Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2013

Continua o Rendimento Máximo Garantido  para PPP  (-por Daniel Oliveira)

     Todos os que me leem conhecem desde sempre - e não apenas quando se tornou moda - a minha oposição à esmagadora maioria das Parcerias Público-Privado, quase sempre ruinosas para o Estado. Não é também de hoje a minha oposição à maioria das SCUT. Apenas penso que se devem ter em conta, em tempo de crise, os efeitos que a introdução generalizada de portagens têm para a nossa economia. Sobretudo nas zonas mais deprimidas, mais isoladas, pior servidas por alternativas ou que dependem mais do turismo.

     O governo decidiu poupar nas PPP. À partida, seria uma boa notícia. Não tanto a introdução de portagens, que, como disse, deveria ser mais cautelosa, mas uma renegociação do Rendimento Máximo Garantido que é dado aos privados. Um negócio sem risco que se transformou numa autêntica mesada pública.

     Olhemos então para o que foi feito. Sabe-se que o governo quer poupar 250 milhões de euros por ano nos encargos com as concessões. As novas portagens deverão garantir, no total, um aumento de receita de 70 milhões. Isto, claro, se formos otimistas e acharmos que a queda de tráfego em 35% não se irá acentuar. O reforço da cobrança aos que hoje não pagam trará entre 21 e 33 milhões. A eliminação de isenções para tráfego local dará mais 31 milhões.

     Falta então a renegociação dos contratos. Aquilo que o governo sempre disse que iria fazer, num processo de moralização urgente. A renegociação começa por não ser renegociação alguma. O Estado poupará 65 milhões reduzindo as obrigações dos concessionários: aumentou 20% o limite de carros a partir do qual é exigido o alargamento da via, reduziu a exigência na proteção contra o ruído e poupou 60 milhões de euros nas grandes reparações. Ou seja, exigiu menos aos concessionários para lhes pagar menos. Onde está então a verdadeira renegociação? Serão míseros 12 milhões de euros por ano: a remuneração dos acionistas terá uma redução simbólica de 1%.

     Aquilo que o PSD considerava, e bem, a vergonhosa negociata das PPP rodoviárias (em que ele também participou e até foi estreante) e a necessidade de urgentemente serem renegociadas acaba numa redução de 12 milhões de euros dos lucros garantidos para quem conseguiu contratos leoninos à conta das suas boas relações com responsáveis políticos. Trocos. Nada mudou, portanto. Os contribuintes pagam, quem ganhou com os negócios continua bem.

     Dir-me-ão que temos de respeitar os contratos assinados. Concordarei se esse princípio for aplicado aos reformados, aos funcionários públicos e aos contribuintes e se deixarem da cansativa lengalenga contra os "direitos adquiridos". Ou é apenas com os que menos responsabilidades têm nesta crise que os compromissos firmados parecem ter sido assinados em papel molhado?

------ (por Doutor Instantâneo MR):
    As TIR (Taxas Implícitas de Rendimento) das PPP e SCUT variam entre 11% e 17%, números dados por vários economistas credíveis, muitos deles próximos politicamente próximos do governo, como o Prof. do ISEG Avelino de Jesus, que foi mesmo nomeado pelo PSD para a defunta Comissão de Acompanhamento das PPP, ainda no tempo do Sócrates.    Outro exemplo que escandalizava a Direita liberalóide, que gania todos os dias nos seus blogues e jornais contra ela, era a ADSE e os «escandalosos» benefícios aos funcionários públicos com este privilégio.
    Aquela tralha era para acabar ontem, mas isto até os donos dessa Direita liberalóide lhe terem soprado ao ouvido que assim se acabava a mama dos hospitais e das clínicas privadas.     Moral da história, vão baixar as comparticipações para os beneficiários em 50%, ponto final (ah... talvez baixem também para os prestadores privados em 1%, tal como nas PPP das estradas).
     E viva a coerência desta Direita liberalóide ...deste governo, como se viu hoje no pedido formulado pelo G--a--s--p--a--r ao Eurogrupo para dilatar o prazo do pagamento dos empréstimos à Troika. Coisa que jamais fariam, como repetiram até à exaustão desde há meses, pois o seu desiderato era irem muito além da Troika.   E ... lá para Junho, quando as contas voltarem a desbater certo mais uma vez.
     Viva o Passos, o G--a--s--p--a--r, o Moedas, o Borges, o Relvas, e companhia ilimitada de pulhas repelentes, sem o mínimo escrúpulo em retirar 20 euros por mês a quem ganha 400 mas uns mãos largas para os avençados gordos do Orçamento, a quem não se pode tocar nem com uma pena, senão eles vão-se embora do país com a massa toda.    Mas a dúvida é para onde?    Para os EUA onde, se fizerem as vigarices que cá fizeram (vide o Sr. Salgado, com assento vitalício no Conselho de Ministros sempre que lá quiser ir, que se esqueceu de declarar 8,5 milhões) vão parar à pildra como o Madoff?    Para os países rigorosos da Europa desenvolvida e civilizada, onde pagar os impostos até ao cêntimo é uma religião?    Ou para a Rússia do «democrata» Putin ...?

