De Hora e Local de Manif. e Minuta de Comun a 28 de Fevereiro de 2013 às 09:42
queselixetroika@gmail.com

| 2 de Março |


10:00
Praça da República | Horta

14:00
Praça 5 de Outubro | Torres Novas

14:30
Praça 25 de Abril | Caldas da Rainha

15:00
Avenida Central | Braga
Praça da República | Coimbra
Praça do Município| Covilhã
Embaixada Portuguesa | Londres
Parque da Cerca | Marinha Grande
Consulado Geral de Portugal | Paris
Largo 2 de Março | Ponta Delgada
Praceta Alves Redol | Santarém
Jardim em frente ao Colégio | Tomar
Praça da República | Viana do Castelo

16:00
Estação CP | Aveiro
Largo do Museu | Beja
Praça do Município | Castelo Branco
Largo das Freiras | Chaves
Estação da CP | Entroncamento
Praça do Giraldo | Évora
Largo do Carmo | Faro
Praça do Município | Funchal
Praça Velha | Guarda
Fonte Luminosa | Leiria
Praça Marquês de Pombal | Lisboa
Praça da República (Mercado) | Loulé
Praça Manuel Teixeira Gomes | Portimão
Praça da Batalha | Porto
Frente à Câmara Municipal | Vila Real
Jardim de Santa Cristina | Viseu

16:30
Praça da República | Portalegre

17:00
Consulado Geral de Portugal | Barcelona
Calle de Lagasca | Madrid

18:00
Boston Public Library | Boston
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Constituição da RP. - artº 45- Direito de Reunião e de manifestação
1. Os cidadãos têm o direito de se reunir, pacificamente e sem armas, mesmo em lugares abertos ao público, sem necessidade de qualquer autorização.
2. A todos os cidadãos é reconhecido o direito de manifestação.
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Comunicação de Manifestação

Ao contrário do que muita vez se diz, para organizar uma manifestação não é necessário qualquer tipo de «autorização» — o que o Decreto-Lei nº406/74 estipula é a entrega de um aviso por escrito ao presidente da câmara municipal, com a antecedência mínima de dois dias úteis.

Aqui fica por isso a minuta para que possam, se ainda não o fizeram, enviar o dito aviso escrito para a respectiva câmara.

Em caso de dúvida contactem-nos para o email: queselixetroika@gmail.com

----------- (minuta de :)

"Exmo Sr. Presidente da Câmara Municipal de ___________,


Os cidadãos abaixo assinados

- _______________________________ (nome), portadora do cartão de cidadão/BI n.º ___________, moradora na ____________ (morada + código postal) , ___________ (profissão), com o contato telefónico ______________


- _______________________________ (nome), portadora do cartão de cidadão/BI n.º ___________, moradora na ____________ (morada + código postal) , ___________ (profissão), com o contato telefónico ______________


- _______________________________ (nome), portadora do cartão de cidadão/BI n.º ___________, moradora na ____________ (morada + código postal) , ___________ (profissão), com o contato telefónico ______________


vêm por este meio informar que irão realizar uma concentração na "Rua X" (local de encontro), seguida de manifestação até à "Praça Z" (local de chegada da manif), a partir das X horas do dia 2 de Março (sábado) de 2013.


O itinerário do percurso será Rua X - Avenida Y - Rua W - Praça Z


Com os melhores cumprimentos,

____________"


De . oficinas populares p. Cartazes . a 28 de Fevereiro de 2013 às 09:53
Oficinas Populares – Aqui e Agora

No dia 16 de Maio de 1968, alunos e professores ocuparam a Escola de Belas Artes de Paris e aí estabeleceram o Atelier Populaire, ou Oficina Popular.

Ao longo de vários dias, e pela noite dentro, este colectivo informal criou, discutiu e imprimiu centenas de cartazes, originando uma vaga de imagens e palavras de ordem que ficaram para a história.

Em Maio de 68, os instigadores do Atelier Populaire declararam que os seus cartazes eram “armas ao serviço da luta”, e que o lugar destes era “nos centros de conflito, ou seja, nas ruas e nas paredes das fábricas.”

45 anos depois, qual é o lugar dos cartazes e imagens de protesto nos centros de conflito actuais?

É precisamente isso que pedimos a designers, artistas, ilustradores e outros criadores de imagens que questionem, aqui e agora.

Temos observado com entusiasmo a criação, por todo o país, de espaços e colectivos independentes de criação e distribuição de materiais impressos, além de makerspaces e hackerspaces.

