Querem privatizar a água !!

      Vamos  lá  privatizar  tudo :    agora  é  a  vez  da  água

Estes tipos são capazes de quase tudo?   Não, estes cabrões são capazes de tudo, mesmo, desde que enriqueça alguns. (e prejudicando os 99% !!)

    O leitor pensava que no séc XXI, com populações escolarizadas e especializadas, com tecnologia e meios de informação, com sindicatos e organizações sociais, com Unescos e cartas de direitos humanos, as pessoas estavam mais protegidas, defendidas e conscientes dos seus direitos? Erro seu, a barbárie é a de sempre, apenas munida de armas mais poderosas.

    É apenas uma questão de tecnologia e de arranjarem formas de cobrar: um dia privatizarão o sol e o ar respiramos, com o apoio e directivas de Bruxelas, Washington, Pequim ou quem lhes suceda.

 

 

 Estamos a seguir este processo no tretas.org, vê aqui.  O excerto do Catastroika é muito pertinente .



Publicado por Xa2 às 07:54 de 15.04.13 | link do post | comentar |

5 comentários:
De .Meedidas económico-politicas necessária a 15 de Abril de 2013 às 14:05

O plano de sempre

Volto à carga com um ponto simples, mas creio que cheio de implicações políticas e que os últimos acontecimentos em Dublin, na semana passada, confirmaram:
aí assistimos a mais um episódio do
processo em curso de renegociação da dívida dirigida pelos credores externos,
no seu interesse e no interesse dos seus representantes internos, o actual governo.

De facto, a extensão dos prazos médios de reembolso dos empréstimos europeus em sete anos destina-se a adiar incumprimentos soberanos desestabilizadores para os credores,
dado o fardo de reembolsos concentrados num país sem soberania, entre a espada do capital financeiro e a parede da condicionalidade da troika.

A extensão destina-se também, e este é o ponto central, a dar toda a força externa ao programa interno de austeridade assente nos cortes recessivos e regressivos na despesa pública,
ou seja, (cortes) nos rendimentos e serviços de que todos beneficiam, em especial os que têm relativamente menos recursos e poderes.
Este é o plano de sempre.

Creio que nunca foi tão claro como, num fenómeno típico de sociedades tornadas dependentes,
este governo assenta numa aliança de sectores sociais reaccionários
cuja força interna tem sobretudo origens externas, neste caso concreto na economia política da integração europeia realmente existente.

A política interna que não enfrentar a estrutura europeia está por isso condenada à derrota eterna.
A questão social – “doentes e desempregados ajudam a tapar buraco orçamental” – e a questão nacional – “Troika em Lisboa na segunda-feira” – estão hoje imbricadas como talvez nunca estiveram.

Se isto é assim, a estratégia política fica muito mais clara.
Tudo começa com um acto soberano democrática:
a denúncia do memorando.

(-por João Rodrigues,15.4.13 , Arrastão)

-------------xxxxxxxxxxx--------
(de: Zé T. : )

Medidas necessárias para evitar o aprofundar/manter a crise que pode levar à guerra:


1- Conhecer a dívida (credores, devedores, montantes directos, especulativos, ...) e exigir transparência no OrçamentoGE e contratos públicos;

2- Divulgar, denunciar (as partes injustas e abusivas), renegociar a dívida (e os contratos 'leoninos' das PPP , e de empresas com capitais ou subsídios e isenções públicos ... e as concessionárias de serviços públicos essenciais/infraestruras/ recursos, e os carteis de oligopólios) ... e se, necessário, voltar a nacionalizar ;

3- Fazer alianças internas (entre a esquerda e sindicais) e entre países periféricos, para se defenderem do centro eurocrata subjugado pela Alemanha/BCE e finança/banca/mercados especulativos e agiotas.

4- Sair do Euro, se necessário (mas não sair da U.E., antes lutar dentro dela para a mudar);

5- Pela Federação Europeia solidária, com eurobonds, com orçamento e impostos comuns, com taxa Tobin sobre as transações financeiras, com transparência e combate aos offshores e às agencias de rating (fraudulentas), ...;

6- com reapreciação da política comercial global, introduzindo restrições ao comércio/importações de países com "dumping" salarial/económico, social, ecológico, ... e melhor regulação sobre as actividades financeiras (e separando 'bancos comerciais' de 'bancos de "investimento" / empresas/fundos e 'veículos' de especulação !!) e dos 'mercados' especuladores (seja de moeda, de crédito, de minerais, de alimentos, ... );

7- ...


