2 comentários:
De .Demografia e cidadania. a 2 de Abril de 2013 às 10:35
Bom texto.

Em duplo sentido : já somos minoritários em alguns dominios e noutros somos diminuídos e mordidos ... por "aqueles CÃES" !!

Mas há um outro factor que falta acrescentar :
quando um espaço/domínio é abandonado/enfraquecido, pela lei das compensações,
este será OCUPADO por outros "seres vivos" ...
e há populações em expansão crescimento local e em migração :
comunidades e famílias de muçulmanos, de chineses, de africanos, de pobres/pedintes, ... e de criminosos.
Ex:
em Marselha e Paris já se fecham ruas para fieis rezarem virados para Meca;
... na linha de Sintra a categoria dominante já passou a ser a de pobres e pardos/escuros ...

Agora imagine o que será a sua comunidade daqui a alguns anos ...
e o que acha que andam a fazer os nossos governantes e mídia/comentadores relativamente à DEMOGRAFIA e à (ainda) sua sociedade e país.


De .Demografia, Trabalho, Subsídio,... Lei. a 4 de Abril de 2013 às 11:11

o ministro da queca

«Hoje uma mulher que pretenda ser mãe, mais do que a disponibilidade financeira, reclama por disponibilidade para uma maior dedicação.
Se tempo tivesse para os acompanhar teria mais filhos»; «Queremos usar verbas europeias para suportar a empregabilidade parcial»; «Uma mãe ou um pai pode vir mais cedo para casa, pode eventualmente vir a trabalhar apenas meio-dia que o Estado suporta o restante».

Palavras de Pedro Mota Soares, o Ministro da Sexualidade/Solidariedade e Segurança Social, preocupado com a quebra da natalidade em Portugal.

Um autêntico benemérito, este ministro do governo mais liberal que Portugal já teve, criador de incentivos à procriação, com oferta de emprego a tempo reduzido, salário cheio e tempo de sobra para o lazer, durante o qual tanto se pode tratar dos filhos como de cuidar de fazer mais alguns.
Se conseguir executar este plano deixará obra de vulto. Deverá, pois então, passar à História com o epíteto do «Ministro da Queca».

Adenda:
Apesar do adiantado da hora a que foi escrito e editado, este post já suscitou alguma agitação nas redes sociais, acusando-se o autor de ter redigido um texto «ridículo», na versão mais branda, e «idiota», numa abordagem menos light.
Reconheço as críticas, aceito a censura e,
apesar de não ser ainda subsidiado (o que espero vir a conseguir), assumo a paternidade da coisa.
Tentando emendar a mão e contribuir, de forma positiva, para este tema,

sugiro ao Senhor Ministro que especifique, no diploma LEGISLATIVO que venha a consagrar esta sábia reforma, se o direito ao subsídio é anterior ou posterior à procriação.

E que, se possível, evite entregar a redacção da lei ao Dr. Paulo Rangel,
de modo a não termos que andar a discutir, nos próximos anos, se se trata de um subsídio «de» procriação ou «da» procriação.

(-por rui a. , Blasfémias, 3/4/2013)


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