Sexta-feira, 5 de Abril de 2013

Teoricamente, vivemos, desde o 25 de abril de 1974 ou sendo mais rigoroso e descontando o período do PREC, desde as eleições da primeira Assembleia Constituinte, em democracia.
Supostamente, os eleitos governam em nome e com o dinheiro do povo. Não seria tempo de, cada um de nós individualmente e todos de forma organizada, perguntarmos aos políticos “o que fizeram ao meu/nosso dinheiro?”
Vejam que não foi só o resultante dos pesados impostos mas “sacaram” também o que havia numa série de fundos de pensões de sectores de atividade e empresas públicas ou privadas como a MARCONI, os CTT, os CORREIOS, a CARRIS, os BANCARIOS, entre muitas outras.
É caso, mais que suficiente, para perguntarmos aos políticos o que fizeram ao nosso dinheiro.
Tarda em seguirmos o exemplo da Islândia e agora do Chipre, para que seja criada uma comissão ad hoc, nomeada pela Procuradoria-Geral da República, com plenos poderes de investigação para encontrar os responsáveis pelos diversos monstros financeiros, que têm engolido e continuam a engolir a riqueza produzida e parte da que se produzirá no futuro.
Muito se escreveu sobre “a auditoria à divida publica” parece ter caído no esquecimento tal iniciativa ou esbarra na indiferença dos tubarões.
De .Aberrações Públicas- Divulgar e Acabar a 5 de Abril de 2013 às 17:45
: REFORMA DOS ORGÃOS DE SOBERANIA
Para que os responsáveis políticos ponderem, não só em relação à reforma de funcionamento de alguns orgões de soberania,
nomeadamente,
quanto às remunerações que auferem no desempenho dos cargos políticos e públicos,
ao excessivo número de deputados e de assessores dos ministros, secretários de Estado e da Presidência da República.
Também a reforma da Justiça é um imperativo nacional, uma vez que a que temos é excessivamente lenta e não criminaliza os políticos e os chamados crimes de "colarinho branco".
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Deputados ingleses... Pelos vistos, a palavra xulo não existe por estas bandas.... DEPUTADOS NO REINO UNIDO...!
Não é de estranhar, mas é interessante saber... como tudo é diferente...
Os deputados do Reino Unido, na "Mãe dos Parlamentos",
1 . não têm lugar certo onde sentar-se, na Câmara dos Comuns;
2 . não têm escritórios, nem secretários, nem automóveis;
3 . não têm residência (pagam pela sua casa em Londres ou nas províncias) -
Detalhe: e pagam, por todas as suas despesas, normalmente, como todo e qualquer trabalhador! -;
4 . não têm passagens de avião gratuitas, salvo quando ao serviço do próprio Parlamento;
5. E o seu salário equipara-se ao de um Chefe de Secção de qualquer repartição pública!
Em suma, são SERVIDORES DO POVO e não PARASITAS do mesmo.
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A propósito, sabiam que, em Portugal, os funcionários não deputados que trabalham na Assembleia têm um subsídio equivalente a 80 % do seu vencimento?
Isto é, se cá fora um técnico ganhasse 1000,00 €, lá dentro ganharia 1800,00 €.
Porquê? Profissão de desgaste rápido???
E por que é que os jornais não falam disto?
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E porque é que um trabalhador nos Serviços de Registos/notariado, ou nas Finanças, ou ... recebe «emolumentos» (tipo participação nas Receitas cobradas aos clientes/cidadãos) que às vezes equivalem a um outro vencimento ?! ... enquanto os trabalhadores das carreiras gerais nada mais recebem (em funções e categorias semelhantes). ?!
E porque é que existem tantas carreiras especiais ?!,
tantas remunerações e regras diferentes ?!,
tanta confusão e falta de transparência na 'organização' e procedimentos dos serviços públicos ?!
Não será a «velha política» de « dividir para reinar» e de « quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é tolo ou não sabe da arte (...)»
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