A força telúrica da mentira já não é o que era. Por mais que se esforcem a repeti-la, a mentira, já se não torna verdade, como sucedia ainda há bem pouco tempo.
Foi desse modo e durante muitas décadas (em ditadura e fora dela) que os políticos foram iludindo o povo e este se foi deixando enganar.
Atualmente as realidades mais cruas e nuas, com o tempo, desnudam-se e mostram-se à evidencia dos factos. O Que que (no dizer das palavras de Passos Coelho, Gaspar, Relvas e companhia) ainda ontem era impossível: nem mais tempo nem mais dinheiro nem menos deficit ou tão pouco melhor economia, hoje é uma urgência dos tempos.
Agora Passos e Gaspar já pedem mais tempo e moderação para que o país pague a divida contraída, por vários desgovernados governos, durantes os últimos anos e para cobrir os rombos bancários.
Quem, nos tempos e nos modos atuais, acredita nas promessas ou nas palavras dos políticos?
São compulsivos mentirosos que mesmo com o olhar tentam enganar quem ainda os oiça ou os veja por perto.
Algumas das mentiras de um intrujão de serviço:
“ Acabar com o 13.º mês? Mas nós nunca falámos disso e é um grande disparate."
“Jamais repetiremos a política dos jobs for the Boys muito usada pelo PS”
"Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal."
"A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento."
"O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento."
"Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português."
“Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa."
"Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas."
"Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos."
"Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus atos."
"Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos."
"Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado."
"Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa."
"Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas."
"A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos."
"Não aceitaremos chantagens de estabilidade, não aceitamos o clima emocional de que quem não está caladinho não é patriota"
"Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?"
Quem pode acreditar no que diz ou possa dizer o Pedro e os “especialistas” que o rodeiam?
Como diria o poeta: só os loucos de Lisboa. Eu digo só os loucos de Portugal ainda acreditam nestes embustes.
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