2 comentários:
De Ninhos de... a 15 de Janeiro de 2013 às 18:57
É verdade. Os partidos que deveriam ser "ninhos" de aprendizagem no exercício da democracia tornaram-se "ninhos" de grandes ratazanas e de miúdos ratinhos.
Veja-se o que por aí vai: uns reformam-se com menos de 48 anos, outras fogem às suas mais simples responsabilidades outros passam férias em tempos de crise nas mais caras instalações hoteleiras. É uma completa desfaçatez e total sem vergonhice .


De Anónimo a 16 de Janeiro de 2013 às 11:53
Chamam-lhes o exercício da democracia porque está tudo dentro da lei... Porque os espírito da dita é só para os crentes.
De resto anda para aí muito democrata que só sabem falar daquilo que não lhes toca a eles...
E outros os dos direitos adquiridos, ou melhor, os que já adquiriram os tais direitos, por muito democratas que sejam, não estão disponíveis para que lhos tirem.
Melhor dizendo ou exemplificando:
- Falam positivamente e dão como exemplo que a reforma mais alta na Suiça são 2.700 euro e defendem para cá identica posição... fazem-no porque não atingem valores mais elevados nas suas próprias reformas... Vejam lá se encontram algum democrata reformado acima desse valor que esteja interessado em fazer uma petição para acabar com as reformas acima dos 2700 euro;
- Ou, quando falam dos reformados com 48 anos, se lembram que estão reformados sem terem os tais 65 ou 66 anos que vêm na lei... não porque estão dentro da lei que lhes permitiu reformarem-se mais cedo...

As tais excepções à lei que vão aqui e ali permitindo todo uma desigualdade de critérios e de criar descontrolo nas finanças públicas e privadas e, criar desigualdades primárias entre os cidadãos deste burgo.

E se quiserem mais excepcionalidades, todas legais, digam que eu posso começar a enumerar. Como aqueles subsídios de subvenção vitalícia que os nossos queridos políticos recebem porque têm direito, estão nas tais excepções às leis gerais, que eles próprios criaram para si próprios e amigos e interesses particulares e privados. E quase sempre com o usufruto do dinheiro público... de todos nós contribuintes.

E mesmo isso de sermos todos contribuintes, também tem muito que se lhe diga.

O espírito da lei que se lixe porque o que vale é o corpo da lei e da sua interpretação... que até essa é conforme convém ao momento a quem a aplica e a qum é aplicável. Bom dia.


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