15 comentários:
De .Empobrecer e Reduzir Estado ao min. a 28 de Fevereiro de 2013 às 15:38
Tendo sido questionado pelo diário económico se o governo Passos Coelho/Vítor Gaspar/Paulo Portas não deveria ter já uma plano pós troika, eis a minha opinião publicada hoje no DE
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Pós Tróika.

Situação actual - A economia portuguesa está num atoleiro PERIGOso com sérios riscos de afundamento.

Este Governo, apesar de insistir que o comportamento evolutivo dos indicadores económicos está em linha com os objectivos fixados, veio reconhecer, implicitamente, nestes últimos dias, que a realidade é bem outra (muito PIOR !).

A recessão para Portugal em 2013 vai duplicar anunciou Vítor Gaspar.
A taxa de desemprego de 16,5%, prevista para Dezembro, em Fevereiro já atingiu 16,9%.
A execução orçamental do mês de Janeiro foi um desastre.
As exportações não se consolidam.
A procura interna cada vez se afunda mais.
Não há investimento, nem privado nem público.
O financiamento às PME continua inacessível.
As falências contrastam com a não existência de medidas de reestruturação e inovação do tecido empresarial.
Enfim, a emigração está a roubar-nos mão de obra habilitada.
Neste contexto, a pergunta só pode ser: - para onde caminha a economia do país?

Perspectivas
- Fui questionado se o governo não devia ter já um plano pós ‘troika'.
Atenção, este Governo tem uma estratégia assente em dois pressupostos:
o EMPOBRECIMENTO do País, o que está a fazer, varrendo os estratos da classe média de menos recursos para situações angustiantes e de pobreza e,
a REDUÇÃO do ESTADO ao mínimo,
com os cortes na saúde, educação e segurança social na tentativa de revigorar o grande capital.

Esta a estratégia a consolidar pós ‘troika' por este Governo, caso não seja destituído.
Com esta estratégia a economia do País não produzirá suficiente riqueza e emprego,
não pagará a dívida nem reduzirá as fortes desigualdades sociais.

O País, apesar da racionalidade na despesa e da estratégia de mudança de padrão de desenvolvimento de que precisa, jamais gerará capacidade de pagar a dívida.

Aliás, o dinheiro dos contribuintes não é para custear as partes ilegítimas da dívida.
Exemplo, a dívida privada tornada pública no caso BPN.
A dívida deve ser auditada e as partes ilegítimas anuladas.
Quando muito repercuti-las nos causadores.
Há ainda que renegociar prazos e taxas de juro com os credores.

(-por João Abel de Freitas, Economista, PuxaPalavra, 28/2/2013)


De -Quem são os irResponsáveis e Ladrões?!. a 1 de Março de 2013 às 14:28
. Irresponsáveis, irrealistas e utópicos

Ontem, enquanto se cantava a Grândola à porta, Passos Coelho voltou a afirmar que todos aqueles que defendem ALTERNATIVAS ao caminho da Troika são irrealistas e irresponsáveis.

Para o governo, realista é em Junho de 2011 assinar-se um programa baseado em previsões de dívida pública de 115% do PIB para 2013 e, no inicio deste ano, essas previsões já terem saltado para 122%.
Também é realista fechar um orçamento de estado com uma previsão de quebra do PIB de 1% e, em Fevereiro, já estar a admitir que essa quebra será o dobro.
Responsável é assinar um acordo de financiamento que previa que a taxa de desemprego atingiria o seu pico em 2012 nos 13%, um ano e meio depois ela já estar nos 17,6% e continuar a achar que o programa é uma boa ideia.

Na perspetiva do governo, é irrealista querer admitir os verdadeiros custos económicos e sociais desta crise e MUDAR, já, de rumo.
É irresponsável enfrentar os credores que for preciso para começar, já, uma politica de recuperação económica e de criação de emprego.
Para a direita, aqueles que acreditam num futuro onde a economia esteja ao serviço das PESSOAS e NÃO seja ESCRAVA dos MERCADOS são utópicos.

