2 comentários:
De .Limitar Rendimentos/tach obscenos e ... a 4 de Março de 2013 às 11:33
Suíça comunista ?

«A iniciativa contra os 'fat cats' (gatos gordos, numa tradução livre), proposta por Thomas Minder, presidente de uma companhia suíça que produz pasta de dentes, foi apoiada por 68% dos votantes, segundo as projecções da SF1, citadas pela agência de informação financeira Bloomberg.

De resto, outras sondagens realizadas antes da votação, como a da consultora GFS já apontavam para este desfecho.

A proposta dá aos accionistas das empresas do país helvético o direito de votarem anualmente a remuneração que deve ser paga à gestão, eliminando os bónus de assinatura, bem como pacotes de indemnização e incentivos extra em operações de fusão.

A iniciativa também inclui regras para punir os executivos que violem estes termos e que poderão enfrentar penas de prisão até três anos.»

[Notícias ao Minuto]
Parecer dOJumento:

Imagine-se o que por aí se diria se alguém se lembrasse de levar uma propostas destas a referendo.


De ... Castrado NÃO. a 3 de Março de 2013 às 12:19
Bastonário gela sala com poema de Ary dos Santos...

Goste-se muito , pouco ou mesmo nada do Sr., a verdade é que ele os tem no
devido lugar...
*Grande Marinho!!!*

A sala ficou gelada e houve poucos aplausos, quando o bastonário terminou a
sua intervenção de abertura do Ano Judicial. Marinho Pinto concluiu o seu
«sexto e último discurso na cerimónia» considerando que a sua ausência, no
futuro, «vai agradar a muitos», incluindo a si próprio.

Prestes a terminar o mandato como bastonário, diz que abandonará a sala com
a consciência de que «disse tudo o que havia para dizer», «tudo o que devia
ser dito».

E ontem, à semelhança dos discursos feitos em outros anos, que foram sempre
rematados com uma citação de um poeta, Marinho Pinto escolheu a «exaltação
clarificadora» de um poema de Ary dos Santos, na qual introduziu a palavra,
advogado:


«Serei tudo o que disserem
por inveja ou negação:
cabeçudo, dromedário
fogueira de inquisição
teorema, corolário
poema de mão em mão
lãzudo, publicitário
malabarista, cabrão
Serei tudo o que disserem:
Advogado castrado, não.»


O poema escolhido gelou a sala e a tribuna onde se sentavam o Presidente da
República, Cavaco Silva, o Patriarca de Lisboa, José Policarpo, o presidente
do Supremo, Noronha do Nascimento, a ministra da Justiça, Paula Teixeira da
Cruz e a procuradora geral da República Joana Marques Vidal.


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