-----(por A.C.Silveira:)

... nacionalizem-se as PPPs que garantem rendimentos indecorosos aos seus beneficiários (accionistas e administradores). Depois vendam-se no mercado através de obrigações, e se o estado oferecer uma remuneração entre os 3,5% a 5%, não há-de faltar quem queira investir nesse negócio, e poupam-se assim muitos milhões aos contribuintes.  ...



Publicado por Xa2 às 07:54 | link do post | comentar

4 comentários:
De .Vampiros e ladrões... a 25 de Janeiro de 2013 às 12:02
Portugal "voltou aos mercados" e os Mercados (bancos, especuladores, agiotas) voltaram a Portugal (continuam a SAQUEAR o erário público, os seus contribuintes, os trabalhadores por conta de outrem e os reformados ... a classe média a empobrecer).!!.
------------------------------------------------------------------------------
Bancos ganham 15 MIL milhões com dívida pública em 2012
(Marta Marques Silva, 18/01/13, D.Económico)


Mais-valias potenciais terão impacto nos capitais próprios dos bancos portugueses. Venda de títulos gera lucros e suporta imparidades.

A carteira de dívida pública portuguesa dos bancos nacionais, a mais de um ano, valorizou cerca de 60% em 2012. O que significa que, segundo contas realizadas pelo Diário Económico, os bancos fecham 2012 com mais-valias potenciais em torno dos 15 mil milhões de euros. Os ganhos são apenas potenciais uma vez que serão contabilizados como lucro somente em caso de venda dos títulos ou no caso de se encontrarem alocados à carteira de ‘trading' dos bancos. No entanto a larga maioria destes títulos encontram-se na carteira de "activos disponíveis para venda", o que significa que o impacto da sua valorização será principalmente sentido nos capitais próprios das instituições.


"Sim. Sem dúvida que os bancos terão uma grande valorização nos capitais próprios nas contas de 2012. Mas acredito também que, tal como já aconteceu nas contas do terceiro trimestre, muitas instituições optem por um mix. Ou seja, por venderem parte da carteira realizando assim lucros ou de forma a suportarem imparidades de crédito, e utilizando outra parte para reforçarem capitais próprios", avança um especialista do sector ouvido pelo Diário Económico.


De Roubar peq. Accionistas e contribuintes. a 25 de Janeiro de 2013 às 16:09

Em declarações ao jornal Público, António Nogueira Leite declarou que se demitiu da Administração da Caixa porque a sua missão nesta instituição foi cumprida. Creio que, desta vez, foi verdadeiro …
>
Veio da administração do grupo Mello e voltará agora para a administração do grupo Mello .
>
Declarou ao jornal que o fazia porque a missão com que veio para a Caixa estava cumprida :
Veio realizar a OPA do grupo Mello sobre a Brisa e “desalavancar” a DÍVIDA do GRUPO Mello à banca.
Em Agosto passado os Mellos compraram de manhã uns milhões de ações da Brisa a 2,75 € cada , principalmente a pequenos acionistas, e entregaram-nas à tarde a três bancos – CGD, BCP e BES – a 6 € cada ação, preço que os bancos consideraram ser o “justo valor” do título.

No conjunto do lote das ações, os Mellos ganharam 375 milhões de euros, segundo noticiou então o “Diário Económico”. Acrescentava ainda esse jornal que a operação permitiu dar um novo fôlego ao grupo que estaria então à beira da rutura financeira.
>
> António Nogueira Leite cumpriu a missão com que veio para a Caixa, nomeadamente para a Administração do Caixa BI, Banco de Investimento que, num espaço de dois meses, publicou
um “research” a aconselhar o público a comprar as ações da Brisa até ao preço de 3,75 €, montou uma OPA sobre as ações da Brisa aonde os Mellos pagaram 2,75 € por ação e avaliou as mesmas ações a 6 € para serem entregues aos bancos credores do grupo Mello.
>
> By by, António Nogueira Leite. Continuação de boa carreira no grupo Mello. E não cumpra a ameaça de emigrar para não pagar impostos, pois

em muitos Países, que têm leis rigorosas sobre o mercado de capitais, a atuação descrita no parágrafo anterior daria lugar a prisão ou pelo menos ao pagamento de uma avultadíssima multa …

> E ninguém vai preso e eu é que pago e tu e nós e vós mas eles.... eles riem-se e engordam
>
>

