5 comentários:
De .«Social Democracia Radical» no PS. a 6 de Dezembro de 2012 às 15:22
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O SOCIALISMO COMO HORIZONTE - uma visão humanista do pós-capitalismo.

Colóquio promovido pelo Clube Manifesto para uma Renovação Socialista

No próximo dia 15 de dezembro (sábado), com início às 15 horas, o Clube Manifesto para uma Renovação Socialista vai promover um colóquio sobre:
O socialismo como horizonte - uma visão humanista do pós-capitalismo.

O Colóquio terá lugar na Faculdade de Economia da UC (Anfiteatro 1.1. – piso 1), na Avenida dias da Silva – nº 165, em Coimbra.
Conservando-se o formato dos três colóquios anteriores, será moderador um dos membros do Clube, Pio Abreu.
Uma das intervenções será feita por um convidado, Pedro Nuno Santos, a outra, será feita por outro membro do Clube, Rui Namorado.
Seguir-se-á um debate.
O nosso convidado, Pedro Nuno Santos, é economista, deputado na Assembleia da República pelo PS e Presidente da Federação de Aveiro do PS, tendo sido secretário-geral da Juventude Socialista (2004-2008).

Este colóquio é aberto a todos os interessados, esperando-se que seja objeto de uma particular atenção por parte dos militantes do PS.
Pelo Clube Manifesto para uma Renovação Socialista

Rui Namorado, 4/12/2012, http://ograndezoo.blogspot.pt/
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Anónimo disse...

Pedro N.Santos gostei de o ouvir, no Lumiar/Lisboa, há cerca de um mês.

Não falou a treta do costume
(como papagaio político-jurista ou economista avençado ou partido-tacho-dependente)...

este jovem deputado do PS, economista, mostrou-se apenas um (infelizmente dos pouquíssimos no PS)

«radical social-democrata e conservador»(!!!) defensor dos princípios do Partido "Socialista"... (!!)

para espanto/incompreensão de vários/maioria (?!) da assistência (com partidarite, palas e ...).

Vão lá ouvi-lo ... recomendo.


De .Aliança Social-Democrata e independents a 11 de Janeiro de 2013 às 10:03
Bloco de Esquerda
...
Louçã, Semedo e Pureza vêm defender a inauguração de “uma nova etapa com quem a quiser fazer, mas sem qualquer preconceito ou afastamento de quem queira seguir por outra via”.

Os proponentes afirmam que “esta plataforma da corrente Socialismo é formada numa nova época, que supera o quadro político da época anterior. As correntes de que alguns de nós fizemos parte foram formadas pelas fronteiras políticas dos anos 70”. Essa “base política é referencial”, mas “40 anos depois, pensamos que tanto não basta para nos identificar”. Agora, no presente, “o Bloco actua sobre uma nova fronteira política da nossa época, a da financiarização global, da crise europeia, do ataque contra os contratos sociais do pós-guerra ou da democracia portuguesa. É nessa nova fronteira que se deve juntar toda a capacidade para construir uma direcção clara no programa, consistente na ideologia e empenhada na política”. Reconhecem os subscritores: “Esse passo é difícil, porque é novo. Mas ele é definido pela vontade do futuro, não pela saudade do passado.”

Contra ps e PCP Os mínimos olímpicos de convergência com o PCP que têm sido ensaiados pela nova direcção do Bloco não se reflectem neste documento, muito crítico do PCP. “A diferença entre o Bloco e o PCP é realçada pelas exigências de combate à troika. Em primeiro lugar, o Bloco empenha-se em políticas e convergências unitárias, abertas e criadoras. Recusa ambiguidades soberanistas que sugerem de forma sempre envergonhada a alternativa da saída do euro e apresentam uma visão nostálgica da autarcia económica e, ao mesmo tempo, prometem o milagre económico de uma economia dependente do sector exportador”. Registe-se que o último congresso do PCP recusou uma proposta de alguns militantes que defendiam a via da saída do euro. Quanto ao PS, os subscritores afirmam que “o PS sempre rejeitou alianças à esquerda para uma política de esquerda” e que “de novo, agora, se limita a tentar atrair apoio para uma política vinculada ao Memorando de Entendimento com a troika”. A solução não passa pelo PS – “o centro morreu” –, mas por um governo de esquerda, do Bloco. “É precisa uma inversão do modo de fazer política: começar na ofensiva. Não fazemos do PS o centro da política à esquerda, pois isso seria desistir.”
... (em: http://www.ionline.pt/portugal/bloco-esquerda-cria-nova-corrente-maioritaria-socialismo )

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- E para quando uma Aliança entre partidos, movimentos, sindicatos, pessoas defensoras da Social-Democracia (ex-Socialistas) ?


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