RELVAS CORTADAS
 

 

Relvas crescidas, relvas cortadas. É da natureza das coisas e das coisas naturais. Tudo o que cresce tem de ser aparado e o que cresce muito rapidamente morre depressa.

A universidade Lusófona, grupo da família socialista Damásio, mas que acoberta gente de todas as correntes políticas (não digo ideológicas porque as ideologias já foi chão que deu parreiras, hoje a veneração é o vil metal), desde a chamada esquerda às direitas o “dr” lhe deu o “dr” lhe tirou e com isso desapeou o sr Miguel.

O governo está decadente e em queda. Mais, muito mais grave que isso é não se vislumbrarem alternativas credíveis, veja-se o que se passa em França e por essa Europa assim como mundialmente.

É a crise de valores que, por mais religiosidade apregoada e mudanças promovidas em Roma nada adianta enquanto os sistemas de governação e de exercício de democracia não forem reajustados.

Todos, enquanto cidadãos de pleno direito, temos de assumir e exigir exercer o pleno de cidadania, individual, nacional e internacionalmente.

Os relevas reaparecem a cada esquina, produzidos pelas máquinas partidárias financiadas com o dinheiro dos nossos impostos. Até quando?

 


Publicado por Zurc às 18:14 de 04.04.13 | link do post | comentar |

3 comentários:
De .relvas, escumalha ERC e secretas... a 5 de Abril de 2013 às 14:05
5 de Abril de 2013
Relvas: as instituições que cumpriram (ou não) os seus deveres

1. A Entidade Reguladora da Comunicação Social provou que Relvas MENTIU, SABIA que ele tinha acedido aos ficheiros SIS/SIED sobre a vida privada de jornalistas, e decidiu por votação PARTIDARIAmente orientada não o condenar.
A instituição liderada por Carlos Magno demonstrou que NÂO PROTEGE os DIREITOS dos CIDADÂOS contra o governo, preferindo servir o poder político do momento.

2. A Inspecção Geral da Educação e Ciência propôs a «nulidade do ato de avaliação» de um aluno de 2006 que em 2013 é ministro, com razões fundamentadas, implicando a «declaração de NULIDADE do grau». Cumpriu, mesmo estando na dependência directa do ministério. Serviu a Universidade.

Acontece que é mais grave ameaçar pessoas, acho eu.
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Uma mentira de Relvas cabalmente provada
(28/6/2012)

No ponto 103 do relatório da ERC, é descrito um telefonema (o das 18h03m) entre Relvas e Leonete Botelho.
O registo das comunicações telefónicas (ver ponto 107) comprova que o telefonema existiu.
E no entanto, o ministro negou verbalmente à ERC e depois por escrito (ver ponto 105), que o telefonema tenha existido.
Ah, e curiosamente esse segundo telefonema não foi testemunhado pelos assessores que garantiram à ERC que no primeiro telefonema não se falara da vida privada da jornalista...

Também curioso é que Relvas estivesse tão «irritado» (isso, até os assessores admitem) com algo que o Público chegou a considerar não publicar.
Ou ferve em pouca água, ou temia que aquele caminho levasse a descobrir muito mais sobre as suas ligações à escumalha das secretas.
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21 de Junho de 2012
A ERC a tentar branquear a escumalha das secretas

Nos pontos 170 e 171 do relatório da ERC há uma total falha de lógica: afirma-se que porque o facto da vida privada da jornalista «poderia ser» (sic) «do conhecimento do seu círculo pessoal de familiares, amigos, vizinhos, conhecidos», então «[torna-se] infundada a suspeita de ter sido facultado pelos serviços de informação».

Bom. Em primeiro lugar, uma suposição («poderia ser»...) não autoriza uma conclusão. Em segundo lugar, mesmo que não se trate de um «poderia ser» mas que seja efectivamente, nada permite concluir que o dado da vida privada não tenha vindo do arquivo do ex-director do SIED, ou do arquivo actual do SIS ou do SIED sobre a vida pessoal dos jornalistas. Vou frisar o óbvio: se não fosse conhecido de ninguém, então é que o SIS ou o SIED não poderiam mesmo saber. Só sendo conhecido de alguém pode ter chegado às fichas do SIS/SIED...


De começõu a DERROCADA ... a 5 de Abril de 2013 às 12:13
ROLOU UM PEDREGULHO, COMEÇOU A DERROCADA...
[Alfredo Barroso, MIC, 05-04-2013]

Demitiu-se, finalmente, o ministro Miguel Relvas, o famoso «equivalências», uma das vergonhas mais chocantes, mas não a única, deste governo reaccionário, antipatriótico e ultra-liberal que está a destruir o país e a sacrificar brutalmente a grande maioria dos portugueses, há quase dois anos.

Está a fazê-lo à sombra de um Presidente da República chamado Cavaco Silva, que é um político sem envergadura e sem coragem, que já se esqueceu dos limites que ele próprio traçou em relação aos sacrifícios que estavam a ser exigidos aos portugueses pelo governo anterior, apoiado pelo PS e chefiado por José Sócrates.
Nem a pestilência política de Miguel Relvas fez com que Cavaco mexesse uma palha para chamar à razão o primeiro-ministro, Passos Coelho, forçando-o a demitir o ministro «apugilista» (contracção das palavras «apologista» e «pugilista») de licenciaturas fantasmas e a preço de saldo,
e ainda por cima com relações manhosas (ou pouco recomendáveis) com fulanos de baixo gabarito (entre eles um «agente secreto» doméstico, estilo «spy vs spy», digno de figurar nas páginas da revista «MAD»).

