De .Dependentes, sabujos e Nepotismo. a 6 de Dezembro de 2012 às 12:44


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H.M. :
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Dois terços dos dirigentes (PCP e outros partidos...) dependem, na sua vida pessoal, do próprio partido, da sua liderança.
Não têm, pois, autonomia pessoal. Ali não há pluralidade de interesses nem diversidade de vidas. 66,6% dos dirigentes têm vidas semelhantes uniformizadas.
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E o mais preocupante é que a generalidade dos outros partidos lhe seguiu o modelo.
A diferença é que, em vez de funcionários do partido, têm para aí dois terços de BOYS colocados em organismos políticos e administrativos do Estado,
os quais dependem indiretamente do poder que lhes dá o líder.

Querem reformar o país? Pois assim é difícil.
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( http://expresso.sapo.pt/os-partidos-dos-funcionarios=f770910 )

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E sabendo que a composição dos órgãos dos partidos tem uma elevada quota de cargos por inerência ... percebemos a razão para o imobilismo...


De Cidadãos COBARDES ou Partidos de MERDA a 6 de Dezembro de 2012 às 13:52
As elevadas quotas «por inerência» de cargos políticos (deputados, autarcas, governantes, membros dos órgãos nacionais e federativos, presidentes de concelhias, ...)
influenciam e distorcem a discussão livre nas secções e nos (delegados aos) Congressos,
sendo o proprio voto «indicado» pela lista a que «pertence» ... a Liberdade e Democracia interna nos grandes partidos é uma MENTIRA. ...

racionalidade, coerência, valores, análise e opinião própria, comunicados e moções ... tudo é vendido ou trocado por tachos, por hipóteses de ser eleito (colocação em lugares elegíveis...), pela manutenção do seu emprego ou do seu familiar ...

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Rafael Ortega
Há que ver que esse estado de coisas interessa aos partidos.

Uma lei eleitoral que dificulta a vida a movimentos de cidadãos e a partidos pequenos empurra quem quiser participar para os partidos grandes. E aí ou se lambe muitas botas e se é "yes man", ou nada feito.

O Daniel foi assessor, mas se quiser alguma vez ser deputado vai ter que calar muitas críticas que faz. Caso contrário vai ver tipos muito INCOMPETENTES a passar-lhe à frente.

É por muito do que diz no post que muitas das pessoas mais capazes SE AFASTAM dos partidos e da política activa, deixando os medíocres ficar com a maioria dos lugares.

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- logo, com um sistema partidário viciado, não é de estranhar o AFASTAMENTO (auto-af. mas também 'empurrado') dos cidadãos da Política, da Cidadania, do Sindicalismo, do Associativismo e Cooperativismo, ... e do próprio País, EMIGRANDO ou escondendo a "cabeça na areia".

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lobisomem
Afinando a pena:
?
Estará a solução em pensões vitalícias para os ex-titulares de cargos governativos
(não acumuláveis com outra qualquer remuneração)
e a proibição de exercerem qualquer tipo de actividade profissional durante, digamos, 10 anos ?

sim...
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Américo Gonçalves

É mesmo por isso que as Jotas, TODAS, deviam ser pura e simplesmente abolidas.
Logo após o 25 de Abril, os líderes dos partidos eram homens com "Mundo", escola da vida, se quiser.

Agora, temos estes jotinhas, que andaram décadas em disputinhas por votinhos e lugarinhos, cujo expoente máximo é o RELVAS.
Mesmo a sua "experiência profissional" é sempre no perímetro da" porca política".
E pior que tudo, formam uma "casta" que serve de isolante á participação popular.

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