6 comentários:
De anonimo novamente a 11 de Abril de 2013 às 11:29
Será que o reitor da UN se chama António Nóvoa e não António NÓDOA?
Seguir á justiça, o maior problema do país é a educação, mas não a secundária, o foco do problema situa-se no ensino Universitário de que é de uma pobreza intelectual atroz, confrangedor, apesar do muito dinheiro que lá tem sido investido, e que só tem aproveitado aos incompetentes ( na sua generalidade) dos professores.
Dizer-se que temos a geração mais preparada de sempre é uma grande mentira. O que devia ser dito é que temos a a geração mais diplomada de sempre, o que não é sinónimo de competência.


De Para uns 10.000€, p.outros: Austeridade! a 11 de Abril de 2013 às 11:01
Tudo dito
(-por Daniel Oliveira, Arrastão)

Na mesma semana em que decide cercar o Estado impedir gastos correntes, porque, diz o ministro,« a decisão do Tribunal Constitucional não lhe deixa outra alternativa» (assim se justifica a birra),
o Ministério das Finanças autorizou um salários mensal até 10 mil euros
para o presidente da Agência de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), João Moreira Rato, e até 6.998 euros e 7.960 euros para os seus dois vogais.

No mesmo dia em que isto é decido, os inspectores da Autoridade para as Condições do Trabalho estão a ser obrigados a pegar em esfregonas e a fazer a limpeza diária das instalações de trabalho porque os serviços de limpeza contratados foram dispensados.

Acho que está tudo dito.


De .Responsabilizar (des)Governantes. a 10 de Abril de 2013 às 09:36

Este bode expiatório chegou muito tarde...

"O Governo já tinha falhado por completo todos os objectivos do memorando, ANTES da decisão do Tribunal Constitucional.
O governo já estava com dificuldades em "ir aos mercados", ANTES da decisão do Tribunal Constitucional.
O Governo já estava a caminho de um segundo resgate, ANTES da decisão do Tribunal Constitucional.
O Governo já estava em crise profunda, ANTES da decisão do Tribunal Constitucional.

Todas as crises, económicas, sociais, e políticas já estavam em pleno curso, ANTES da decisão do Tribunal Constitucional.
A decisão do Tribunal Constitucional acelera todos estes processos mas não lhes deu origem.
Nasceu deles. Nasceu de um Governo que, apesar de prevenido, mil vezes prevenido, insistiu num Orçamento de Estado assente em medidas ilegais.
Bateu no peito cheio de ar e vento, insultando o Deus dos Trovões e levou com um raio em cima."

Pacheco Pereira, in Abrupto (-por José Gusmão )


De . É o momento de AGIR . a 10 de Abril de 2013 às 09:53

"É O MOMENTO DE AGIR

José Loureiro dos Santos (*)in Jornal Público, Março,18

Era visível há muito tempo a incompetência do ministro do Orçamento (com a designação ofi...cial de ministro das Finanças), o que, aliado às políticas absolutamente DESASTROSAS da União Europeia
decorrentes dos interesses e das imposições de Berlim, cujo calendário e decisões se baseiam no estrito interesse nacional alemão, conduziu o país à situação desesperada em que se encontra.

Têm sido inúmeras, quase unânimes, as opiniões dos mais credíveis economistas portugueses e estrangeiros, no sentido de classificarem como CONTRAPRODUCENTES as sucessivas medidas tomadas pelo Governo,
sem suficiente confronto e entendimento com os interesses nacionais, já que, aparentemente, o ministro com o papel principal na definição e conduta da estratégia de resolução da crise financeira que atravessamos entende serem nossos os INTERESSES alemães que Merkel defende, o parlamento germânico impõe e o respetivo tribunal constitucional monitoriza.
E não só, pois vai mesmo ALÉM daquilo que os estrangeiros nossos credores nos exigem, numa atitude de inexplicável SUBSERVIÊNCIA com as instituições sob cuja tutela nos encontramos (FMI, BCE e UE).
Atitude também (e tão bem) ilustrada pelo "COLABORACIONISMO" rasteiro com os alemães, demonstrado por altos funcionários europeus, alguns deles (lamentavelmente) portugueses.

