10 comentários:
De ASSEPSIA a 29 de Novembro de 2012 às 16:01
ASSEPSIA EM SINGAPURA...
"UM RADICALISMO PARA REFLEXÃO... OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS ???

O Sr. Lee Kuan Yew assumiu com mão de ferro o comando do país e, em seis meses, dos cerca de 500 mil presidiários sobraram somente 50. Todos os outros, criminosos confessos, foram fuzilados.

Todo o homem público (político, polícia, etc.) corrupto foi fuzilado, pois existiam muitas provas contra eles.

Todos os empresários ladrões foram fuzilados ou fugiram rapidamente do país.

Aquela multidão de drogados que ficavam a dormir nas ruas, fugiram desesperados para a Malásia, para não terem que trabalhar ou seriam fuzilados.

Havia uma mensagem de televisão onde o novo governo avisava que o país estava com cancro e que a única solução era extirpá-lo, tipo "se algum parente seu foi extirpado, compreenda, ele era um cancro para a nação".

Depois de ter feito toda a limpeza no país, reorganizado o sistema político, judiciário e penal, esse militar convocou eleições directas e candidatou-se a presidente.

Venceu as eleições com 100% dos votos.

Hoje, Singapura é um dos países mais seguros do mundo. E um dos mais desenvolvidos, e mais seguros que os Estados Unidos, Inglaterra, ou Israel.

Já no avião, a ficha de desembarque tem um "DEAD" (morte) bem grande em vermelho e a explicação da penalidade sobre o porte de drogas. Qualquer droga.

Com cocaína encontrada, o sujeito ou é sumariamente fuzilado, ou é condenado a prisão perpétua com trabalhos forçados.

Um surfista brasileiro tentou entrar em Singapura com uma prancha de surf recheada de cocaína. É óbvio que ele determinou a sua própria morte. E a mãe do jovem traficante apareceu na TV pedindo para o Lula interceder pelo filho. Não adiantou nada. Nem mãe, nem Lula, nem protestos evitaram o cumprimento da lei.

Nos hoteis, os "Guias da Cidade" têm uma página explicando que a polícia de Singapura garante a integridade física de qualquer mulher 24 horas por dia (isso porque na antiga Singapura, sem lei e sem ordem, as mulheres que saíam
sozinhas eram estupradas e ou mortas) O chiclete é proibido em Singapura, pelo simples fato de que, se atirado ao chão suja os passeios da cidade. Distribuir panfletos, impossível; só pode ser feito em lojas e não devem ser entregues pessoalmente; as pessoas que quiserem tiram-nos da prateleira onde estão. Atirar para o chão dá multa cara.

Há dois anos, a secretária local de um amigo, que estava a fazer um trabalho por lá, foi seguida pela polícia desde a sua casa até ao trabalho. Quando chegou ao trabalho ligou o pisca do carro para entrar no prédio e a polícia fez-lhe sinal para que parasse. Um dos polícias veio até à janela do seu carro e disse-lhe: "Como a Sra. sabe, estamos a fazer uma campanha de civilidade no trânsito, multando os infractores e dando bónus a quem conduz correctamente e a Sra., em todo o trajeto da sua casa até aqui, não cometeu nenhuma infracção. Parabéns! Aqui está um cheque de 100 dólares singapurianos (equivalente a cerca de 300,00
euros), queira assinar o recibo, por favor.

Pois é, pelos vistos há SOLUÇÕES !!! Mas que a população diminuiria muito , não tenha dúvidas !!!


De Zé T. a 4 de Dezembro de 2012 às 20:28
Singapura, teoricamente é uma democracia, mas no Parlamento só há meia dúzia de lugares para os partidos da oposição (cerca de um por cento) e se estes deputados falam um pouco mais livremente ou criticam o governo ou o presidente vão de imediato para a cadeia. !!

Liberdade e Democracia são limitadas e musculadas...
e existe uma forte participação do Estado na economia (monopólios ou quase nos sectores chave), na cultura, ensino, saúde, segurança social, habitação, transportes, redes e abastecimentos de energia, água, telecomunicações, TV , ...

Há meia dúzia de famílias ricas (ligadas ao poder/ presidente), há uma enorme classe média (...) e pobres não se encontram.


De Zé da Burra o Alentejano a 28 de Novembro de 2012 às 14:11
Eis o meu comentário sobre o assunto que não aparece nas pesquisas:
Por ora existe um orçamento aprovado e é credível que venha a ser aplicado na íntegra, porque: 1º) O Presidente da República se identifica perfeitamente com ele, apesar das poucas críticas que por vezes tem feito a algumas políticas do governo, que é do seu partido e da maioria que apoiou a sua reeleição; 2º) O Tribunal Constitucional como é escolhido pela Assembleia da República acaba sempre por refletir o equilíbrio de forças ali existente, o que condiciona à partida a reprovação das decisões daquele orgão de soberania. Assim, apesar dos grassos atropelos constitucionais do orçamento, O TC não deverá chegar a apreciá-lo; mas se o fizér acabará por aceitá-lo com mais ou menos críticas, à semelhança do que fez em 2012.

