15 comentários:
De .ERRO doloso e INDIGNIDADE nacional. a 28 de Fevereiro de 2013 às 15:04
Falhados (muito PERIGOSOS, com DOLO e CRIME social )
(-por OJumento, 28/2/2013)
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... Em todas as profissões ou no dia a dia de cada cidadão todos cometemos erros, mesmo não sendo incompetentes ou negligentes há o risco de se cometer um erro.
Por isso temos capacidade para compreender e perdoar os erros alheios.
Mas nas situações descritas não se admite o perdão, quem lida com riscos ambientais ou quem transporta pessoas deve ter cuidados acrescidos, não deve ter descuidos.

Mas há uma excepção a esta regra, uma situação em que se pode ser negligente, incompetentes, irresponsável e até fazer experiências que ninguém autorizou.
O ministro das Finanças pode usar milhões de portugueses em experiências pessoais, pode destruir centenas de empresas e lançar muita gente na falência e no desemprego, pode destruir uma boa parte da riqueza do país, pode forçar milhares à emigração, pode condenar muitos a perder a casa ou a cair na miséria.
Até pode agravar as condições das suas experiências para chegar a situações mais extremas e poder experimentar soluções ainda mais radicais.

Sucede alguma coisa ao ministro?
Não, não é negligente, não é criminoso, não é incompetente, o presidente continua a repetir-lhe as falsas promessas e os prognósticos falseados, continua a ser ouvido com muita atenção por audiências de militantes escolhidos e protegidos por seguranças de cantores incómodos.
Há dois tipso de falhados, os que podem ser condenados e os que podem falhar repetida e intencionalmente.

Quantos suicídios, quantos emigrantes forçados, quantos portugueses a ficar sem casa, quantos despedimentos, quantos falidos, qual a percentagem da dívida soberana no PIB,
o que será necessário para que um ministro incompetente ou que faça experiências abusivas com todo um país será necessário para que possa ser condenado ou, pelo menos, corrido do cargo?
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Portanto com gentalha deste jaez, que culpa têm as pobres elites dirigentes ? Devemos estar-lhes muito agradecidos, pelos seus esforços inauditos, na criação dos novos portugueses.
- Até quando aguentaremos a sua competência?
Não sei. Mas julgo que já deve ter faltado mais tempo, para que a paciência se nos esgote.
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O mito escangalhado
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...No domingo, durante o programa Prós e Contras, de Fátima Campos Ferreira, um dos melhores que vimos, o general Loureiro dos Santos referiu que, nas Forças Armadas, um oficial superior que se enganasse tanto e tantas vezes, já tinha sido despedido.
Aliás, durante a sessão, as críticas às definições e às decisões do Governo foram das mais lúcidas interpretações que tenho ouvido acerca da maneira e do modo como estamos a ser conduzidos e governados.
Todo o poder encontra sempre uma resistência, sobretudo quando actua admitindo não haver possibilidade de escolha e de alternativa.
As decisões são aceitas e tomadas em conjunto.

É, pois, preciso não esquecer de que a desgraça que nos atinge estende-se, na sua imperiosa e grave crueldade, à CULPA de todos os membros do EXECUTIVO.
Nenhum é inocente e cada um e todos terão de ser PUNIDOS, para lá do que as urnas disserem.
A correlação entre acção e indulgência, que se tornou uma absurda normalidade, tem de ser interrompida, e os governantes RESPONSABILIZADOS.

Recordo que a França, após a Libertação, criou a figura jurídica de "INDIGNIDADE NACIONAL" aplicável aos que haviam tripudiado sobre "a honra da pátria e os direitos de cidadania."

O lado "punitivo e ideológico", de que fala a eurodeputada socialista Elisa Ferreira, foi por eles criado e desenvolvido com inclemência e zelo.
Resgatar a tragédia aplicando-lhes o mesmo remédio é uma tese que faz caminho, como resposta de JUSTIÇA, nunca como retaliação ou vingança.
Justiça, pura e simplesmente

O que este Governo nos tem feito representa a mais grave contraconduta social, política, cultural e humana verificada em Portugal desde o salazarismo.
O discurso oposicionista não pode, somente, ser "diverso" e incidir, apenas, na "actualidade" portuguesa.
Os sicários deste projecto encontram-se espalhados transversalmente por todos os sectores da actividade europeia, mas não há batalhas inúteis, nem LUTAS sem sofrimento.»

[DN]Baptista-Bastos.


De "Marés ...contra desGoverno e Destruição a 28 de Fevereiro de 2013 às 15:23
Fundador do SNS subscreve manifesto da “Maré da Saúde” - António Arnaut considera ser “absolutamente essencial” sair à rua contra a “destruição do Serviço Nacional de Saúde”.
[Fabíola Maciel, publico.pt, 28-02-2013]

António Arnaut, subscreveu na terça-feira o manifesto criado pela “Maré da Saúde”, um grupo que se juntará no próximo sábado à manifestação convocada pelo movimento Que se Lixe a Troika.