ESTOU FARTO DISTO !!!!!!!!!!!!!!
NUM PAÍS VERDADEIRAMENTE DEMOCRÁTICO, ISTO SERIA UM CASO DE POLÍCIA PARA SABER PORQUE RAZÃO A
CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, QUE NEGOU CRÉDITOS A PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS EM DIFICULDADE, PROVOCANDO,COM ISSO, A SUA INSOLVÊNCIA LEVANDO AO DESEMPREGO DE MILHARES DE TRABALHADORES,
ENQUANTO EMPRESTA UNS LARGOS MILHÕES DE EUROS AO GRUPO MELLO PARA COMPRAR ACÇÕES QUE LHE DERAM UM LUCRO DE 375 MILHÕES DE EUROS. É OBRA!!!


ESTE É O "SISTEMA" CORPORATIVISTA SALAZARISTA QUE NOS CONDUZIU DURANTE 48 ANOS, ATÉ AO 25 DE ABRIL DE 1974!!!

QUANDO É QUE OS PARTIDOS QUE DIZEM DEFENDER A DEMOCRACIA, OS DIREITOS DOS CIDADÃOS, QUE PUGNAM PELA LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE,
SE DISPÕEM A ALTERAR O ACTUAL SISTEMA POLÍTICO E PÕEM EM PRÁTICA UM SISTEMA POLÍCO QUE CUMPRA OS OBJECTIVOS QUE OBEDECERAM À REVOLUÇÃO DOS CRAVOS?

ENCONTRANDO-SE PORTUGAL EM SITUAÇÃO TÃO DIFÍCIL, ALGUM DEPUTADO DESDE COMUNISTAS, BLOQUISTAS, SOCIALISTAS,PARA JÁ NEM FALAR NOS CHULOS DA DIREITA, APRESENTOU ALGUMA
PROPOSTA NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA NO SENTIDO DE QUE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, GOVERNO , DEPUTADOS E DETENTORES DE CARGOS POLÍTICOS, DEÊM O SEU CONTRIBUTO E PRESCINDAM DAS MORDOMIAS QUE TÊM, PARA ACABAR COM ESTA CRISE?
CREIO QUE NINGUÉM O FEZ.

PORQUÊ ESTA SITUAÇÃO VERGONHOSA NO NOSSO PAÍS (ONDE HÁ 5 MIHÕES DE POBRES (2 MILHÕES SÃO INDIGENTES)
EM QUE UM PRESIDENTE DA EDP GANHA POR ANO 8 VEZES O ORDENADO DO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA E MILHARES A GANHAR MUITO ACIMA DELE?

QUE DEMOCRACIA ÉSTA?

OS PARTIDOS ESTÃO DESACREDITADOS POR TEREM CONDUZIDO O PAÍS A ESTAS SITUAÇÕES DE INJUSTIÇA SOCIAL,
QUE URGE MORALIZAR, E TÊM AGORA, TALVEZ A DERRADEIRA OPORTUNIDADE, DE A CORRIGIR,

SE O NÃO O FIZEREM, SERÁ NATURALMENTE O POVO A TRATAR DISSO !!!


De .Vampiros Goldmam-Saqeadores. a 25 de Janeiro de 2013 às 17:50
OS SINISTROS CARLOS MOEDAS E ANTÓNIO BORGES
Não são opiniões. São factos. Eles explicam a Crise e as cumplicidades (os esquemas) dos governos. O nosso incluído.
Moedas e Borges, esses arautos da austeridade e da transparência, têm um papel sinistro no meio disto tudo; são estes os "exemplares" intérpretes da plítica da política do PPD/CDS.
Depois, não se diga que ninguém avisou; que não se sabia de nada.

Depois de ler, há duas atitudes:a) Encolher os ombros;b) Denunciar. Avisar a malta.

Sabem mesmo quem é Carlos Moedas? ... o adjunto do primeiro-ministro, o senhor Carlos Moedas, que, veio agora a saber-se, tem 3 empresas ligadas às Finanças, aos Seguros e à Imagem e Comunicação.

Como sócios, teve os senhores Pais do Amaral, Alexandre Relvas e Filipe de Button, a quem comprou todas as quotas em Dezembro passado.

Como clientes, tem a Ren, a EDP, o IAPMEI, a ANA, a Liberty Seguros, entre outros.Nada obsceno, para quem é adjunto de Pedro Passos Coelho!
E não é que o bom do Moedas até comprou as participações dos ex-sócios para "oferecer" o bolo inteiro à mulher?! (Disse-o ele à Sábado).

Não esquecer ainda que Carlos Moedas é um dos homens de confiança do Goldman Sachs, a cabeça do Polvo Financeiro Mundial, onde estava a trabalhar antes de vir para o Governo.