A desmotivação que as sucessivas FALHAS de V. Gaspar têm gerado nos portugueses, pelo emprego que destroem e a desesperança e a miséria que criam,
já há muito aconselham a sua demissão e substituição por um português que conheça a nossa realidade e esteja interessado em renovar o ânimo do país e fazer todos os esforços para o retirar do poço para que foi lançado pelo CONTABILISTA ainda em funções.

... Se o primeiro-ministro não entender que deve e precisa de avançar urgentemente com esta solução, porventura acompanhada de outros ajustamentos que se divisem como necessários, poderemos deduzir que ASSUME como suas as linhas executivas das orientações estratégicas do vetor financeiro que vêm sendo determinadas pelo ministro do Orçamento e
não está disponível para REAJUSTAR o RUMO até agora empreendido, nomeando outro responsável pelas Finanças que seja capaz de INFLETIR a marcha para o ABISMO para que o seu atual encarregado nos atirou.

Neste caso, perante o facto de não ser possível a INVERSÃO do CAMINHO até agora percorrido pelos atuais governantes e a perspetiva de uma ainda maior deterioração da situação do nosso país, é a altura de o Presidente da República - ...- assumir as suas responsabilidades e "dar um murro na mesa", demitindo o atual Governo e dando início a um processo rápido que conduza à formação de um novo elenco governativo.

Não há tempo a perder.
Se os órgãos institucionais próprios não tomarem as decisões que lhes competem em tempo útil, Portugal poderá ver-se a braços com momentos de grande PERTURBAÇÂO SOCIAL suscetíveis de produzir sérias situações de tensão política muito difíceis de conter.
Além de ficar cada vez mais problemática a retoma da economia portuguesa, a possibilidade de saldarmos aquilo que devemos e a consequente restauração da nossa soberania.

Não nos encontramos apenas perante a necessidade de mais uma MUDANÇA de quem tem a tarefa de governar o país, a acrescentar às muitas que já se verificaram, pelas razões que se justificavam e tendo em vista os efeitos então pretendidos.
O problema com que nos confrontamos não reside somente na conveniência de substituir alguém que nos governa por quem seja mais eficiente na direção e orientação do exercício das políticas públicas.

Agora, estão em causa:
por um lado, o bem-estar, a autoestima, a esperança e o sentido de destino dos portugueses,
que querem continuar a ser portugueses, prolongando com altivez uma História de quase nove séculos, de que se orgulham;
por outro lado, a garantia de que Portugal tem capacidade de se regenerar e de voltar a agir de acordo com os seus interesses e não em função de interesses estranhos.

Ou seja, estamos perante um problema que tem a ver com um Portugal livre e senhor do seu futuro, isto é, com a nossa independência nacional.


De ''Just say NAO" à Austeridade/ cortes. a 10 de Abril de 2013 às 11:20
Sádicos, chama-lhes Krugman


«Os membros da troika são "sádicos" a quem foi dada "licença para continuar a provocar dor".
Palavras do Nobel da Economia, Paul Krugman, que volta a criticar a austeridade imposta a países sob resgate, como Portugal.

No seu blogue no "The New York Times" , Krugman justifica as críticas procurando demonstrar que,
ao contrário do que defende a troika (União Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional),
não são as medidas de austeridade que asseguram os baixos spreads (margem de lucro) nos empréstimos concedidos a Portugal.

Para Paul Krugman, "os baixos spreads não têm qualquer relação com a austeridade".
E explica porquê: "A redução dos spreads, face à Alemanha, pagos por cada país, são totalmente explicados pelo seu valor no pico da crise.
Não existe qualquer indício de que as políticas sejam relevantes".»
[Expresso]

Parecer: Está a ser amável.
«Sugira-se a Krugman que diga que são antes filhos da dita.»


De anonimo a 11 de Abril de 2013 às 11:23
O Loureiro dos Santos o que devia explicar é por que razão Portugal tem um rácio de forças armadas que é o maior da europa: Devia explicar também porque é que há uma pirâmide invertida nas forças armadas, ou seja, há mais oficiais e sargentos que praças. E quem suporta estas ineficiências? Sempre o mesmo pagante.
Mas não é só nas forças armadas que a pirâmide está invertida. Começa-se a observar o mesmo fenómeno na GNR e na PSP, o que indicia que vivemos não num estado democrático mas num estado policial.


Comentar post