António Arnaut disse ao PÚBLICO que “estão [o Governo] a tentar transformar o SNS num serviço residual para pobres”.
O “pai” do SNS vinca ser “absolutamente necessária uma MANIFESTAÇÃO de INDIGNAÇÃO e esperança”, para que “a voz do povo seja ouvida”.

“Tenho esperança de ainda viver num tempo de dignidade nacional”, revelou Arnaut, acrescentando que Portugal vive uma situação de “humilhação nacional”.
“É preciso dizer NÃO porque estamos à beira de um precipício”, defendeu.

António Arnaut não estará presente na manifestação por razões de saúde, mas garante estar “solidário com todos os movimentos cívicos que defendam o SNS”.
“O Governo, à excepção do ministro da Saúde, tem uma insensibilidade social incrível”, argumentou, alertando que a «Grândola, vila morena» pode vir a ser usada novamente como uma SENHA de MUDANÇA.
“É preciso ouvir os sinais”, frisou.

Bruno Maia, um dos membros da "Maré da Saúde", disse ao PÚBLICO ser "de grande importância" a associação de António Arnaut à manifestação.
"Significa que percebe que os ataques ao SNS são muito fortes e concertados", vincou.

"Há um grande divórcio entre o Governo e as aspirações da população" e, neste sentido, Bruno Maia salientou que "SAIR À RUA" significa tentar INVERTER uma política de DESTRUIÇÃO do SNS".


De .Empobrecer e Reduzir Estado ao min. a 28 de Fevereiro de 2013 às 15:38
Tendo sido questionado pelo diário económico se o governo Passos Coelho/Vítor Gaspar/Paulo Portas não deveria ter já uma plano pós troika, eis a minha opinião publicada hoje no DE
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Pós Tróika.

Situação actual - A economia portuguesa está num atoleiro PERIGOso com sérios riscos de afundamento.

Este Governo, apesar de insistir que o comportamento evolutivo dos indicadores económicos está em linha com os objectivos fixados, veio reconhecer, implicitamente, nestes últimos dias, que a realidade é bem outra (muito PIOR !).

A recessão para Portugal em 2013 vai duplicar anunciou Vítor Gaspar.
A taxa de desemprego de 16,5%, prevista para Dezembro, em Fevereiro já atingiu 16,9%.
A execução orçamental do mês de Janeiro foi um desastre.
As exportações não se consolidam.
A procura interna cada vez se afunda mais.
Não há investimento, nem privado nem público.
O financiamento às PME continua inacessível.
As falências contrastam com a não existência de medidas de reestruturação e inovação do tecido empresarial.
Enfim, a emigração está a roubar-nos mão de obra habilitada.
Neste contexto, a pergunta só pode ser: - para onde caminha a economia do país?

Perspectivas
- Fui questionado se o governo não devia ter já um plano pós ‘troika'.
Atenção, este Governo tem uma estratégia assente em dois pressupostos:
o EMPOBRECIMENTO do País, o que está a fazer, varrendo os estratos da classe média de menos recursos para situações angustiantes e de pobreza e,
a REDUÇÃO do ESTADO ao mínimo,
com os cortes na saúde, educação e segurança social na tentativa de revigorar o grande capital.

Esta a estratégia a consolidar pós ‘troika' por este Governo, caso não seja destituído.
Com esta estratégia a economia do País não produzirá suficiente riqueza e emprego,
não pagará a dívida nem reduzirá as fortes desigualdades sociais.

O País, apesar da racionalidade na despesa e da estratégia de mudança de padrão de desenvolvimento de que precisa, jamais gerará capacidade de pagar a dívida.

Aliás, o dinheiro dos contribuintes não é para custear as partes ilegítimas da dívida.
Exemplo, a dívida privada tornada pública no caso BPN.
A dívida deve ser auditada e as partes ilegítimas anuladas.
Quando muito repercuti-las nos causadores.
Há ainda que renegociar prazos e taxas de juro com os credores.

(-por João Abel de Freitas, Economista, PuxaPalavra, 28/2/2013)


De -Quem são os irResponsáveis e Ladrões?!. a 1 de Março de 2013 às 14:28
. Irresponsáveis, irrealistas e utópicos

Ontem, enquanto se cantava a Grândola à porta, Passos Coelho voltou a afirmar que todos aqueles que defendem ALTERNATIVAS ao caminho da Troika são irrealistas e irresponsáveis.

