5 comentários:
De Blablaba a 10 de Janeiro de 2013 às 21:29
Enquanto os trabalhadores berraram os políticos gastaram, os prestamistas emprestaram e agora não há dinheiro nos bancos, nem nos cofres da Segurança Social. Tornámo-nos pedintes e financiadores bancários. Vejam bem a contradição.
No verdadeiro sentido do termo nunca reclamámos, continuamos nas vãs lamurias sem ser capazes de organização minimamente estruturada. É o salve-se quem e como puder como ratos num navio naufragado. Tudo o mais não vai além do blablaba .


De .Ainda não BASTA ?!!. a 10 de Janeiro de 2013 às 16:13
O relatório do FMI
(quanto pagaram/pagamos a estes «especialistas» para pôr capas e logotipo do FMI ... numas 'm0erdas' de conclusões encomendadas ??!! )

Em pouco mais do que dias e sem grandes estudos o FMI elabora um relatório em que propõe medidas brutais.
Estamos perante um estudo sério ou face a um frete do governo, as propostas do FMI estão devidamente fundamentadas ou não passam das medidas que o Gaspar quer que sejam implementadas e o imperador Salassie fez o favor de as encadernar com o logotipo do FMI?

Sejamos honestos, no tempo que decorreu entre a data em que supostamente foi feita a solicitação ao FMI e o relatório deste não houve tempo para fazer um estudo sério sobre o que quer que seja e por aquilo que se soube na comunicação social as propostas não são mais do que as evidências e banalidades.
De uma instituição como o FMI espera-se que não se preste a golpes sujos e que não se envolva em golpadas promovidas por governos sem mandato para refunddarem um país sem ouvir os eleitores.

O FMI não é um exército e o senhor Salassie não é um senhor da guerra, nem Portugal fica no Corno de África.
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Contudo ... este ''atirar o barro à parede... pode ser que algum cole '' ... é o que estamos habituados ... e depois ainda são ''bonzinhos'' pois «não nos tiraram/cortaram aos pedaços... podia ser pior...»

Despedir 120.000 funcionários públicos (dos quais 50.000 professores) !! cortar salários ...

fazer um teste online para selecionar os FP que devem ir para a «mobilidade especial» / desemprego ...

---- (des) Governo de Loucos, aberrações, bárbaros ...


De .Atentado ao Povo e à Democracia. a 10 de Janeiro de 2013 às 16:39
O relatório do FMI

O relatório do FMI que deu lugar a uma conferência de imprensa de Carlos Moedas, um homem de peso deste governo e com algumas ligações internacionais (não nos podemos esquecer que esteve no Goldman Sachs),
e sobre qual teceu largos elogios, não aparece por acaso mas a pedido do governo e aparece para em grande parte ser implementado.

O Governo pensa que pode impor medidas quando são sugeridas ou "fabricadas" por organismos internacionais.

O governo já disse que o documento é só de apoio ('sugestões'). Mota Soares já disse também que há premissas erradas.

Mas não nos deixemos iludir.
Este governo sabe o que quer fazer a este país.
Quer um Estado mínimo mesmo quando nacionaliza o BANIF. Não é um contrasenso.

É que o Estado mínimo é para SERVIR o CAPITAL e sobretudo o grande capital. PME e mesmo algumas grandes não interessam a este governo ou outro parecido.
Assim se o capital estiver em dificuldade este governo intervém para o fazer sair da situação crítica. É o caso do BANIF.

Este relatório é um atentado ao povo português.
Ou nos unimos para por este governo no sítio certo que é apeá-lo ou então estamos a caminhar para esse Estado mínimo que cada vez mais estár ao serviço do grande capital.

