3 comentários:
De Não há outra volta a 21 de Fevereiro de 2013 às 17:46
A juventude, mais do que seus progenitores, estão a chegar à conclusão que a porcaria é a mesma e as moscas também.
Nós eleitores só conseguimos remover uma se removermos as outras. Não há outra volta a dar-lhe


De .o Medo está a MUDAR de lado... a 21 de Fevereiro de 2013 às 13:10
Ouvem-se já os clamores!
(-Francisco , 20/2/2013)


O povo já sabia, mas agora não perdoa, não perdoa:
os submarinos do Portas, o BPN, as PPPs,
o Relvas, o Pavilhão Atlântico vendido em saldo ao genro do Cavaco,
a EDP e a REN vendidas aos Chineses e sob a tutela dos barões do PSD,
o exército de boys e assessores imberbes que recebem subsídios de férias enquanto acusam aqueles a quem esse salário é confiscado de “priveligiados” (é incrível mas é verdade…),
a constante degradação das relações laborais que transforma o trabalhador por conta de outrem num trabalhador à jorna,
a ordem de expulsão dada a toda uma geração do seu próprio país !!!
O povo já não perdoa, nem pode perdoar!
Nem pode perdoar se é para haver o mínimo de esperança num processo regenerador.

Ontem os estudantes que escorraçaram o ignóbil Relvas do ISCTE fizeram História.
Os seus actos são o mínimo que se exige a qualquer cidadão da república que se dê ao respeito.
Já se estava sentir a falta do vigor dos protestos estudantis, ontem no ISCTE começou-se a colmatar essa lacuna.

Se, como alguns cronistas do regime dizem, Relvas não tem condições políticas para se manter no governo, isso deve-se a acções como as de ontem.
As instituições estão bloqueadas
e esta gente não tem um pingo de vergonha na cara,
só a pressão popular intensa poderá condicionar e em última análise derrubar este governo.
Os fariseus podem criticar o “exagero” de tais acções, mas é exactamente este tipo de acções que faz a História mudar de rumo
e nos poderá resgatar do abismo para o qual Passos-Gaspar-Relvas+Portas atiraram o povo português.

Merecidos parabéns aos estudantes do ISCTE,
a tod@s @s que não têm dado descanso aos ministros deste desgoverno
e a quem em pleno parlamento lançou a senha e interrompeu o Primeiro Ministro.

Para já parece que a semana ainda promete,
o Macedo da repressão interna,
o Álvaro dos pastéis
e o tenebroso Gaspar têm aparições públicas previstas,
vamos ver se sabem cantar a Grândola melhor que o Relvas…

Como muitos aqui já disseram “o medo está a mudar de lado”
e estão-se a lançar as sementes para que a 2 de Março floresça um movimento poderoso.

Este é um governo que falhou redondamente.
Os seus modelos estavam errados, os pressupostos em que basearam as suas políticas ruíram.
O único resultado que tem para apresentar é a miséria social e económica.
Não se vislumbra caminho para a retoma, a contracção do PIB agrava-se, o déficit aumenta, o desemprego explode,
cada vez mais empresas fecham as portas, apresentou o ano passado um orçamento com medidas anti-constitucionais
e reincidiu no orçamento para este ano.

Este é um governo fora da lei…
Há cada vez mais suicídios devido à crise, suicídios que na verdade são assassinatos,
e são apenas a face mais visível do beco sem saída a que este governo conduziu o povo.

Lutar pelo derrube deste governo é um direito,
diria um dever, de qualquer cidadão com o mínimo de consciência.
Claro que a queda do governo por si só não é condição suficiente para sairmos do buraco,
mas é condição primeira e absolutamente necessária.

Ergue-te ó Sol de Verão
Somos nós os teus cantores
Da matinal canção
Ouvem-se já os rumores
Ouvem-se já os clamores
Ouvem-se já os tambores

PS:
Se houve exageros nas últimas acções foi por parte da besta que “moderava” o debate no Porto
e dos seguranças de Relvas que empurraram vários estudantes no ISCTE. ...
e da Polícia que (a mando de...) anda a identificar manifestantes para depois os perseguir.
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Quanto ao Assis e PSs da ala direita/neoliberal ... também precisam de ser escorraçados ... nem que seja ao 'tabefe'.


De [FV] a 21 de Fevereiro de 2013 às 13:13
Viva a juventude!
Afinal pode haver esperança num futuro melhor!
E eu não diria melhor: Nem que seja ao «tabefe»!


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