De .questões ao Cons./Comissão Eu. +troika a 20 de Março de 2013 às 14:53

Entre o sist. financeiro e offshores que dominam poder político na UE e Estados e oprimem cidadania/democracia;
ou a compra total da dívida de Chipre (e a sua soberania) por uma gr.empresa (Gazprom) ou pela Igreja Ortodoxa Russa ou por oligarcas mafiosos...
venha o diabo e escolha.!!
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Resgate europeu a Chipre
- por AG

A propósito do programa de assistência financeira a Chipre acordado pelo Eurogrupo na semana passada,
enviei a seguinte pergunta escrita à Comissão e Conselho:

Na última reunião do Eurogrupo aprovou-se o programa de assistência financeira a Chipre, que inclui um acordo sobre aumento dos impostos sobre as empresas, que podem chegar aos 12,5%, e um imposto extraordinário de 9,9% sobre os depósitos acima dos 100.000 euros e de 6,7 % para os valores abaixo.


Este acordo, que impôs o congelamento dos fundos sujeitos a imposto, sem decisão do parlamento cipriota e conhecimento dos titulares das contas bancárias, penaliza os depositantes cipriotas e põe em causa a garantia europeia de protecção de depósitos bancários até 100.00 EUR – garantia à conta da qual os Estados-Membros têm justificado o investimento de milhares de milhões de euros dos contribuintes para "salvar" bancos, habilitando-os a ter provisões de capital mínimos para poder honrar os depósitos.

É de conhecimento generalizado, há bastante tempo, que grande parte dos depósitos em bancos cipriotas pertencem a oligarcas russos e evasores fiscais gregos e de outras nacionalidades, que aproveitaram o regime legal e baixas taxas tributárias para aí branquearem os capitais. As autoridades europeias, que nunca tomaram nenhuma medida para pôr fim a esta situação, vêm agora obrigar os depositantes cipriotas a pagar o descalabro do sector financeiro inflacionado em Chipre, em grande parte causado pela reestruturação da dívida grega, que custou 4,5 mil milhões de euros à banca cipriota.

Tendo atenção a estes factos,

1- Porque optou o Conselho / Comissão por não intervir para pressionar Chipre a por fim ao regime legal que lhe permite continuar a ser um centro de branqueamento de capitais e evasão fiscal?

2 - Porque optou o Conselho / Comissão por impor a taxação de todos os depositantes nos bancos cipriotas e não, por exemplo, apenas os estrangeiros, aplicando uma taxa mais elevada, e penalizado mais substancialmente assim aqueles que se aproveitaram do regime cipriota para branquear capitais e fugir ao Fisco?

3 - Porque não intervém agora o Conselho / Comissão para pôr cobro a branqueamento de capitais em outras praças financeiras europeias?


De - Correr c.Bangsters, Troika e desGov !! a 21 de Março de 2013 às 10:22
DEPOIS DO CONFISCO, A PALHAÇADA

AFINAL, QUEM RESPONDE?
...
Na verdade, é uma palhaçada ouvir as advertências de Cavaco à Europa, bem como as de Portas, secundando circunspectamente Cavaco, sem nada mais poder acrescentar…porque estava em “serviço externo”.

Então, Portugal não teve um ministro no Eurogrupo? Como votou ele? Opôs-se ao confisco dos depositantes? E Cavaco não é o Presidente da República? Então, de que está à espera para actuar se entende que quem assim agiu não está no seu perfeito juízo? E Portas não pertence ao mesmo Governo do ministro que lá esteve? Então, por que não tira as consequências?

Schäuble também diz que a ideia não foi dele, apesar de a gente ter visto Merkel a defender, com entusiasmo hitleriano, a decisão do Eurogrupo. Aliás, o que dizem os espanhóis é que a Alemanha até queria mais, queria 12%!

E Seguro? O que diz Seguro? Numa típica demonstração de “solidariedade sucialista”, Seguro não está nada preocupado com o que se passa em Chipre, mas apenas com os eventuais efeitos dessa medida em Portugal, que ele quer acreditar não se verificarão.

Isto é um exemplo acabado do que é a Europa. Primeiro :“Nós não somos a Grécia”
e doravante: “Nos nossos depósitos ninguém tocará”. É esta a Europa.

Infelizmente, também por este lado - pelo lado da mais completa ausência de solidariedade - a medida é racista e discriminatória, bem ao estilo das retaliações referidas no post anterior.
De facto, nos depósitos off shores da Inglaterra, por exemplo, ninguém ousará tocar, bem como nos de qualquer outro país forte da Europa.

Como dizíamos, esta é a Europa que nós temos e aqueles são os palhaços que lhe dão corpo. Durante tempos fizeram-nos rir, agora fazem-nos chorar.
É tempo de correr com eles do circo!
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BRAVO CHIPRE!

VAMOS A ELES!

O Parlamento cipriota recusou a proposta do Eurogrupo sem um único voto a favor do confisco.

Como se pode ler no relato que o Expresso faz da reunião do Eurogrupo, um bando de confiscadores capitaneados pela Alemanha e com a vergonhosa colaboração activa do FMI, mais um conjunto de lacaios,
preparava-se para saquear cerca de metade dos depósitos cipriotas, acabando a "imposição" por ter ficado nos números que se conhecem.
Dois dias depois, à semelhança do que fazem os salteadores, já se contentavam com o que Chipre lhes pudesse dar dar.

Acabaram por não levar nada graças à firmeza e ao patriotismo do Parlamento cipriota.

Sempre aqui defendemos que era absolutamente necessário fazer face a esse bando que hoje domina a União Europeia, a soldo da Alemanha.
E que não interessava que o resistente fosse pequeno ou grande, mais forte ou mais fraco.
O importante era que alguém abrisse as hostilidades.
Esse passo está dado graças ao patriotismo e à coragem do Parlamento de Chipre.

Agora temos que saber tirar as consequências: derrubar imediatamente o Governo e empossar um governo patriótico que, sem o menor vestígio de colaboracionismo, defenda com firmeza os interesses nacionais.

Para isso será necessário deixar claro, sem ambiguidades, que Portugal rejeitará o Memorandum e só pagará a dívida nas condições permitidas pela sua economia.

É altura de actuar sem medo e com coragem:
o colapso iminente do euro na União Europeia terá efeitos devastadores para os mais ricos.

É a hora de tomarmos a palavra.
Temos de demonstrar que não temos medo.

Viva Chipre pelo exemplo que nos deu!


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