Também António Borges é outro ex-dirigente do Goldman, e que está agora a orientar(!?) as Privatizações da TAP, ANA, GALP, Águas de Portugal, etc.
Esta é a estratégia destes liberais de trazer por casa, dependentes do Estado, quer para um emprego, quer para os seus negócios.

Servem-se do Estado, usam-no e dizem mal dele.
Claro, para tentarem justificar as grandes negociates, vendendo ao desbarato altamente lucrativas.
Lamentavelmente, à política económica suicidária da UE, que resultou nas tragédias que já todos conhecem, acresce a queda do Governo Holandês (ironicamente, acérrimo defensor da austeridade) e o agravamento da recessão em Espanha.

Por conseguinte, a zona euro vê o seu espaço de manobra cada vez mais reduzido e os ataques dos especuladores são cada vez mais mortíferos.

Vale a pena lembrar uma vez mais que o Goldman and Sachs, o Citygroup, o Wells Fargo, etc., apostaram biliões de dólares na implosão da moeda única.
Na sequência dos avultadíssimos lucros obtidos durante a crise financeira de 2008 e das suspeitas de manipulação de mercado que recaíam sobre estas entidades.
O Senado norte americano levantou um inquérito que resultou na condenação dos seus gestores.
Ficou também demonstrado que o Goldman and Sachs aconselhou os seus clientes a efectuarem investimentos no mercado de derivados num determinado sentido.
Todavia, esta entidade realizou apostas em sentido contrário no mesmo mercado.
Deste modo, obtiveram lucros de 17 biliões de dólares (com prejuízo para os seus clientes, obviamente).

Estes predadores criminosos, disfarçados de banqueiros e investidores respeitáveis, são jogadores de póquer que jogam com as cartas marcadas e, por esta via, auferem lucros avultadíssimos, tornando-se, assim, nos homens mais ricos e influentes do planeta.

Entretanto, todos os dias são lançadas milhões de pessoas no desemprego e na pobreza em todo o planeta em resultado desta actividade predatória.
Tudo isto, revoltantemente, acontece com a cumplicidade de governantes e das autoridades reguladoras.

Desde a crise financeira de 1929 que o Goldman and Sachs tem estado ligado a todos os escândalos financeiros que envolvem especulação e manipulação de mercado, com os quais tem sempre obtido lucros monstruosos.

Acresce que este banco tem armazenado milhares de toneladas de zinco, alumínio, petróleo, cereais, etc., com o objectivo de provocar a subida dos preços e assim obter lucros astronómicos.
Desta maneira, condiciona o crescimento da economia mundial, bem como condena milhões de pessoas a fome.

No que toca a canibalização económica de um país, a fórmula é simples:
o Goldman, com a cumplicidade das agências de rating, declara que um governo está insolvente, como consequência as yields sobem e obriga-o, assim, a pedir mais empréstimos com juros agiotas.

Em simultâneo, impõe duras medidas de austeridade que empobrecem esse pais.
De seguida, em nome do ...


De .Vampiros Goldman-Saqueadores... a 25 de Janeiro de 2013 às 17:55

OS SINISTROS
CARLOS MOEDAS ,
ANTÓNIO BORGES
e ...

...
De seguida, em nome do aumento da competitividade e da modernização, obriga-os a abrir os seus sectores económicos estratégicos (energia, águas, saúde, banca, seguros, etc.) às corporações internacionais.

Como as empresas nacionais estão bastante fragilizadas e depauperadas pelas medidas de austeridade e da consequente recessão, não conseguem competir e acabam por ser presa fácil das grandes corporações internacionais.

A estratégia predadora do Goldman and Sachs tem sido muito eficiente.
Esta passa por infiltrar os seus quadros nas grandes instituições políticas e financeiras internacionais, de forma a condicionar e manipular a evolução política e económica em seu favor e em prejuízo das populações.

Desta maneira, dos cargos de CEO do Banco Mundial, do FMI, da FED, etc., fazem parte quadros oriundos do Goldman and Sachs.
E na UE estão:
Mário Draghi (BCE), Mário Monti e Lucas Papademos (primeiros-ministros de Itália e da Grécia, respectivamente), entre outros.

Alguns eurodeputados ficaram estupefactos quando descobriram que alguns consultores da Comissão Europeia, bem como da própria Angela Merkel, tem fortes ligações ao Goldman and Sachs.

Este poderoso império do mal, que se exprime através de SOCIEDADES ANÓNIMAS, está a destruir não só a economia e o modelo social, como também as impotentes democracias europeias.


Este texto não é de uma pessoa qualquer. é de Domingos Ferreira Professor/Investigador Universidade do Texas, EUA, e Universidade Nova de Lisboa In


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