De Desgovernantes marionetas da Troika a 15 de Abril de 2013 às 15:47

Psicopata social, chama-lhe um ex-assessor do Álvaro

«Carlos Vargas, ex-assessor do ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, acusa o ministro das Finanças,
Vítor Gaspar, de ser "um psicopata social e não um ministros das Finanças".
Na sua conta no twitter, o ex-assessor do Governo afirma que "cada dia que passa mostra que Vítor Gaspar é o ministro das Finanças mais arrogante e mais incompetente desde o reinado de D.Maria II".

Em post anteriores, o antigo jornalista da RTP deixava esta pergunta:
"Se trabalhassem numa empresa privada, Gaspar e Borges ainda teriam emprego?".
E sobre sobre António Borges, conselheiro de Passos Coelho para as privatizações e renegociações das PPP, que chegou a defender que "o ideal era que os salários descessem", Carlos vargas escreveu o seguinte.
"O ideal é que o salário de Borges (25 mil euro/mês) descesse, digo eu".

Há ainda outro comentário que gerou polémica nas redes sociais.
"A propósito de concorrência entre bancos, quantos responsáveis do regulador - o Banco de Portugal - não provém da própria banca? Ah, pois é",
escreveu o ex-assessor do governo que deixou o ministério da Economia há dias.» [DN]
-------------

Pergunta:

Não estaria na hora de os nossos ministros deixarem de usar o pin com a bandeira portuguesa na lapela para passarem a usar um com a bandeira alemã?
ou um cifrão/€uro ?!!
----------------

E o Banco de Portugal


Os capatazes locais informaram os patrões da troika que vão transformar o estado num modelo social típico do comunismo, usando médias vão reduzir a média salarial dos funcionários públicos à do sector privado, pouco importando as funções ou categorias, a média salarial do hospital de Santa Maria deve ficar ao nível de uma carpintaria.

Resta saber se o governo vai seguir o modelo das instituições europeias onde os funcionários do BCE têm o estatuto dos restantes funcionários das outras instituições europeias ou se vai continuar a tratar o Banco de Portugal como uma off-shore suíça instalada em Portugal.


De .Bancocracia e Bangsters . a 15 de Abril de 2013 às 16:05
Revista de imprensa (11/4/2013)

•«Verdadeiramente quem manda no país há dez anos são os banqueiros,
apoiados por senadores e comentadores de topo
que andam há muito por aqui e são unha com carne com os banqueiros.

Muitos conhecem-se da vida partidária, porque há cada vez mais banqueiros vindos da política,
o que aumenta a promiscuidade e o poder de influência dos bancos sobre a governação do país. (...)
Para dar espaço de manobra ao Governo de Passos Coelho, os banqueiros lançam apelos para um governo ou pacto nacional com o PS,
bem sabendo que António José Seguro não quer nem tem condições políticas para o fazer.
O objectivo é salvar o governo de Passos. (...)

Foram os banqueiros que asfixiaram o governo de José Sócrates em 2011, deixando de comprar dívida portuguesa,
e estiveram na origem do pedido de resgaste a Portugal e da demissão do líder do PS. (...)

Os bancos têm ganho muitos milhões de euros com a compra de dívida portuguesa.
Financiaram-se junto do BCE a juros baixos, compraram dívida e obtêm rentabilidades muito superiores.
A vida corre-lhes bem.»
(Paulo Gaião)


De http://right2water.eu/ a 15 de Abril de 2013 às 10:26
----- A. Pedro diz: 18/03/2013

Muito bom, como sempre, o dossier no tretas.org.
E, para que não restem dúvidas sobre a gravidade/actualidade do assunto, eis o primeiro parágrafo:

“Várias organizações mundiais, não eleitas, vêm há décadas a esta parte a promover de forma agressiva a privatização da água.
Por exemplo, o World Bank condicionou os empréstimos a países do terceiro mundo à privatização dos sistemas de abastecimento de águas e de saneamento de águas residuais.”

------- mb diz: 18/03/2013
“um dia privatizarão o sol e o ar respiramos” parece surreal mas acho que já faltou mais.
Ainda vamos ter de pagar um imposto de circulação a pé na rua, vamos andar com um selo na testa a comprovar o pagamento..

----- Lagartces diz: 19/03/2013
Portugal tem um problema grave de falta de coordenação entre iniciativas com o mesmo objectivo:

Não deixe que a água deixe de ser pública! Porque a água é, e deve continuar a ser, de todos e não de alguns, assine:

- a Iniciativa Europeia de Cidadãos pelo Direito à Água em http://right2water.eu/
- a Iniciativa Legislativa de Cidadãos Água é de Todos em http://www.aguadetodos.com/content/view/77/41/
- a Petição Privatização da Água a Referendo em http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N11644

Junte-se a
- https://www.facebook.com/events/590557837626515/
- https://www.facebook.com/events/341146649323941/


De .Monopólio de sementes e patentes. a 16 de Abril de 2013 às 14:28
Um milhão contra as patentes da Monsanto em 36 horas!
Vamos construir a maior petição que já existiu para parar a Monsanto. Assine agora e envie para todos!

Caros membros da Avaaz,

É inacreditável, mas a Monsanto e outras empresas deram as caras novamente. Essas GANANCIOSAS empresas de BIOTECNOLOGIA encontraram uma maneira de ter CONTROLE exclusivo sobre as SEMENTES da vida: a fonte dos nossos alimentos.

Mas se mantivermos a pressão sobre alguns países da Europa, podemos impedir esse ataque à nossa comida. Ajude a construir o maior protesto em defesa dos alimentos que já existiu clicando aqui:

É inacreditável, mas a Monsanto e outras empresas deram as caras novamente. Essas empresas de biotecnologia sedentas por LUCRO encontraram uma maneira de ter controle exclusivo sobre as sementes da vida, a fonte dos nossos alimentos.

Eles estão tentando adquirir patentes sobre as variações dos vegetais e frutas usados em nosso dia-a-dia, como pepinos, brócolis e melões, praticamente forçando os produtores a indemnizá-los por essas sementes e ameaçando-os de processos se assim não o fizerem.

Mas podemos impedí-los de comprar a nossa Mãe Terra.
Empresas como Monsanto descobriram falhas na legislação Europeia para terem direito exclusivo sobre sementes convencionais, portanto precisamos fechar esses buracos antes que isso se torne um precedente global.
E, para isso, precisamos que países como Alemanha, França e Holanda -- onde a oposição está ganhando corpo -- peçam uma votação para acabar com os planos da Monsanto.
A comunidade da Avaaz já mudou o curso de decisões de governos antes, e podemos fazer isto novamente.

Muitos fazendeiros e políticos já são contra -- só precisamos agora adicionar um pouco do poder popular para colocar pressão nestes países e manter as mãos da Monsanto longe da nossa comida.
ASSINE agora e compartilhe com todos para assim criarmos o maior protesto em defesa dos alimentos que já existiu:

http://www.avaaz.org/po/monsanto_vs_mother_earth_rb/?bSmLncb&v=24004

Uma vez que uma PATENTE passa a existir em um país, os acordos de comércio e negociações internacionais geralmente fazem com que outros países também se comprometam.
É por isso que essas patentes transformam todo o modo como a nossa cadeia alimentar funciona: por milhares de anos, os agricultores podiam escolher quais sementes usariam sem se preocupar se seriam processados por violar direitos de PROPRIEDADE INTELECTUAL.
Mas agora, as empresas estão patenteando as sementes e obrigando os agricultores a pagarem taxas de 'ROYALTIES' exorbitantes.
E os agricultores não podem nem mesmo guardar as sementes patenteadas para replantar na próxima estação:
a Monsanto processou centenas deles por praticar a arte milenar de economizar as sementes de uma colheita para usá-las no ano seguinte.
A Monsanto e outras empresas afirmam que as patentes impulsionam a inovação, mas na verdade elas criam um MONOPÒLIO corporativo da nossa COMIDA.

Felizmente, o Instituto Europeu de Patentes, controlado por 38 estados-membros, cada um com direito a um voto, pode dar um fim a essas perigosas patentes dos alimentos que são produzidos usando métodos convencionais.
Até mesmo o Parlamento Europeu já emitiu um comunicado opondo-se a estes tipos destrutivos de patentes.
Agora, uma enorme onda de protesto da opinião pública pode pressioná-los a banirem o patenteamento dos nossos alimentos diários de uma vez por todas.

A situação já é bastante terrível -- somente a Monsanto possui 36% dos tomates, 32% dos pimentões e 49% das variedades de couve-flor registradas na UE.
Com uma simples mudança regulatória, poderemos proteger nossa comida, nossos agricultores e nosso planeta do controle das grandes empresas privadas -- cabe a nós impedi-los:

http://www.avaaz.org/po/monsanto_vs_mother_earth_rb/?bSmLncb&v=24004

A comunidade da Avaaz nunca teve medo de se opor ao controle das nossas instituições pelas grandes empresas privadas.
Lutamos contra a MÀFIA de Rupert Murdoch e ajudamos a garantir que as empresas de TELECOMUNICAÇÔES não colocassem suas garras em nossa Internet.
Agora é a hora de defender nossa cadeia de produção alimentar do controle das corporações.

Com esperança e determinação,


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