Os partidos deste governo serão inevitavelmente punidos na consulta popular das próximas eleições governamentais e o CDS correrá então o risco de se sumir do espetro político português se entretanto não se demarcar do atual governo de Passos Coelho. Tal deverá acontecer quando os dirigentes do CDS/PP julgarem ser oportuno, mas uma coisa é certa, no ano anterior ao fim da legislatura, portanto em 2014, aquele partido não poderá votar favoravelmente o orçamento de 2015 e já deverá ter deixado a coligação, mas isso poderá ocorrer até mais cedo. O CDS poderá começar a afastar-se estratégicamente do governo logo a partir do primeiro trimestre do próximo ano. Se assim for, o governo acabará por cair antes do verão, o PS deverá suceder-lhe no poder e o orçamento seguinte (na mesma linha do atual) será aprovado pelo PS, que, se não tiver maioria absoluta, deverá contar com a abstenção do PSD e do CDS. O voto de um deles só será necessário se o PS não conseguir ter mais deputados que a ESQUERDA toda junta (desta ESQUERDA excluo óbviamente o PS).


De Estou farto deles... a 28 de Novembro de 2012 às 18:47
O PS só não está interessado em derrubar o governo porque está todo borradinho de medo de vir a substituílos no poleiro. E como diz o compadre Zé, iriam aprovar um orçamento idêntico a este ou até mais miserável ainda... porque o PS e o PSD são gémeos idênticos da mesma mãe e de pai incógnito. Só foram separados à nascença porque assim convinha aos progenitores para alternarem no mundinho da raquítica social democracia porteguesinha...
Por isso é que só são bons no parlapié quando estão na oposição e tão maus na ação quando estão no poder.
E pelo que ultimamente se tem visto ou ouvido, até no parlápié estão fraquinhos, fraquinhos... então envaginem que se estão tão mal como opisição a desgraça que seria se os Zés Portugueses os puserem outra vez no galinheiro.


De Fazer o quê, além do blablabá? a 28 de Novembro de 2012 às 19:04
Bons comentários! e depois? como, bem pergunta o zé P.
Para substituir essa corja de maus políticos constituímo-nos em movimentos de vizinhos?
Criamos associações de espoliados contribuintes?
Criamos novas agremiações politicas?
Ao que me parece continuaremos a botar bujardas e recriminações boca fora mas não passamos disso e conviria que deitássemos mãos a alguma forma de materializar algo de diferente, não acham?


De Estou farto deles... a 29 de Novembro de 2012 às 14:42
Só não respondo ao que se podia (devia?) fazer... porque é «pecado»!
Mas que servia para abanar estes merdalecos da política que nunca trabalharam na vida... estes sem curriculo académico ou profissional que nos «governam» ou melhor que se governam dizendo que nos estaão a governar... Estes profissionais da plitica portuguesa, estes sim é que são os do «blá-blá» que refere.
Poeque muitas vezes a solução podia passar por alguém com tomates para «pecar» em nosso nome...


De Zé da Burra o Alentejano a 29 de Novembro de 2012 às 17:27
Os portugueses deveriam ter já aberto os olhos pois estes partidos PS-PSD-CDS já nos (des)governam há muitos anos. Porque não experimentar outra coisa? Nem todos os economistas defendem esta cura. Reparem por exemplo no caso da Islândia ou até dos gregos que têm resistido à agressão de que têm sido vítimas tal como os portugueses. Agora, vão - e muito - bem ver a sua dívida reduzida pela 2.ª vez e também reduzidos os juros a pagar. Portugal nada tem feito para se opor ao roubo de que temos sido vítimas, mas talvez venha agora a beneficiar um pouco da resistência grega e ver também os seus juros baixar na chamada ajuda que está a receber. Os portugueses foram vítimas porque foram enganados pelo BCE , pois todos nós julgávamos que numa situação como esta houvesse real solidariedade da UE e isso só teria acontecido se tivessem sido imediatamente criados os "títulos de dívida europeia - EUROBONDS ". Tal não aconteceu: ofereceram-nos empréstimos a baixos juros, retiraram-nos a nossa capacidade produtiva e quando os mercados monetários se aperceberam desse facto abandonaram-nos à nossa sorte. MUITA CULPA TEVE A UE.


De Zé da Burra o Alentejano a 29 de Novembro de 2012 às 17:33
Quero explicar melhor o final do meu raciocínio:
.....................
Tal não aconteceu: ofereceram-nos empréstimos a baixos juros, retiraram-nos a nossa capacidade produtiva e quando os mercados monetários se aperceberam desse facto, baixaram-nos o rating (subindo os juros dos novos empréstimos) e os parceiros da UE abandonaram-nos à nossa sorte. MUITA CULPA TEVE A UE.


De Estou farto deles... a 30 de Novembro de 2012 às 09:53
Eu isso entendo. E concordo., pois é tão evidente e cerinho que não sofre constatação. E depois? De que serve saber que se está «canceroso» e como se «apanhou» o cancro? O negócio da «UE» sempre
foi o negócio de uns poucos para comer à conta de outros... Acham mesmo que quem nos criou a «doença» está interessado na cura? É que são os mesmos que detêm os «fármacos» que agora nos receitam para tratamento da doença. Mas são fármacos que não «curam» só prolongam a agonia porque o negócio é «vender» a ajuda medacamentosa.
E sabem que ainda temos que agradecer a «ajuda»? Ou como se diz agora: ser bons alunos?
Estamos mesmo feitos ao bife ou melhor à isca!


De Zé da Burra o Alentejano a 30 de Novembro de 2012 às 11:45
Resta-nos um TRISTE consolo: Depois dos gregos, de nós, dos espanhóis, todos os países da UE irão cair no "esgoto". Convido-os a ler um comentário meu intitulado "GLOBALIZAÇÃO SELVAGEM". A civilização ocidental está chegando ao seu final!


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