De .Como enganar e roubar o cidadão...ou... a 7 de Janeiro de 2013 às 11:09
Para quando uma workshop sobre como gamar o contribuinte?
(7/1/2013 por o engenheiro )

24 de janeiro:
Portugal e o novo “concerto euro-peu”

Luís Amado, consultor, presidente não executivo do conselho de administração do Banif,
professor convidado do ISCSP e da Business School da Universidade Nova,
curador da Fundação Oriente.
Ex-ministro da Defesa Nacional e de Estado e dos Negócios Estrangeiros.

na Culturgest
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A ler
(- 6 /1/2013 por Tiago Mota Saraiva http://5dias.net/ )

-- Banif – um novo BPN (no site PCP )

-- As semelhanças entre o BANIF e o BPN (reportagem SIC)

-- BANIF em risco de falir e se tornar num novo BPN
(no Pravda Ilhéu)

P.S. – E o que diz o PS sobre o BANIF, esse banco tão Amado…
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O estado do protesto
(-5/1/2013 por Tiago Mota Saraiva )

A manifestação de 15 de Setembro, sob o lema “Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!”, pode ser decisiva em 2013. Não o foi em 2012.

Ao contrário do que tantos afirmaram, esta não foi uma manifestação contra as mudanças na TSU, ainda que tenha ganho expressão com o anúncio de Passos Coelho.

O 15S derrotou a ideia maioritariamente instituída de que a troika nos viria salvar dos que teimamos em eleger.
Ainda que, aparentemente, esta maioria social anti-troika tarde em ganhar expressão eleitoral, a partir de Setembro, o PSD sentiu os seus estilhaços, dando um significativo trambolhão nas sondagens do qual nunca mais recuperou.

Por outro lado, e apesar de pensar que o 15S nunca teria acontecido daquela forma sem o 12 de Março do ano anterior, a manifestação de 2012 representou uma evolução no patamar de politização deste tipo de protestos.

Secundarizou-se o apartidarismo, o anti-sindicalismo ou um discurso antipolíticos (ainda que, na sua maioria, alheio aos promotores da manifestação da geração à rasca),
em prol de um objectivo concreto e comum:
o derrube das políticas de austeridade impostas pela troika.

Isso também fez com que a manifestação de 29 de Setembro ou a greve geral, ambas convocadas pela CGTP-IN, tivessem uma adesão muito além do que seria de esperar.

Mas a manifestação de 15S não recuperou as nossas vidas e avizinha-se um braço-de-ferro com medidas em várias áreas que poderão representar um retrocesso civilizacional de décadas.

Em 2013, a construção de um novo momento de protesto, sem preconceitos e isolacionismos mas com uma mensagem política clara, não será apenas importante. Deverá ser decisiva.

Hoje no i


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