Estranha opção
(-por Vital Moreira , 26/5/2015 , http://causa-nossa.blogspot.pt/ )
E por que é que a Ministra das Finanças, em vez de insistir no "corte das pensões em pagamento"
-- que, por mais defensável que pudesse ser financeiramente, já foi considerado constitucionalmente inviável pelo Tribunal Constitucional, a não ser no contexto de uma (impossível) reforma geral dos sistema de pensões, que não está na agenda política --,
não propõe uma reforma bem mais justificada e fácil (e porventura mais consensual), como é a
eliminação das pensões douradas do Banco de Portugal e da CGD, dos juízes e diplomatas?
Além da poupança na segurança social, uma tal reforma eliminaria um gritante privilégio corporativo,
que escandalosamente passou incólume o programa de austeridade.
E em vez de suscitar problemas de constitucionalidade, eliminaria uma óbvia inconstitucionalidade.
E se os 12 economistas que aconselham o PS, em vez de baixarem os custos do trabalho com a TSU, procurassem baixar os custos de contexto?
(por Diogo Moreira, 365forte)
(é que) Gás e luz em Portugal são dos mais caros da Europa.
(mas o oligopólio é fortíssimo e tem o desgoverno no bolso, ... lembram-se que até celebraram com champanhe a demissão de secretário de estado que Tentou pôr alguma racionalidade neste esbulho aos consumidores )
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