De DesGoverno do BdP e opacidade. a 28 de Maio de 2015 às 17:57
Carlos Costa, (des)governador do BdP


O facto de uma instituição pedir que a auto-avaliem merece um elogio pois os dirigentes da generalidade das instituições tem uma excelente opinião do seu trabalho e dispensam qualquer avaliação.
Mas se é encomendada uma avaliação externa ao comportamento de uma instituição é ridículo e motivo de suspeita que se mantenha essa avaliação no segredo dos deuses. (opacidade! porquê?!)

A decisão do governador do BdP de manter secreta uma avaliação externa à sua actuação no caso BES
só pode ser entendida de uma forma, convencido que a avaliação seeria positiva Carlos Costa tornou pública a sua realização,
mas conhecidos os resultados ou receando os resultados e para proteger a sua própria imagem esconde os resultados.
Conclusão gastou-se dinheiro só para se saber se o relatório da avaliação poderia servir para promover a imagem do governador.

«O Banco de Portugal (BdP) não vai revelar a totalidade do relatório interno da auditoria interna à sua atuação no caso do BES, apesar do pedido do líder socialista para que o fizesse.
O Governador do BdP apenas vai tornar públicas as “recomendações” constantes no processo, garantiu numa audição no Parlamento.
Aos deputados, Carlos Costa diz que a atuação do regulador durante o seu mandato ficou marcada pelo programa de ajustamento e pela queda do Banco Espírito Santo.»
--[Observador]
via http://jumento.blogspot.pt/ 28/5/2015


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