Para esses, resta juntar-se a um grupo de ladrões de bicicletas e pedalar por aí !

Ou então pedalar avenida abaixo, neste 2 de Março, com tantas outras pessoas que acreditam num futuro melhor e numa economia que nos leve até ele...
(-por Sara Rocha, mais uma no Ladrões de B., 1/3/2013)


De .Lixar ... Tríade + Troika + Bangsters. a 1 de Março de 2013 às 17:15

A reformatação (de Portugal e dos portugueses pela Tríade +Troika )
(-por o Jumento, 1/3/2013)

Para os senhores do 4.º Reich não há um problema de sobrevalorização do euro, a globalização só trouxe benefícios e os custos e proveitos de uma união monetária feita à pressa são distribuídos equitativamente.
Esta é a tese da senhora Merkel, do estado maior da Wehrmacht, agora instalado na sede do BCE em Frankfurt, bem como de todos os gemanófilos, germanofilozinhos e banqueiros locais de ascendência alemã.

Se as coisas correram mal em Portugal é porque os portugueses são um povo inferior de gente pouco dada a trabalhar, só querem beber e descansar, um misto entre pretos e ciganos.
Aliás, é um mal comum aos países do sul, nem a Itália escapa a esta doença climática do Mediterrâneo, mesmo sendo um velho aliado da Alemanha nunca mereceu grande confiança pois desde Mussolini que gostam de ser dirigidos por palhaços.

Portanto o problema de Portugal não era económico, o país é com um computador com o disco danificado, ocupado por vírus e com software demasiado lento.
Não bastava um upgrade, era necessário REFORMATAR, reparar o disco, eliminar o software inadequado, instalar novos programas e reorganizar os ficheiros.

Isto significava que os portugueses tinham de ser reprogramados, muitos deviam ser convidados a EMIGRAR, uma boa parte das empresas deviam ser encerradas e os seus recursos serem usados pelas novas empresas.
O país devia ser tratado como um computador, pouco importando o que sucederia enquanto este estivesse em reparação.
Tira-se português daqui e põe-se ali ou manda-se para acolá, fecha-se uma empresa aqui e cria-se um directório de empresas ali, as que estiveram a mais, bem como os portugueses considerados inúteis, incapacitados ou politicamente inadequados deverão ir para a reciclagem e
atirados para o lixo com a reformatação pois não devem ocupar espaço durante o backup.

No fim teríamos empresas mais rápidas, menos tempo de paragem da máquina e portugueses com os bits no lugar.
O país lento e desactualizado daria lugar a uma máquina rápida e sem paragens, o facto de ter um processador velho pouco importa, seria útil para correr programas que já não são usadas em máquinas como a alemã.
Depois de devidamente reformatado, o país já pode ser ligado de novo à rede do euro que tem o servidor na Alemanha.

Pouco imposta os SACRIFÍCIOS humanos, a vontade dos portugueses ou a DEMOCRACIA, tudo foi suspenso e cabe ao programador da confiança da Wehrmacht decidir quem pode continuar em Portugal,
quem enriquece, quem empobrece,
quem pode ser curado num hospital público ou quem pode ir à escola.
Durante o período de ocupação esse programador, equiparado a sargento-mor da Wehrmacht, tem plenos poderes para fazer o que bem entender aos indígenas, escolher os mais aptos para trabalhar, meter nos combóios com destino à Alemanha os que estiverem a mais mas forem aptos para trabalhos na emigração, nacionalizar os recursos dos que forem considerados parasitas.

O país ou aceita a reformatação, pagando os juros e as devidas comissões, ou trata os ocupantes com subserviência e proporcionando-lhe instalação nos melhores hotéis, ou não leva mais dinheiro.
Quem o costuma dizer é o controleiro do sargento-mor da Wehrmacht, um tal Simon O’Connors.


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