Para o governo, realista é em Junho de 2011 assinar-se um programa baseado em previsões de dívida pública de 115% do PIB para 2013 e, no inicio deste ano, essas previsões já terem saltado para 122%.
Também é realista fechar um orçamento de estado com uma previsão de quebra do PIB de 1% e, em Fevereiro, já estar a admitir que essa quebra será o dobro.
Responsável é assinar um acordo de financiamento que previa que a taxa de desemprego atingiria o seu pico em 2012 nos 13%, um ano e meio depois ela já estar nos 17,6% e continuar a achar que o programa é uma boa ideia.

Na perspetiva do governo, é irrealista querer admitir os verdadeiros custos económicos e sociais desta crise e MUDAR, já, de rumo.
É irresponsável enfrentar os credores que for preciso para começar, já, uma politica de recuperação económica e de criação de emprego.
Para a direita, aqueles que acreditam num futuro onde a economia esteja ao serviço das PESSOAS e NÃO seja ESCRAVA dos MERCADOS são utópicos.

Para esses, resta juntar-se a um grupo de ladrões de bicicletas e pedalar por aí !

Ou então pedalar avenida abaixo, neste 2 de Março, com tantas outras pessoas que acreditam num futuro melhor e numa economia que nos leve até ele...
(-por Sara Rocha, mais uma no Ladrões de B., 1/3/2013)


De .Lixar ... Tríade + Troika + Bangsters. a 1 de Março de 2013 às 17:15

A reformatação (de Portugal e dos portugueses pela Tríade +Troika )
(-por o Jumento, 1/3/2013)

Para os senhores do 4.º Reich não há um problema de sobrevalorização do euro, a globalização só trouxe benefícios e os custos e proveitos de uma união monetária feita à pressa são distribuídos equitativamente.
Esta é a tese da senhora Merkel, do estado maior da Wehrmacht, agora instalado na sede do BCE em Frankfurt, bem como de todos os gemanófilos, germanofilozinhos e banqueiros locais de ascendência alemã.

Se as coisas correram mal em Portugal é porque os portugueses são um povo inferior de gente pouco dada a trabalhar, só querem beber e descansar, um misto entre pretos e ciganos.
Aliás, é um mal comum aos países do sul, nem a Itália escapa a esta doença climática do Mediterrâneo, mesmo sendo um velho aliado da Alemanha nunca mereceu grande confiança pois desde Mussolini que gostam de ser dirigidos por palhaços.

Portanto o problema de Portugal não era económico, o país é com um computador com o disco danificado, ocupado por vírus e com software demasiado lento.
Não bastava um upgrade, era necessário REFORMATAR, reparar o disco, eliminar o software inadequado, instalar novos programas e reorganizar os ficheiros.

Isto significava que os portugueses tinham de ser reprogramados, muitos deviam ser convidados a EMIGRAR, uma boa parte das empresas deviam ser encerradas e os seus recursos serem usados pelas novas empresas.
O país devia ser tratado como um computador, pouco importando o que sucederia enquanto este estivesse em reparação.
Tira-se português daqui e põe-se ali ou manda-se para acolá, fecha-se uma empresa aqui e cria-se um directório de empresas ali, as que estiveram a mais, bem como os portugueses considerados inúteis, incapacitados ou politicamente inadequados deverão ir para a reciclagem e
atirados para o lixo com a reformatação pois não devem ocupar espaço durante o backup.

No fim teríamos empresas mais rápidas, menos tempo de paragem da máquina e portugueses com os bits no lugar.
O país lento e desactualizado daria lugar a uma máquina rápida e sem paragens, o facto de ter um processador velho pouco importa, seria útil para correr programas que já não são usadas em máquinas como a alemã.
Depois de devidamente reformatado, o país já pode ser ligado de novo à rede do euro que tem o servidor na Alemanha.

Pouco imposta os SACRIFÍCIOS humanos, a vontade dos portugueses ou a DEMOCRACIA, tudo foi suspenso e cabe ao programador da confiança da Wehrmacht decidir quem pode continuar em Portugal,
quem enriquece, quem empobrece,
quem pode ser curado num hospital público ou quem pode ir à escola.
Durante o período de ocupação esse programador, equiparado a sargento-mor da Wehrmacht, tem plenos poderes para fazer o que bem entender aos indígenas, escolher os mais aptos para trabalhar, meter nos combóios com destino à Alemanha os que estiverem a mais mas forem aptos para trabalhos na emigração, nacionalizar os recursos dos que forem considerados parasitas.

O país ou aceita a reformatação, pagando os juros e as devidas comissões, ou trata os ocupantes com subserviência e proporcionando-lhe instalação nos melhores hotéis, ou não leva mais dinheiro.
Quem o costuma dizer é o controleiro do sargento-mor da Wehrmacht, um tal Simon O’Connors.


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