2 comentários:
De Gerir melhor para poupar... a 9 de Abril de 2013 às 11:48
O Comando Militar
Os generais, por definição, comandam unidades: Brigadas, Divisões, Corpos de Exército e Exércitos.
A proporção de patentes é a seguinte:
A cada 5 soldados, corresponde 1 cabo;
10 soldados + 2 cabos -> 1 sargento;
40 soldados + 8 cabos + 4 sargentos -> 1 alferes;
200 soldados + 40 cabos + 20 sargentos + 5 Alferes -> 1 capitão;
1.000 soldados + 200 cabos + 100 sargentos + 25 Alferes + 5 capitães -> 1tenente coronel;
8.000 soldados + 1.600 cabos + 800 sargentos + 200 alferes + 40 capitães + 8 tenentes coronéis -> 1 general de brigada.
Somando toda a linha de cima, cada General tem abaixo de si 10.648 homens
(faz sentido).
AS FORÇAS ARMADAS PORTUGUESAS TÊM MENOS DE 64.000 EFECTIVOS,
LOGO, DEVERIAM TER, APROXIMADAMENTE, 6 Generais.
MAS, PASME-SE... TÊM 123 (CENTO E VINTE E TRÊS GENERAIS!
E PAGA PENSÕES BRUTAIS A UM SEM NÚMERO DELES QUE SE APOSENTARAM NOS ÚLTIMOS 25 ANOS!
EM DOIS PAÍSES (CANADÁ E ALEMANHA) AS FORÇAS ARMADAS CONTAM COM 1 GENERAL DE 4 ESTRELAS.
EM PORTUGAL HÁ 4 (QUATRO) GENERAIS DE 4 ESTRELAS! Assim o ESTADO vai penalizando os que menos têm!


De Mas afinal, quem é o pai da criança? a 8 de Abril de 2013 às 18:13
in NOTICIAS AO MINUTO online


A decisão do Tribunal Constitucional trouxe um revés para os pensionistas com prestações acima dos 1.350 euros mensais, ao ter deixado passar a contribuição extraordinária de solidariedade (CES), quando quase todos a davam como inconstitucional. No entanto, o tribunal deixou a porta aberta para alegar o confisco em cada caso concreto, escreve o Jornal de Negócios.

Os aposentados com pensões superiores a 1.350 euros sofrerão cortes, uma vez que a cobrança da contribuição extraordinária de solidariedade foi dada como não inconstitucional pelos juízes do Tribunal Constitucional. Ainda assim os pensionistas podem ir a tribunal reclamar o confisco na sua situação específica.
A possibilidade de alegar o confisco é abordada pelos próprios juízes do Constitucional ao terem referido que importa “aferir dos efeitos confiscatórios em relação a determinado contribuinte em concreto”, escreve o Jornal de Negócios.
Para os chamados pensionistas milionários, o confisco era um dos argumentos mais fortes para contestar a CES, que, conjugada com o IRS, pode traduzir-se em cortes acima dos 50% nas prestações mensais.
Os juízes do Palácio Ratton não só não consideraram a CES um imposto, como entenderam que não existe um limite de corte ao rendimento a partir do qual se considere haver confisco. “O factor decisivo não é aquilo que o imposto retira ao contribuinte, mas o que lhe deixa ficar”, lê-se no acórdão.


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