisse crónica de que sou feliz portador ou contemplado, pergunto :



O Zé do Tijolo e o Manel Fangio pediram algum dinheiro ao Estado ?

Viveram acima das suas possibilidades ou viveram com as suas possibilidades ?

Como podem ser criticados ou responsabilizados pelos médias (
apetecia-me dizer merdas...) pela crise que o país atravessa ?

O dinheiro não era deles ? e não podiam fazer com o seu dinheiro o que
muito bem desejassem ?

Não pagaram, para além disso , uma imensidade de impostos ?
-----------------
Em resumo: quando vejo os economistas residentes e afins ,a justificar
a austeridade com o argumento de que o povo foi despesista ( para
branquear a corrupção endémica dos políticos )

apetece-me mandá-los apanhar no subilatório...e só não mando porque
não quero matar alguns com mimos...

Pensem nisto e deixem de me fecundar...porque f-d-do ando eu... !!


De Izanagi a 17 de Novembro de 2012 às 01:22
Centremo-nos apenas na compra do carro do vendedor de Tabaco de Florença.
O mesmo tinha duas opções aparentemente equivalentes, mas só aparentemente, já que de o modelo da Volkswagen propôs-lhe por um preço similar, mais um conjunto de extras, valorizando com as mesmas o carro. Significava isto, que mesmo que as condições de pagamento fossem similares, ou seja, de juro % para ambas as marcas, muito provavelmente a escolha cairia no Volkswagen.
Então talvez a questão deva ser colocada a montante: porque razão, a FIAT, com salários inferiores aos salários dos operários alemães, produz carros idênticos a preços semelhantes? Talvez esteja aqui a razão principal do problema, porque se o preço fosse inferior, provavelmente a taxa de juro na compra não fosse um óbice tão relevante. Também não deixa de ser estranho que uma instituição que paga para se financiar, empreste a custo zero, ou o que aconteceu é que foi a Volkswagen que suportava o financiamento a esse custo, o que objetivamente reduz o valor da venda.
Com isto não quero dizer que a Banca não sejam na sua generalidade, usurária, mas fá-lo com a permissão dos bancos auditores, cujos administradores são indicados pelos governos, como foi o caso de Vitor Constâncio, que pela negligente (? terá sido apenas negligência) gestão, teve um prémio. Lembro que os Governos são eleitos pelos cidadãos
Em última instância, pode afirmar-se com propriedade que os Bancos usurários têm o aval da


De Izanagi a 17 de Novembro de 2012 às 01:25
da maioria dos cidadãos.


De . Acordai ... Levantem-se ! a 15 de Novembro de 2012 às 09:44
Elogio da Dialéctica

A injustiça avança hoje a passo firme
Os tiranos fazem planos para dez mil anos
O poder apregoa: as coisas continuarão a ser como são
Nenhuma voz além da dos que mandam
E em todos os mercados proclama a exploração;
isto é apenas o meu começo

Mas entre os oprimidos muitos há que agora dizem
Aquilo que nós queremos nunca mais o alcançaremos

Quem ainda está vivo não diga: nunca
O que é seguro não é seguro
As coisas não continuarão a ser como são
Depois de falarem os dominantes
Falarão os dominados
Quem pois ousa dizer: nunca
De quem depende que a opressão prossiga? De nós
De quem depende que ela acabe? Também de nós
O que é esmagado que se levante!
O que está perdido, lute!
O que sabe ao que se chegou, que há aí que o retenha
E nunca será: ainda hoje
Porque os vencidos de hoje são os vencedores de amanhã.

Bertolt Brecht
(-por João Rodrigues , Ladrões de B.)


De Guerra? a 14 de Novembro de 2012 às 18:15
Farmai VOSSOS batalhões!!"
Ide andando que eu depois vou lá ter. como diz a canção dos Diolinda.
Não será tão cedo que os desempregados e reformados saem , com convicção e vontade de lutar, à rua. O sofá continua a ser mais acolhedor, pois claro!


De Estou farto deles... a 14 de Novembro de 2012 às 14:39
Os políticos nunca conseguirão resolver esta crise.
Simplesmente porque eles fazem parte do problema e não da solução.


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