( # posted by Joao Abel de Freitas, PuxaPalavra)

-----FMI.
Proposta é "subversão do regime democrático e constitucional", diz António Arnaut
[Lusa, 09-01-2013] MIC

----FMI.
Mais de metade dos cortes atingem os reformados
As recomendações para reduzir a despesa do Estado que mais cresceu numa década são radicais e retroactivas
[Ana Suspiro, jornal i, 10-01-2013]

----- Estudo do FMI
Cortes valem mais do triplo do pedido pela troika
[Ana Suspiro, jornal i, 10-01-2013]

----- FMI e governo querem consenso, mas oposição e sindicatos já acenam com guerra constitucional

FMI diz que é “impossível” cumprir redução de receita sem cortes nas pensões e na factura salarial pública
– as áreas em que oposição já promete envolver o Tribunal Constitucional
[Rita Tavares e Bruno Faria Lopes, jornal i, 10-01-2013]

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Já se vai conhecendo o rol de ALDRABICES que constam do relatório do FMI e que servem de base ao conjunto de BARBARIDADES que se seguem. Alguns exemplos abaixo (obrigado ao jugular):

http://pt.scribd.com/doc/119761547/Jornal-de-Negocios
http://twitpic.com/btz4b0
http://twitpic.com/btz472

O meu exemplo preferido é a avaliação do desempenho da escola pública: É utilizada uma combinação dos indicadores de PISA de 2003 (quando há indicadores de 2009, que o próprio relatório cita), combinados com gastos de 2000.
É a "créme de la créme" da técnica e do rigor estatístico, sim senhor...

(-por José Gusmão,10.1.13 , Ladrões de B.)

----- O FMI é uma finta deles
(-por Miguel Cardina, Arrastão)

O mote foi dado por Carlos Moedas, um dos Goldman Sachs BOYS lusos que anda também pelo governo a tratar-nos da vidinha.
“O relatório é um bom relatório”, disse Moedas a propósito do documento encomendado pelo governo ao FMI, aproveitando ainda a ocasião para mandar umas bicadas a quem, no campo do governo, ensaiou uma ligeira demarcação.
Durante as próximas semanas, aliás, assistiremos a este exercício de aprovação e demarcação – “debate”, chamam-lhe os cínicos – sobre o CAMPO MINADO das "PROPOSTAS" apresentadas.
Com a previsível dança de RECUOS, amuos e AVANÇOS, o governo pretenderá conter a contestação e manter minimamente unida a sua base social de apoio.
Tarefa difícil: passadas as festas, é bem provável que os portugueses não fiquem sentados no sofá a assistir a um tão gigantesco exercício de BULLYING SOCIAL que atinge a vida de cada um/a e o cerne da própria democracia.
Bem-vindos ao primeiro trimestre de 2013.


De .Alternativas: Emigrar, Lutar ou Escravo a 10 de Janeiro de 2013 às 17:34
---- A CGTP promete fazer tudo para que as propostas do FMI não saiam do papel e está contra a concretização de um plano que já se sabia ser defendido pelo Fundo Monetario Internacional.

O secretário-geral da CGTP diz que o país não pode admitir que as propostas do FMI sejam concretizadas. Arménio Carlos promete uma forte resistência para impedir que estas medidas avancem, incluindo uma nova greve geral.

«Não aceitamos que esteja em desenvolvimento uma linha de ataque sem precedentes contra a funções sociais do Estado. Estamos perante uma política de agiotagem pura e dura, que procura fazer na Europa aquilo que falhou na América Latina», acusa o líder da CGTP.

Arménio Carlos diz ainda estar «certo que propostas desta natureza terão uma reação e uma rejeição total de todos aqueles que vivem e trabalham em Portugal».

Para Arménio Carlos, este relatório do FMI demonstra que a politica de austeridade que tem sido aplicada em Portugal não teve nenhum efeito positivo.

«Estas novas propostas confirmam aquilo que a CGTP sempre disse. O memorando da troika é o problema que impede a solução dos problemas do país. O que o FMI nos diz neste momento é que as políticas que defendeu e que, juntamente com o Governo português implementou em Portugal, falharam rotundamente», acusa.

----- em:
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2983181&page=-1 :