Miguel Relvas manteve-se, assim, por longos meses, uma espécie de «bode respiratório» de um governo tipo «ventoínha»,
que transforma em porcaria tudo aquilo em que toca e espalha a «merda» por todos a parte.
Convém lembrar que, como informou o insuspeito «EXPRESSO» em 23 de Março passado, «apenas um terço da austeridade contribuiu para reduzir o défice».

Traduzindo por miúdos: este governo aplicou medidas avaliadas em 23,8 mil milhões de euros, entre 2011 e 2013, mas baixou o défice em apenas 6,6 mil milhões de euros, e mesmo no défice estrutural o corte não foi além dos 11,7 mil milhões de euros.

Os milhares de milhões de euros gastos em pura perda pelo ministro Vitor Gaspar, «o câmara lenta», estão à altura da
quantidade de «merda» (isto, é dos sacrifícios brutais e inúteis) espalhada pela generalidade dos portugueses,
com óbvia excepção dos PLUTOCRATAS que continuaram a encher os respectivos «bandulhos» (com Belmiro de Azevedo e Soares dos Santos à cabeça, a deixarem as fortunas dos banqueiros a uma considerável distância).

Enfim, acabou de rolar um enorme pedregulho com olhos, o Relvas, que antes de ir para os anjinhos nos brindou com uma declaração «anímica» solenemente patética (a sugerir, inclusive, que foi ele que criou o «frankenstein» que chefia o PPD e o Governo).

Espera-se agora detectar (ir)responsabilidades conexas com as de Relvas, e aguardar com muitas cautelas a derrocada que se seguirá...
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e qual será o tacho dourado que irá receber de quem protegeu e ajudou a ganhar ... ?

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´Começou a DERROCADA destes desgovernantes ? mas será que não virá aí uma remodelação com políticas semelhantes ?!

a qualidade dos governantes é importante ... mas o verdadeiramente importante (não é substituir um nome ou designação por outro/a)
são as POLÌTICAS, as medidas concretas que afectam os cidadãos e o presente futuro deste país.


De .Relvas ... espião ... mafiosos... !!. a 5 de Abril de 2013 às 12:21
« O conselho contra-europeu

Concreto, objetivo e específico

Respostas concretas para o que é concreto! Respostas objetivas para o que é específico! Isto é poesia em prosa.

Concreto: por favor, não demitam Miguel Relvas.
Eu sei que o CDS começou recentemente a insinuar que seria melhor demitir o Ministro dos Assuntos Parlamentares.
Ainda não conseguiu dizê-lo em voz alta e, pelos vistos, ainda não percebeu que a melhor maneira de demitir Miguel Relvas é não falar disso. Ou até exigir que ele fique.
Mas, acima de tudo, não nos tirem Miguel Relvas, porque ele é neste momento o único político no país que — além de cantar a Grândola com esmero — é capaz de dizer uma coisa destas:

«Eu quis aqui estar hoje porque, num tempo em que somos confrontados diariamente com a gestão da incerteza e a gestão das incógnitas, é importante que
aqueles que têm responsabilidades públicas sejam capazes em cada uma das áreas de ter respostas concretas para o que é concreto e respostas objetivas para o que é específico».

Isto foi o que disse Miguel Relvas, ontem. Respostas concretas para o que é concreto! Respostas objetivas para o que é específico! Isto é poesia em prosa. Não deixem sair este filósofo do governo.

Objetivo:
o que fazer a alguém que é acusado dos crimes de abuso de poder, violação de segredo de Estado e de acesso indevido a dados pessoais?
Pois bem:
integrá-lo nos funcionários da Presidência do Conselho de Ministros. Que mais poderia ser?
Talvez mais isto:
pô-lo ao nível salarial anterior e pagar-lhe os vencimentos que não auferiu entretanto. Nada mais?

Eu sugeriria os pés lavados com água de malvas pelos portugueses espiados ilegalmente,
pelo jornalista que teve as suas comunicações violadas,
pelo cidadão que teve o azar de casar com uma ex-mulher de um espião lusitano,
pela jornalista que viu a sua vida pessoal devassada.
Mais alguma coisa?
Uma petição às avessas para saber o que pretende de nós Jorge Silva Carvalho, o espião que teve reuniões de negócios com Miguel Relvas, para esquecimento deste no parlamento.

Sim, eu sei. Vão dizer que o ex-espião tinha de ser reintegrado ao abrigo de uma lei já antiga, de 007 — 2007, quero dizer —
que permite a um espião pedir a exoneração e a reintegração ao mesmo tempo, possibilitando, entre uma coisa e outra, uma incursão de carreira no privado — para o qual antes se tinham passado informações.

Para que deveriam dar satisfações aos cidadãos os dois autores do despacho de reintegração, Pedro Passos Coelho e Vítor Gaspar?
Bem, talvez para nos dizer se o trabalho do ex-espião e agora funcionário público vai ter algum tipo de precauções, algum tipo de restrições?

Talvez para nos dar conta da possibilidade de um processo disciplinar, agora que Silva Carvalho voltou?
Talvez para nos explicar com que interpretação se permite a reintegração de alguém que está acusado de violar a lei no seu posto anterior?

Específico:
lembro-me de quando a imprensa alemã andava muito preocupada com a nomeação de Mario Draghi para o Banco Central Europeu.
Mamma mia!, dizia o jornal Bild, um italiano! Para os italianos, a inflação é como molho de tomate no esparguete. Teria sido melhor ter, por exemplo, um holandês.

O senhor Dijsselbloem é holandês.
Em 24 horas disse, e depois contradisse, que o mecanismo que se aplicou a Chipre será aplicado a outros países.
Para ser específico, deveria ter dito:
ainda antes de ser aplicado a Chipre já isto estava previsto numa coisa chamada Mecanismo Único de Resolução.
Quem o exigiu? Os alemães.

(- Rui Tavares, crónica publicada no jornal Público em 27 de Março de 2013)


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