De .Rapina da Democracia (putrefacta). a 3 de Janeiro de 2013 às 12:03
Desejos

Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.

Artigo 1.º da Constituição da República Portuguesa. Bom ano de 2013.
------------
Artigo 3. (Soberania e legalidade)
1. A soberania, una e indivisível, reside no povo, que a exerce segundo as formas previstas na Constituição.
2. O Estado subordina-se à Constituição e funda-se
na legalidade democrática.
3. A validade das leis e dos demais actos do Estado,
das regiões autónomas, do poder local e de quaisquer outras entidades públicas depende da sua conformidade com a Constituição.
--------------

O presidente de todas as troikas

Tal como em 2012, um HIPÓCRITA e oportunista pensamento económico mágico mora em Belém (e S.Bento) e a falta de memória mora no editorial de hoje do Público:
“pôr cobro à espiral recessiva”, à crise de procura, e cumprir o memorando,
combinar crescimento e austeridade necessariamente recessiva, denunciar INJUSTIÇAS flagrantes, mas sempre sem tocar nos credores, claro.

Cavaco tenta habilmente MANTER a hegemonia política que garante PRIVATIZAÇÔES e DESREGULAMENTAÇÔES sociais e laborais sem fim.

Este é ainda o DESGRAÇADO centro do debate político.
Cavaco faz tudo para manter o PS e a UGT atrelados a um memorando e a um PUTREFACTO “consenso social”
que os impede de dizer e de fazer qualquer coisa de esquerda, qualquer coisa civilizada, qualquer coisa.

Depois do seu inesquecível silêncio sobre a desunião europeia, que durou até ao momento em que a troika aterrou na Portela,
Cavaco aponta agora para uma vaga SOLUÇÃO solução europeia, ao mesmo tempo que recusa o uso pelo país de uma das poucas armas – a REESTRUTURAÇÂO da DÍVIDA – que pode forçar a superação do impasse perpetuador da actual política.

Enfim, sem surpresa, Cavaco continua a ser o presidente, com p pequeno, de todas as troikas.
(-por João Rodrigues , Ladrões de Bicicletas, 2/1/2013)
--------------------

ALEIXO disse...
TALVEZ A CRIAÇÃO DE TRIBUNAIS POPULARES
- COM CONSEQUÊNCIAS CRIMINAIS -

PUDESSE SER UMA RESPOSTA Á IMPUNIDADE, COM QUE SE DESEMPENHAM CARGOS REPRESENTATIVOS NESTE SISTEMA DEMOCRÁTICO,

FEITO Á MEDIDA DE HOMENS SEM PALAVRA E, DOS INTERESSES INSTALADOS.

A REALIDADE DO PRESENTE E PASSADO RECENTE, MOSTRA DE FORMA INQUESTIONÁVEL QUE, O JULGAMENTO DO EXERCÍCIO REPRESENTATIVO,

NÃO PODE LIMITAR-SE... AO VOTO NA URNA!

----------
Correcto : Resta a luta

----------
Diogo :
A «reestruturação da dívida», João Rodrigues?

Mas que dívida é esta?
Para começar, quanto devemos exactamente e a quem?
Alguém já viu a lista das dívidas?
Quem a certificou? Quem a auditou?
Quem são os credores? E devemos de quê?
O que comprámos? O que pedimos emprestado?
Em que condições? Quando?
Quem pediu? Quem recebeu? Onde e quando?
Para onde entrou o dinheiro? Para que serviu?

Ainda podemos questionar se o dinheiro foi bem gasto ou não.
Se serviu principalmente para encher os bolsos das empresas das PPP, da Soares da Costa, da Mota-Engil, do grupo Espírito Santo, do grupo JoséMello, se serviu para fazer estádios
ou se serviu algum objectivo social meritório, mas antes disso
eu gostava de saber se devemos mesmo, a quem, quanto e porquê. Eu não sei.

E penso que há uns milhões que também não confiam.
É que todos sabemos que há VIGARISTAS que se acoitam nos organismos do Estado, a começar pelo Governo, para servir INTERESSES inconfessáveis.

Podemos confiar no Banco de Portugal ou no Tribunal de Contas quando ambos
se deixam enganar como anjinhos pelas declarações dos administradores do BCP e do BPN ou pelas contas das PPP?
Alguém saberá alguma coisa verdadeira sobre a dívida?
Na verdade, deveremos alguma coisa?


Comentar:
De
 
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres