"Just say NAO" ao Merkiavelismo ... e à Austeridade para salvar bancos

                     Zero  Absoluto          (-por G. Cardoso)

Ou como uma ideia feita ('austeridade' e neoliberismo desregulado) e a prática política do Merkiavelismo estão a destruir a Europa

...Tal como o Zero Absoluto não é atingível também algumas ideias económicas simplesmente não são praticáveis.

    Um exemplo de ideia atraente para o cidadão individual pode não o ser para um país: quem deve tem de pagar e não se deve endividar mais, certo? Errado, lamento mas a realidade histórica demonstra precisamente o contrário, pelo menos se se num país se pretender crescimento e emprego.

    A austeridade pode funcionar como princípio que oriente a vida de alguns indivíduos mas não passa no teste da aplicabilidade social ao nível de milhões de pessoas e de vários países em simultâneo – nem hoje nem no antes histórico. Ou seja, é uma ideia que não consegue cumprir o que promete.

    O que é a austeridade ?  ...uma forma voluntária de deflação na qual a economia se ajusta pela redução de salários, preços e despesa pública para restaurar competitividade, a qual é (supostamente) mais bem atingida através de cortar o orçamento do estado, dívida e défices.

    Façamos agora um pequeno apontamento histórico que nos pode ajudar a perceber porque a austeridade simplesmente não consegue dar-nos o que nos promete.

    Aproximando-nos do ano cinco da Era da Crise podemos já apontar o que coloca no mesmo plano Portugal, Irlanda, Itália, Grécia, Espanha (e agora Chipre): uma dica, não é a dívida do Estado o problema que os une, ou melhor não era antes dos resgates formais e informais, pois desde que foram sendo resgatados as dívidas públicas cresceram ainda mais – se o leitor tiver dúvidas procure na Internet por “McKinsey Global Institute, Debt and deleveraging” e veja a divisão de responsabilidades destes países às datas dos resgates relativamente às percentagens das dívidas das famílias, empresas não financeiras, financeiras e Estado.

    Na realidade o que torna similar estes países (excepto a Grécia) é que neles a crise não foi gerada por se gastar demais no sector público (nem em Portugal, nem na Espanha, nem na Irlanda, nem na Itália, nem em...Chipre).   O elemento verdadeiramente unificador é que, em todos, os seus problemas começaram na Banca (pelo excesso de crédito que acumularam e pelas debilidades, por vezes quase criminosas, que assumiram) e hoje na banca continuam devido às responsabilidades que todos os governos tiveram que assumir pelos erros cometidos no sector bancário.

     Durante uma década os bancos dos países centrais (e periféricos) da União compraram e alavancaram com base em "imensa" dívida da periferia do Euro - que agora vale imensamente menos. Ora quando começaram a variar as percentagens de juro, mesmo por muito pouco que fosse, muitos bancos viram-se em risco de insolvência (é esta a história de onde estamos).

     Como sugere Mark Blyth, salvar o sistema financeiro global custou-nos (aos governos e seus contribuintes) entre 3 milhões de biliões e 13 milhões de biliões de dólares e como teve de ser absorvido proporcionalmente pelos diferentes orçamentos de estado acabámos por chamar à crise uma "crise de dívida soberana" quando de facto foi e é uma encapotada e bem camuflada "crise bancária". 

     Resumindo, não é que não haja dinheiro para pagar o estado social, não há é dinheiro para salvar o sistema financeiro e pagar o estado social. Isto porque, pelo menos no caso Europeu, o sistema financeiro continua ainda muito debilitado e necessita que os orçamentos de estado baixem os défices de modo a criarem almofadas que podem, ainda no curto e médio prazo, vir a ser necessárias para suportar os ainda periclitantes dezassete sistemas financeiros dos dezassete países da zona Euro.   Enquanto essa almofada não for criada há, como consequência, continuar a ter que pagar taxas mais elevadas aos "mercados" para financiar os países do Euro (excepto a Alemanha, porque é o vórtice de segurança que é financiado pela migração das poupanças da insegurança dos outros Estados da Zona Euro).

    Em cinco anos passámos do mote "demasiado grande para falhar" para o "demasiado grande para salvar" – lembram-se de Chipre e dos depósitos? A redução do défice já não chega só por si para salvar bancos. Ou seja, porque os bancos europeus possuem demasiados problemas para que possam ser resolvidos pelos Estados Europeus do Euro (que nem sequer podem – por enquanto - imprimir dinheiro como os Ingleses, Americanos e Japoneses) quem paga são os Estados que vêm a sua taxa de juro crescer ou não baixar (não porque devam ser penalizados por não aplicar bem a austeridade, mas porque não tendo capacidade para salvar o sistema financeiro são penalizados pelo perigo de um problema que existe com a sua banca nacional, mas que não conseguem ainda resolver). 

    Daí que "Austeridade" seja o preço que convém ao sistema bancário, pois é um preço para “outro” (que não os bancos) pagar.  Neste caso o “outro” somos nós e os nossos impostos, os nossos salários e os nossos empregos - porque há quem acredite que a austeridade faz o que promete, o problema não está em acreditar nela, mas sim em não aceitar que simplesmente não funciona – pois mesmo os processos históricos apresentados como sucessos ocorreram em momentos em que um país em processo de austeridade apanhou a boleia de todos os outros que se encontravam em crescimento (é este o paradoxo da austeridade como instrumento económico, só funciona em modo parasitário).

    Se já percebemos porque estamos a aplicar um pouco por toda a Europa políticas de austeridade (porque os Estados da União acreditam que necessitam de continuar a tentar salvar o sistema bancário Europeu e que para fazê-lo cada país tem de fazer a sua parte), se também percebemos - por experiência própria - que tal não é capaz de trazer solução para as empresas e para as famílias mas apenas “potencialmente” para o sector bancário, porque continuamos a insistir nela? Para compreender esta confusa situação temos de olhar para os diferentes interesses nacionais em jogo no continente da austeridade: isto é a Europa.

    Para o sociólogo alemão Ulrich Beck a actual Chanceler alemã Angela Merkel prática um princípio de orientação político que pode ser designado por “Merkiavelismo”. Há quatro componentes que orientam a prática do  Merkiavelismo como política na relação entre a Alemanha e os restantes Estados Europeus.

O 1º reside em posicionar-se entre os adeptos da ortodoxia do Estado nação e os da construção Europeia, mas sem tomar posição por nenhum dos dois.

O 2º princípio assenta em gerir por via da arte da dúvida e da hesitação, utilizando esses posicionamentos como meio de coerção perante os restantes países, ora dando a entender que poderá ou não intervir e deixando espaço para que os outros interpretem o que devem fazer para que seja feito o que é pretendido.

A elegibilidade nacional é o 3º princípio de actuação do Merkiavelismo e funciona como posicionamento face à construção europeia, isto é, só se pode fazer na Europa o que for aceitável fazer em casa (isto é na Alemanha). E, por último, a adopção da cultura alemã da estabilidade alicerçada em tudo sacrificar (cortar e poupar) em nome da estabilidade como um valor em si.

    Como refere Beck o que vemos no final da crise do euro é a construção europeia de uma Europa Alemã. No fim de contas, a defesa da austeridade constitui um pilar da própria prática do Merkiavelismo na construção e uma Europa Alemã pós-crise financeira e do Euro.

    Mas, como o Presidente do Conselho de Ministros Espanhol Mariano Rajoy referiu, tomando como exemplo Portugal, a austeridade não basta. Pelo menos, não basta se o objectivo for o crescimento e a recuperação do emprego. Como se depreende das palavras de Rajoy, já não se está a discutir se a austeridade funciona (não funciona) mas sim se se mantém a estabilidade política Europeia da Zona Euro assente nas políticas de austeridade e defendida pelo país mais forte da zona, terceiro exportador mundial de armamento, líder industrial global e porto de destino do aforro dos euros dos restantes dezasseis países da zona euro – isto é a Alemanha.

    Há hoje muitos comentadores e políticos na Europa que acreditam que após as eleições alemãs do segundo semestre de 2013 a austeridade se tornará mais leve e que tudo mudará para melhor, que é uma questão de tempo,  mas o problema é que o Merkiavelismo pode perdurar para além das eleições alemãs e de Angela Merkel, porque não se trata de um projecto pessoal mas de uma corporização num indivíduo de uma percepção cultural do lugar de um país/Alemanha na Europa.

    Com base nesta análise, a única saída para continuarmos a ter uma União Europeia e não uma Europa Alemã é aumentar o conflito de posições e extremar as escolhas disponíveis na mesa entre membros da União, ou como sugere Paul Krugman a Portugal e, como nós podemos sugerir a Espanhóis, Italianos, Irlandeses, Ingleses, Franceses, Dinamarqueses, Holandeses, Eslovenos, Suecos, Gregos, Cipriotas, Lituanos, Eslovacos, Polacos (basicamente todos os cuja opinião pública apoia mudanças claras de política nas opções austeritárias dos seus governos e da política europeia):    Just Say Nao     (e é mesmo sem til, porque é uma mensagem que vem de um teclado do outro lado do Atlântico). 

    Um mundo perfeito é impossível mas um mundo melhor (começando por Portugal e a Europa) é claramente possível e apressadamente necessário.

                 Responsável do FMI, assume que a austeridade não resultou

    Numa altura em que o ministro das Finanças diz que quer seguir o mais perto possível o exemplo irlandês, um responsável do FMI que participou na elaboração do programa de ajustamento da Irlanda assume que a aposta na austeridade não resultou.

    Trata-se quase de um "mea culpa". O chefe da missão do FMI na equipa da 'troika' que se ocupou do caso da Irlanda disse agora que a receita seguida estava errada e não funciona
     Ashoka Mody, que já deixou o FMI, referiu que, quando a crise surgiu, havia três soluções possíveis mas a opção recaiu na austeridade. Algo que não foi razoável nem produtivo. Ouvido esta manhã pela televisão pública, o antigo chefe do FMI explicou que confiar apenas na austeridade foi um erro porque os riscos de insucesso eram muitos e, por isso, a Irlanda e Portugal estão a pagar uma fatura pesada.
    O responsável sublinhou que a solução passa agora por dar mais tempo aos dais países para pagarem às dividas; caso contrário, a alternativa é um sofrimento sem fim por parte das populações, uma cultura de dependência nacional e um enorme travão à consolidação da economia europeia. 


Publicado por Xa2 às 19:26 de 10.04.13 | link do post | comentar |

6 comentários:
De Thatcher, Reagan, Merkel, ...neoliberais a 11 de Abril de 2013 às 10:02
NA MORTE DE THATCHER, AMIGA DE PINOCHET
[Alfredo Barroso, 10-04-2013]

Morreu Margaret Thatcher, uma das principais responsáveis pela contra-revolução neoliberal que há mais de 30 anos vem DEVASTANDO os regimes democráticos ocidentais, distorcendo a economia, tornando as sociedades democráticas cada vez mais DESIGUAIS, destruindo a coesão social, impondo o «casino da ESPECULAÇÃO monetária» e a DITADURA dos MERCADOS financeiros globais que hoje mandam em nós.

Morreu, além disso, a amiga de Pinochet, um dos DITADORES mais sanguinários e CORRUPTOS da América Latina, que permitiu que o Chile se tornasse banco de ensaio das políticas ULTRALIBERAIS preconizadas pela famigerada «escola de CHICAGO» e levadas a cabo pelos «Chicago BOYS», apadrinhados por Milton Friedman e Friederich von Hayek, figuras tutelares do pensamento de Margaret Thatcher, além da mercearia do pai.

Não faço esta acusação de ânimo leve. São factos conhecidos, designadamente a sua acendrada admiração por Pinochet, como se projectasse nele aquilo que ela desejaria impor, mas nunca poderia conseguir, na velha democracia inglesa. Há muitas fotos em que aparecem ambos sorridentes, lado a lado, quer quando o ditador estava no poder, quer quando o detiveram em Londres na sequência do pedido de extradição efectuado pelo juiz espanhol Baltazar Garzon, que o acusou de ser responsável, durante a ditadura, pelo assassínio e desaparecimento de vários cidadãos espanhóis.

Esta mulher a quem chamaram «dama de ferro», como poderiam ter chamado «de zinco» ou «de chumbo», nutria um profundo DESPREZO pelos grandes intelectuais ingleses do seu tempo, designadamente Aldous Huxley, John Maynard Keynes, Bertrand Russell, Virgínia Woolf e T. S. Eliot, conhecidos como o «círculo de Bloomsbury» (do nome do famoso bairro londrino de editores e livreiros e de boémia intelectual). A frustração dela perante o talento e a inteligência que irradiavam deles, e que ela não conseguia captar, levaram-na a considerá-los «intelectuais estouvados, que conduziram o Reino (Unido) pelos caminhos nada recomendáveis da segunda metade do século XX». Ao diabo as «literatices» da «clique de Bloomsbury», dizia ela. «O meu Bloomsbury foi Grantham» (onde o pai tinha a famosa mercearia) (…) Para compreender a economia de mercado, não há melhor escola do que a MERCEARIA da esquina». Deve ser por isso que as mercearias estão a falir…

Thatcher considerava «a distância entre RICOS e POBRES perfeitamente legítima» e proclamava «as virtudes da DESIGUALDADE social» como motor da economia. A verdade dos números é, no entanto, bastante diferente. Como salienta John Gray, um dos mais importantes pensadores contemporâneos, na Grã-Bretanha da chamada «dama de ferro» os níveis dos IMPOSTOS e das despesas públicas eram tão ou mais altos, ao fim de 18 anos de governos conservadores, do que quando os trabalhistas deixaram o poder, em 1979. Ao mesmo tempo, nos EUA de Ronald Reagan, co-autor da «contra-REVOLUÇÂO NEOLIBERAL», o mercado livre e DESREGULADO destruiu a civilização de capitalismo liberal baseada no New Deal de Roosevelt, em que assentou a prosperidade do pós-guerra.

Convém dizer que John Gray, autor de vários livros, entre os quais Falso Amanhecer (False Dawn), chegou a ser uma das figuras dominantes do pensamento da chamada «Nova DIREITA», que teve uma grande influência nas políticas que Thatcher pôs em prática. Mas ficou desiludido e ALARMADO com as TERRÍVEIS consequências dessas políticas e tornou-se um dos críticos mais lúcidos e implacáveis dos «MERCADOS LIVRES GLOBAIS», cuja desregulação tem causado os efeitos mais PERVERSOS nas sociedades contemporâneas, provocando a DESINTEGRAÇÃO SOCIALe o colapso de muitas economias. O capitalismo global parece funcionar, segundo Gray, de acordo com as regras da selecção natural, destruindo e eliminando os que não conseguem adaptar-se e recompensando, quase sempre de maneira desproporcionada, os que se adaptam com sucesso. Estas são, logicamente, as inevitáveis consequências do pensamento de Thatcher, ao pôr em prática «as virtudes da desigualdade social» como motor da economia.

A pesada herança de Thatcher, tal como a de Reagan - adoptadas não apenas pela direita ultraliberal, mas também por esquerda neoliberal (Tony Blair, Gerhard Schröder e ..


De . NÃO ao Ultra e NeoLiberalismo. !! a 11 de Abril de 2013 às 10:11
NA MORTE DE THATCHER, AMIGA DE PINOCHET
[Alfredo Barroso, 10-04-2013]

...

A pesada herança de Margaret Thatcher, tal como a de Ronald Reagan - adoptadas não apenas pela direita ultraliberal, mas também por uma certa esquerda neoliberal (Tony Blair, Gerhard Schröder e alguns discípulos da Europa do Sul, designadamente lusitanos)
- é esta crise brutal em que a UE e os EUA estão mergulhados há já cinco anos.
E o mais terrível é que é o pensamento dos principais responsáveis por esta crise que continua a prevalecer na maioria dos governos que
prometem acabar com a crise através da austeridade, do empobrecimento dos cidadãos e do confisco dos seus direitos sociais.
Thatcher foi um ser maléfico e não deixa saudades.

------------

«Thatcher, a mulher que PRIVATIZOU tudo.
Mesmo assim, os CIDADÃOS têm de PAGAR o seu funeral de 10 milhões de libras.
Será que a baronesa não pode pagar o próprio funeral ?!! »

- Joey Barton
--------------


De Bancocracia/ Bangsters arruinam cidadãos a 11 de Abril de 2013 às 13:59
Revista de imprensa (11/4/2013, via Esquerda Republicana)

•«Verdadeiramente quem manda no país há dez anos são os banqueiros,
apoiados por senadores e comentadores de topo que andam há muito por aqui e são unha com carne com os banqueiros.
Muitos conhecem-se da vida partidária, porque há cada vez mais banqueiros vindos da política, o que aumenta a promiscuidade e o poder de influência dos bancos sobre a governação do país. (...)

Para dar espaço de manobra ao Governo de Passos Coelho, os banqueiros lançam apelos para um governo ou pacto nacional com o PS, bem sabendo que António José Seguro não quer nem tem condições políticas para o fazer.

O objectivo é salvar o governo de Passos. (...)
Foram os banqueiros que asfixiaram o governo de José Sócrates em 2011, deixando de comprar dívida portuguesa, e estiveram na origem do pedido de resgaste a Portugal e da demissão do líder do PS.

(...) Os bancos têm ganho muitos milhões de euros com a compra de dívida portuguesa.
Financiaram-se junto do BCE a juros baixos, compraram dívida e obtêm rentabilidades muito superiores.
A vida corre-lhes bem.»
(Paulo Gaião)


De Anónimo a 11 de Abril de 2013 às 07:23
Durante uma década os bancos dos países centrais (e periféricos) da União compraram e alavancaram com base em "imensa" dívida da periferia do Euro - que agora vale imensamente menos. Ora quando começaram a variar as percentagens de juro, mesmo por muito pouco que fosse, muitos bancos viram-se em risco de insolvência (é esta a história de onde estamos).

Alguém pode pedir a quem escreveu tantas palavras a pensar só um bocadinho pequenino naquilo que escreveu?!


De Mas afinal, quem é o pai da criança? a 10 de Abril de 2013 às 21:53
Mas para os Bancos há sempre dinheiro... Mais uma vez o Governo se prepara para disponibilizar mais uns milhões para recapitalizar a Banca!
Mas onde para o dinheiro e valores (ativos) do BPN, BPP, para não referir o Banif, BCP e até a própria CGD?
Os passivos e encargos assumidos (legalmente) esses são «sagrados» para os nossos governantes. O dos Bancos e grandes parcerias... e a despesa pública continua e vai continuar a ser paga pelos privados... de qualquer jeito de qualquer forma, porque os "totós", os estúpidos, ou melhor - os mansos, tudo aguentam, pois depois de uns desabafos e de umas "manif's" voltam para o seu quotidiano a amouchar para continuarem a alimentar a corja.


De Anónimo a 11 de Abril de 2013 às 07:30
"Mas onde para o dinheiro e valores (ativos) do BPN, BPP, para não referir o Banif, BCP e até a própria CGD?"

De acordo com o autor, parece que está metido em dívida pública emitida pelo Estado (é só ler). E o autor também diz que esse é o problema (essa foi a única parte percebi do que ele escreveu). Quanto ao BPN não sabemos exactamente, já que o Estado o nacionalizou para que nem as comadres se zangassem, nem nós soubessemos o que se passou, e alguém pagasse as evidentes Fraudes que o inocente Cadilhe foi denunciar a Judiciária.


Comentar post

DESTAQUE DO MÊS
14_04_botão_CUS
MARCADORES

todas as tags

CONTACTO

Email - Blogue LUMINÁRIA

ARQUIVO

Novembro 2019

Junho 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Online
RSS
blogs SAPO