-Governo «não elimina» qualquer medida do relatório do FMI
-Ministro assegura que relatório do FMI «não é oficial»
-Bloco pede levantamento de portugueses contra ataque ao Estado social
-PCP não aceita «continuação do assalto às condições de vida dos portugueses»
-PS exige envio urgente de relatório do FMI para Parlamento
-Relatório do FMI é «contributo para trabalho» do Governo, diz ministério
-Forças Armadas: Propostas do FMI «colocam em causa a soberania e a segurança do país»
-FESAP acusa Governo de «tratar portugueses como mentecaptos»
-PS acusa Governo de dar «mais um golpe no consenso social e político»
-Os caminhos do FMI para a reforma do Estado português.
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--Empobrecimento
Uma coisa é certa ou tomamos todos uma posição firme e séria ou acabamos todos na lama.
Elegemos um PM que prometeu uma coisa e fez outra. Uma crise que não tem fim à vista.Trabalhar mais para ganhar menos. Caminhamos para um país de velhos, pobres e emigrantes. A economia estagnou. Desempregados aumentam ou emigram.
Ele dirige todo o capital para alta finança.
Todos na manifestação de 16 de fevereiro .
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porque será que os homens mais ricos de portugal conseguem com esta crise subir as suas fortunas mais 13 por cento
e os pobres ficarem cada vez mais pobres
não sei do que os portugueses estão á espera temos que acordar

Eles roubam, abusam das pessoas e crianças, destroem, vendem Portugal aos amigos,e estão todos impunes ,onde está a justiça...

temos k fazer com na siria..... arrebentar com toodos eles....
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a receita do FMI. apresenta uma longa lista de recomendações destinadas a reformar o Estado. :

-FMI diz que chegou a hora das eformas "inteligentes"
-Função Pública volta a ser a mais visada no corte de quatro mil milhões
-FMI sugere cortes até 20% nas pensões e subida da idade da reforma
-Subsídio de desemprego continua demasiado longo e elevado
-Cortes na Função Pública devem atingir salários mais baixos e serem permanentes
-Dois anos na mobilidade especial pode conduzir ao despedimento
-FMI admite dispensa de 50 mil entre professores e pessoal auxiliar
-Governo tem margem para voltar a subir taxas moderadoras na Saúde
-FMI sugere delegação de competências de ensino nos privados
-FMI aponta baterias a forças militares e polícias portugueses
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" Primeiro levaram os negros... Mas não me importei com isso, porque eu não era negro.
Em seguida levaram alguns operários... Mas não me importei com isso, porque eu também não era operário.
Depois prenderam os miseráveis... Mas também não me importei com isso, porque eu não sou miserável.
Depois agarraram uns desempregados... Mas como eu tenho emprego, também não me importei.
Agora, estão a levar-me a mim... Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém, ninguém se importa comigo."
Bertold Brecht - A Palavra é 1 Arma.


De Finança: bomba suja 'Crédito d Neutrões' a 10 de Janeiro de 2013 às 15:07
Goldman Sachs
(e outras grandes instituições financeiras, com suas participadas, sucursais, agentes e 'antenas' ...), ...

- precisam de opacidade, paraísos fiscais e desregulamentação ...

- fazem tudo e todos «dançar ao seu som», sejam imprensa/TV, universidades, tribunais, políticos, generais, ... pois todos eles «vão para a cama« com os grande bancos e grandes empresas.

- colocam os seus técnicos e (ex-)dirigentes/administradores no poder político (ou 'atrás da cortina' e nas 'entidades reguladoras' e 'bancos centrais/nacionais') para que estes não legislem/ actuem contra os seus interesses ...

- e os deixem actuar livremente (as raras multas, mesmo de milhões, são 'amendoins' que até ajudam a lavar a sua imagem e mascarar enormes lucros e negócios ilegítimos), explorando recursos (bens, serviços, comunidades, tudo) até à exaustão - como vampiros.

- estas instituições anónimas e sem pátria/lei (com sede em permissivos e opacos offshores) detêm/compram/pagam agências de rating, seguradoras, governantes, políticos, altos administradores nacionais e supra-nacionais, ... assassinos e votos de gente comum...

- elas controlam as leis e a governação, através de consultores, gabinetes de estudos, 'think-tanks', sondagens, 'lobbies', partidos e fundações ...

- e seus muito bem pagos administradores (também accionistas) fazem regulamentos e tomam decisões em seu próprio benefício e (até) contra os pequenos accionistas (anónimos ou pouco organizados) ...

- para além de jogarem contra e a favor (ganhando em qualquer das opções/situações, com apostas de descidas e subidas ... e influenciando/manipulando valores de bens e recursos, contabilidades, juros, acções, inside trade, ...) dos seus clientes ... sejam estes famílias, empresas produtoras, fundos de aposentados, ou empréstimos de Estados, ...


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