Juntamente com as escolas de arte e design – como aquela onde foi criada a primeira Oficina Popular – estes espaços concentram uma energia e potencial de criação e produção que urge canalizar para uma causa que nos interessa a todos.

Apelamos assim à criação de Oficinas Populares onde se possam criar, discutir e produzir imagens de protesto destinadas a serem distribuídas e afixadas em paredes, tanto físicas como digitais, por todo o país.

Reproduzidas tanto em cartazes impressos como em rectângulos JPG, estas imagens terão ainda o poder de fazer da manifestação de 2 de Março um acontecimento memorável.
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Guia Rápido para montar uma Oficina Popular

1- Juntar um grupo de pessoas (estudantes, professores, colegas, amigos, desconhecidos).

2- Encontrar um local apropriado de reunião e, se possível, produção/impressão.

3- Encontrar/criar meios e materiais de produção: serigrafia, gravura, tipografia, stencil + tinta de spray, etc.

4- Combinar local, dia e hora para a criação da Oficina.

5- Criar propostas de imagens que sejam facilmente reproduzidas e distribuídas.

6- Imprimir.
7- Distribuir: afixar, colar, partilhar (net).

8- Enviar imagens, ficheiros originais (pdf, jpg) ou uma fotografias dos cartazes afixados para HYPERLINK "mailto:queselixetroika@gmail.com" queselixetroika@gmail.com,
para que possamos partilhar numa galeria de imagens no nosso site e página de Facebook, para que outros possam não só ver como reproduzir/imprimir.

9- Quem tiver uma imagem/cartaz pronta a reproduzir e não tiver Oficina onde o fazer pode enviar-nos por email (pdf, jpg); nós trataremos de o partilhar e fazer chegar a quem possa.

10- Poderão também comunicar-nos o local, data e hora da vossa Oficina, que juntaremos a uma lista nacional. Assim, outros poderão juntar-se a vós.

11- De forma a comunicar a manifestação de forma consistente, apelamos a que cada um dos cartazes inclua a seguinte informação:

Que se lixe a troika
O povo é quem mais ordena
Manifestação 2 de Março
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Algumas regras e sugestões

1- Tudo isto pode ser feito num só dia (a colagem de cartazes faz-se preferencialmente à noite).

2- Se as imagens criadas forem destinadas a serem impressas em formato cartaz, deverão ter 1, 2 cores no máximo, para serem reproduzidos de forma fácil e barata.

3- Em honra do espírito dos Ateliers de ‘68, todos os cartazes/imagens criados nestas Oficinas devem permanecer anónimos.

4- A manifestação de 2 de Março será pacífica. As armas que levamos são as nossas vozes e a nossa presença. Não serão assim bem vindos quaisquer apelos à violência ou mensagens notoriamente racistas, xenófobas ou fascistas.

5- Os cartazes feitos nas Oficinas podem ser vendidos para custear a sua produção, ficando ao critério de cada uma estabelecer o seu valor e tiragem.


Inspiração
Ateliers Populaires bit.ly/mlzFlx + bit.ly/zNkVAk
Oficina Arara (Porto) bit.ly/qOTCKq
War is Over! (Yoko Ono) http://bit.ly/crKvN0


Publicada por Que se Lixe a Troika


De .intervir com a «Grândola, Vila Morena» a 28 de Fevereiro de 2013 às 09:59
15/2/2013- Comunicado de imprensa
(do «Que se lixe a troika !» :)


INTERVENÇÃO POPULAR NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA


Esta manhã mais de 40 pessoas intervieram na Assembleia da República, a meio da Sessão Plenária, cantando “Grândola, Vila Morena” durante a intervenção do primeiro-ministro. Esta acção de protesto levou para dentro da Assembleia da República o descontentamento generalizado que se sente nas ruas perante a situação inadmissível em que este governo e a troika internacional colocaram este país, em queda livre com o maior desemprego de sempre e com uma recessão acima dos 3%! O protesto apela à participação nas próximas manifestações de dia 16 de Fevereiro, assim como a manifestação de dia 2 de Março em todo o país, sob o lema “Que Se Lixe a Troika, o Povo é Quem Mais Ordena!”.


Com mais de um milhão de desempregados, uma recessão profunda e todas as previsões de governo e troika mais uma vez falhadas, para pior, hoje levou-se ao Parlamento o descontentamento popular. A música de José Afonso foi a escolhida para transportar de volta ao local onde se legisla para todos o sentimento de que é necessário outro caminho, que é necessário que haja uma democracia que corresponda às necessidades do povo e não das instâncias internacionais a comandar os destinos do país.


A mobilização popular é urgente para mudar o rumo de destruição e de austeridade que foi escolhido por governo e troika. Apelamos à participação nos grandes protestos que se avizinham, quer já amanhã no Príncipe Real, que no próximo dia 2 de Março em todo o país e no estrangeiro. A esta onda que tudo destrói vamos opor a onda gigante da nossa indignação e no dia 2 de Março encheremos de novo as ruas.

A todos os cidadãos e cidadãs, com e sem partido, com e sem emprego, com e sem esperança, apelamos a que se juntem a nós. A todas as organizações políticas e militares, movimentos cívicos, sindicatos, partidos, colectividades, grupos informais, apelamos a que se juntem a nós. De norte a sul do país, nas ilhas, no estrangeiro, tomemos as ruas!


QUE SE LIXE A TROIKA. O POVO É QUEM MAIS ORDENA !


De .Basta. Indignados, Revolta, Manifesto. a 28 de Fevereiro de 2013 às 10:47
(Manifesto de Indignação e de 2 Março 2013)
Que se lixe a troika. O Povo é quem mais ordena!

Em Setembro15, Outubro e Novembro enchemos as ruas mostrando claramente que o povo está contra as medidas austeritárias e destruidoras impostas pelo governo e seus aliados do Fundo Monetário Internacional, da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu – a troika.

Derrotadas as alterações à TSU, logo apareceram novas medidas ainda mais gravosas. O OE para 2013 e as novas propostas do FMI, congeminadas com o governo, disparam certeiramente contra os direitos do trabalho, contra os serviços públicos, contra a escola pública e o Serviço Nacional de Saúde, contra a Cultura, contra tudo o que é nosso por direito, e acertam no coração de cada um e cada uma de nós.

Por todo o lado, crescem o desemprego e a precariedade, a emigração, as privatizações selvagens, a venda a saldo de empresas públicas, enquanto se reduz o custo do trabalho.

Não aguentamos mais o roubo e a agressão.

Indignamo-nos com o desfalque nas reformas, com a ameaça de despedimento, com cada posto de trabalho destruído.
Indignamo-nos com o encerramento das mercearias, dos restaurantes, das lojas e dos cafés dos nossos bairros.
Indignamo-nos com a Junta de Freguesia que desaparece, com o centro de saúde que fecha, com a maternidade que encerra, com as escolas cada vez mais pobres e degradadas.
Indignamo-nos com o aparecimento de novos impostos, disfarçados em taxas, portagens, propinas…
Indignamo-nos quando os que geriram mal o que é nosso decidem privatizar bens que são de todos – águas, mares, praias, território – ou equipamentos para cuja construção contribuímos ao longo de anos – rede eléctrica, aeroportos, hospitais, correios.
Indignamo-nos com a degradação diária da nossa qualidade de vida.
Indignamo-nos com os aumentos do pão e do leite, da água, da electricidade e do gás, dos transportes públicos.
Revolta-nos saber de mais um amigo que se vê obrigado a partir, de mais uma família que perdeu a sua casa, de mais uma criança com fome.
Revolta-nos o aumento da discriminação e do racismo.
Revolta-nos saber que mais um cidadão desistiu da vida.

Tudo isto é a troika: um governo não eleito que decide sobre o nosso presente condicionando o nosso futuro. A troika condena os sonhos à morte, o futuro ao medo, a vida à sobrevivência.
Os seus objectivos são bem claros: aumentar a nossa dívida, empobrecer a maioria e enriquecer uma minoria, aniquilar a economia, reduzir os salários e os direitos, destruir o estado social e a soberania.
O sucesso dos seus objectivos depende da nossa miséria. Se com a destruição do estado social a troika garante o financiamento da dívida e, por conseguinte, os seus lucros, com a destruição da economia garante um país continuamente dependente e endividado.

A 25 de Fevereiro os dirigentes da troika, em conluio com o governo, iniciarão um novo período de avaliação do nosso país. Para isto precisam da nossa colaboração e isso é o que não lhes daremos.
Porque não acreditamos no falso argumento de que se nos “portarmos bem” os mercados serão generosos. Recusamos colaborar com a troika, com o FMI, com um governo que só serve os interesses dos que passaram a pagar menos pelo trabalho, dos bancos e dos banqueiros, da ditadura financeira dos mercados internacionais. E resistimos. Resistimos porque esta é a única forma de preservarmos a dignidade e a vida. Resistimos porque sabemos que há alternativas e porque sabemos que aquilo que nos apresentam como inevitável é na verdade inviável e por isso inaceitável. Resistimos porque acreditamos na construção de uma sociedade mais justa.

A esta onda que tudo destrói vamos opor a onda gigante da nossa indignação e no dia 2 de Março encheremos de novo as ruas. Exigimos a demissão do governo e que o povo seja chamado a decidir a sua vida.

UNIDOS como nunca, diremos BASTA.

A todos os cidadãos e cidadãs, com e sem partido, com e sem emprego, com e sem esperança, apelamos a que se juntem a nós. A todas as organizações políticas e militares, movimentos cívicos, sindicatos, partidos, colectividades, grupos informais, apelamos a que se juntem a nós. De norte a sul do país, nas ilhas, no estrangeiro, tomemos as ruas!

QUE SE LIXE A TROIKA. O POVO É QUEM MAIS ORDENA!


De .Queremos as Nossas Vidas. a 28 de Fevereiro de 2013 às 10:58
(15 de Setembro 2012: Texto Original)

Que se Lixe a Troika! Queremos as nossas Vidas!


É preciso fazer qualquer coisa de extraordinário. É preciso tomar as ruas e as praças das cidades e os nossos campos.
Juntar as vozes, as mãos. Este silêncio mata-nos.
O ruído do sistema mediático dominante ecoa no silêncio, reproduz o silêncio, tece redes de mentiras que nos adormecem e aniquilam o desejo.
É preciso fazer qualquer coisa contra a submissão e a resignação, contra o afunilamento das ideias, contra a morte da vontade colectiva.
É preciso convocar de novo as vozes, os braços e as pernas de todas e todos os que sabem que nas ruas se decide o presente e o futuro.
É preciso vencer o medo que habilmente foi disseminado e, de uma vez por todas, perceber que já quase nada temos a perder e que o dia chegará de já tudo termos perdido porque nos calámos e, sós, desistimos.

O SAQUE (empréstimo, ajuda, resgate, nomes que lhe vão dando consoante a mentira que nos querem contar) chegou e com ele a aplicação de medidas políticas devastadoras que implicam o aumento exponencial do desemprego, da precariedade, da pobreza e das desigualdades sociais, a venda da maioria dos activos do Estado, os cortes compulsivos na segurança social, na educação, na saúde (que se pretende privatizar acabando com o SNS), na cultura e em todos os serviços públicos que servem as populações,
para que todo o dinheiro seja canalizado para pagar e enriquecer quem especula sobre as dívidas soberanas. Depois de mais um ano de austeridade sob intervenção externa, as nossas perspectivas, as perspectivas da maioria das pessoas que vivem em Portugal, são cada vez piores.

A austeridade que nos impõem e que nos destrói a dignidade e a vida não funciona e destrói a democracia.
Quem se resigna a governar sob o memorando da troika entrega os instrumentos fundamentais para a gestão do país nas mãos dos especuladores e dos tecnocratas, aplicando um modelo económico que se baseia na lei da selva, do mais forte,
desprezando os nossos interesses enquanto sociedade, as nossas condições de vida, a nossa dignidade.

Grécia, Espanha, Itália, Irlanda, Portugal, países reféns da Troika e da especulação financeira, perdem a soberania e empobrecem, assim como todos os países a quem se impõe este regime de austeridade.
Contra a inevitabilidade desta morte imposta e anunciada é preciso fazer qualquer coisa de extraordinário.

É necessário construir alternativas, passo a passo, que partam da mobilização das populações destes países e que cidadãs e cidadãos gregos, espanhóis, italianos, irlandeses, portugueses e todas as pessoas se juntem, concertando acções, lutando pelas suas vidas e unindo as suas vozes.

Se nos querem vergar e forçar a aceitar o desemprego, a precariedade e a desigualdade como modo de vida, responderemos com a força da democracia, da liberdade, da mobilização e da luta.
Queremos tomar nas nossas mãos as decisões do presente para construir um futuro.

Este é um apelo de um grupo de cidadãos e cidadãs de várias áreas de intervenção e quadrantes políticos.
Dirigimo-nos a todas as pessoas, colectivos, movimentos, associações, organizações não-governamentais, sindicatos, organizações políticas e partidárias.

Dividiram-nos para nos oprimir.
Juntemo-nos para nos libertarmos!


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